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Produção de minério de ferro da Vale cai 0,5% em 2020; vendas recuam 5,4%

Placeholder - loading - Logo da Vale em mina da empresa em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG)  04/02/2019 REUTERS/Washington Alves
Logo da Vale em mina da empresa em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG) 04/02/2019 REUTERS/Washington Alves

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Por Marta Nogueira e Roberto Samora

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Vale produziu 300,4 milhões de toneladas de minério de ferro em 2020, com recuo de 0,5% ante o ano anterior, mas a queda foi maior nas vendas, à medida que a companhia buscou repor estoques apesar das compras recordes da China.

O volume produzido, segundo relatório divulgado nesta quarta-feira, ficou na faixa mais baixa da meta programada pela companhia (300-305 milhões).

Já as vendas de sua principal commodity no ano passado somaram 254,9 milhões de toneladas, queda de 5,4% ante o ano anterior.

O desempenho da produção quase estável ocorreu em meio a efeitos da pandemia, restrições para a disposição de rejeitos e atrasos na abertura de novas frentes de lavra em Serra Norte, que anularam efeitos do retorno das atividades em algumas minas e o desenvolvimento da mina S11D, no Pará.

A produção de minério de ferro no quarto trimestre, por sua vez, foi de 84,5 milhões de toneladas, alta de 7,9% ante o mesmo período de 2019 e queda de 4,7% em relação ao trimestre anterior.

A companhia foi levada a paralisar diversas atividades de minério de ferro após o rompimento da barragem de Brumadinho (MG), em janeiro de 2019. A companhia está buscando melhorias operacionais em Minas Gerais e também discute com autoridades para a retomada da produção.

Dadas as restrições, a Vale encerrou 2020 com 322 milhões de toneladas de capacidade de produção e espera atingir 350 milhões de toneladas de capacidade ao fim de 2021.

'Apesar dos impactos e medidas relacionados à pandemia terem reduzido a produtividade em todos os negócios e adiado, em 2020, o início dos novos ativos de minério de ferro, a Vale continua confiante de atingir 400 milhões de toneladas de capacidade ao fim de 2022', afirmou a empresa.

A produção de pelotas da Vale totalizou 29,7 milhões de toneladas em 2020, 29% menor do que em 2019, como resultado da menor disponibilidade de 'pellet feed' nos sites da empresa e dos ajustes de produção de acordo com as condições de mercado.

'O gargalo da Vale para a produção de pelotas continua sendo a menor disponibilidade de pellet feed em suas operações', disse a companhia no relatório de produção.

A produção de pelotas da Vale foi de 7,1 milhões de toneladas no trimestre, queda de 1,4 milhão de toneladas devido à menor disponibilidade de pellet feed de Brucutu e Itabira e às manutenções na usina de pelotização de Tubarão 6.

VENDAS

Os volumes de vendas de finos de minério de ferro e pelotas totalizaram 286,1 milhões de toneladas em 2020, 8,5% abaixo do registrado em 2019.

Essa vendas foram 5% inferiores à produção de minério de ferro.

'Para atender clientes em 2019, a Vale reduziu seus estoques operacionais, atingindo níveis insustentáveis. Em 2020, a Vale precisou recompor seus estoques operacionais, possibilitando uma maior aderência entre vendas e produção em 2021', disse a companhia.

No quarto trimestre, as vendas de finos e pelotas de minério de ferro da Vale alcançaram 91,3 milhões de toneladas, alta 2,7% na comparação anual.

A Vale atingiu vendas recordes para a China no quarto trimestre, totalizando 64 milhões de toneladas (contra 58 milhões de toneladas no quarto trimestre de 2019).

METAIS BÁSICOS

A produção de níquel da mineradora totalizou 214,7 mil toneladas em 2020, alta de 3,2% ante o ano anterior. Já no quarto trimestre, a produção foi de 55,9 mil toneladas, queda de 1,4% ante o mesmo período de 2019 e alta de 18,7% na comparação com o terceiro trimestre.

