alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE canada

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia China exige que Canadá solte executiva de Huawei ou enfrente consequências

    China exige que Canadá solte executiva de Huawei ou enfrente consequências

    Por Ben Blanchard e David Ljunggren

    PEQUIM/OTTAWA (Reuters) - A China alertou o Canadá de que haverá sérias consequências se o país não libertar imediatamente a vice-presidente financeira da Huawei Technologies, classificando o caso como “extremamente desagradável“.

    Meng Wanzhou, chefe financeira global da fabricante de equipamentos para telecomunicações e celulares Huawei, foi presa no Canadá em 1º de dezembro e pode ser extraditada para os Estados Unidos, sob acusações de que encobriu ligações da empresa com uma companhia que tentou vender equipamentos para o Irã, em violação de sanções econômicas que pesam sobre o país. A executiva é filha do fundador da Huawei.

    Se for extraditada para os EUA, Meng pode ser acusada de conspiração para fraudar instituições financeiras, com penas que podem chegar a 30 anos para cada delito.

    Ainda não houve decisão na audiência de extradição mesmo após seis horas de argumentação, e a próxima sessão ocorrerá na segunda-feira.

    Em um curto comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que o vice-chanceler, Le Yucheng, emitiu um alerta para a libertação de Meng para o embaixador do Canadá em Pequim, que foi convocado para a expressão de um “forte protesto”.

    Adam Austen, porta-voz da ministra das Relações Exteriores do país, Chrystia Freeland, afirmou no sábado que “não há nada para dizer além do que já foi dito pela ministra”. Ela disse na sexta-feira que as relações com a China são muito importantes, e que Meng terá acesso a serviços consulares.

    Quando perguntado sobre a deterioração das relações entre os dois países, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, afirmou que o Canadá tem elos muito bons com Pequim.

    De acordo com o vice-chanceler chinês, a prisão de Meng a pedido dos Estados Unidos, enquanto ela trocava de avião em Vancouver, foi uma grave violação de seus direitos.

    “A China fortemente exige que o Canadá liberte imediatamente a pessoa detida, e proteja seus legítimos direitos, caso contrário o Canadá deverá aceitar toda a responsabilidade por todas as consequências causadas”, disse ele em comunicado.

    Neste domingo, o jornal oficial do Partido Comunista publicou que ninguém deve subestimar a determinação do país nesse caso.

    “Somente se os canadenses corrigirem seu erro e pararem imediatamente de infringir os legítimos direitos de uma cidadã chinesa, e deem uma explicação apropriada ao povo chinês, só assim evitarão pagar um alto preço por isso”, disse o jornal em editorial.

    A prisão de Meng ocorreu no mesmo dia em que o presidente norte-americano, Donald Trump, encontrou-se com o seu colega chinês, Xi Jinping, na Argentina, durante a cúpula do G20, na tentativa de resolver uma crescente guerra comercial iniciada por Washington.

    0

    0

    19

    1 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Canadá é primeira nação do G7 a legalizar maconha recreativa

    Canadá é primeira nação do G7 a legalizar maconha recreativa

    Por Chris Wattie e Nichola Saminather

    TORONTO (Reuters) - O Canadá tornou-se nesta quarta-feira a primeira nação industrializada a legalizar a maconha para fins recreativos, mas uma confusão jurídica tornará difícil o aproveitamento nas maiores cidades do país, como Toronto e Vancouver, que não terão lojas abertas.

    A aprovação representa um marco histórico, permitindo que os canadenses adultos fumem maconha para fins recreativos após uma proibição de quase um século.

    Mas como os governos provinciais do Canadá só aprovaram até agora um número pequeno de lojas e existe uma escassez da erva fornecida a estas lojas, a primeira tragada da maioria dos canadenses provavelmente será de maconha do mercado negro nesta quarta-feira.

    'Haverá muitas comemorações no dia e serão quase todas com maconha ilegal' em algumas das maiores cidades do Canadá, disse Brad Poulos, instrutor e especialista em negócios de maconha da Universidade Ryerson de Toronto.

    'Os usuários de maconha recreativa do Canadá... simplesmente continuarão com suas fontes (atuais) de fornecimento até o sistema legal se atualizar.'

    Apesar da falta de lojas nas grandes cidades do país, os consumidores do Canadá poderão comprar maconha legal pela internet, seja em sites administrados por governos provinciais, seja em varejistas licenciados, mas a entrega pode demorar alguns dias.

