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Spic contrata consórcio de chinesas para projeto de expansão de hidrelétrica de R$1,4 bi

Spic contrata consórcio de chinesas para projeto de expansão de hidrelétrica de R$1,4 bi

Reuters

10/09/2026

Placeholder - loading - Vista da barragem hidrelétrica de Furnas, em Minas Gerais. REUTERS/Paulo Whitaker
Vista da barragem hidrelétrica de Furnas, em Minas Gerais. REUTERS/Paulo Whitaker

SÃO PAULO, 10 Set (Reuters) - A ​Spic Brasil, subsidiária da State Power Investment Corporation of China, assinou contrato com um consórcio de duas empresas também chinesas para a expansão da usina hidrelétrica de São Simão, um projeto que demandará R$1,4 bilhão em investimentos, anunciou a geradora de energia nesta quinta-feira.

A Dongfang Electric Corporation e a China Gezhouba Group Corporation (CGGC) ⁠foram ⁠as vencedoras do processo competitivo ​realizado ‌pela Spic para o projeto.

A Dongfang ficará responsável pela engenharia, supervisão técnica e pelo fornecimento do gerador e da turbina modelo Francis, enquanto ⁠a CGGC fará os serviços de montagem da ​nova geradora no canteiro de obras.

A expansão de 310 ​megawatts (MW) de potência da usina ‌São Simão, ​que fica ⁠na divisa entre Minas Gerais e Goiás, foi contratada no leilão de capacidade realizado pelo governo brasileiro em ​março deste ano. O certame representou a primeira oportunidade em vários anos para novos projetos hidrelétricos.

Na ocasião do leilão, a Spic já havia estimado que ​a ampliação de sua hidrelétrica exigiria aportes de 'mais de R$1 bilhão'.

Com a adição de mais uma unidade geradora, prevista para iniciar operação comercial em 2030, a usina de São Simão ultrapassará 2 gigawatts (GW) de potência instalada.

'A otimização de ativos existentes, como a UHE São Simão, ​é a forma mais eficiente e sustentável de ampliar ‌a capacidade de energia ⁠renovável e segura do país', disse Adriana Waltrick, CEO da Spic Brasil, em nota.

O projeto da geradora ⁠chinesa conta ainda com outros ⁠parceiros estratégicos, como a ⁠Seel Engenharia, Tractebel ⁠Engineering ​e Egis Group.

(Por Letícia Fucuchima; edição de Roberto Samora)

Reuters

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