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    Trump e Macron prestam homenagem a veteranos do Dia D que enfrentaram 'fogo do inferno'

    Por Marine Pennetier e Steve Holland

    COLLEVILLE-SUR-MER, França (Reuters) - A França jamais esquecerá o sacrifício das tropas aliadas que a libertaram da Alemanha nazista, disse o presidente francês, Emmanuel Macron, nesta quinta-feira, o 75º aniversário da operação do Dia D que ajudou a encerrar a Segunda Guerra Mundial.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, se uniram a Macron em cerimônias separadas ao longo de um trecho de 80 quilômetros do litoral da Normandia, onde mais de 150 mil soldados chegaram no dia 6 de junho de 1944 sob uma tempestade de disparos dos alemães.

    'Sabemos o que devemos a vocês, nossos veteranos: nossa liberdade. Em nome do meu país, quero dizer 'obrigado'', disse Macron a dezenas de combatentes norte-americanos do Dia D em um cemitério de guerra dos EUA com vista para a praia de Omaha, um dos cinco locais de pouso da Normandia.

    'A França nunca esquecerá', acrescentou.

    Macron concedeu a Legião de Honra, a maior honra ao mérito de seu país, a cinco veteranos norte-americanos e abraçou todos calorosamente.

    A invasão da Normandia foi planejada durante meses e mantida em segredo de Hitler e suas forças, apesar de uma enorme mobilização industrial e de mão de obra transatlântica.

    Milhares de soldados paraquedistas aliados aproveitaram a escuridão da noite para saltar por trás das defesas costeiras alemãs. Ao raiar do dia, navios de guerra bombardearam posições alemãs e em seguida centenas de lanchas de desembarque despejaram as tropas de infantaria sob uma tempestade de tiros de metralhadora e de artilharia.

    Alguns veteranos dizem que o mar e a areia ficaram vermelhos de sangue durante a operação. Dezenas de soldados norte-americanos foram abatidos por metralhadoras alemãs ao escalar os rochedos que se elevam da praia de Omaha rumo a Colleville-sur-Mer, onde se localiza o cemitério dos EUA.

    'Vocês estão entre os maiores americanos que viverão', disse Trump em seu discurso, voltando-se aos veteranos sobreviventes. 'Vocês são o orgulho da nação, vocês são a glória de nossa república, e agradecemos a vocês do fundo dos nossos corações'.

    'Estes homens atravessaram o fogo do inferno', afirmou.

    A invasão continua sendo o maior ataque anfíbio da história e abriu caminho para a libertação da Europa Ocidental.

    Ao inaugurar um memorial para os 22 mil soldados sob comando britânico que morreram no Dia D e na batalha subsequente pela Normandia, May saudou a bravura dos soldados, muitos dos quais ainda eram meninos.

    (Reportagem adicional de Steve Holland, em Caen, e da Redação Paris)

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    1 S

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    Macron diz que equilibrará corte de impostos com redução de despesas

    Por Leigh Thomas

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, ordenou que os cortes adicionais no imposto de renda sejam equilibrados euro por euro com uma redução de despesas públicas para evitar o agravamento do déficit orçamentário, disse o ministro das Finanças nesta sexta-feira.

