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    Favorito para presidir Senado tem apoio de Bolsonaro e do PT

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    Plenário do Senado em Brasília 22/10/2019 REUTERS/Adriano Machado

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    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O Senado reúne-se na tarde desta segunda-feira para decidir o próximo presidente da Casa pelos próximos dois anos, que também responderá pelo comando do Poder Legislativo.

    Terceiro na linha sucessória da presidência da República, o chefe do Senado define e convoca não apenas as pautas da Casa, mas também as do Congresso Nacional, para a análise de vetos presidenciais e projetos orçamentários, principalmente.

    O Senado conta com quatro nomes na corrida eleitoral, mas até pouco antes da votação, esse quadro pode ser alterado.

    A escolha do próximo presidente se dá por voto secreto, em cédulas de papel. Para ser eleito, segundo o regimento, o candidato precisa da 'maioria de votos, presente a maioria da composição do Senado', o equivalente a 41 votos. Mas é praxe na Casa realizar a votação com pelo menos 72 senadores presentes.

    Confira, a seguir, as candidaturas anunciadas:

    -- Rodrigo Pacheco (DEM-MG)

    Candidato que conta com o apoio do governo, de um lado, e de partidos da oposição, como o PT, de outro, Pacheco é o favorito para vencer. O advogado de 44 anos, encontra-se em seu primeiro mandato como senador, mas já foi deputado federal, ocasião em que presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

    Pacheco defende a retomada da discussão do auxílio emergencial, mas ponderou que qualquer decisão será avaliada com responsabilidade fiscal e a partir de conversas e negociações com a equipe econômica. Admite, no entanto, que o teto de gastos pode ser rompido em uma 'excepcionalidade absurda'.

    Assegura que conduzirá o Senado e o Legislativo de forma equilibrada e independente do governo, com respeito às prerrogativas de todos os parlamentares, inclusive os da oposição.

    Como prioridades, elenca a chamada PEC Emergencial, Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trará gatilhos para o teto, o Orçamento para 2021 e uma saída negociada para o auxílio.

    -- Simone Tebet (MDB-MS)

    Presidente da CCJ do Senado, a advogada e professora de 50 anos colocou sua candidatura sob a bandeira da independência e autonomia, e, mais do que isso, para reafirmar a tradição na Casa de a maior bancada indicar o nome para a sucessão à Mesa, praxe já não cumprida na eleição do atual presidente, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Senadora de primeiro mandato, foi deputada estadual, prefeita e vice-governadora.

    Após o MDB rachar e desistir do apoio à senadora, Simone afirmou que manterá a candidatura. Esta não é a primeira vez que a filha do ex-presidente do Senado Ramez Tebet tenta chegar ao posto. Em 2019, ela tentou se cacifar, mas abdicou da candidatura.

    Caso eleita, será a primeira mulher a presidir a Casa.

    -- Major Olímpio (PSL-SP)

    Líder do partido na Casa, Major Olímpio critica a aproximação de Pacheco com o PT. Senador de primeiro mandato aos 58 anos, Olímpio também tem se posicionado, em algumas situações, contra o presidente Jair Bolsonaro.

    -- Jorge Kajuru (Cidadania-GO)

    Aos 60 anos, o jornalista e radialista lançou candidatura ao Senado para 'marcar posição' e promete fala em protesto à atual presidência do Senado no dia da eleição. O senador declarou apoio a Simone e apresentou ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a candidatura de Pacheco.

    Escrito por Reuters

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