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    Trump agradece Kim após Coreia do Norte transferir restos mortais de soldados dos EUA

    Por Thomson Reuters

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    Por Joyce Lee e Eric Beech

    SEUL/WASHINGTON (Reuters) - A Coreia do Norte transferiu nesta sexta-feira 55 caixas pequenas cobertas com bandeiras da ONU contendo os possíveis restos mortais de soldados dos Estados Unidos mortos na Guerra da Coreia, disseram autoridades, em um primeiro passo para a implementação de acordo firmado em cúpula histórica em junho.

    A repatriação dos restos de soldados norte-americano desaparecidos durante o conflito de 1950-53 foi vista como uma vitória diplomática para o presidente dos EUA, Donald Trump, já que foi um dos acordos obtidos durante sua reunião com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, em Cingapura, cuja meta principal foi assegurar a desnuclearização da Coreia do Norte.

    'Depois de tantos anos, este será um grande momento para muitas famílias. Obrigado, Kim Jong Un', escreveu Trump no Twitter.

    Mais cedo, um comunicado da Casa Branca disse: 'Estamos esperançosos com as ações da Coreia do Norte e o ímpeto por uma mudança positiva'.

    Um avião militar de transporte dos EUA voou até um campo aéreo de Wonsan, cidade do nordeste norte-coreano, para buscar os restos e levá-los até a base aérea de Osan, na Coreia do Sul, informou o comunicado da Casa Branca.

    Soldados com uniformes de gala e luvas brancas foram vistos carregando lentamente as 55 caixas pequenas cobertas com a insígnia branca e azul da Organização das Nações Unidas (ONU) e as depositando uma por uma em vans prateadas que esperavam na pista de Osan.

    Autoridades perfiladas observavam perto de bandeiras dos EUA, da Coreia do Sul e da ONU. Uma cerimônia formal de repatriação será realizada em Osan na quarta-feira, disse a Casa Branca.

    Depois os restos mortais serão levados para o Havaí para novas análises a cargo da Agência de Verificação POW/MIA da Defesa dos EUA, disse o Comando da ONU em um comunicado.

    A transferência coincidiu com o 65º aniversário do acordo de armistício de 1953 que encerrou os combates entre as forças norte-coreanas e chinesas, de um lado, e sul-coreanas e norte-americanas lideradas pelo Comando da ONU de outro. As duas Coreias ainda estão tecnicamente em guerra porque um tratado de paz jamais foi assinado.

    Mais de 7.700 soldados dos EUA que lutaram na Guerra da Coreia continuam desaparecidos, cerca de 5.300 deles no que hoje é a Coreia do Norte.

    A promessa de transferir os restos mortais do combate foi vista como um gesto de boa vontade de Kim na cúpula de junho, e ressuscitará as esperanças de avanço nas conversas sobre as questões nucleares.

    (Reportagem adicional de Hyonhee Shin em Seul)

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