    Em resposta a meses de protestos antigoverno, Macron anunciou na noite de quinta-feira que reduzirá o imposto de renda em mais 5 bilhões de euros.'O presidente estabeleceu um princípio do qual sou o fiador: cada euro de redução do imposto de renda precisa ser financiado por uma redução de um euro no gasto público', disse o ministro Bruno Le Maire à televisão LCI.O corte de impostos se soma a um pacote de 10 bilhões de euros de concessões aos manifestantes, concedido em dezembro, com a meta de fortalecer a renda dos trabalhadores e pensionistas mais pobres.'As medidas mais recentes são fiscalmente expansionistas, e o risco é que financiá-las por meio do corte de gastos se mostre difícil', escreveu Matthew Pennill, economista do Morgan Stanley.'O plano geral representa um incentivo fiscal considerável para a economia. Isso é bom da perspectiva do crescimento. Mas, apesar de um resultado orçamentário melhor em 2018, vemos riscos de emissão extra (de dívida) adiante, e a consolidação fiscal de larga escala parece menos provável agora', acrescentou.Le Maire disse que os cortes nos impostos beneficiarão 15 milhões de lares e que visam a classe média em particular. O ministro do Orçamento, Gérald Darmanin, disse que eles aliviarão o fardo para todos, com exceção dos contribuintes mais ricos, em cerca de 10 por cento a partir do ano que vem.Isso equivale a cerca de 300 euros a mais por família, disse Mathieu Plane, do centro de pesquisas econômicas OFCE, à Reuters.Macron apresentou o novo alívio tributário ao delinear sua reação aos protestos de cinco meses, que provocaram alguns dos piores episódios de vandalismo e saques nas ruas da França em décadas.Entre as medidas anunciadas, o líder de 41 anos disse que as pensões de menos de 2 mil euros por mês serão atreladas à inflação, o que Darmanin disse que custará 1,4 bilhão de euros a partir de 2020.Além dos cortes de gastos, Macron disse que os cortes de impostos serão compensados pela eliminação de isenções tributárias que beneficiam empresas, mas acrescentou que os franceses acabarão tendo que trabalhar mais.

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    1 M

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    Presidente francês espera reconstruir Notre-Dame em 5 anos

    Por Richard Lough e Elizabeth Pineau

    PARIS (Reuters) - O presidente francês, Emmanuel Macron, prometeu nesta terça-feira que a França irá reconstruir a catedral Notre-Dame de Paris, devastada por um incêndio, dizendo que espera que o trabalho seja concluído em cinco anos e que o povo francês se una para reparar o símbolo nacional.

    Macron dedicou um breve pronunciamento televisionado no horário nobre ao fogo catastrófico de segunda-feira no coração da capital, adiando mais uma vez comentários planejados sobre sua resposta a meses de protestos contra o governo.

    “Nós vamos reconstruir a Notre-Dame de uma maneira ainda mais bonita e eu quero que seja concluído em cinco anos, nós podemos fazer isso”, disse Macron.

    “Depende de nós converter esse desastre em uma oportunidade para nos unirmos, tendo refletido profundamente sobre o que nós temos sido e o que nós precisamos ser, e nos tornarmos melhores do que somos. Depende de nós encontrarmos o fio condutor de nosso projeto nacional.”

    “Essa não é hora de política”, acrescentou Macron, que cancelou um discurso planejado para a noite de segunda-feira em resposta aos protestos dos “coletes amarelos”.

    Ele visitou o local do incêndio na noite de segunda-feira e prometeu reconstruir a catedral, que tem partes que datam do século 12.

    O pináculo e o telhado da catedral foram destruídos, mas as torres com os sinos ainda estavam de pé e muitas obras de arte valiosas foram salvas depois que mais de 400 bombeiros trabalharam para apagar o fogo, finalmente o contendo 14 horas após o início.

    Ao mesmo tempo que a cidade e o país estavam de luto por um forte símbolo nacional, bilionários, empresas e autoridades locais rapidamente ofereceram doações.

    Cerca de 24 horas após o incêndio, mais de 750 milhões de euros foram prometidos, incluindo 500 milhões das três famílias bilionárias que possuem os gigantescos impérios franceses de bens de luxo: Kering, LVMH e L'Oreal.

    O procurador de Paris, Remy Heitz, disse não haver nenhum indício óbvio de que o fogo teria sido criminoso. Cinquenta pessoas estão trabalhando no que será uma longa e complexa investigação, disseram autoridades.

    Um bombeiro ficou ferido durante o incêndio, mas mais ninguém se machucou, com o fogo começando por volta das 18h30 (horário local), depois que o local já havia sido fechado para o público.

    Investigadores não poderão entrar na estrutura da catedral, até que especialistas concluam que suas paredes sobreviveram ao calor e que o prédio está estruturalmente estável.

