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    Papa pede 'confiança, coragem e cautela' à China em novo relacionamento

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco pediu nesta quarta-feira ao governo da China que siga adiante com 'confiança, coragem e cautela' para continuar um diálogo iniciado a partir da assinatura de um acordo histórico entre o Vaticano e Pequim para a nomeação de bispos.

    Em uma mensagem aos católicos chineses, Francisco ainda disse que, embora devam ser bons cidadãos, não devem deixar de oferecer 'uma palavra crítica' quando necessário para defender a dignidade humana.

    O acordo, costurado durante mais de 10 anos e assinado no sábado em Pequim, atende ao anseio do Vaticano de opinar na escolha de bispos na China, mas críticos rotularam o pacto como uma capitulação ao governo comunista.

    O acordo também pode ser o precursor da retomada das relações diplomáticas com a China depois de um rompimento de mais de 70 anos.

    Os cerca de 12 milhões de católicos chineses se dividiram em uma igreja clandestina leal ao Vaticano e a Associação Católica Patriótica supervisionada pelo Estado. O Vaticano disse que a falta de um acordo poderia ter criado um cisma entre os católicos da China que teria sido difícil sanar.

    Em sua carta, Francisco disse ter percebido que alguns católicos chineses que foram perseguidos no passado por sua lealdade a ele podem se sentir abandonados, mas os estimulou a terem fé no novo arranjo pelo bem de todos os católicos do país.

    (Por Philip Pullella)

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    Vaticano expressa “vergonha e tristeza” por relatório dos EUA sobre abusos sexuais

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O Vaticano, em sua primeira resposta a um relatório condenatório de um grande júri nos Estados Unidos sobre abusos sexuais de crianças cometidos por padres na Pensilvânia, expressou nesta quinta-feira “vergonha e tristeza”.

    O grande júri divulgou na terça-feira as descobertas da maior investigação até hoje em torno de abusos sexuais na Igreja Católica dos EUA, entendendo que 301 padres no Estado abusaram sexualmente de menores de idade durante os últimos 70 anos.

    Em comunicado, o porta-voz do Vaticano, Greg Burke, também disse que a Igreja Católica “precisa aprender duras lições a partir de seu passado” e que o Vaticano prometeu responsabilizar abusadores e facilitadores.

    O comunicado destacou a “necessidade de obedecer” a lei civil, incluindo notificações obrigatórias de abusos contra menores e informou que o papa Francisco entende como “estes crimes podem abalar a fé e o espírito de fiéis” e que deseja “eliminar este horror trágico”.

    Mais cedo nesta quinta-feira, bispos da Igreja Católica Romana dos EUA pediram uma investigação liderada pelo Vaticano e apoiada por investigadores leigos sobre acusações de abusos sexuais cometidos pelo ex-cardeal Theodore McCarrick, de Washington, e que renunciou no mês passado.

    “Independentemente dos detalhes que podem surgir a respeito do arcebispo McCarrick ou dos muitos abusos na Pensilvânia (ou em qualquer outro lugar), nós já sabemos que uma causa inicial é o fracasso da liderança episcopal”, disse o cardeal Daniel DiNardo, presidente da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos, em comunicado.

    O grupo informou que irá criar uma nova maneira para que vítimas de abusos sexuais cometidos clérigos relatem acusações e para que estas acusações sejam investigadas sem interferências de bispos que supervisionam padres acusados de abusos sexuais.

    O relato do grande júri na Pensilvânia de terça-feira é a turbulência mais recente em um escândalo que irrompeu ao cenário global em 2002, quando o Boston Globe relatou que durante décadas padres haviam abusado sexualmente de menores enquanto líderes da Igreja acobertavam os crimes.

    Relatos similares desde então surgiram na Europa, na Austrália e no Chile, gerando processos judiciais, levando dioceses à falência e enfraquecendo a autoridade moral da liderança da Igreja Católica, que possui cerca de 1,2 bilhão de membros ao redor do mundo.

