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    Senado dos EUA segue para votação final para confirmação de Kavanaugh à Suprema Corte

    Por Richard Cowan e Amanda Becker

    WASHINGTON (Reuters) - Brett Kavanaugh, o conturbado indicado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Suprema Corte norte-americana, parecia pronto para receber confirmação do Senado neste sábado, apesar de acusações de condutas sexuais impróprias e ataques contra seu caráter e seu temperamento.

    Após semanas de intensos debates que prenderam atenção da nação, o juiz conservador da corte de apelações recebeu na sexta-feira promessas de apoio de dois senadores de centro, deixando nenhum caminho livre no Senado para oponentes bloquearem a trajetória de Kavanaugh.

    Mais cedo na sexta-feira, ele sobreviveu por pouco a um teste processual, quando senadores votaram por 51 a 49 para avançar com sua indicação para uma votação final, que estava marcada para as 18h deste sábado, no horário de Brasília. A votação pode acontecer um pouco mais cedo, no entanto.

    A confirmação de Kavanaugh dará a Trump uma vitória clara em seus avanços para consolidar domínio conservador na Suprema Corte. O resultado é amargo para democratas, que não conseguiram ter seu indicado liberal confirmado por conta de táticas republicanas de adiamento em 2016.

    Os republicanos mantiveram um assento vazio naquele ano, que foi preenchido por Trump em 2017 com o juiz conservador Neil Gorsuch. O juiz Anthony Kennedy, que Kavanaugh irá substituir, se aposentou neste ano após décadas sendo um voto decisivo do tribunal.

    Com casos divergentes sobre direitos de aborto, imigração, direitos de pessoas transgênero e regulação de negócios seguindo para o tribunal, Kavanaugh provavelmente dará vantagem aos conservadores.

    Sua confirmação também irá permitir que Trump faça campanha nas eleições congressionais de 6 de novembro se vangloriando de ter cumprido sua promessa de 2016 de moldar um judiciário mais conservador.

    Encerrando um dia de suspense na sexta-feira, a senadora republicana Susan Collins, do Maine, declarou no plenário do Senado: “Irei votar para confirmar o juiz Kavanaugh”.

    Ela elogiou seu histórico de decisões judiciais e argumentou que não havia corroboração de acusações de abuso sexual feitas contra ele pela professora universitária Christine Blasey Ford. Duas outras mulheres também acusaram Kavanaugh de condutas sexuais impróprias décadas atrás.

    Kavanaugh negou todas as acusações.

    Momentos após Collins prometer apoiar Kavanaugh, o senador democrata Joe Manchin, em uma acirrada corrida para reeleição na Virgínia Ocidental, onde Trump é popular, também declarou seu apoio, deixando poucas dúvidas sobre uma vitória republicana.

    Senadores então aguentaram uma rara sessão durante toda a noite para cumprir a exigência de 30 horas de debate após a votação de sexta-feira.

    Com a segurança mais rígida que o normal, um grande grupo de manifestantes se juntou no Capitólio, gritando “Nós acreditamos em sobreviventes (de abusos sexuais)” e “Vergonha”.

    Senadores republicanos, com exceção de Lisa Murkowski, apoiaram Kavanaugh, em uma ação que pode ecoar, especialmente entre eleitoras mulheres, nas eleições de 6 de novembro para determinar controle do Senado e da Câmara dos Deputados.

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    FBI interroga colega de escola de indicado à Suprema Corte dos EUA acusado de assédio

    Por Steve Holland e David Morgan

    WASHINGTON (Reuters) - Dias depois de receber a ordem de investigar alegações de assédio sexual contra Brett Kavanaugh, indicado do presidente dos EUA, Donald Trump, à Suprema Corte, o FBI conversou com o colega do ensino médio dele Mark Judge, mas o interrogatório não terminou, disse o advogado de Judge na segunda-feira.

    A professora universitária Christine Blasey Ford disse que Judge testemunhou quando Kavanaugh supostamente a agrediu sexualmente em uma festa em 1982, quando ambos cursavam o segundo grau no Estado de Maryland.

    Judge negou as alegações de Christine. Kavanaugh também refutou as acusações, assim como as de outras duas mulheres, e acusou os democratas, de oposição ao governo Trump, de realizarem um 'ataque' político.

