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    Putin não será convidado a discursar no Congresso dos EUA, diz presidente da Câmara

    Por Thomson Reuters

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    WASHINGTON (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, não será convidado a discursar no Congresso norte-americano se aceitar o convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para visitar Washington, disse o presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Paul Ryan, nesta terça-feira, dizendo tratar-se de um privilégio reservado aos aliados.

    Os comentários de Ryan, um republicano assim como Trump, refletem o contínuo desconforto entre parlamentares norte-americanos, mesmo dentro do próprio partido de Trump, sobre o apoio do presidente a Putin após a cúpula de 16 de julho entre os dois líderes em Helsinque.

    Ryan disse que não vê problemas nos encontros de Trump com líderes estrangeiros como Putin, mas afirmou que a mensagem transmitida durante essas conversas é o que importa.

    'Se a mensagem for 'pare de se intrometer em nosso país, pare de violar nossa soberania', então eu apoio. Mas é a mensagem que conta', disse Ryan a repórteres, acrescentando que 'sempre podemos ser mais firmes quanto a isso'.

    Questionado sobre o convite de Trump a Putin, Ryan afirmou que o líder russo não terá a chance que alguns líderes estrangeiros tiveram de discursar em uma sessão conjunta da Câmara e do Senado dos EUA.

    'Nós certamente não lhe faríamos um convite para uma sessão conjunta', acrescentou Ryan. 'Isso é algo que reservamos para aliados.'

    Trump enfrentou críticas de republicanos e democratas sobre seu desempenho na cúpula com Putin. Em uma coletiva de imprensa conjunta após o encontro, Trump deu crédito às negativas de Putin sobre a interferência russa na eleição presidencial de 2016 nos EUA, apesar das descobertas da comunidade de inteligência norte-americana sobre as ações de Moscou. Putin também disse a jornalistas que queria que Trump vencesse a eleição contra a candidata democrata Hillary Clinton.

    Trump mais tarde disse que se expressou mal na entrevista e que aceita as conclusões da inteligência dos EUA de que a Rússia interferiu na eleição, mas classificou a cúpula como um sucesso e convidou Putin a visitar Washington no outono, e no final de semana chamou a interferência russa na eleição de 'uma grande farsa'.

    Sem fornecer evidências, Trump disse nesta terça-feira, no Twitter, acreditar que a Rússia pretende influenciar as eleições parlamentares de novembro em favor dos democratas e não dos republicanos.

    (Reportagem de Amanda Becker e Susan Cornwell)

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