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Presidente iraniano diz que cabe aos EUA decidir se querem pôr fim à guerra com o Irã

Presidente iraniano diz que cabe aos EUA decidir se querem pôr fim à guerra com o Irã

Reuters

24/09/2026

Placeholder - loading - Presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, discursa na ONU 23 de setembro de 2026 REUTERS/MIKE SEGAR
Presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, discursa na ONU 23 de setembro de 2026 REUTERS/MIKE SEGAR

Atualizada em  24/09/2026

WASHINGTON, 24 Set (Reuters) - O presidente ​iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que cabe aos Estados Unidos decidir quando a guerra com o Irã chegará ao fim, ao ser questionado se o conflito poderia terminar até o final do ano.

• “Mas não queremos continuar. São os Estados Unidos que precisam decidir se querem encerrar isso ou não”, disse Pezeshkian, respondendo à pergunta em uma ⁠entrevista ⁠exibida nesta quinta-feira no programa “Special ​Report with ‌Bret Baier”, da Fox News.

• O presidente do Irã disse à Assembleia Geral da ONU na quarta-feira que Teerã nunca se renderia à ⁠pressão dos EUA, já que os dois lados ​continuam com posições muito distantes sobre como encerrar a ​guerra.

• O presidente dos EUA, ‌Donald Trump, ​disse na ⁠terça-feira que poderia “aniquilar” o Irã caso não haja um acordo para encerrar a guerra, mas também sugeriu que ​um acordo poderia ser alcançado em breve.

• Trump tem apresentado metas e prazos variáveis para a guerra que começou em 28 de fevereiro, quando os ​EUA e Israel atacaram o Irã e Teerã respondeu com seus próprios ataques contra Israel e países do Golfo que abrigam bases norte-americanas.

• Os ataques dos EUA e de Israel ao Irã e os ataques israelenses ao Líbano mataram milhares de pessoas e deslocaram milhões.

• ​Trump citou o enfraquecimento das capacidades nucleares do Irã ‌como um de seus ⁠objetivos de guerra.

• O Irã, que não possui armas nucleares, nega estar buscando obtê-las.

• Teerã afirma ter ⁠o direito de desenvolver tecnologia ⁠nuclear para fins pacíficos, ⁠como signatário do ⁠Tratado ​de Não Proliferação Nuclear (TNP).

(Reportagem de Kanishka Singh em Washington; )

Reuters

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