    Na sexta-feira membros do Comitê Judiciário do Senado votaram a favor da indicação de Kavanaugh, mas uma votação no plenário do Senado para a confirmação do indicado foi adiada por uma semana depois que Trump cedeu à pressão de membros moderados do seu Partido Republicano pelo inquérito do FBI.

    Trump disse na segunda-feira que o FBI terá liberdade total para interrogar qualquer testemunha que considerar necessária. Ele disse não querer que a investigação se torne uma 'caça às bruxas', e que deveria ser finalizada rapidamente.

    'Quero que eles façam uma investigação muito abrangente. Seja lá o que for que isso signifique, de acordo com os senadores e os republicanos e a maioria republicana, quero que eles façam isso', disse Trump em uma coletiva de imprensa na Casa Branca.

    Os comentários vieram na esteira de críticas de democratas segundo os quais Trump e outros republicanos estão tentando limitar a abrangência do inquérito do FBI.

    O líder republicano no Senado, Mitch McConnell, disse que a Casa votará nesta semana a confirmação de Kavanaugh, juiz conservador de um tribunal federal de apelações de Washington. O porta-voz de McConnell não quis esclarecer se este se referia a votos sobre os procedimentos ou a uma votação final para a confirmação do juiz.

    No mês passado a indicação de Kavanaugh se transformou em uma grande polêmica que ameaçou os esforços de Trump e de seus correligionários para consolidar um domínio conservador sobre a maior instância jurídica da nação.

    Alguns republicanos temem que levar a confirmação adiante prejudique o partido com o eleitorado feminino nas eleições parlamentares de 6 de novembro.

    (Reportagem adicional de Lisa Lambert, Richard Cowan e Sarah N. Lynch)

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    Comitê do Senado dos EUA apoia escolha de Trump para Suprema Corte, mas republicano pede investigação do FBI

    Por Amanda Becker, David Morgan e Lawrence Hurley

    WASHINGTON, 28 Set (Reuters) - Um comitê liderado por senadores republicanos aprovou a nomeação de Brett Kavanaugh, apontado pelo presidente Donald Trump para a Suprema Corte do país, mas em um desenrolar dramático do evento, o senador republicano Jeff Flake pediu que uma investigação do FBI sobre as acusações de agressões sexuais contra Kavanaugh seja conduzida antes da votação final no Senado.

    A intervenção de Flake, um republicando moderado, significa que uma votação final do Senado sobre a nomeação pode ser atrasada por até uma semana para que uma possível investigação do FBI possa ser completada. Democratas haviam pedido uma investigação do FBI, mas os republicanos se opuseram à medida.

    'Eu vou deixar o Senado resolver isso. Eles vão tomar suas próprias decisões. E eles estão fazendo um bom trabalho. Muito profissional', disse Trump a jornalistas na Casa Branca quando lhe contaram sobre o pedido de Flake.

    O presidente republicano, no entanto, indicou que continua apoiando a nomeação de Kavanaugh, dizendo que não pensou 'nem um pouquinho' sobre um substituto para seu indicado.

    O comitê do Senado se reuniu um dia após uma chocante e emotiva audiência sobre acusações de má conduta sexual contra Kavanaugh que prenderam as atenções do país, com uma professora universitária chamada Christine Blasey Ford acusando o juiz de agressão. Kavanaugh negou as acusações.

    'Esse país está sendo destruído aqui', disse Flake, com sofrimento estampado no rosto, aos demais senadores. '... eu acho que podemos fazer uma pausa curta', acrescentou Flake.

    'Precisamos fazer o que podemos para ter certeza que fizemos de tudo em relação a essa nomeação tão importante', acrescentou Flake.

    A comissão aprovou enviar a indicação do juiz federal para o plenário do Senado por uma votação de 11 a 10 -- todos os republicanos do comitê apoiaram a aprovação, enquanto todos os democratas se opuseram.

    Não está claro ainda se a investigação do FBI vai de fato acontecer. Os líderes do Senado concordaram com o pedido de Flake, mas a Casa Branca teria que orientar o FBI para agir.

    Pouco antes da votação agendada no Comitê Judiciário, Flake deixou a sala para conversar com alguns democratas, acrescentando novas turbulências aos procedimentos. Durante o atraso, senadores e assessores podiam ser vistos na sala do comitê conversando em tom de voz baixo, com alguns indo e voltando da antessala da câmara do comitê.

    'Sou grato ao senador Flake', disse o senador democrata Chris Coons.

