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EUA começam a enviar funcionários de volta às embaixadas no Oriente Médio após retirada por conflito com Irã, dizem fontes

EUA começam a enviar funcionários de volta às embaixadas no Oriente Médio após retirada por conflito com Irã, dizem fontes

Reuters

25/08/2026

Placeholder - loading - Bandeira dos EUA hasteada na embaixada dos EUA em Bagdá    17 de março de 2026     REUTERS/Thaier Al-Sudani
Bandeira dos EUA hasteada na embaixada dos EUA em Bagdá 17 de março de 2026 REUTERS/Thaier Al-Sudani

25 Ago (Reuters) - Os Estados Unidos estão ​começando a enviar pessoal de volta a algumas missões diplomáticas no Oriente Médio que haviam sido esvaziadas ou reduzidas em meio às tensões com o Irã, disseram à Reuters duas pessoas a par do assunto.

Os postos no Líbano, em Israel, na Arábia Saudita e em Bagdá, no Iraque, estão entre aqueles para os quais o pessoal retornará, segundo as fontes. Os familiares também terão permissão para retornar ao posto diplomático dos EUA em Riad, acrescentaram.

A medida sugere que Washington ⁠vê ⁠um risco menor de que o ​conflito com ‌o Irã se agrave no curto prazo, embora algumas embaixadas operem inicialmente abaixo da capacidade total.

Algumas embaixadas funcionarão inicialmente com no máximo 85% do efetivo autorizado, disseram as fontes.

Um porta-voz do Departamento de Estado ⁠dos EUA disse à Reuters, em comunicado enviado por email, que ​o departamento analisa continuamente a situação de segurança de suas missões diplomáticas ​em todo o mundo e ajusta os ‌níveis de pessoal com ​base ⁠em suas avaliações mais recentes.

As decisões sobre o quadro de funcionários são orientadas pelas condições de segurança em constante evolução, sendo que a segurança dos funcionários e ​de suas famílias continua sendo a prioridade, ao mesmo tempo em que se promove os objetivos da política externa dos EUA, disse o porta-voz.

O “New York Times” havia noticiado anteriormente que o retorno dos diplomatas e a flexibilização das ​medidas de emergência nas missões dos EUA na região poderiam começar já nesta semana.

O jornal, citando um documento interno, informou que também se espera que as embaixadas na Jordânia, Omã, Kuwait e Catar restabeleçam níveis mais elevados de pessoal.

As embaixadas dos EUA em Israel, Jordânia e Omã voltariam, por fim, a contar com o quadro completo de funcionários, enquanto as missões nos Emirados Árabes Unidos, ​na Arábia Saudita, no Catar e no Líbano teriam, inicialmente, um limite de 85% ‌do quadro de funcionários. Os postos ⁠no Iraque, no Kuwait e no Barein ficariam limitados a 75%, acrescentou o jornal.

As reduções de pessoal começaram em fevereiro, quando Washington autorizou a ⁠saída voluntária de funcionários não essenciais e de ⁠seus familiares de Israel em meio ⁠às tensões com ⁠o ​Irã.

(Reportagem de Bipasha Dey e Abu Sultan, em Bengaluru, e Humeyra Pamuk, em Washington)

Reuters

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