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Dólar segue perto da estabilidade após leilões cambiais do BC

Dólar segue perto da estabilidade após leilões cambiais do BC

Reuters

27/08/2026

Placeholder - loading - Notas de dólar americano, 10 de março de 2023. REUTERS/Dado Ruvic
Notas de dólar americano, 10 de março de 2023. REUTERS/Dado Ruvic

Atualizada em  27/08/2026

SÃO PAULO, 27 Ago (Reuters) - O ​dólar seguia perto da estabilidade ante o real na manhã desta quinta-feira após o Banco Central ter realizado dois leilões cambiais simultâneos, enquanto no exterior a moeda norte-americana sustentava ganhos ante outras divisas fortes.

Às 9h56, o dólar à vista subia 0,10%, a R$5,1582 na venda.

Na B3, o contrato de dólar futuro para setembro -- o mais líquido no mercado brasileiro -- avançava ⁠0,18%, ⁠aos R$5,1610.

O Banco Central vendeu ​nesta ‌manhã, em dois leilões simultâneos, US$1 bilhão em moeda à vista e 20.000 contratos no valor de US$1 bilhão de swap cambial reverso -- neste caso, ⁠uma operação cujo efeito é equivalente à compra de ​dólares no mercado futuro.

As duas operações simultâneas são conhecidas ​como 'casadão' pelos investidores e dão ‌liquidez ao mercado. ​O ⁠efeito delas sobre as cotações do dólar é, em tese, nulo, já que o BC vendeu US$1 bilhão em uma ​ponta e comprou US$1 bilhão em outra.

No exterior, parte das atenções está voltada para a reação dos investidores à divulgação de resultados da gigante de tecnologia norte-americana ​Nvidia, que na noite de quarta-feira previu receitas acima das estimativas para o terceiro trimestre.

Ainda que o mercado de ações seja mais diretamente afetado, o balanço da Nvidia tem potencial para afetar o sentimento dos investidores ao redor do mundo. Antes mesmo da abertura da Nasdaq em Nova ​York, os papéis da Nvidia estavam em alta no pré-mercado.

Nos ‌mercados de moedas, o dólar ⁠sustentava ganhos ante o iene, o euro e a libra, mas tinha sinais mistos ante as divisas de ⁠países emergentes.

Na quarta-feira, o dólar à ⁠vista encerrou a sessão ⁠com alta de ⁠0,23% ​no Brasil, aos R$5,1533.

(Edição de Isabel Versiani e Pedro Fonseca)

Reuters

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