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    Polônia prende chinês funcionário da Huawei e polonês por acusações de espionagem

    Por Joanna Plucinska e Anna Koper

    VARSÓVIA (Reuters) - A Polônia prendeu um funcionário chinês da companhia Huawei e um especialista em negócios cibernéticos polonês, disse a mídia polonesa nesta sexta-feira, agravando a controvérsia sobre críticas ocidentais à fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações.

    De acordo com a emissora pública polonesa TVP, os serviços de segurança realizaram buscas em escritórios da Huawei Technologies e da empresa de telecomunicação polonesa Orange Polska.

    Em dezembro, autoridades canadenses prenderam uma importante executiva da Huawei, Meng Wanzhou, a pedido de autoridades dos Estados Unidoscomo parte de uma investigação sobre supostas violações de sanções comerciais norte-americanas.

    Autoridades de inteligência dos EUA alegam que a Huawei é ligada ao governo chinês e que seus equipamentos podem conter “portas clandestinas” para o uso de espiões do governo. Nenhuma evidência foi divulgada publicamente e a companhia tem repetidamente negado as acusações.

    “O cidadão chinês é um empresário trabalhando em uma grande companhia de eletrônicos... o polonês é uma pessoa conhecida em círculos associados com o negócio cibernético”, disse Maciej Wasik, vice-chefe dos serviços especiais da Polônia, segundo a agência estatal de notícias PAP.

    Os dois permanecerão presos por três meses, disse a agência, citando o porta-voz do chefe dos serviços especiais poloneses.

    A TVP disse que o cidadão polonês é ex-agente de uma agência interna de segurança. A agência não respondeu de imediato a pedidos da Reuters por comentário.

    (Reportagem de Joanna Plucinska)

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    Executiva da Huawei é presa a pedido dos EUA; trégua comercial com China é ameaçada

    Por Julie Gordon e Christian Shepherd

    VANCOUVER/PEQUIM (Reuters) - A filha do fundador da Huawei e uma das principais executivas da gigante chinesa de tecnologia foi detida no Canadá e pode ser extraditada para os Estados Unidos, provocando temores de retomada da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo e abalando os mercados acionários globais.

    A chocante prisão de Meng Wanzhou, de 46 anos, que é vice-presidente financeira da Huawei Technologies [HWT.UL], lança novas dúvidas sobre a trégua de 90 dias firmada entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping no sábado --o dia em que ela foi detida.

    Sua prisão, revelada na noite de quarta-feira por autoridades canadenses, está relacionada à violação de sanções norte-americanas, disse uma pessoa com conhecimento do assunto. A Reuters não foi capaz de determinar a natureza precisa das violações.

    Fontes familiarizadas com o assunto disseram à Reuters em abril que autoridades norte-americanas estavam investigando a Huawei, a maior fabricante de equipamentos de telecomunicação do mundo, desde pelo menos 2016 por supostamente enviar produtos de origem norte-americana ao Irã e outros países, em violação a leis de exportação e sanções dos EUA.

    A prisão e qualquer possível sanção contra a segunda maior fabricante de smartphones do mundo pode ter grandes repercussões na cadeia global de fornecimento de tecnologia.

    O ações dos Estados Unidos e asiáticas caíram com a notícia, por temores elevados de que um conflito entre as duas maiores potenciais econômicas do mundo não apenas sobre tarifas, mas também sobre hegemonia tecnológica.

    A Huawei não é listada, mas a segunda maior fabricante de equipamentos de telecomunicações da China, a ZTE, recuou quase 6 por cento em Hong Kong, enquanto a maioria das bolsas nacionais na região perderam ao menos 2 por cento.

    As ações dos EUA também operam em queda, com o Dow Jones Industrial Average caía cerca de 1,8 por cento por volta das 15h45 (horário de Brasília), enquanto o S&P 500 recuava 1,35% e o Nasdaq Composite tinha variação negativa de 0,48 por cento.

    A Huawei já está sob intenso escrutínio dos EUA e de outros governos ocidentais por sua relação com o governo chinês, em razão de preocupações de que a empresa pode estar sendo usada para espionagem. Ela foi proibida de vender equipamentos de telecomunicações nos EUA e em alguns outros mercados. A empresa tem insistido repetidamente que Pequim não tem influência alguma.

    Meng, uma das vice-presidentes do conselho da companhia e filha do fundador da empresa, Ren Zhengfei, foi presa no dia 1º de dezembro a pedido de autoridades norte-americanas e deve comparecer a uma audiência na sexta-feira, afirmou porta-voz do Departamento de Justiça canadense.

    Também no dia 1º de dezembro, Trump e Xi jantaram na Argentina durante cúpula do G20.

    A Huawei, que faturou 93 bilhões de dólares no ano passado, confirmou a prisão em um comunicado. 'A empresa recebeu pouca informação sobre as acusações e não tem conhecimento de qualquer irregularidade da Sra. Meng', disse.