    'É minha esperança que possamos trabalhar em conjunto em uma base bipartidária para nos esforçarmos em ir atrás de uma investigação do FBI para a próxima semana, não para adiarmos a votação, mas para investigarmos ainda mais -- tanto as acusações da dra. Ford quanto as de outras'.

    No início do dia, Flake, que havia manifestado antes suas preocupações sobre as acusações contra Kavanaugh, disse que Christine Ford deu um 'depoimento convincente', mas que Kavanaugh havia dado uma 'resposta persuasiva'.

    Pouco após Flake fazer seu anúncio de que votaria a favor de Kavanaugh no comitê, o senador foi confrontado no elevador enquanto estava a caminho da reunião do comitê por duas manifestantes que disseram ser sobreviventes de ataques sexuais.

    'É isso que você está dizendo a todas as mulheres da América - que elas não importam, que elas deveriam se manter em silêncio', disse uma das manifestantes gritando em direção a Flake, em um confronto transmitido pela CNN.

    'Eu preciso ir à audiência. Eu já emiti meu pronunciamento', disse Flake.

    O plenário do Senado precisa confirmar as indicações para a Suprema Corte.

    Mesmo antes do anúncio de Flake, não estava claro se os republicanos tinham os votos para confirmar Kavanaugh no plenário do Senado. O Partido Republicano detêm uma maioria apertada de 51 a 49, tornando cruciais os votos de duas senadoras republicanas moderadas que até agora estão indecisas: Lisa Murkowski e Susan Collins.

    Trump disse que Murkowski e Collins devem fazer o que elas pensam ser o correto.

    O horário da sessão deu aos membros do comitê pouco tempo para revisar os depoimentos de Kavanaugh e Christine Ford, que o acusou de tê-la agredido sexualmente quando eles eram estudantes do ensino médio em 1982. Kavanaugh negou veementemente as acusações e acusou os democratas de promoverem um 'golpe calculado e orquestrado'.

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    Indicado de Trump para Suprema Corte nega acusação de crime sexual; professora diz ter 100% de certeza

    Por Lawrence Hurley e Andrew Chung e Amanda Becker

    WASHINGTON (Reuters) - Ao lutar para preservar sua indicação para a Suprema Corte dos Estados Unidos, Brett Kavanaugh negou nesta quinta-feira, com raiva e lágrimas nos olhos, a acusação de uma professora universitária de que ele a agrediu sexualmente há 36 anos, depois que ela disse em uma audiência dramática no Senado que tem '100 por cento de certeza' de que ele é culpado.

    Christine Blasey Ford, que por vezes teve a voz embargada pela emoção, apareceu em público pela primeira vez para detalhar sua acusação contra Kavanaugh, um juiz conservador de uma corte de apelações escolhido pelo presidente Donald Trump para o cargo vitalício de juiz na Suprema Corte dos Estados Unidos. Ford disse ao comitê que temia que Kavanaugh a estuprasse ou a matasse acidentalmente durante a suposta agressão quando os dois eram estudantes de ensino médio no Estado de Maryland.

    Kavanaugh depôs após Ford terminar sua participação, e eles não ocuparam a mesma sala de audiência ao mesmo tempo.

    'Eu juro hoje, diante do Senado e do país, diante da minha família e de Deus, eu sou inocente desta acusação', disse Kavanaugh ao Comitê Judiciário.

    Se colocando como uma vítima de 'um assassinato grotesco e óbvio de reputação', Kavanaugh falou de maneira emocionada que negava 'categórica e inequivocamente' a alegação de Ford.

    'Não serei intimidado a me retirar desse processo', acrescentou ele.

    Kavanaugh em alguns momentos engoliu o choro, especialmente quando mencionou que sua filha sugeriu que eles rezassem por Ford, ou quando falou de seu pai ou mencionou suas amigas que se reuniram para apoiá-lo.

    A audiência de grande relevância poderia determinar se Kavanaugh será ou não confirmado pelo Senado depois de armada uma batalha política entre os colegas republicanos de Trump e os democratas.

    Ford, uma professora de psicologia na Universidade de Palo Alto, na Califórnia, disse em mais de quatro horas de depoimento que Kavanaugh, embriagado, a atacou e tentou remover suas roupas em uma reunião de adolescentes em Maryland quando ele tinha 17 anos e ela 15 em 1982.