O volume de vendas de níquel em 2020 somou 210,9 mil toneladas, alta de 2,5% ante 2019. Já no quarto trimestre, as vendas somaram 66,1 mil toneladas, 13,6% acima do terceiro trimestre, principalmente como resultado da maior produção que permitiu à Vale aproveitar o ambiente de melhores preços.

(Por Marta Nogueira no Rio de Janeiro e Roberto Samora em São Paulo)

Escrito por Reuters

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Casa frequentada por Shakespeare é cotada por R$ 9,2 milhões no Reino Unido

Localizada a duas horas de Londres, a Shakespeare House foi avaliada por £ 1,5 milhão na última quarta-feira (10). A residência, conhecida como “The Ship Inn”, era uma pequena pousada que atendia viajantes que precisavam de uma cama e um celeiro para seus cavalos. O dramaturgo inglês, William Shakespeare, era um grande frequentador do espaço em meio as suas viagens entre Stratford Upon Avon - onde nasceu - e Londres.

A casa histórica de 4.642 pés quadrados é uma antiga “estalagem de treinadores” e foi construída entre o final do século XVI e início do século XVII. O espaço comporta sete quartos, cinco banheiros e quatro salas. Hoje o edifício foi completamente restaurado por seus proprietários, porém mantém uma série de detalhes completamente originais, como: janelas de chumbo, vigas expostas, piso de carvalho, portas de madeira e lareiras abertas.

Shakespeare House é uma propriedade tão mágica, tem muito caráter e ainda assim é uma maravilhosa casa de família”, disse o agente Huw Warren, da Savills Summertown, em um comunicado. “Mas além da casa ser arquitetonicamente importante e maravilhosamente renovada está a extraordinária conexão com Shakespeare, tornando esta casa uma oportunidade única. Poucos podem reivindicar possuir um pedaço real da história literária que foi onde o Bardo ficou em várias ocasiões”.

Dizem que foi neste local que o poeta se inspirou em hóspedes para criar os personagens das obras "Muito Barulho por Nada" e "Sonho de uma Noite de Verão"- e pode até ter escrito algumas peças lá.

A última venda da casa foi em 2013, pelo valor de £ 700.000. O edifício tem uma lista histórica de Grau II*, o que significa que o grupo de preservação Historic England o designou como um local de importância histórica no país.

“Acredita-se geralmente que Grendon Underwood, que jazia nas trilhas da floresta usadas por ciganos e jogadores ambulantes, foi visitado mais de uma vez por Shakespeare, que morava na casa acima, antigamente uma pousada., agora conhecido como Shakespeare Farm”, de acordo com o site “A History of the County of Buckingham: Volume 4”, no British History Online.

Shakespeare’s Birthplace

A casa onde nasceu o um dos maiores escritores da língua inglesa também é um local extremamente importante para a história, sendo atualmente um pequeno museu aberto ao público. A residência é bastante popular entre os visitantes, e fica localizada Henley Street, Stratford-upon-Avon, Warwickshire, Inglaterra.

Foi lá que em 1564 o poeta nasceu e passou sua infância, hoje o edifício é administrado pelo Shakespeare Birthplace Trust. Apesar de parecer simples, para o século XVI a residência era bem considerável. Como o pai do escritor, John Shakespeare, era fabricante de luvas e comerciante de lã, a casa foi dividida em duas partes para permitir que ele realizasse seus negócios nas mesmas instalações.

John Shakespeare morreu em 1601 e sendo o filho mais velho sobrevivente, William herdou a casa. Ele alugou a pequena casa de dois cômodos ao lado da casa principal para sua irmã, Joan Hart. O restante do lar da família também foi alugado e se tornou uma pousada, nomeada Maidenhead.

Mais tarde, foi renomeada para Swan and Maidenhead Inn, que permanece em operação até 1847. Quando Shakespeare morreu em 1616, ele deixou a propriedade para sua filha mais velha, Susanna, e quando ela morreu deixou para sua única filha, Elizabeth.

É possível visitar o espaço com um pré-agendamento que pode ser feito clicando aqui.

Confira o valor dos tickets:

Adulto (16+, incluindo idosos) – Com doação £20,00 e sem doação £18,00

42 min
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