    Terra Nova e Labrador, a província mais remota do leste do Canadá, foi a primeira a liberar a venda legal já à meia-noite. Os entusiastas locais terão a maior variedade de lojas, já que 22 delas devem funcionar entre 9h e 2h.

    Países de todo o planeta, alguns dos quais estão aprovando a maconha de uso medicinal, estão acompanhando a legalização da erva recreativa no Canadá, que combina leis federais e diversas regulamentações provinciais.

    A medida é uma vitória política do primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, que prometeu legalizar a maconha na campanha de 2015 para coibir a atividade do crime organizado e regulamentar produção, distribuição e consumo de um produto consumido por milhões ilegalmente.

    0

    0

    29

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia EUA vão avançar com acordo comercial com México e continuar conversando com Canadá

    EUA vão avançar com acordo comercial com México e continuar conversando com Canadá

    Por Julie Gordon e Sharay Angulo e Allison Martell

    WASHINGTON/TORONTO (Reuters) - O presidente dos EUA, Donald Trump, notificou o Congresso nesta sexta-feira de sua intenção de assinar um acordo comercial com o México, depois que as negociações com o Canadá desmoronaram na sexta-feira, sem nenhum acordo imediato para atualizar o Tratado de Livre Comércio da América do Norte.

    O representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, disse que autoridades norte-americanas retomarão as conversas com suas contrapartes canadenses na próxima quarta-feira, com o objetivo de obter um acordo que os três países possam assinar.

    Todos os três países têm enfatizado a importância do Nafta, o abrange bilhões de dólares em comércio regional, e um acordo bilateral entre os Estados Unidos e o México na segunda-feira pavimentou o caminho para o Canadá voltar às negociações esta semana.

    Mas na sexta-feira o clima azedou, parcialmente por comentários feitos 'em off' por Trump para a Bloomberg News de que qualquer acordo comercial com o Canadá ocorreria 'totalmente em nossos termos'. Mais tarde ele confirmou os comentários, divulgados primeiro pelo Toronto Star.

    'Ao menos o Canadá conhece a minha posição', disse ele mais tarde no Twitter.

    Ottawa resistiu firme a assinar 'um acordo qualquer'.

    O dólar canadense

    Lighthizer se recusou a ceder, apesar de repetidos esforços da ministra das Relações Exteriores do Canadá, Chrystia Freeland, de oferecer algumas concessões em laticínios para manter um mecanismo de resolução independente de disputas comerciais no Nafta, informou o Globe and Mail.

    Uma das questões para o Canadá na revisão do acordo é o esforço dos EUA de abandonar o mecanismo de solução de controvérsias do Capítulo 19, que impede os Estados Unidos de investigar casos de subsídio ou dumping. O representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, disse na segunda-feira que o México concordou em eliminar o mecanismo.

    Mas Freeland disse mais cedo na sexta-feira que sua equipe 'ainda não chegou lá' na solução de grandes diferenças.

    'Estamos procurando por um bom acordo e não um acordo qualquer. E só vamos concordar com um acordo que seja um bom acordo para o Canadá', disse Freeland a repórteres.

    Trump argumenta que as altas tarifas do Canadá sobre produtos lácteos prejudicam fazendeiros dos EUA, uma importante base política de seu Partido Republicano. Mas produtores de laticínios também possuem forte influência política no Canadá, e concessões poderiam prejudicar os liberais que comandam o governo antes da eleição federal de 2019.

    Em um discurso na Carolina do Norte, Trump deu mais uma estocada no Canadá. 'Eu amo o Canadá, mas eles levaram vantagem sobre o nosso país por muitos anos', disse ele.

    (Reportagem adicional de David Lawder em Washington, Veronica Gomez na Cidade do México e Allison Lampert em Montreal)

    0

    0

    17

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Arábia Saudita suspende novos negócios com Canadá após pedido por libertação de ativistas

    Arábia Saudita suspende novos negócios com Canadá após pedido por libertação de ativistas

    Por Aziz El Yaakoubi e David Ljunggren

    RIAD/OTTAWA (Reuters) - A Arábia Saudita suspendeu novos negócios e investimentos com o Canadá depois que o governo canadense cobrou Riad a libertar ativistas da sociedade civil que estão presos, no mais recente gesto de repúdio do maior exportador mundial de petróleo às críticas ocidentais a seu histórico de direitos humanos.