    Ela foi detida enquanto pegava uma conexão no Canadá, acrescentou.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, disse durante um briefing diário nesta quinta-feira que a China havia pedido ao Canadá e aos EUA explicações sobre a prisão de Meng, mas eles não 'deram nenhum esclarecimento'.

    O consulado chinês em Vancouver tem dado assistência a Meng, acrescentou ele, sem mais comentários. Na quarta-feira, a embaixada chinesa no Canadá disse que se opõe firmemente à prisão e pediu por sua soltura imediata.

    Fontes disseram à Reuters em abril que a investigação do Departamento de Justiça dos EUA estava sendo manejada pelo gabinete do advogado-geral dos EUA no Brooklyn.

    O Departamento de Justiça dos EUA não quis comentar na quarta-feira. Um porta-voz do gabinete do advogado-geral no Brooklyn também não quis comentar.

    (Reportagem de Makini Brice e Karen Freifeld; reportagem adicional de Julie Gordon e David Ljunggren em Ottawa, Diane Bartz em Washington, Tony Munroe e Christian Shepherd em Pequim, Josh Horwitz e John Ruwitch em Xangai e Jessie Pang em Hong Kong)

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    Filha de fundador da Huawei é presa a pedido dos EUA; trégua comercial com China é ameaçada

    Por Julie Gordon e Karen Freifeld

    VANCOUVER/WASHINGTON (Reuters) - A filha do fundador da gigante chinesa de tecnologia Huawei foi detida no Canadá e pode ser extraditada para os Estados Unidos, em um forte golpe às esperanças de amenizar as tensões comerciais entre Pequim e Washington e abalando os mercados financeiros globais.

    A chocante prisão de Meng Wanzhou, que também é vice-presidente financeira da Huawei Technologies, lança novas dúvidas sobre a trégua de 90 dias firmada entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping no sábado --o dia em que ela foi detida.

    A prisão está relacionada à violação de sanções norte-americanas, disse uma pessoa com conhecimento do assunto. A Reuters não foi capaz de determinar a natureza precisa das violações.

    A prisão e qualquer possível sanção contra a segunda maior fabricante de smartphones do mundo pode ter grandes repercussões na cadeia global de fornecimento de tecnologia. As ações de fornecedoras asiáticas da Huawei, que incluem a Qualcomm e a Intel, caíram nesta quinta-feira.

    Meng, uma das vice-presidentes do conselho da companhia e filha do fundador da empresa, Ren Zhengfei, foi presa no dia 1º de dezembro a pedido de autoridades norte-americanas e deve comparecer a audiência na sexta-feira, afirmou porta-voz do Departamento de Justiça canadense.

    Também no dia 1º de dezembro, Trump e Xi jantaram na Argentina durante cúpula do G20.

    Fontes disseram à Reuters em abril que autoridades norte-americanas estavam investigando a Huawei, a maior fabricante de equipamentos de telecomunicação do mundo, desde o final de 2016 por supostamente enviar produtos de origem norte-americana ao Irã e outros países, em violação a leis de exportação e sanções dos EUA.

    A Huawei confirmou a prisão em um comunicado e disse que recebeu poucas informações sobre as acusações, acrescentando que 'não tem conhecimento de qualquer irregularidade da Sra. Meng'.

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    Trump diz que tropas não vão atirar contra caravana de migrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na sexta-feira que os imigrantes ilegais que jogarem pedras contra militares serão presos, mas não serão atacados pelas tropas.

    Ele fez os comentários a repórteres um dia de sugerir que os militares poderiam atirar contra os membros da caravana de migrantes que tenta chegar nos Estados Unidos se eles atirassem pedras nos militares.

    'Eles não terão que atirar. O que eu não quero é que eu não quero essas pessoas jogando pedras', disse Trump a repórteres em frente à Casa Branca.

    'Se eles fizerem isso conosco, eles serão presos por um longo tempo', acrescentou Trump.

    Trump tem endurecido sua posição sobre imigração e, especificamente, contra a caravana de migrantes antes das eleições parlamentares da próxima semana, nas quais o Partido Republicano de Trump procura manter o controle de ambas casas do Congresso.

    Na segunda-feira, o Pentágono informou que enviou mais de 5.200 soldados para a fronteira depois que Trump disse no Twitter que estava enviando militares para enfrentar a caravana de migrantes, um grupo de homens, mulheres e crianças viajando através do México enquanto fogem da violência e da pobreza na América Central.

    Trump disse na quarta-feira que os Estados Unidos podem enviar até 15 mil soldados para a fronteira, mais do que no Afeganistão.

    Na quinta-feira, Trump disse que seu governo estava finalizando um plano para exigir que os requerentes de asilo entrassem no país através de portos legais de entrada, embora ainda não esteja claro se tal limitação seria legalmente possível.

