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    Trump diz que acordo comercial EUA-China será assinado em 15 de janeiro

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    O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, participam de uma cerimônia de boas-vindas em Pequim, China. 09/11/2017. REUTERS/Thomas Peter

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    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que a fase 1 de um acordo comercial norte-americano com a China seria assinada em 15 de janeiro na Casa Branca, embora ainda haja considerável confusão sobre os detalhes do acordo.

    O presidente escreveu no Twitter que assinaria o acordo com 'representantes de alto nível da China' e que mais tarde viajaria a Pequim para iniciar negociações na próxima fase.

    Na semana passada, Trump disse que ele e o presidente chinês, Xi Jinping, teriam uma cerimônia para assinar a fase 1 do acordo.

    A fase 1 do acordo, firmado no início deste mês, deve reduzir as tarifas e impulsionar as compras chinesas de produtos agrícolas, energia e manufaturados norte-americanos, enquanto aborda algumas disputas sobre propriedade intelectual.

    No entanto, nenhuma versão do texto foi tornada pública e as autoridades chinesas ainda não se comprometeram publicamente com as principais questões, como aumentar as importações de produtos dos EUA para 200 bilhões de dólares, quase dobrando as exportações dos EUA para a China.

    A China comprou 130 bilhões de dólares em mercadorias dos EUA em 2017, antes do início da guerra comercial, e 56 bilhões de dólares em serviços, mostram dados dos EUA.

    Os Estados Unidos deflagraram uma guerra comercial contra Pequim há um ano e meio por alegações de práticas comerciais desleais, como roubo de propriedade intelectual dos EUA e subsídios que beneficiam injustamente empresas estatais chinesas.

    O representante comercial dos Estados Unidos disse que a fase 1 inclui proteções legais chinesas mais fortes para patentes, marcas comerciais, direitos autorais, incluindo procedimentos criminais e civis aprimorados para combater infrações online, produtos pirateados e falsificados.

    Questões como subsídios industriais seriam tratadas em um acordo posterior, disseram as autoridades dos EUA.

    As tarifas crescentes, que começaram em julho de 2018, abalaram os mercados e reduziram o crescimento econômico em todo o mundo.

    Embora não esteja imediatamente claro quem representaria a delegação chinesa na assinatura, o South China Morning Post informou na segunda-feira que o vice-primeiro-ministro Liu He visitaria Washington para assinar o acordo.

    Questionado nesta terça-feira quando o acordo poderia ser assinado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China encaminhou perguntas ao Departamento de Comércio da China.

    (Reportagem de Diane Bartz e Alexandra Alper)

    Escrito por Reuters

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