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Conflito entre Hezbollah e Israel não é inevitável, diz secretário de Defesa dos EUA

Conflito entre Hezbollah e Israel não é inevitável, diz secretário de Defesa dos EUA

Reuters

30/07/2024

Placeholder - loading - Secretário de Defesa dos EUA Lloyd Austin  14/6/2024   REUTERS/Johanna Geron
Secretário de Defesa dos EUA Lloyd Austin 14/6/2024 REUTERS/Johanna Geron

MANILA/JERUSALÉM/BEIRUTE (Reuters) - O secretário de Defesa dos Estados Unidos disse nesta terça-feira que não acredita que uma luta seja inevitável entre o Hezbollah e Israel, embora continue preocupado com o potencial de escalada após um ataque mortal com foguete nas Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

As tensões pioraram desde sábado, quando o foguete matou 12 crianças e adolescentes em um campo de futebol em um vilarejo druso. Israel acusou o Hezbollah, apoiado pelo Irã, e prometeu uma resposta dura. O Hezbollah negou envolvimento.

Os Estados Unidos têm liderado um esforço diplomático para impedir que Israel atinja a capital do Líbano, Beirute, ou infraestrutura civil vital em resposta ao ataque, disseram à Reuters cinco pessoas com conhecimento da iniciativa na segunda-feira.

O Hezbollah e Israel têm trocado disparos através da fronteira libanesa-israelense desde outubro, seu pior conflito desde a guerra de 2006. As hostilidades, desencadeadas pela guerra em Gaza, até o momento têm sido em grande parte restritas a áreas próximas à fronteira.

Embora ambos os lados tenham indicado anteriormente que não buscam um confronto mais amplo, as hostilidades geraram preocupações sobre o risco de um conflito destrutivo entre os adversários fortemente armados.

'Embora tenhamos visto muita atividade na fronteira norte de Israel, continuamos preocupados com a possibilidade de que isso se transforme em uma luta total. E não acredito que uma luta seja inevitável', disse o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin.

'Gostaríamos de ver as coisas resolvidas de forma diplomática', acrescentou ele durante uma coletiva de imprensa conjunta em Manila, após conversas de segurança entre ele, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e seus respectivos pares filipinos.

Reuters

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