    Kavanaugh disse que queria depor assim que a alegação de Ford apareceu, e não se surpreendeu com outras alegações que seguiram. 'Nesses 10 longos dias, como foi previsto e como eu previ, minha família e meu nome foram totalmente e permanentemente destruídos por acusações adicionais maldosas e falsas'.

    O atraso para marcar uma audiência 'foi horrível para mim e para a minha família, para a Suprema Corte e para o país', disse Kavanaugh.

    Parecendo melancólico, Kavanaugh estava acompanhado por sua esposa enquanto entrou na sala de audiência. Ele atacou diretamente senadores democratas, uma atitude incomum para um juiz indicado à Suprema Corte, dizendo que ele era vítima de um 'golpe político calculado e orquestrado' depois que parecia que ele seria confirmado no cargo. Ele acusou os democratas de 'mentirem enquanto esperavam' as alegações de Ford, apenas revelando-as em público depois que sua audiência de confirmação original havia terminado.

    Ele foi cuidadoso em não criticar Ford, ressaltando que não desejava a ela 'mal nenhum'. Kavanaugh disse que não questionava que Ford havia sido sexualmente agredida por alguma pessoa em algum lugar em algum momento, mas que ele nunca havia agredido ninguém.

    A audiência, que prendeu a atenção do público norte-americano e intensificou a polarização política nos Estados Unidos, ocorre em meio ao movimento #MeToo contra os assédios e agressões sexuais.

    'Com qual grau de certeza você acredita que Brett Kavanaugh te agrediu?', perguntou o senador democrata Richard Durbin a Ford.

    'Cem por cento', respondeu, mantendo-se firme e serena por horas de depoimento mesmo quando foi questionada por um procurador de crimes sexuais contratado pelos republicanos do comitê.

    Ford disse 'absolutamente não' quando a senadora democrata Dianne Feinstein perguntou se poderia ser um caso de erro de identidade, como Kavanaugh sugeriu.

    Democratas receberam o depoimento de Ford como digno de confiança, corajoso, e, nas palavras do senador Cory Booker, 'nada menos do que heróico'.

    'Eu gostaria de agradecê-la por sua coragem. E quero dizer que acredito em você (...) E acredito que muitos americanos por todo o país acreditam em você', disse a senadora democrata Kamala Harris.

    Enquanto alguns republicanos e Trump classificaram as alegações de Ford e de outras duas mulheres como parte de uma campanha de difamação, Ford disse ao comitê que não tinha motivações políticas, acrescentando, 'Eu sou uma pessoa independente e não sou uma marionete'.

    Ford estava sentada em uma mesa na sala de audiência lotada, apoiada por seus advogados, de frente para uma tribuna de senadores. As câmeras da imprensa clicaram enquanto ela adentrou o salão e tomou seu assento, sorrindo nervosamente. Ford disse a senadores que estava 'aterrorizada' em ter de depor, mas que sentia que era seu dever cívico se pronunciar. O público da audiência assistiu a tudo com enorme atenção.

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    Acusadora de indicado à Suprema Corte dos EUA marca depoimento em meio a nova acusação

    Por Doina Chiacu e Matt Spetalnick

    WASHINGTON (Reuters) - A professora universitária que acusou Brett Kavanaugh, indicado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Suprema Corte, de agressão sexual dará um depoimento a respeito de sua acusação a um comitê do Senado na quinta-feira, disseram seus advogados e o comitê no domingo.

    O acordo para que Christine Blasey Ford deponha surgiu poucas horas antes de a revista New Yorker publicar um artigo no qual uma segunda mulher, identificada como Deborah Ramirez, descreveu outro episódio de suposta má conduta sexual de Kavanaugh, também nos anos 1980, quando os dois frequentavam a Universidade Yale.

    O acordo de Christine para testemunhar ao Comitê Judiciário do Senado foi fechado uma semana depois de ela vir a público em uma entrevista ao Washington Post alegando que Kavanaugh a agrediu sexualmente em 1982, quando ambos eram estudantes de segundo grau em Maryland.

    Sua alegação contra o juiz conservador de um tribunal federal de apelações ameaçou a confirmação no Senado de maioria republicana para o cargo vitalício na maior instância jurídica do país.

    Kavanaugh também concordou em depor em uma audiência do Comitê Judiciário do Senado programada para as 10h locais de quinta-feira.

