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Agência meteorológica da ONU alerta que forte El Niño deve se intensificar a partir de agosto

Agência meteorológica da ONU alerta que forte El Niño deve se intensificar a partir de agosto

Reuters

31/07/2026

Placeholder - loading - Campos de arroz secos aguardam as chuvas, enquanto uma monção fraca atrasa o plantio de mudas de arroz pelos agricultores nos arredores de Katmandu, Nepal 29 de junho de 2026 REUTERS/Navesh Chitrakar
Campos de arroz secos aguardam as chuvas, enquanto uma monção fraca atrasa o plantio de mudas de arroz pelos agricultores nos arredores de Katmandu, Nepal 29 de junho de 2026 REUTERS/Navesh Chitrakar

31 Jul (Reuters) - A agência ​meteorológica da Organização das Nações Unidas alertou nesta sexta-feira que se espera que um forte El Niño se intensifique a partir de agosto, alertando que o fenômeno provavelmente aumentará as temperaturas acima do normal em todo o mundo e alterará significativamente os padrões de precipitação.

• O El Niño, ⁠um ⁠período de aquecimento das ​temperaturas ‌da superfície do mar no Pacífico central e oriental, continuará a se intensificar de forma constante, tornando-se um evento forte entre ⁠agosto e outubro de 2026.

• Além do ​fortalecimento do El Niño, prevê-se um Dipolo do ​Oceano Índico (IOD) positivo. O IOD ‌é um ​padrão ⁠climático no Oceano Índico ocidental, onde a temperatura fica, em média, mais quente, enquanto no Oceano Índico ​oriental fica mais fria do que a média.

• Juntos, esses fenômenos podem amplificar os impactos climáticos regionais, incluindo secas, inundações e risco ​de incêndios florestais, particularmente na bacia do Oceano Índico.

• A agência, a Organização Meteorológica Mundial, afirmou que está intensificando sua mobilização de informações e serviços de apoio para ajudar os países a antecipar e minimizar os impactos do El Niño.

• “O ​El Niño está se intensificando – jogando lenha na ‌fogueira de um planeta ⁠já em chamas, com ondas de calor escaldantes, incêndios florestais apocalípticos e mares com temperaturas ⁠recordes. Os combustíveis fósseis estão ⁠alimentando as chamas ⁠dessa crise”, ⁠afirmou ​o secretário-geral da ONU, António Guterres.

(Reportagem de Miranda Murray)

Reuters

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