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    Bolsonaro anuncia general na presidência dos Correios e major da PM na Secretaria-Geral

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    Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto 18/06/2019 REUTERS/Adriano Machado

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    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira duas importantes mudanças na estrutura do governo, a ida do general Floriano Peixoto da Secretaria-Geral da Presidência para o comando dos Correios e a nomeação do atual sub-chefe de Assuntos Jurídicos da Presidência, o major da Polícia Militar Jorge Oliveira, para o lugar de Peixoto.

    O general Peixoto assumirá nos próximos dias o cargo nos Correios no lugar do também general Juarez Cunha, autoridade que o próprio Bolsonaro anunciou na semana passada que iria demitir do cargo sob a alegação de ter se comportado como sindicalista.

    Cunha entrou na mira do presidente após ter comparecido a uma comissão Câmara dos Deputados em que foi fotografado ao lado de sindicalistas e também se pronunciado publicamente contra a privatização dos Correios -- uma das estatais que Bolsonaro quer repassar para a iniciativa privada.

    Bolsonaro, que anunciou as mudanças em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, disse que o advogado e major da Polícia Militar do Distrito Federal Jorge Oliveira é uma pessoa que o acompanha há 15 anos e afeita à área burocrática. Oliveira vai acumular a secretaria de Assuntos Jurídicos com o ministério em um primeiro momento.

    O presidente disse ter optado 'em comum acordo' com Peixoto a ida dele para o comando dos Correios. Questionado sobre a privatização da estatal, o presidente disse que não há prazo para ocorrer porque é uma medida que depende do aval do Congresso Nacional para avançar.

    'No momento, o trabalho do general Peixoto é fazer com que os Correios voltem a ser motivo de orgulho', disse.

    Desde o início do governo, essa é a segunda troca na Secretaria-Geral da Presidência. Antes de Peixoto, o cargo foi ocupado pelo advogado Gustavo Bebianno, que presidiu o PSL, partido de Bolsonaro, durante a campanha eleitoral vitoriosa.

    Bebianno foi demitido pelo presidente em fevereiro em meio a uma briga com um dos filhos de Bolsonaro e denúncias de que, sob seu comando à frente do PSL, candidaturas em Estados teriam cometido irregularidades.

    (Por Ricardo Brito)

    Escrito por Reuters

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