    A audiência potencialmente explosiva, que tem como pano de fundo o movimento de combate ao assédio e à agressão sexuais #MeToo, ocorrerá a poucas semanas das eleições parlamentares de 6 de novembro, nas quais os democratas tentarão assumir o controle do Congresso, atualmente nas mãos dos republicanos de Trump.

    A New Yorker noticiou que senadores democratas estão investigando a nova alegação contra Kavanaugh, que se refere ao ano acadêmico de 1983-84, quando Kavanaugh era calouro em Yale. Segundo uma citação da revista, Deborah disse que Kavanaugh se expôs a ela durante uma festa regada a álcool em um alojamento.

    Kavanaugh classificou a alegação de Christine como 'completamente falsa' e disse em um comunicado divulgado pela Casa Branca na noite de domingo que o incidente narrado por Deborah 'não aconteceu'.

    'Isto é pura e simplesmente difamação', afirmou Kavanaugh. 'Estou ansioso para depor na quinta-feira para dizer a verdade e para defender meu bom nome – e a reputação de caráter e integridade que passei uma vida construindo – contra estas alegações de última hora', disse Kavanaugh no comunicado.

    A porta-voz da Casa Branca, Kerri Kupec, qualificou a nova alegação como parte de uma 'campanha coordenada de difamação dos democratas concebida para acabar com um homem bom'.

    (Reportagem adicional de Yasmeen Abutaleb, Steve Holland, Matt Spetalnick e Diane Bartz)

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    Trump questiona acusadora de Kavanaugh e diz que adversários querem 'destruir' indicado

    Por Doina Chiacu e Lawrence Hurley

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou dúvida nesta sexta-feira sobre a veracidade das alegações feitas por uma mulher de que o indicado à Suprema Corte Brett Kavanaugh teria a agredido sexualmente décadas atrás, e acusou adversários de tentarem 'destruir' Kavanaugh.

    Após dias de comentários cautelosos sobre a acusação feita pela professora Christine Blasey Ford, Trump usou o Twitter para questionar o relato dela sobre o que ocorreu durante uma festa em 1982, quando ela e Kavanaugh estavam no ensino médio.

    'Não tenho dúvidas de que, se o ataque contra a Dra. Ford foi tão ruim quanto ela diz, queixas teriam sido prestadas imediatamente a autoridades locais, seja por ela ou por seus amorosos pais', disse Trump. 'Peço que ela apresente esses arquivos para que possamos conhecer a data, hora e lugar'.

    'O juiz Brett Kavanaugh é um bom homem, com uma reputação impecável, que está sob ataque de políticos de esquerda que não querem saber as respostas, só querem destruir e atrasar', escreveu Trump, se mostrando aparentemente impaciente com os procedimentos de confirmação de seu indicado no Congresso.

    Uma votação do Senado para confirmar Kavanaugh foi adiada depois que as alegações da professa vieram a público na semana passada, à medida que ela negocia os termos para fazer um depoimento ao comitê do Senado encarregado de sabatinar Kavanaugh.

    Christine Blasey Ford tem até esta sexta-feira para decidir se testemunha perante o Comitê Judiciário do Senado em uma sessão marcada para segunda-feira. Seus advogados e funcionários do comitê conversaram por telefone na noite de quinta-feira, disse um porta-voz do comitê, sem dar detalhes.

    Os democratas, que já se opunham com firmeza ao juiz conservador de um tribunal federal de apelações antes da alegação de Christine, acusaram os republicanos de apressarem a indicação antes das eleições parlamentares de 6 de novembro.

    O presidente republicano do comitê, senador Chuck Grassley, deu até esta sexta-feira para Christine submeter um depoimento preparado caso planeje comparecer na segunda-feira. Ele disse ter oferecido uma audiência particular e outras opções para colher seu depoimento.

    Segundo uma pessoa a par da conversa telefônica do comitê com Christine, ela disse aos parlamentares que poderia depor na próxima quinta-feira.

    O telefonema terminou sem uma decisão, de acordo com reportagens, que também disseram que os advogados de Christine querem que Kavanaugh compareça separadamente primeiro e que ela quer ser entrevistada por senadores, não por pessoas de fora.

