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    Ex-presidente do Peru Alan García atira em si mesmo após polícia tentar prendê-lo por caso Odebrecht

    LIMA (Reuters) - O ex-presidente do Peru Alan García atirou em si mesmo após a polícia chegar à casa dele em Lima para prendê-lo, nesta quarta-feira, por ligação com investigação de suborno relacionada à empreiteira Odebrecht, disse uma fonte de polícia.

    García, de 69 anos, foi levado imediatamente ao hospital Casimiro Ulloa, disse a fonte, que pediu anonimato porque não estava autorizada a falar com a mídia.

    A TV local America informou que García entrou em coma depois de passar por uma cirurgia de emergência. Imagens do filho de García e de apoiadores chegando ao hospital foram televisionadas.

    Erasmo Reyna, advogado de García, disse aos jornalistas que a condição do ex-presidente era 'delicada'. 'No momento, ele está sendo operado. Vamos rezar a Deus para dar-lhe força', disse Reyna em comentários televisionados.

    García, habilidoso orador que liderou o uma vez poderoso partido Apra por décadas, governou o Peru como nacionalista de 1985 a 1990 antes de se transformar em um defensor do livre mercado e ganhar um novo mandato de cinco anos em 2006.

    García está sendo investigado por ligação com a Odebrecht, que desencadeou o maior escândalo da América Latina após admitir publicamente em 2016 que ganhou contratos lucrativos na região devido a subornos a políticos e autoridades públicas.

    No ano passado, García, que nega irregularidades, pediu asilo político ao Uruguai após ser impedido de deixar o Peru. O Uruguai negou o pedido.

    (Por Marco Aquino)

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    Atiradores sequestram 2 médicos cubanos no Quênia; polícia prende motorista

    Por Omar Mohammed

    NAIRÓBI (Reuters) - Atiradores sequestraram dois médicos cubanos perto da fronteira do Quênia com a Somália, nesta sexta-feira, quando eles iam para o trabalho, e mataram a tiros um policial que os protegia, disseram autoridades.

    A rede de televisão local KTN News informou que a polícia suspeita que os atiradores podem ser militantes do Al Shabaab, grupo somali ligado à Al Qaeda. Imagens da rede Kenyan Citizen mostraram policiais montando um bloqueio em uma estrada que leva à fronteira.

    O porta-voz do Serviço Nacional de Polícia, Charles Owino, disse que atiradores em dois carros Toyota interceptaram o veículo que levava os médicos cubanos, além de dois policiais, no centro da cidade de Mandera.

    Um policial foi morto a tiros pelos agressores, que depois 'ordenaram que o carro e os ocupantes cruzassem a fronteira com a Somália', disse Owino em uma coletiva de imprensa.

    Segundo ele, o veículo, que pertence ao hospital do condado de Mandera, onde os médicos trabalham, foi recuperado e o motorista foi detido para um interrogatório

    Não se soube de imediato o destino do segundo policial.

    Owino não disse quem está por trás do ataque e não respondeu perguntas.

    O Al Shabaab assumiu a responsabilidade por diversos ataques na cidade fronteiriça do nordeste do Quênia, nos quais dezenas de civis e agentes de segurança foram mortos.

    Em novembro, atiradores feriram cinco pessoas, duas delas crianças, e raptaram uma agente humanitária italiana em Chakama, pequena cidade próxima do litoral queniano no Oceano Índico ao sul da divisa somali. O destino da italiana é desconhecido.

    O Al Shabaab luta para depor o governo central da Somália e estabelecer seu próprio controle com base em uma interpretação rígida da lei islâmica.

    O grupo também realiza ataques frequentes no Quênia, a maioria na região fronteiriça do norte, para pressionar o governo queniano a retirar tropas da força pacificadora somali que integra a União Africana.

    Na terça-feira, a embaixada dos Estados Unidos elevou o alerta para viagens no condado de Mandera. 'Demonstrem cautela adicional no Quênia devido ao crime, terrorismo e sequestros', disse o alerta.

    (Reportagem adicional de George Obulutsa, Duncan Miriri, Humphrey Malalo)

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    Exército prende 10 militares envolvidos em ação...

    Créditos da imagem: Reuters/ Fabio Teixeira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Comando Militar do Leste (CML) determinou, nesta segunda-feira, a prisão de dez militares suspeitos de 'descumprimento de regras de engajamento' em decorrência de um incidente que resultou na morte de um homem, no domingo, na zona norte do Rio de Janeiro, informou o CML.

    Segundo nota do CML, inconsistências entre os fatos inicialmente reportados pelos militares envolvidos no incidente e informações posteriores conduziram ao afastamento imediato da tropa envolvida no episódio, e 10 de 12 militares ouvidos pelas autoridades militares tiveram a prisão decretada.