    “Ontem nós achamos que toda a catedral iria desmoronar. Mesmo assim, nessa manhã ela está de pé, valente, apesar de tudo”, disse a irmã Marie Aimee, uma freira que correu para uma igreja próxima para rezar conforme as chamas se espalhavam.

    (Reportagem de Sudip Kar-Gupta, Inti Landauro, Richard Lough, Sarah White, Emmanuel Jarry, Luke Baker e John Irish em Paris)

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    Macron pede ajuda de Sarkozy em meio a protestos dos 'coletes amarelos'

    Por Marine Pennetier e Michel Rose

    PARIS (Reuters) - Com a maior crise política de sua presidência, Emmanuel Macron pediu ajuda ao ex-presidente francês Nicolas Sarkozy, um sinal de que a influência do ex-líder de direita sobre Macron está aumentando.

    No espaço de três semanas, Macron, que mostra dificuldade para conter uma revolta de um mês contra suas reformas, recorreu duas vezes a Sarkozy, que comandou a França de 2007 a 2012 com uma plataforma de aplicação rígida da lei e da ordem.

    Macron, de 40 anos, almoçou com Sarkozy no Palácio do Eliseu em 7 de dezembro, disse uma fonte palaciana, pouco antes do final de semana de protestos mais violentos dos manifestantes 'coletes amarelos', que causaram estragos em alguns dos distritos mais elegantes de Paris.

    Macron e Sarkozy debateram a ordem pública e uma das medidas fiscais anunciadas por Macron na semana passada --uma isenção fiscal para horas extras-- que foi um dos pilares do programa do próprio Sarkozy quando era presidente, noticiou o jornal Le Figaro.

    No domingo passado Macron enviou Sarkozy a Tbilisi para representar a França na posse do novo presidente da Geórgia, decisão que causou frisson nos círculos políticos franceses.

    Fontes próximas de Sarkozy veem a aproximação como uma maneira de Macron acenar a eleitores de direita franceses que ficaram chocados com imagens de carros incendiados em áreas de classe alta de Paris e com a decisão de Macron de tentar subornar os manifestantes com benesses custosas.

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    6 M

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    Em resposta a protestos, Macron anuncia redução de impostos e aumento de salários na França

    Por Michel Rose e John Irish

    PARIS (Reuters) - O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou nesta segunda-feira aumentos salariais para trabalhadores mais pobres e redução de impostos para aposentados, oferecendo concessões após semanas de protestos violentos que desafiaram sua autoridade.

    Em seu primeiro pronunciamento nacional após dois dos finais de semana mais tensos da França em anos, Macron buscou restaurar a calma após acusações de que seus métodos políticos e políticas econômicas estão fraturando o país.

    'Queremos uma França onde se possa viver em dignidade através de seu trabalho e neste ponto fomos muito devagar', disse Macron no horário nobre da televisão.

    'Eu peço ao governo e ao Parlamento que façam o que é necessário', acrescentou.

    A declaração do presidente ocorre 48 horas depois que manifestantes, que ficaram conhecidos como 'coletes amarelos' pela roupa que vestem, entraram em conflito com a polícia nas ruas de Paris, incendiando carros e saqueando lojas.

    Macron enfrenta uma tarefa delicada: precisa convencer a classe média e operários de que ele compreende sua revolta relacionada a um aperto nos gastos internos, sem se expor a acusações de ter cedido aos protestos das ruas.

    Ele disse que pessoas que ganham o salário mínimo terão um aumento de 100 euros por mês a partir de 2019, sem custo extra aos empregadores. Aposentados que ganham menos de 2 mil euros terão o recente aumento de impostos cancelado.

    Mas ele também disse que continuará comprometido à sua agenda de reformas e se recusou a retomar um tributo sobre grandes fortunas.

    'Nós responderemos à urgência econômica e social com medidas fortes, ao reduzir impostos mais rapidamente, manter nossos gastos sob controle, mas não com reviravoltas', disse Macron.

