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    Trump questiona acusadora de Kavanaugh e diz que adversários querem 'destruir' indicado

    Por Thomson Reuters

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    Por Doina Chiacu e Lawrence Hurley

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou dúvida nesta sexta-feira sobre a veracidade das alegações feitas por uma mulher de que o indicado à Suprema Corte Brett Kavanaugh teria a agredido sexualmente décadas atrás, e acusou adversários de tentarem 'destruir' Kavanaugh.

    Após dias de comentários cautelosos sobre a acusação feita pela professora Christine Blasey Ford, Trump usou o Twitter para questionar o relato dela sobre o que ocorreu durante uma festa em 1982, quando ela e Kavanaugh estavam no ensino médio.

    'Não tenho dúvidas de que, se o ataque contra a Dra. Ford foi tão ruim quanto ela diz, queixas teriam sido prestadas imediatamente a autoridades locais, seja por ela ou por seus amorosos pais', disse Trump. 'Peço que ela apresente esses arquivos para que possamos conhecer a data, hora e lugar'.

    'O juiz Brett Kavanaugh é um bom homem, com uma reputação impecável, que está sob ataque de políticos de esquerda que não querem saber as respostas, só querem destruir e atrasar', escreveu Trump, se mostrando aparentemente impaciente com os procedimentos de confirmação de seu indicado no Congresso.

    Uma votação do Senado para confirmar Kavanaugh foi adiada depois que as alegações da professa vieram a público na semana passada, à medida que ela negocia os termos para fazer um depoimento ao comitê do Senado encarregado de sabatinar Kavanaugh.

    Christine Blasey Ford tem até esta sexta-feira para decidir se testemunha perante o Comitê Judiciário do Senado em uma sessão marcada para segunda-feira. Seus advogados e funcionários do comitê conversaram por telefone na noite de quinta-feira, disse um porta-voz do comitê, sem dar detalhes.

    Os democratas, que já se opunham com firmeza ao juiz conservador de um tribunal federal de apelações antes da alegação de Christine, acusaram os republicanos de apressarem a indicação antes das eleições parlamentares de 6 de novembro.

    O presidente republicano do comitê, senador Chuck Grassley, deu até esta sexta-feira para Christine submeter um depoimento preparado caso planeje comparecer na segunda-feira. Ele disse ter oferecido uma audiência particular e outras opções para colher seu depoimento.

    Segundo uma pessoa a par da conversa telefônica do comitê com Christine, ela disse aos parlamentares que poderia depor na próxima quinta-feira.

    O telefonema terminou sem uma decisão, de acordo com reportagens, que também disseram que os advogados de Christine querem que Kavanaugh compareça separadamente primeiro e que ela quer ser entrevistada por senadores, não por pessoas de fora.

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