    (Por Roberta Rampton)

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    Juiz da Nicarágua emite mandado de prisão para líder de oposição

    MANÁGUA (Reuters) - Um juiz de Manágua emitiu na segunda-feira um mandado de prisão para o líder de oposição da Nicarágua Felix Maradiaga, acusado pelo governo de financiar violentos protestos que têm abalado o país da América Central.

    O governo de Daniel Ortega alega que Maradiaga financiou os protestos e treinou manifestantes por meio de uma organização que lidera, o Instituto de Estudos Estratégicos e Políticas Públicas.

    'Minha consciência está limpa. Sempre fui guiado pela justiça, pela não violência e pela integridade. Hoje eu tenho mais convicção moral do que nunca', escreveu Maradiaga em publicação no Twitter.

    'Aqueles de nós que amam a Nicarágua e acreditam na liberdade têm a obrigação ética de continuar firmemente nessa luta civil'.

    Atualmente Maradiaga não está na Nicarágua.

    Cerca de 300 pessoas foram presas na Nicarágua desde que os protestos começaram em abril, de acordo com ativistas de direitos humanos locais. Mais de 300 pessoas morreram durante as manifestações, em repressões lideradas pela polícia e por grupos armados de apoio ao governo, afirmaram grupos de direitos humanos.

    Os protestos começaram depois que o governo de esquerda de Ortega sinalizou uma redução nos benefícios sociais, mas logo se transformaram em uma ampla oposição a Ortega, que está no poder desde 2007. Ortega também liderou o país na década de 1980, durante a guerra civil da Nicarágua.

    (Reportagem de Ismael Lopez)

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    PF prende suposto operador financeiro do Hezbollah em Foz do Iguaçu

    SÃO PAULO (Reuters) - A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira um homem identificado pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos como um financiador de alto escalão do Hezbollah, depois que o Paraguai pediu a detenção por declaração de nacionalidade incorreta, disseram autoridades nesta sexta-feira.

    Autoridades dos EUA designaram o libanês Assad Ahmad Barakat como um dos 'membros mais proeminentes e influentes' do Hezbollah em 2004. Segundo as autoridades norte-americanas, ele atuou como tesoureiro do grupo durante muito tempo e era associado ao então diretor financeiro do Hezbollah, grupo militante sediado no Líbano.

    Barakat foi preso em Foz do Iguaçu, do lado brasileiro da Tríplice Fronteira, pela divisão antiterrorismo da Polícia Federal, de acordo com comunicado da Procuradoria-Geral da República.

    Não ficou claro de imediato se Barakat tem um advogado.

    A Polícia Federal informou, também em comunicado, que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a prisão de Barakat depois que as autoridades paraguaias emitiram um mandado em agosto.

    De acordo com a PF, autoridades argentinas o acusaram de lavar 10 milhões de dólares por meio de um cassino em Puerto Iguazú.

    Barakat já esteve preso no Paraguai entre 2002 e 2008 devido a acusações de sonegação fiscal. Depois de sua libertação, disse a PF, Barakat passou a morar no Brasil e a realizar negócios no Paraguai, na Argentina e no Chile.

    (Por Gram Slattery)

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    Venezuela diz ter prendido 2 militares ligados a explosões de drones em discurso de Maduro

    CARACAS (Reuters) - O procurador-geral da Venezuela, Tarek Saab, disse nesta terça-feira que dois militares de alta patente foram presos por suposto envolvimento em explosões de drones ocorridas durante um discurso do presidente Nicolás Maduro no início deste mês.

    O governo venezuelano acusou políticos da oposição e ativistas anti-Maduro no exterior de tramarem o assassinato do líder de esquerda com aeronaves de controle remoto repletas de explosivos durante um desfile militar.

    A polícia prendeu 14 pessoas, incluindo um parlamentar e vários jovens, e 20 outros suspeitos continuam foragidos, inclusive na vizinha Colômbia e nos Estados Unidos, segundo autoridades.

    Saab disse que o coronel Pedro Zambrano e o general Alejandro Pérez foram apresentados em um tribunal na segunda-feira.

    Nenhum outro detalhe sobre os detidos estava disponível de imediato.

    O Ministério da Informação, que atende a mídia em nome do governo, não respondeu a um pedido de comentário. A Reuters não conseguiu contato com os dois militares.

    O suposto envolvimento de militares no incidente com drones é marcante uma vez que as Forças Armadas são mediadoras do poder há tempos no país em grave crise.

    Críticos de Maduro afirmam que ele está usando o incidente para reprimir a dissidência e consolidar seu controle em meio a uma crise econômica que provocou uma hiperinflação e blecautes frequentes.

    Já o presidente diz que seu governo é vítima de uma 'guerra econômica' liderada por ativistas opositores com a ajuda de Washington, que tenta miná-lo como fez no passado com outros líderes de esquerda latino-americanos.

    (Por Vivian Sequera e Corina Pons)

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