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Wall Street recua com alta do petróleo por incerteza no Oriente Médio

Wall Street recua com alta do petróleo por incerteza no Oriente Médio

Reuters

24/09/2026

Placeholder - loading - Operadores na bolsa de Nova York  16 de setembro de 2026. REUTERS/Jeenah Moon
Operadores na bolsa de Nova York 16 de setembro de 2026. REUTERS/Jeenah Moon

Por Johann M Cherian e ​Avinash P

24 Set (Reuters) - Os principais índices de Wall Street caíam nesta quinta-feira conforme a incerteza sobre as perspectivas de uma solução para o conflito no Oriente Médio impulsionava os preços do petróleo e os rendimentos dos Treasuries, contendo o apetite por risco em meio à expectativa de uma cúpula entre Estados Unidos e China.

Os líderes dos EUA e do Irã trocaram farpas na ⁠Assembleia ⁠Geral da ONU nesta semana, ​o ‌que fez com que os preços do petróleo Brent voltassem a ficar acima de US$100 por barril. A possibilidade de uma proibição das exportações de diesel dos ⁠EUA aumentou a cautela dos investidores.

As ações do setor ​de tecnologia lideravam as quedas no S&P 500, com ​fabricantes de chips como a Nvidia, ‌a Broadcom e ​a ⁠Micron caindo mais de 1% cada.

A Oracle perdia 5,5% após notícia de que a empresa enviou uma notificação de “força maior” a um ​data center no Novo México. As ações da Blue Owl, desenvolvedora do projeto, também caíam 5%.

Um aumento nos rendimentos dos Treasuries, com a taxa do título de 30 ​anos atingindo o maior nível desde 2004, pressionava os ativos de maior risco à medida que o mercado precificava a probabilidade de uma guerra prolongada e custos de financiamento mais elevados.

O Índice Dow Jones Industrial Average registrava queda de 0,40%, para 51.303,23 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,30%, a 7.681,99 ​pontos, e o Nasdaq Composite caía 0,58%, para 26.778,64 pontos.

O foco ‌se volta agora para a ⁠cúpula entre EUA e China, com os investidores antecipando discussões sobre a regulamentação da IA, o conflito no Oriente ⁠Médio e Taiwan. Executivos das principais ⁠empresas dos EUA também devem ⁠se reunir ⁠com ​os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping.

Reuters

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