    (Reportagem adicional de Richard Lough, Leigh Thomas, Pascale Denis, Jean-Bapttiste Vey, Marine Pennetier em Paris e Dhara Ranasinghe em Londres)

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    Macron prepara resposta a coletes amarelos após nova onda de protestos violentos

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, deve fazer um grande anúncio na próxima semana depois da ocorrência de mais atos violentos realizados por manifestantes conhecidos como “coletes amarelos”, anunciou o governo neste domingo.

    Manifestantes contrários ao governo enfrentaram a polícia em Paris no sábado, atirando objetos, queimando carros e destruindo lojas e restaurantes no quarto fim de semana de protestos que abalaram a autoridade de Macron.

    O presidente está enfrentando crescentes críticas por não se pronunciar por mais de uma semana após a piora da violência. Seu último discurso à nação ocorreu em 27 de novembro, quando afirmou que não será levado a alterar suas políticas por “bandidos”.

    “Claro que o presidente da República fará anúncios importantes”, disse o porta-voz do governo, Benjamin Griveaux, à emissora LCI neste domingo. “Contudo, nem todos os problemas dos ‘coletes amarelos’ serão resolvidos com uma varinha mágica”, acrescentou.

    Após os protestos das últimas semanas, o governo ofereceu uma série de concessões para tentar apaziguar os ânimos, cancelando aumentos de impostos sobre combustíveis planejados para janeiro e congelando os preços da eletricidade, no que foi considerado o primeiro grande recuo do governo Macron. O primeiro-ministro, Edouard Philippe, foi o responsável por fazer o anúncio.

    Importantes aliados de Macron disseram na sexta-feira que o presidente faria um discurso à nação no começo da próxima semana. O presidente já desistiu de aumentar impostos sobre os combustíveis, mas a medida não conteve os “coletes amarelos”, que demandam menos impostos, aumento do salário mínimo e melhoria dos benefícios da aposentadoria.

    Em uma outra entrevista, para a emissora BFM, Griveaux disse que o presidente vai discursar à nação no começo da próxima semana.

    “Quando você vê esse nível de protestos, está claro que precisamos mudar o método, mas isso não significa que não faremos também importantes anúncios”, disse.

    Apesar das concessões já feitas, Macron fechou as portas, até aqui, para realizar outros desejos dos manifestantes, devido ao receio de aumentar o déficit do país e descumprir regras da União Europeia.

    (Por Geert De Clercq)

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    Merkel e Macron vão a bar após conversas sobre Brexit em Bruxelas

    BRUXELAS (Reuters) - Angela Merkel, Emmanuel Macron e os líderes da Bélgica e de Luxemburgo surpreenderam os frequentadores de um bar de Bruxelas aparecendo para saborear cervejas e batatas fritas depois de uma tarde de reuniões sobre o Brexit com a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May.

    A chanceler da Alemanha e o presidente da França conversaram e trocaram apertos de mão com turistas e locais no bar Grand Place na companhia de seu anfitrião, o primeiro-ministro belga, Charles Michel, e seu vizinho luxemburguês, Xavier Bettel, que disse ter pago as bebidas para comemorar sua reeleição como premiê no domingo.

    'Foi muito bacana', disse Bettel nesta quinta-feira ao chegar para o segundo dia de uma cúpula de líderes da UE, acrescentando que 'também somos humanos' e que a ocasião lhes deu uma chance de atualizar as conversas sobre negócios desfrutando das famosas 'bières et frites' belgas.

    Um assessor de Macron disse que ele e Merkel caminharam juntos de volta ao hotel na saída da cúpula e que, quando lá chegaram, ele recebeu uma mensagem de texto de Bettel convidando-o para um drinque na esquina: 'Foi totalmente improvisado', contou o assessor. 'Muito descontraído'.

    Na quarta-feira líderes da União Europeia ouviram May lhes garantir que almeja conseguir um acordo para desfiliar o Reino Unido do bloco em março. Depois que ela saiu, os 27 líderes restantes debateram os problemas da colega britânica para obter o apoio de seu partido a qualquer pacto.