    De acordo com a TV Globo, militares dispararam dezenas de tiros contra um veículo que pertencia a uma família, matando o motorista e ferindo mais dois ocupantes. Os soldados teriam confundido o carro da família com um veículo de supostos criminosos que teriam disparado contra os militares, segundo a emissora.

    Os soldados envolvidos no incidente foram encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária Militar durante a madrugada, onde prestaram depoimentos individuais. Uma testemunha civil também foi ouvida, de acordo com o CML.

    'A partir de agora esses militares passam à disposição da Justiça Militar da União, a quem cabe, obedecido o prazo legal, realizar a Audiência de Custódia e determinar como será dado prosseguimento', informou o CML em nota.

    Em nota, o CML também repudiou os excessos ou abusos que venham a ser cometidos por militares em exercício de suas atividades, reiterando o 'compromisso com a transparência e os parâmetros legais impostos pelo Estado de Direito ao uso legítimo da força por seus membros'.

     

    (Reportagem de Débora Moreira; Edição de Pedro Fonseca)

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    Ghosn se diz 'inocente' e pede ajuda da França após nova prisão

    Por Tim Kelly e Naomi Tajitsu

    TÓQUIO (Reuters) - Procuradores japoneses prenderam Carlos Ghosn novamente nesta quinta-feira devido à suspeita de que o ex-chefe da Nissan tenha tentado se enriquecer à custa da montadora, em outra reviravolta dramática que seus advogados disseram ser uma tentativa de silenciá-lo.

    A prisão, que especialistas jurídicos sem relação com o caso descreveram como muito rara para alguém já solto sob fiança, é a quarta obtida pelos procuradores contra o executivo, no âmbito de um escândalo que abalou a indústria automotiva global e provocou questionamentos sobre o sistema judicial do Japão.

    Procuradores de Tóquio disseram que Ghosn deu 5 milhões de dólares de prejuízo à Nissan durante um período de dois anos e meio que se estendeu até julho de 2018, violando sua obrigações legais com a empresa e visando o ganho pessoal.

    A agência de notícias Kyodo relatou que o prejuízo envolve a transferência de fundos por meio de uma empresa de Omã para a conta de uma empresa que, na prática, é de posse de Ghosn. A agência não citou nenhuma fonte.

    Ghosn, que tem cidadania francesa, libanesa e brasileira, pediu ajuda do governo da França.

    'Sou inocente', afirmou Ghosn em uma entrevista exibida nesta quinta-feira nas emissoras de televisão francesas TF1 e LCI. 'Peço que o governo francês me defenda, e defenda meus direitos como cidadão'.

    Não ficou claro onde a entrevista foi gravada. O ministro das Finanças francês disse que Ghosn precisa usufruir da presunção de inocência e que está recebendo proteção consular.

    O principal advogado do executivo, Junichiro Hironaka, disse que os procuradores querem silenciar Ghosn, que na quarta-feira tuitou planos de realizar sua primeira coletiva de imprensa no dia 11 de abril.

    'A intenção dos procuradores é pressionar Ghosn, e impedi-lo de falar livremente', argumentou Hironaka, acrescentando que o acesso ao que viram como indícios adicionais também foi um motivo provável para a nova prisão.

    A acusação adicional provavelmente prolongará o julgamento de Ghosn, que deve começar no final deste ano, disse Hironaka, para quem a falta de acesso a documentos relacionados ao julgamento pode criar uma desvantagem para seu cliente na contestação do caso.

    Procuradores confiscaram o celular, documentos, cadernos e diários de Ghosn, disse ele, além do celular e do passaporte de sua esposa.

    (Reportagem adicional de Malcolm Foster, Ami Miyazaki, Maki Shiraki, Linda Sieg e Billy Mallard)

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    Polônia prende chinês funcionário da Huawei e polonês por acusações de espionagem

    Por Joanna Plucinska e Anna Koper

    VARSÓVIA (Reuters) - A Polônia prendeu um funcionário chinês da companhia Huawei e um especialista em negócios cibernéticos polonês, disse a mídia polonesa nesta sexta-feira, agravando a controvérsia sobre críticas ocidentais à fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações.

    De acordo com a emissora pública polonesa TVP, os serviços de segurança realizaram buscas em escritórios da Huawei Technologies e da empresa de telecomunicação polonesa Orange Polska.

    Em dezembro, autoridades canadenses prenderam uma importante executiva da Huawei, Meng Wanzhou, a pedido de autoridades dos Estados Unidoscomo parte de uma investigação sobre supostas violações de sanções comerciais norte-americanas.

    Autoridades de inteligência dos EUA alegam que a Huawei é ligada ao governo chinês e que seus equipamentos podem conter “portas clandestinas” para o uso de espiões do governo. Nenhuma evidência foi divulgada publicamente e a companhia tem repetidamente negado as acusações.