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    Trump defende indicado à Suprema Corte e diz querer ouvir depoimento de acusadora

    Por Roberta Rampton e Lawrence Hurley

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu, nesta quarta-feira, seu indicado à Suprema Corte Brett Kavanaugh, dizendo ser difícil de imaginar que ele tenha cometido uma agressão sexual e que será lamentável se a mulher que o acusou não depor no Senado.

    Trump se pronunciou um dia depois de os advogados de Christine Blasey Ford, professora universitária da Califórnia, dizerem que Christine só irá depor no Comitê Judiciário do Senado se o FBI investigar a alegação de que Kavanaugh a agrediu sexualmente em 1982, quando os dois eram estudantes do ensino médio em Maryland.

    O FBI disse não estar investigando a questão. O pedido de Christine colocou em dúvida se uma audiência planejada pelo comitê para ouvir na segunda-feira depoimentos de Kavanaugh, que tem negado as acusações, e da própria Christine irá acontecer.

    A alegação tem colocado em risco a indicação de Kavanaugh, um juiz conservador de um tribunal de apelações, uma vez que o Senado precisa confirmar indicados para cargos vitalícios da Suprema Corte dos Estados Unidos.

    'Olha, se ela aparecer e fizer uma apresentação crível, isso será muito interessante e nós teremos que tomar uma decisão. Mas eu só posso dizer isso: ele é um homem tão excepcional, muito difícil para mim acreditar que qualquer coisa tenha acontecido', disse Trump a repórteres na Casa Branca.

    'Se ela aparecer, seria maravilhoso. Se ela não aparecer, seria lamentável', acrescentou. 'Eu acho que ele é um homem extraordinário. Acho que ele é um homem de grande intelecto, como tenho dito, e ele tinha esse histórico impecável. Isso é uma coisa muito difícil para ele e sua família. E queremos acabar com isso', disse Trump.

    (Reportagem de Roberta Rampton, Doina Chiacu e Lawrence Hurley)

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    Acusadora de indicado à Suprema Corte dos EUA quer investigação do FBI antes de depor

    Por Lawrence Hurley e Eric Beech

    WASHINGTON (Reuters) - Uma mulher que acusou o indicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Suprema Corte Brett Kavanaugh de cometer agressão sexual décadas atrás quer que suas alegações sejam investigadas pelo FBI antes de comparecer a uma audiência do Senado, disseram os advogados dela na terça-feira.

    O desdobramento complicou ainda mais um processo de confirmação que parecia tranquilo para Kavanaugh, cuja aprovação para o cargo vitalício pode consolidar um controle conservador sobre a maior instância jurídica dos EUA.

    Christine Blasey Ford, uma professora universitária da Califórnia, acusou Kavanaugh de atacá-la e tentar despi-la durante uma festa em Maryland em que estava bêbado em 1982, quando ambos cursavam o ensino médio. Kavanaugh classificou as alegações como 'completamente falsas'.

    O Comitê Judiciário do Senado, que está supervisionando a nomeação, havia convocado uma audiência para segunda-feira para examinar a questão, e a Casa Branca disse que Kavanaugh está pronto para depor.

    Em uma carta ao presidente do comitê, o senador republicano Chuck Grassley, os advogados de Christine disseram que é preciso que uma investigação da Polícia Federal norte-americana ocorra primeiro.

    'Uma investigação completa de autoridades da lei garantirá que os fatos e as testemunhas cruciais desta questão sejam avaliados de maneira apartidária e que o comitê esteja totalmente informado antes de realizar qualquer audiência ou tomar qualquer decisão', escreveram os advogados. Uma cópia da carta foi publicada no site do comitê.

    Grassley disse não haver razão para adiar o depoimento de Christine e que o convite feito para que ela fale ao comitê na segunda-feira está de pé.

    'O depoimento da doutora Ford refletiria seu conhecimento pessoal e sua lembrança dos eventos. Nada que o FBI ou qualquer outro investigador faça teria qualquer relação com o que a doutora Ford contar ao comitê, então não existe razão para mais nenhum adiamento', disse Grassley em um comunicado.

    Os democratas, que já se opunham com firmeza ao indicado, também estão pedindo uma investigação do FBI, algo que os republicanos rejeitaram. Trump e outros republicanos disseram não acreditar que é preciso envolver o FBI.

    Uma audiência poderia representar um momento 'tudo ou nada' para as chances de confirmação do juiz conservador de um tribunal federal de apelações no momento em que Trump investe no objetivo de inclinar o judiciário federal para a direita.

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