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Pacheco diz que ainda é possível votar reforma tributária no Senado em outubro

Pacheco diz que ainda é possível votar reforma tributária no Senado em outubro

Reuters

25/09/2023

Placeholder - loading - Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante cerimônia no Palácio do Planalto 30/08/2023 REUTERS/Adriano Machado
Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante cerimônia no Palácio do Planalto 30/08/2023 REUTERS/Adriano Machado

Atualizada em  25/09/2023

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta segunda-feira que o Congresso não será empecilho para o avanço da agenda econômica do governo, acrescentando que acredita ser possível votar o texto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma tributária na Casa em outubro.

A estimativa inicial do relator da reforma, senador Eduardo Braga (MDB-AM), era de votar a PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa no início de outubro. Braga decidiu adiar a apresentação de seu parecer e, consequentemente, a votação no colegiado por considerar que o tema ainda precisa de mais discussão. A votação na comissão está prevista para depois do feriado de 12 de outubro.

'(O) Congresso definitivamente não será (um empecilho) à agenda econômica', disse o presidente do Senado a jornalistas após participar de evento do setor de seguros no Rio de Janeiro.

'A previsão do senador Eduardo Braga era para início de outubro e aí houve necessidade de discutir mais um pouco e a previsão agora é para o final de outubro', afirmou, questionado se a reforma ainda seria votada dentro do cronograma.

Para Pacheco, 'é perfeitamente possível' a Câmara dos Deputados e o Senado atuarem simultaneamente em matérias econômicas, citando como propostas 'laterais à reforma que não são menos importante' a MP do Desenrola, o programa de renegociação de dívidas das famílias, e a MP que trata da tributação de fundos fechados, além do projeto que trata dos fundos offshores e de medida de regulamentação do crédito de carbono.

'Todos esses projetos serão deliberados e espero que sejam aprovados', disse.

'Há um sentimento de urgência com relação a todos esses temas para que possamos ter um arcabouço legislativo que dê sistentabilidade fiscal ao regime que votamos.'

Reuters

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