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    Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil

    Se diagnosticada precocemente, a doença pode ser curada

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    No Brasil, a doença já representa a primeira causa de morte entre crianças e adolescentes. Crédito da imagem: iStock

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    O último sábado, dia 15 de fevereiro, foi o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil. No Brasil, a doença já representa a primeira causa de morte por patologia entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, representando 8% da taxa de mortalidade.

    De acordo com dados de 2020 do INCA (Instituto Nacional de Câncer), o número de novos casos é 8.460, sendo 4.310 para o sexo masculino e 4.150 para o sexo feminino. Desse total, 2.704 (cerca de 32%) das crianças e adolescentes chegam a óbito.

    Antes, o índice de mortes pelo câncer infantil era maior. No entanto, nas últimas quatro décadas, o progresso no tratamento foi considerado significativo. Isso porque em 80% dos casos a possibilidade de cura é grande, desde que haja o diagnóstico precoce e o tratamento específico.

    Segundo especialistas, após os cuidados adequados, a criança pode ter uma boa qualidade de vida.

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    O câncer infanto-juvenil se difere bastante da doença em adultos, pois a enfermidade afeta as células do sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação.

    Os tumores na criança e no adolescente são constituídos de células indiferenciadas, o que, na maioria das vezes, resulta em uma melhor resposta aos tratamentos modernos.

    Os tipos de cânceres mais comuns na infância e na adolescência são as leucemias e os tumores no sistema linfático, atingindo, diretamente, o sistema nervoso central.

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    Outro tipo frequente da doença é o neuroblastoma, quando o tumor se instala nas células do sistema nervoso periférico, frequentemente, no abdômen.

    Algumas crianças também apresentam: tumor de Wilms (renal), retinoblastoma (retina), tumor germinativo (das células que originam os ovários e os testículos), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles).

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    De acordo com o INCA, não existem evidências científicas que deixem claro a associação entre a doença e os fatores ambientais. Portanto, o mais importante é ter o diagnóstico precoce. Para isso, é necessário a realização de exames laboratoriais de imagens.

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    A orientação para que o tratamento ocorra de forma rápida é ficar atento aos sintomas. Nas leucemias, por exemplo, a criança se torna mais propícia a infecções, além de dores ósseas, sangramentos e palidez.

    Os tumores sólidos podem se manifestar pela formação de massa, causando dores. Sinais, como: dores de cabeça, vômitos, alterações motoras, mudança de comportamento e paralisia de nervos também devem ser levados em consideração.

    Após o diagnóstico, o tratamento deve ser feito em algum centro especializado que possua as principais modalidades: quimioterapia, cirurgia e radioterapia.

    Tratado o tumor, o acompanhamento deve ser feito continuamente para controle e precaução.

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