    “O cidadão chinês é um empresário trabalhando em uma grande companhia de eletrônicos... o polonês é uma pessoa conhecida em círculos associados com o negócio cibernético”, disse Maciej Wasik, vice-chefe dos serviços especiais da Polônia, segundo a agência estatal de notícias PAP.

    Os dois permanecerão presos por três meses, disse a agência, citando o porta-voz do chefe dos serviços especiais poloneses.

    A TVP disse que o cidadão polonês é ex-agente de uma agência interna de segurança. A agência não respondeu de imediato a pedidos da Reuters por comentário.

    (Reportagem de Joanna Plucinska)

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    Executiva da Huawei é presa a pedido dos EUA; trégua comercial com China é ameaçada

    Por Julie Gordon e Christian Shepherd

    VANCOUVER/PEQUIM (Reuters) - A filha do fundador da Huawei e uma das principais executivas da gigante chinesa de tecnologia foi detida no Canadá e pode ser extraditada para os Estados Unidos, provocando temores de retomada da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo e abalando os mercados acionários globais.

    A chocante prisão de Meng Wanzhou, de 46 anos, que é vice-presidente financeira da Huawei Technologies [HWT.UL], lança novas dúvidas sobre a trégua de 90 dias firmada entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping no sábado --o dia em que ela foi detida.

    Sua prisão, revelada na noite de quarta-feira por autoridades canadenses, está relacionada à violação de sanções norte-americanas, disse uma pessoa com conhecimento do assunto. A Reuters não foi capaz de determinar a natureza precisa das violações.

    Fontes familiarizadas com o assunto disseram à Reuters em abril que autoridades norte-americanas estavam investigando a Huawei, a maior fabricante de equipamentos de telecomunicação do mundo, desde pelo menos 2016 por supostamente enviar produtos de origem norte-americana ao Irã e outros países, em violação a leis de exportação e sanções dos EUA.

    A prisão e qualquer possível sanção contra a segunda maior fabricante de smartphones do mundo pode ter grandes repercussões na cadeia global de fornecimento de tecnologia.

    O ações dos Estados Unidos e asiáticas caíram com a notícia, por temores elevados de que um conflito entre as duas maiores potenciais econômicas do mundo não apenas sobre tarifas, mas também sobre hegemonia tecnológica.

    A Huawei não é listada, mas a segunda maior fabricante de equipamentos de telecomunicações da China, a ZTE, recuou quase 6 por cento em Hong Kong, enquanto a maioria das bolsas nacionais na região perderam ao menos 2 por cento.

    As ações dos EUA também operam em queda, com o Dow Jones Industrial Average caía cerca de 1,8 por cento por volta das 15h45 (horário de Brasília), enquanto o S&P 500 recuava 1,35% e o Nasdaq Composite tinha variação negativa de 0,48 por cento.

    A Huawei já está sob intenso escrutínio dos EUA e de outros governos ocidentais por sua relação com o governo chinês, em razão de preocupações de que a empresa pode estar sendo usada para espionagem. Ela foi proibida de vender equipamentos de telecomunicações nos EUA e em alguns outros mercados. A empresa tem insistido repetidamente que Pequim não tem influência alguma.

    Meng, uma das vice-presidentes do conselho da companhia e filha do fundador da empresa, Ren Zhengfei, foi presa no dia 1º de dezembro a pedido de autoridades norte-americanas e deve comparecer a uma audiência na sexta-feira, afirmou porta-voz do Departamento de Justiça canadense.

    Também no dia 1º de dezembro, Trump e Xi jantaram na Argentina durante cúpula do G20.

    A Huawei, que faturou 93 bilhões de dólares no ano passado, confirmou a prisão em um comunicado. 'A empresa recebeu pouca informação sobre as acusações e não tem conhecimento de qualquer irregularidade da Sra. Meng', disse.

    Ela foi detida enquanto pegava uma conexão no Canadá, acrescentou.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, disse durante um briefing diário nesta quinta-feira que a China havia pedido ao Canadá e aos EUA explicações sobre a prisão de Meng, mas eles não 'deram nenhum esclarecimento'.

    O consulado chinês em Vancouver tem dado assistência a Meng, acrescentou ele, sem mais comentários. Na quarta-feira, a embaixada chinesa no Canadá disse que se opõe firmemente à prisão e pediu por sua soltura imediata.

    Fontes disseram à Reuters em abril que a investigação do Departamento de Justiça dos EUA estava sendo manejada pelo gabinete do advogado-geral dos EUA no Brooklyn.

    O Departamento de Justiça dos EUA não quis comentar na quarta-feira. Um porta-voz do gabinete do advogado-geral no Brooklyn também não quis comentar.

    (Reportagem de Makini Brice e Karen Freifeld; reportagem adicional de Julie Gordon e David Ljunggren em Ottawa, Diane Bartz em Washington, Tony Munroe e Christian Shepherd em Pequim, Josh Horwitz e John Ruwitch em Xangai e Jessie Pang em Hong Kong)

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