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Trump ameaça Canadá com tarifa de 100% se país fizer acordo com China

Trump ameaça Canadá com tarifa de 100% se país fizer acordo com China

Reuters

24/01/2026

Placeholder - loading - Bandeiras do Canadá e dos Estados Unidos em Lansdowne, no Canadá 12/02/2025 REUTERS/Patrick Doyle
Bandeiras do Canadá e dos Estados Unidos em Lansdowne, no Canadá 12/02/2025 REUTERS/Patrick Doyle

Atualizada em  24/01/2026

Por Katharine Jackson

WASHINGTON, 24 Jan (Reuters) - O ⁠presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado que vai impor uma tarifa comercial de 100% sobre o Canadá se o país fizer um acordo comercial com a China e advertiu o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, de que um acordo colocaria seu país em perigo.

'A China comerá o Canadá vivo, devorando-o completamente, ​inclusive com a destruição de ⁠suas ⁠empresas, tecido social e modo de vida em geral', escreveu Trump no Truth Social.

'Se o Canadá fizer um acordo com a China, ele será imediatamente atingido por uma tarifa de 100% ‌contra todos os bens e produtos canadenses que ​entram nos EUA.'

Carney, durante uma ‌recente visita à ​China, ​chamou a superpotência asiática de 'parceira confiável e previsível' e, em Davos, incentivou os líderes europeus a buscar investimentos ​da segunda maior economia do mundo.

Trump sugeriu que a China tentará usar o Canadá para fugir das tarifas dos EUA. 'Se o governador Carney acha que vai transformar o Canadá em um 'porto de desembarque' para a China enviar bens e produtos para os Estados Unidos, ele está redondamente enganado.'

As tensões entre os EUA e seu vizinho do norte cresceram nos últimos dias.

Na quinta-feira, Trump retirou o convite para que ⁠o Canadá se juntasse à sua iniciativa 'Board of Peace' (Conselho ‌da Paz), que visa resolver ⁠conflitos globais. Essa reviravolta ocorreu após o discurso de Carney no Fórum Econômico Mundial em Davos, ‍onde ele criticou abertamente as nações poderosas que usam a integração econômica ​como ‌armas e as tarifas como alavancagem.

(Reportagem de Katharine Jackson)

Reuters

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