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Reino Unido diz que 'número significativo' de países está disposto a fornecer soldados para paz na Ucrânia

Reino Unido diz que 'número significativo' de países está disposto a fornecer soldados para paz na Ucrânia

Reuters

17/03/2025

Placeholder - loading - Primeiro-ministro britânico Keir Starmer em Londres  15/3/2025      Leon Neal/Pool via REUTERS
Primeiro-ministro britânico Keir Starmer em Londres 15/3/2025 Leon Neal/Pool via REUTERS

LONDRES (Reuters) - Um 'número significativo' de países está disposto a fornecer tropas de manutenção da paz na Ucrânia no caso de um acordo de paz com a Rússia, disse um porta-voz do primeiro-ministro britânico Keir Starmer na segunda-feira.

Reino Unido e França lideram os esforços para oferecer um plano de manutenção da paz para a Ucrânia depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, iniciou conversações para pressionar por um acordo de paz com a Rússia.

Mais de 30 países devem estar envolvidos na chamada 'coalizão dos dispostos' para apoiar a Ucrânia, disse o porta-voz de Starmer aos repórteres.

'As capacidades de contribuição variam, mas essa será uma força significativa, com um número significativo de países fornecendo tropas.'

A Rússia tem rejeitado repetidamente a ideia de soldados de países pertencentes à aliança militar da Otan estacionados na Ucrânia.

Perguntado se as tropas de manutenção da paz teriam permissão para revidar se fossem alvos, o porta-voz disse que estavam sendo realizadas reuniões de planejamento militar para analisar os detalhes.

Starmer organizou uma reunião virtual no sábado com líderes da Europa e de outros países para obter apoio para a coalizão antes que os planejadores militares se reúnam no Reino Unido na quinta-feira para discutir como uma trégua poderia ser garantida.

Questionado sobre os comentários russos de que Moscou não aceitaria as forças de paz europeias na Ucrânia, o porta-voz de Starmer disse: 'Vale a pena lembrar que a Rússia não pediu à Ucrânia quando enviou tropas norte-coreanas para a linha de frente no ano passado'.

Reino Unido e França continuam pressionando os Estados Unidos por garantias de segurança para impedir futuros ataques russos.

(Reportagem de Elizabeth Piper)

Reuters

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