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    Queen luta para impedir que Trump use suas músicas em campanha presidencial

    Nesta semana, presidente dos EUA publicou um vídeo nas redes sociais com o clássico de 1977 “We Will Rock You”

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    Queen - Photoshoot

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    A banda Queen está enfrentando uma “batalha difícil” para fazer com que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pare de usar suas músicas em vídeos de campanha, revelou um porta-voz do grupo de rock à rede britânica BBC.

    Veja também: Mick Jagger criticam uso desautorizado de músicas por políticos

    Nesta semana, Trump publicou um vídeo com o clássico de 1977 “We Will Rock You” na rede social Triller – aplicativo considerado rival do chinês TikTok.

    O vídeo ainda não foi apagado pela rede e já soma quase um milhão de visualizações. Segundo o porta-voz do grupo, o Queen “continuará a se opor e tentar bloquear o uso de suas canções”.

    Esta é pelo menos a segunda vez que o presidente dos EUA usa essa faixa para fins políticos sem o consentimento da banda. Em outubro do ano passado, outro vídeo de sua campanha lançado no Twitter tinha a música como trilha sonora.

    Em 2016, durante a Convenção Nacional Republicana, ainda, o líder político também subiu ao palco ao som de “We are the Champions”. À época, o Queen emitiu um comunicado condenando a prática. 

    "Estamos frustrados com o uso não autorizado repetido da música depois de um pedido anterior para fazer com que parasse, que obviamente foi ignorado pelo Sr. Trump e sua campanha", escreveram.

    ‘Ser arrastado de má vontade para a política compromete os valores pessoais de um artista’

    No final de junho deste ano, mais de 50 artistas internacionais, incluindo cantores como Mick Jagger, Alanis Morissette e Lionel Richie, assinaram uma carta aberta exigindo que políticos dos Estados Unidos obtenham autorização antes de utilizarem suas músicas em campanhas publicitárias ou comícios.   

    Esta é a única maneira de proteger efetivamente seus candidatos contra riscos legais, controvérsias públicas desnecessárias e o lamaçal moral resultante de reivindicar ou implicar falsamente o apoio de um artista”, diz o documento, produzido em parceria com a Artist Rights Alliance, organização de defesa dos direitos de artistas musicais.

    Também assinada por cantores como Lorde, Sia, Keith Richards, Elvis Costello, Regina Spektor, Sheryl Crow e Steven Tyler, a carta chama atenção para os riscos da associação desautorizada de artistas a políticos: "Ser arrastado de má vontade para a política dessa maneira pode comprometer os valores pessoais de um artista e, ao mesmo tempo, decepcionar e alienar os fãs – com grande custo moral e econômico".

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