    O reino do Golfo Pérsico também convocou de volta seu embaixador e deu 24 horas para o embaixador canadense deixar o país, informou um comunicado do Ministério de Relações Exteriores saudita emitido na noite de domingo, acrescentando que mantém 'seus direitos de adotar novas ações'.

    O anúncio veiculado pela estatal Agência de Imprensa Saudita pegou diplomatas em Riad de surpresa, disse à Reuters uma fonte a par da situação, observando que tanto o embaixador saudita quanto o canadense estavam de licença

    'Toda a comunidade diplomática ficou surpresa com a medida', disse a fonte.

    Não ficou claro de imediato que efeito a medida terá, se tiver, no comércio anual bilateral de quase 4 bilhões de dólares e em um contrato de defesa de 13 bilhões de dólares firmado em 2014 entre os dois países.

    O comunicado saudita disse que sua chancelaria foi informada de que a chancelaria e a embaixada canadenses exortaram a Arábia Saudita a 'libertar imediatamente' ativistas da sociedade civil.

    Nenhuma autoridade do Ministério de Relações Exteriores do Canadá estava disponível para comentar de imediato.

    O Barein, vizinho e aliado de Riad, disse horas mais tarde que está ao lado do reino na crise política, sem explicar se também cortará laços comerciais com o Canadá.

    'O reino do Barein afirma sua solidariedade total com o reino da Arábia Saudita... contra qualquer um que tente minar sua soberania', disse o Ministério de Relações Exteriores barenita no Twitter.

    Na quarta-feira, a Human Rights Watch disse que a Arábia Saudita prendeu as defensoras dos direitos das mulheres Samar Badawi e Nassima al-Sadah, as vítimas mais recentes de uma onda de repressão do governo contra ativistas, clérigos e jornalistas. Mais de uma dúzia de defensoras dos direitos das mulheres foram visadas desde maio.

    O Canadá disse na sexta-feira estar 'gravemente preocupado' com as prisões de ativistas da sociedade civil e defensoras dos direitos das mulheres na Arábia Saudita, inclusive Samar, irmã do blogueiro dissidente preso Raif Badawi.

    0

    0

    35

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Homem armado mata 2 pessoas, fere 12 em rua de Toronto e é encontrado morto

    Homem armado mata 2 pessoas, fere 12 em rua de Toronto e é encontrado morto

    TORONTO (Reuters) - Um homem armado abriu fogo em uma rua repleta de restaurantes da cidade canadense de Toronto na noite de domingo, matando duas pessoas e ferindo outras doze, incluindo uma menina, disseram autoridades.

    O suspeito de ser o atirador foi encontrado morto mais tarde.

    O estado da menina é grave, disse o chefe da polícia de Toronto, Mark Saunders.

    'Estamos analisando os motivos possíveis... e não descartando nada', disse Saunders aos repórteres no local do ataque.

    Paramédicos, bombeiros e policiais foram à cena do crime, situada no leste de Toronto, que conta com muitos restaurantes, cafés e lojas populares.

    A polícia disse que o suspeito usou uma arma de mão. Relatos anteriores afirmaram que nove pessoas foram baleadas.

    O atirador de 29 anos trocou tiros com a polícia, fugiu e foi encontrado morto mais tarde, noticiou a mídia local.

    Os relatos de disparos no bairro de Greektown começaram a surgir perto das 22h locais, relatou a CityNews.com.

    Testemunhas disseram ter ouvido 25 disparos, segundo o site de notícias.

    Toronto está enfrentando um aumento acentuado nos episódios de violência com armas neste ano. Até o momento as mortes provocadas por armas saltaram de 26 para 53 por cento em comparação com o mesmo período do ano passado, mostraram dados da polícia na semana passada, e o número de tiroteios subiu 13 por cento.

    A cidade mobilizou cerca de 200 policiais desde 20 de julho em reação à onda recente de tiroteios, que as autoridades atribuem à violência entre gangues.

    O prefeito de Toronto, John Tory, disse aos repórteres que a cidade tem um problema com armas, já que pessoas demais têm acesso fácil demais a elas.

    (Por Denny Thomas e Brendan O'Brien em Milwaukee)

    0

    0

    27

    4 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. canada

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.