    Um jornalista croata que flagrou os quatro líderes bebendo cerveja com uma câmera tuitou dizendo que conversou com um grupo de visitantes que bateram um papo com Merkel e a indagaram sobre o Brexit.

    'Por favor, está uma noite maravilhosa. Não vamos estragá-la', respondeu.

    (Por Alastair Macdonald e Michel Rose)

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    8 M

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    Macron reforma ministério em busca de acabar com meses de turbulência na França

    Por Michel Rose e Richard Lough

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, reformulou o ministério nesta terça-feira, nomeando o líder do partido governista para o cargo delicado de ministro do Interior e mantendo um equilíbrio entre direita e esquerda ao montar uma base ampla para disputar as eleições europeias de 2019.

    O objetivo imediato de Macron é fortalecer o governo na esteira de uma série de renúncias que puseram sua autoridade em xeque. Ele também quer injetar sangue novo em sua agenda de reformas sociais e econômicas e reverter uma queda de popularidade.

    Esperava-se que o líder francês anunciasse a reformulação na semana passada, mas Macron a adiou com a justificativa de que queria garantir as decisões certas, algo que seus oponentes disseram despertar dúvidas sobre a experiência de seu partido.

    Um assessor de Macron disse que não vai haver mudança de direcionamento das políticas. 'Temos, ao mesmo tempo, nomes novos com reputação em suas áreas de especialidade, que fortalecerão a eficiência do governo, e outros que têm um perfil mais abrangente', disse.

    Macron e seu primeiro-ministro, Édouard Philippe, vinham estudando a reforma ministerial há duas semanas, na sequência da renúncia do ministro do Interior, Gérard Collomb, um dos primeiros apoiadores de Macron. A saída de Collomb se seguiu à de dois outros ministros poucas semanas antes.

    A nomeação de Christophe Castaner para o cargo acabou sendo o único acréscimo de um nome de peso.

    O ministro das Finanças, Bruno Le Maire, que liderou a iniciativa de reforma da zona do euro de Macron, e o ministro de Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, foram mantidos.

    Mas outros cargos de menor destaque enfatizam as ambições de Macron de fortificar a base ampla de seu partido A República em Marcha, agora que ele se prepara para se defrontar com a extrema-direita francesa nas eleições europeias de maio.

    Didier Guillaume, uma ex-liderança do Partido Socialista, assume o Ministério da Agricultura. Franck Riester, parlamentar pertencente a um grupo que rompeu com o partido de centro-direita Republicanos depois que Macron abalou os partidos tradicionais no ano passado, chefiará a pasta da Cultura.

    A popularidade de Macron recuou nos últimos meses, em resultado do aumento da frustração do eleitorado com um líder que muitos veem como arrogante e responsável por políticas que favorecem os mais abastados, como a rejeição de um imposto sobre a riqueza e um corte de impostos corporativos.

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    8 M

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    Macron diz que Brexit não pode dividir UE e critica isolacionismo de Trump

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta segunda-feira que preservar a unidade da União Europeia é mais importante do que estabelecer um relacionamento estreito com o Reino Unido após o Brexit, e criticou o que chamou de isolacionismo 'agressivo' do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Macron, que se encontrou com a primeira-ministra britânica, Theresa May, para conversar sobre a saída britânica da UE durante as férias de verão na Europa, disse que deseja fechar um acordo para o Brexit até o final do ano, e não deu sinais de que romperá com as outras capitais do bloco.

    'A França quer manter um relacionamento forte e especial com Londres, mas não se o preço for o desmantelamento da União Europeia', disse ele em uma reunião de embaixadores franceses.

    O Brexit, disse Macron, 'é uma escolha soberana, que precisamos respeitar, mas não pode vir à custa da integridade da União Europeia'.

