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Suécia promete mais ajuda militar para Ucrânia, considera envio de caças

Suécia promete mais ajuda militar para Ucrânia, considera envio de caças

Reuters

06/10/2023

Placeholder - loading - Ministro da Defesa da Suécia, Pal Jonson, durante reunião na base aérea norte-americana de Ramstein, localizada na Alemanha 21/04/2023 REUTERS/Heiko Becker
Ministro da Defesa da Suécia, Pal Jonson, durante reunião na base aérea norte-americana de Ramstein, localizada na Alemanha 21/04/2023 REUTERS/Heiko Becker

ESTOCOLMO (Reuters) - A Suécia enviará à Ucrânia um novo pacote de apoio militar no valor de 2,2 bilhões de coroas suecas (199 milhões de dólares) -- composto principalmente de munição de artilharia -- e está estudando o envio de caças, disse o ministro da Defesa sueco, Pal Jonson.

Jonson disse em uma coletiva de imprensa que as Forças Armadas do país devem apresentar um relatório até 6 de novembro sobre o potencial de envio de jatos Jas Gripen para a Ucrânia, depois que o governo pediu que eles avaliassem a questão.

Mas ele reiterou que a Suécia, por motivos de segurança interna, precisará se tornar membro da aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) antes de poder potencialmente dispensar qualquer jato de combate.

A Suécia espera aderir à aliança de defesa mútua em breve, embora sua adesão esteja sendo bloqueada por Turquia e Hungria, que já integram o grupo.

O novo pacote de ajuda militar será o 14º do país para a Ucrânia desde a invasão da Rússia, elevando o valor total dessa ajuda do país nórdico para pouco mais de 22 bilhões de coroas suecas.

'Precisamos planejar nosso apoio para que ele seja sustentável e de longo prazo', disse Jonson. 'Agora é importante que mais países se mobilizem para apoiar a Ucrânia.'

Na quinta-feira, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, alertou os líderes europeus, em uma reunião informal em Granada, na Espanha, que a Rússia poderá atacar outros países dentro de cinco anos se a Europa vacilasse em seu apoio.

No entanto, ele também disse que continua confiante na continuidade da ajuda financeira dos Estados Unidos e da Europa.

(Reportagem de Anna Ringstrom e Louise Breusch Rasmussen)

Reuters

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