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    Petróleo chega a saltar quase 20% após ataque sobre instalações sauditas

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    Imagem de satélite mostra fumaça após ataque a instalação da Aramco em Abqaiq, na Arábia Saudita 14/09/2019 Planet Labs Inc/Divulgação via REUTERS

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    Por Koustav Samanta e Dmitry Zhdannikov

    CINGAPURA/LONDRES (Reuters) - Os preços do petróleo chegaram a disparar quase 20% em certo ponto nesta segunda-feira, com o Brent apresentando o maior ganho intradiário desde a Guerra do Golfo em 1991, após um ataque sobre instalações sauditas no fim de semana ter cortado pela metade a produção do reino.

    Os preços caíram das máximas depois que o presidente norte-americano Donald Trump autorizou o uso de estoques de emergência de seu país para assegurar a estabilidade do suprimento.

    O petróleo Brent subia 5,24 dólares, ou 8,7 por cento, a 65,46 dólares por barril subia 5,24 dólar, ou 8,7 por cento, a 65,46 dólares por barril, às 7:56 (horário de Brasília).}

    O petróleo dos Estados Unidos avançava 4,5 dólares, ou 8,2 por cento, a 59,35 dólares por barril avançava 4,5 dólar, ou 8,2 por cento, a 59,35 dólares por barril.

    O Brent chegou a tocar 71,95 dólares mais cedo, alta de 19,5%, maior alta intradiária desde 14 de janeiro de 1991. O petróleo nos EUA chegou a subir 15,5%, para 63,34 dólares, maior alta intradiária desde 22 de junho de 1998.

    A Arábia Saudita é o maior exportador global de petróleo, e o ataque sobre instalações da petroleira estatal Saudi Aramco para processamento de petróleo em Abqair e Khurais reduziu a produção em 5,7 milhões de barris por dia. A companhia não deu uma previsão imediata sobre a retomada da produção total.

    Duas fontes com conhecimento das operações da Aramco disseram que um retorno à produção normal 'pode levar meses'.

    'Retirar mais de 5% da oferta global de uma única tacada -- um volume que é maior que o crescimento da oferta acumulado em países de fora da Opep entre 2014 e 2018-- é altamente preocupante', escreveram analistas do UBS em nota.

    Trump disse que ele aprovou a liberação das Reservas Estratégicas de Petróleo dos Estados Unidos se necessário, em volume ainda a ser determinado.

    Grandes importadores de petróleo saudita, como Índia, China e Indonésia, devem ser os mais vulneráveis à interrupção na oferta.

    Escrito por Reuters

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