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Economia do Brasil perde força no fim de 2019 e cresce 0,89%, aponta BC

Placeholder - loading - Homem caminha em frente à sede do Banco Central, em Brasília 29/10/2019 REUTERS/Adriano Machado
Homem caminha em frente à sede do Banco Central, em Brasília 29/10/2019 REUTERS/Adriano Machado

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Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - A atividade econômica do Brasil terminou 2019 com expansão abaixo do esperado, de acordo com dados do Banco Central divulgados nesta sexta-feira, com os números consolidando a percepção capturada por outros indicadores no sentido de perda de vigor da economia no fim do ano passado.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), aumentou 0,89% no ano passado, em números observados, após expansão de 1,34% em 2018.

O IBC-Br e o número oficial das Contas Nacionais possuem metodologias de cálculo diferentes. Mas, de toda forma, a leitura mais fraca do índice do BC em 2019 indica um ritmo de atividade mais lento que o esperado pelo mercado para o PIB, que, pela mais recente pesquisa Focus do BC, deve ter crescido 1,12% no ano passado.

Em dezembro, o IBC-Br apresentou recuo de 0,27% em relação ao mês anterior, em dado dessasonalizado, no segundo mês seguido de perdas e um pouco pior do que a expectativa em pesquisa da Reuters de contração de 0,23%.

Os dados do BC mostraram um cenário ainda mais sombrio para a economia no final do ano passado, já que houve revisão da taxa de novembro para uma queda de 0,11% sobre o mês anterior, depois de alta relatada anteriormente de 0,18%.

'O que vale destacar é a revisão de novembro. Apesar de termos um varejo recuperando o nível da atividade brasileira, a economia ainda apresenta uma certa fragilidade de recuperação', disse o economista da CM Capital Markets Alexandre Almeida.

Com isso, o IBC-Br terminou o quarto trimestre do ano com crescimento de 0,46% sobre o terceiro, em número dessasonalizado. A leitura mostra que a atividade chegou a se recuperar das perdas de 0,43% nos três primeiros meses do ano, subindo 0,06% no segundo trimestre e 0,63% entre julho e setembro, mas voltou a perder força nos últimos três meses.

'De fato a desaceleração é preocupante. O fechamento de 2019 traz um pouco de cautela para 2020. Conforme essas leituras de atividade vão frustrando as expectativas, o que pode acontecer é que cada vez mais as projeções para 2020 sejam reajustadas para baixo', completou Almeida, cuja expectativa de crescimento de 2% do PIB para este ano está sob revisão.

CHOQUES EM 2019

O ano de 2019 começou com o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), o que afetou sobremaneira o setor extrativo. Foi marcado ainda por inflação e juros baixos e liberação de saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e recuperação ainda gradual do mercado de trabalho.

A economia começou a dar sinais de ânimo conforme alguns indicadores do segundo semestre começaram a superar as expectativas. Porém, dados do final do ano voltaram a levantar questões sobre o ritmo gradual da retomada, mostrando que a atividade permanece hesitante.

Os números oficiais do PIB em 2019 serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 4 de março.

No ano passado, a produção industrial fechou com redução de 1,1%, interrompendo dois anos seguidos de ganhos. As vendas no varejo tiveram crescimento pelo terceiro ano seguido, porém no ritmo mais fraco desse triênio.

Já o volume do setor de serviços brasileiro recuou em dezembro pelo segundo mês seguido, mas ainda assim encerrou o ano passado com crescimento pela primeira vez em cinco anos.

No início deste mês, o BC reduziu a taxa básica de juros Selic em 0,25 ponto percentual, a uma nova mínima histórica de 4,25% ao ano, e indicou interrupção do ciclo de cortes, em meio à leitura de que os ajustes já feitos ainda vão surtir efeito na economia.

Contudo, alguns economistas destacaram riscos de o BC precisar retomar o afrouxamento monetário em caso de renovado enfraquecimento da atividade.

Escrito por Reuters

Últimas Notícias

Placeholder - loading - Imagem da notícia CASACOR: Descubra as tendências das edições de 2022

CASACOR: Descubra as tendências das edições de 2022

A 35º edição da CASACOR São Paulo celebrou a exposição deste ano com o tema “Infinito Particular”. Uma mostra que trouxe diversas tendências do mundo do design, e inovou diversos cômodos. Aqui falaremos um pouco dessas novidades, além de explorar o que esteve em alta nas exibições que aconteceram no Peru, Bolívia e a que vem por aí, em Brasília.

As propostas definitivamente irão te inspirar a valorizar os ambientes da casa de forma moderna e ao passo que mostra as singularidades da moda contemporânea.

A CASACOR possui edições em alguns países da America Latina, como também ao redor do Brasil inteiro. Em Brasília, a exposição acontece agora nos meses de setembro e outubro, já na Bolívia e Peru, 17 de maio e 25 de junho, e 24 de maio e 3 de julho, respectivamente.

Na Bolívia, os irmãos Ana Villagómez e Moisés Villagómez criaram o Loft Refugio Natural, espaço de cem metros² em que a arquitetura e o paisagismo se misturaram de maneira harmônica. A casa recebeu 35 ambientes, projetados por 55 profissionais.

“Usamos muitos materiais nobres, como pedra, revestimento de barro e madeira, e procuramos criar uma conexão entre o ser humano e a natureza”, explicou a paisagista e arquiteta.

Para os ambientes dessa amostra, a aposta é em tons terrosos, couro e elementos em preto que destoam das outras cores do cômodo. Os tons de marrom com a mescla de material estão populares pois dão uma sensação nostálgica e aconchegante ao ambiente. Tons quentes são sempre uma boa pedida para dar um ar de familiaridade ao ambiente.

Já em relação aos móveis em preto, a cor proporciona à sala um refinamento e modernidade. O contraste, nesse caso, é sempre uma boa escolha, principalmente com o resto das peças em dourado e laranja, como exemplifica a decoração da mostra na Bolívia.

No Peru, a mostra contou com a participação de mais de 60 profissionais, entre arquitetos, decoradores, paisagistas e designers. Nessa exposição se destacaram detalhes arredondados e luminárias inusitadas. Móveis com a ausência de quinas estão presentes em luminárias, nas mesas de centro, nos pufes, nos quadros, nos espelhos, nos tapetes e até no encosto das cadeiras da mesa de jantar.

Para a escolha da iluminação, os arquitetos saíram da caixa, escolhendo peças com formatos criativos. Além disso, complementam com cores e estruturas diferentes.

Já a CASACOR Brasília de 2022, celebrará 30 anos em Brasília. A edição comemorativa acontecerá de 3 de setembro a 30 de outubro na Arena BRB Mané Garrincha, no coração da cidade. Ao todo, serão 50 ambientes, todos inspirados no tema Infinito Particular, assim como a edição de São Paulo.

CASACOR São Paulo 2022

Você ainda pode apreciar a mostra para se inspirar e ficar por dentro das tendencias de decoração e design de interiores.

37 min
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