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    Maia defende projeto do Senado para Estados apesar de distorções vistas por deputados

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    Presidente da Câmara, Rodrigo Maia 08/08/2019 REUTERS/Amanda Perobelli

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    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta segunda-feira que manifestações como a da véspera --que teve a presença do presidente Jair Bolsonaro-- incentivam conflitos que não deveriam ser estimulados em momento nenhum.

    'Principalmente durante a pandemia, que o Brasil já tem mais de 7 mil mortos. Mais uma vez minha solidariedade às famílias”, disse ele, em entrevista coletiva nesta segunda no Congresso.

    Maia foi um dos alvos do protesto em que manifestantes que pediram o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro chegou a falar, numa transmissão por redes sociais durante o ato, que havia chegado 'no limite' e que não teria mais conversa. Ele recebeu decisões desfavoráveis do STF nos últimos dias.

    “Vamos mostrar ao presidente que é importante o diálogo e a boa relação entre os Poderes e o respeito aos profissionais de saúde, aos cientistas. É importante que as autoridades encaminhem de forma correta o combate ao vírus, porque, do contrário, você dá uma sinalização errada”, destacou.

    Maia defendeu o direito do presidente de nomear o novo diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Alexandre de Souza, que tomou posse nesta manhã. Por outro lado, destacou necessidade de se respeitar as decisões de ministros do Supremo.

    Bolsonaro teceu duras críticas ao ministro do STF Alexandre de Moraes depois de ele ter barrado a nomeação de Alexandre Ramagem, nome preferido pelo presidente, para o comando da PF na semana passada.

    Sobre matérias em tramitação, o presidente da Câmara disse que muitos deputados avaliam que há distorções no projeto de ajuda a Estados e municípios aprovado pelo Senado no sábado, mas ressaltou que a proposta representa um grande avanço em comparação com o que o governo federal queria para os entes regionais.

    O texto aprovado pelo Senado prevê o repasse de 60 bilhões de reais em recursos do Tesouro a Estados e municípios em auxílio para o enfrentamento da crise sanitária e econômica causada pela pandemia do coronavírus, após uma costura do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), com a equipe econômica.

    Em entrevista coletiva nesta tarde, Maia disse ainda que os deputados devem votar primeiro nesta segunda-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do orçamento de guerra, antes de examinarem o projeto para Estados e municípios.

    (Reportagem de Ricardo Brito; Texto de Alexandre Caverni; Edição de Eduardo Simões e Maria Pia Palermo)

    Escrito por Reuters

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