    Em um discurso de uma hora e meia no qual delineou suas prioridades diplomáticas para o próximo ano, Macron não apresentou grandes mudanças de diretriz, mas falou com ênfase sobre o que rotulou como a 'crise do multilateralismo' e a necessidade de tornar a Europa mais 'soberana'.

    O líder francês conclamou o continente a ser 'uma potência comercial e econômica' que defenda seus interesses estratégicos e sua independência financeira com ferramentas que possam conter sanções dos EUA.

    'O multilateralismo está passando por uma grande crise que colide com toda a nossa atividade diplomática, acima de tudo por causa das políticas dos EUA', disse.

    'O parceiro com o qual a Europa construiu a nova ordem pós-Guerra Mundial parece estar dando as costas a esta história compartilhada'.

    Em seu primeiro ano Macron apostou em relacionamentos com líderes difíceis, como Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, e pareceu engajado na arena mundial, mas muitas vezes sem tomar posição e tentando ser conciliador sem incomodar ninguém.

    Essa abordagem foi testada depois que Trump rompeu com Macron e outros aliados retirando seu país de um acordo climático global, adotou sanções contra o Irã e impôs tarifas ao aço e ao alumínio da UE.

    Na Síria, apesar dos ataques franceses, Macron tem tido pouca influência sobre Putin.

    Enquanto isso, as operações de forças francesas para combater um levante islâmico na África Ocidental, iniciadas pelo antecessor de Macron, François Hollande, e transformadas por ele em uma prioridade, vêm tendo dificuldades para expulsar jihadistas do Mali e de países vizinhos.

    (Por Michel Rose, Richard Lough e Brian Love)

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    Macron ordena reformulação na Presidência francesa após escândalo envolvendo guarda-costas

    Por Sophie Louet e Matthias Blamont

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, ordenou uma reformulação em seu gabinete depois de admitir falhas na maneira como a Presidência tratou de um escândalo com seu principal guarda-costas, filmado espancando um manifestante no feriado de 1º de Maio, disse uma fonte próxima ao Palácio do Eliseu.

    O guarda-costas, Alexandre Benalla, passou a ser investigado no domingo em um caso que provocou uma tempestade política e as piores críticas que Macron enfrentou desde que tomou posse 14 meses atrás.

    Na semana passada o jornal Le Monde divulgou um vídeo que mostrou Benalla nos protestos de 1º de maio em Paris com um capacete de tropa de choque e insígnias da polícia fora do horário de trabalho.

    Na filmagem, Benalla é visto arrastando uma mulher para longe de um protesto e mais tarde espancando um manifestante. Nesta sexta-feira a mídia francesa divulgou um segundo vídeo que mostra Benalla usando força contra uma mulher.

    Macron demitiu Benalla, o chefe de sua equipe de segurança pessoal, na sexta-feira, mas foi questionado por não ter agido antes. Inicialmente Benalla foi suspenso por 15 dias antes de poder voltar ao trabalho.

    Macron se reuniu com vários membros de seu governo no domingo para debater o caso, disse a fonte.

    'O presidente disse que o comportamento de Alexandre Benalla no 1º de maio foi inaceitável, chocante e que ele não pode permitir a ideia de que alguém de seu entorno pode estar acima da lei', afirmou a fonte.

    Foi o primeiro relato a respeito de comentários de Macron sobre o caso.

    Reconhecendo uma série de lapsos no Palácio do Eliseu desde o feriado em questão, Macron pediu ao secretário-geral da Presidência, Alexis Kohler, para trabalhar em uma reorganização de seu gabinete pessoal para evitar que isso volte a acontecer, disse a fonte.

    Parlamentares iniciaram um inquérito sobre o incidente, a leniência da punição inicial de Benalla e a omissão das autoridades por não denunciá-lo imediatamente ao Judiciário.

    Críticos de Macron disseram que o incidente reforçou a percepção de um presidente desconectado da realidade na esteira de polêmicas ligadas a gastos do governo com peças de louça oficial, uma piscina em um retiro presidencial e comentários ásperos de Macron a respeito dos custos da assistência social.

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