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Trump zomba de óculos escuros de Macron em discurso em Davos

Trump zomba de óculos escuros de Macron em discurso em Davos

Reuters

21/01/2026

Placeholder - loading - O presidente francês Emmanuel Macron usa óculos escuros ao discursar no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça 20 de janeiro de 2026 REUTERS/Denis Balibouse
O presidente francês Emmanuel Macron usa óculos escuros ao discursar no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça 20 de janeiro de 2026 REUTERS/Denis Balibouse

DAVOS, Suíça, 21 Jan (Reuters) - O ⁠presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, zombou do presidente da França, Emmanuel Macron, nesta quarta-feira, por causa dos óculos escuros no estilo aviador usados pelo francês ao discursar em Davos no dia anterior.

'Eu o observei ontem, com aqueles lindos óculos escuros. Que diabos aconteceu?', disse Trump, em declarações à elite global no ​Fórum Econômico Mundial anual no ⁠resort ⁠montanhoso suíço.

O gabinete de Macron disse que a escolha de usar os óculos escuros e refletivos durante o discurso, realizado em ambiente fechado, ocorreu para proteger os olhos do presidente ‌francês por causa de um vaso sanguíneo rompido.

Memes ​surgiram na internet logo ‌após o discurso ​de ​Macron, alguns em tom elogioso por optar pelo visual 'Top Gun' enquanto criticava Trump sobre a Groenlândia, outros em ​tom de crítica.

Durante o discurso na terça-feira, Macron descreveu como 'fundamentalmente inaceitável' a ameaça de Washington de impor novas tarifas, inclusive sobre o vinho e o champanhe franceses, para fazer a Europa ceder e permitir a compra da Groenlândia.

Macron prometeu que a França vai enfrentar os 'valentões'.

Nesta quarta-feira, Trump criticou duramente a Europa e seus líderes.

E, embora tenha descartado o uso da força em sua tentativa de controlar a ⁠Groenlândia, deixou claro seu desejo de posse da ‌ilha do Ártico.

Líderes da ⁠Otan advertiram que a estratégia de Trump pode abalar a aliança, enquanto líderes da Dinamarca e ‍da Groenlândia ofereceram uma ampla gama de maneiras para uma maior ​presença ‌dos EUA no estratégico território da ilha de 57.000 habitantes.

Reuters

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