    Um proeminente grupo católico, que foi formado para impulsionar as vozes de paroquianos após o escândalo de abusos surgir, expressou preocupação sobre como o processo de relatos de novos abusos irá funcionar.

    “Eu levo tudo de forma cética, mas esta é a afirmação mais forte que posso lembrar envolvendo leigos e aplicação da lei”, disse Nick Ingala, porta-voz do grupo Voice of the Faithful, em entrevista por telefone.

    Ele disse que será essencial que qualquer novo processo de revisão seja independente de influência do clero, mas acrescentou: “Eu não sei como eles irão resolver isto”.

    McCarrick se tornou no mês passado o primeiro cardeal a perder seu chapéu vermelho e título. Outros cardeais que foram disciplinados em escândalos de abusos sexuais mantiveram o honorífico “Vossa Eminência”.

    O Vaticano ainda não comentou publicamente sobre o relato do grande júri da Pensilvânia. A prática de rotina do Vaticano é deixar tal comentário para organizações nacionais de bispos.

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    Papa Francisco fará mudanças no Vaticano em renovação da instituição

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco irá fazer diversas mudanças significativas no Vaticano nas próximas semanas e meses para trazer pessoas com novas ideias e promover outras como parte de sua campanha de renovação da instituição.

    O papa anunciou suas decisões em uma rara entrevista com a Reuters em sua residência, onde também falou sobre a China e questões como imigração, liberdade de imprensa, abuso sexual e o papel de mulheres na Igreja. [nL1N1TM0H0]

    Durante a entrevista de duas horas no último domingo, Francisco disse ter decidido que o escritório de caridades do papa será a partir de agora liderado por um cardeal, o cargo mais alto da Igreja depois do próprio pontífice.

    O atual chefe do escritório será promovido e seus sucessores terão a mesma posição. Isso dará maior importância para o departamento que supervisiona projetos de auxílio para pobres.

    Eu acho que há dois grandes braços do papa --o de ser o guardião da fé, e lá o trabalho é feito pela Congregação para a Doutrina da Fé, e o prefeito tem que ser um cardeal , disse Francisco.

    E o outro grande braço do papa é o escritório de caridades, e precisa haver um cardeal lá. Esses são os dois longos braços do papa --a fé e a caridade .

    O arcebispo polonês Konrad Krajewski lidera atualmente o escritório, cujas origens datam do início do século 13. Ele será promovido a cardeal em uma cerimônia junto com outros 13 membros da Igreja na quinta-feira.

    O escritório de caridades do papa nunca foi liderado por um cardeal.

    Sob orientação de Francisco, Krajewski tem revitalizado o departamento. Ele é frequentemente visto nas ruas de Roma em roupas simples e não-clericais ajudando pessoas sem-teto.

    Ele criou chuveiros e instalações médicas para desabrigados, idosos e necessitados perto da Praça de São Pedro e levou grupos para espetáculos de circo e até em passeios privados na Capela Sistina.

    A fim de impulsionar sua visão de uma Igreja mais misericordiosa e menos burocrática, Francisco rompeu com o costume de nomear automaticamente cardeais para liderar grandes dioceses em todo o mundo. Cinco grandes cidades italianas que sempre tiveram cardeais estão sem eles.

    Francisco também disse que antes do final do ano ele considera fazer mudanças no grupo de conselheiros cardeais de todo o mundo, conhecido como C-9. O grupo, que se encontra com ele periodicamente em Roma, começou seu trabalho há cinco anos.

    Ele disse que pode aproveitar o próximo aniversário para renovar um pouco , mas que não seria para cortar cabeças .

    Dois dos membros do C-9, o cardeal australiano George Pell e o cardeal chileno Francisco Javier Errázuriz Ossa, enfrentam alegações relacionadas ao escândalo de abuso sexual da Igreja. Ambos têm negado qualquer irregularidade.

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