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China é foco em reunião de Biden com primeira-ministra italiana em Washington

China é foco em reunião de Biden com primeira-ministra italiana em Washington

Reuters

27/07/2023

Placeholder - loading - Primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, em encontro com o presidente dos EUA, Joe Biden 27/07/2023 REUTERS/Jonathan Ernst
Primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, em encontro com o presidente dos EUA, Joe Biden 27/07/2023 REUTERS/Jonathan Ernst

WASHINGTON/ROMA (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se reuniu com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, na Casa Branca nesta quinta-feira, e no topo da agenda estavam a guerra na Ucrânia e o comércio e as relações da Itália com a China.

A primeira mulher a ser primeira-ministra da Itália chegou ao poder em outubro passado e está buscando exercer um papel assertivo no exterior, enquanto planeja o próximo mandato da Itália na Presidência do Grupo dos 7 (G7) em 2024.

Ela e sua coalizão de direita têm defendido posições sobre o aborto e os direitos LGBTQ fortemente contrárias às de Biden, um democrata que usou os resultados das eleições italianas do ano passado como uma ocasião para alertar colegas liberais e progressistas sobre os perigos enfrentados pelas democracias do mundo.

'Nossas relações são fortes', disse Meloni com Biden ao seu lado no Salão Oval. 'Elas atravessam governos e permanecem sólidas independentemente de suas cores políticas. Sabemos quem são nossos amigos em tempos difíceis.'

Meloni também usou sua primeira viagem a Washington para passar um tempo no Capitólio, onde suas reuniões incluíram uma visita ao presidente da Câmara dos Deputados, o republicano Kevin McCarthy.

Roma e Washington enfatizaram que a viagem é uma oportunidade para reafirmar uma forte parceria entre os países, incluindo bilhões de dólares em ajuda militar e outros tipos de auxílio que o Ocidente forneceu à Ucrânia em sua guerra contra a Rússia desde 2022.

Washington espera que a aliança do Ocidente contra a invasão da Ucrânia pela Rússia ajude a impedir a China de mudar o status quo em Taiwan e na região do Pacífico.

(Reportagem de Andrea Shalal e Trevor Hunnicutt em Washington e Angelo Amante em Roma; Reportagem adicional de Katharine Jackson)

((Tradução Redação São Paulo))

REUTERS FDC

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