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Cuidados com crianças em aviões

Uma revisão de 2018 descobriu que uma emergência a bordo ocorre aproximadamente uma vez a cada 604 voos, sendo os mais comuns desmaios em adultos, problemas gastrointestinais, respiratórios ou cardíacos.Por isso que o médico pediatra Alexandre T. Rotta começou a colaborar com o médico Paolo M. Alves, diretor médico global de saúde aeronáutica da MedAire, empresa que recebe ligações de aviões com pessoas em emergência médica. Eles deram uma entrevista para o jornal The New York Times.De dentro de um hospital em Phoenix, disse Alves, os médicos de emergência conversam com quem estiver no ar com o paciente.Mais recentemente, em um estudo publicado em julho nos Annals of Emergency Medicine, o Dr. Rotta e o Dr. Alves e seus e outros pesquisadores revisaram os registros de 11.719 eventos médicos em voo envolvendo jovens menores de 19 anos que tiveram suporte terrestre na hora da emergência. Desses, 76,1% ocorreram em voos de longo curso e 82,9% foram atendidos no voo - ou seja, a criança ou o jovem não precisou de atenção médica adicional após o pouso. A maioria dos problemas estava relacionada a náusea e vômito, febre e reações alérgicas. Entre outras coisas, os consultores em terra podem aconselhar se é necessário tomar uma decisão sobre o desvio do voo; dos casos nesse estudo, apenas 0,5% exigiram uma aterrissagem especial. Em uma colaboração anterior, o mesmo grupo de pesquisa revisou 81.000 emergências médicas entre janeiro de 2010 e junho de 2013 e constatou que pouco menos de 10% delas envolviam crianças e houve 10 fatalidades pediátricas. Em 2014, eles publicaram uma revisão das mortes em voo. Quatro das 10 crianças que morreram tinham problemas médicos pré-existentes e, em alguns casos, estavam viajando para avaliação ou tratamento médico.Para crianças com problemas pulmonares ou cardíacos, disse Rotta, a atmosfera em um avião pode ser estressante, seca e com uma concentração de oxigênio menor que o normal. Também havia quatro bebês de colo - crianças menores de 2 anos viajando sem assento próprio - sem problemas médicos conhecidos que morreram em voo, e Rotta alertou que as pessoas em aviões frequentemente ignoram as precauções de segurança do sono que praticam em casa. "Em voos de longo curso, um passageiro pode, sem querer, asfixiar um bebê. Também foi sugerido que a menor concentração de oxigênio pode predispor algumas crianças à respiração desordenada e colocá-las em risco de síndrome da morte súbita do lactente (SMSL), disse ele. Em um estudo separado, publicado em 2016, eles identificaram 400 casos de crianças que sofreram ferimentos em voo, disse Rotta. "Eram crianças que embarcavam em um avião saudável". Alguns se machucaram em turbulência, e outros sofreram queimaduras por líquidos quentes derramados, sendo o serviço de refeições um período que requer maior atenção. "Em casa, você nunca passaria uma xícara quente de sopa ou uma refeição quente sobre seu bebê", disse Rotta. Muitos também foram feridos por objetos que caíam do bagageiro ou por carrinhos de serviço que passavam no corredor. Faz sentido que o risco de lesões seja maior se as crianças estiverem sentadas no corredor, disse o Dr. Alves. "As crianças devem voar no assento do meio ou no assento da janela."

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Placeholder - loading - Imagem da notícia Crianças podem tomar suco?

Crianças podem tomar suco?

Preocupações com excesso de açúcar e calorias levaram muitos pais a parar de oferecer suco às crianças. Isso principalmente depois de uma recomendação de 2017 da Academia Americana de Pediatria (AAP), que afirmava que a bebida não oferece benefícios nutricionais aos bebês antes do primeiro aniversário. Crianças ainda mais velhas devem limitar sua ingestão para minimizar o risco de ganho de peso e cárie dentária, de acordo com a academia.Embora a limitação do consumo de açúcar e calorias seja importante, a Dra. Wanda Abreu, pediatra do Hospital Infantil Morgan Stanley, diz que a questão é mais sobre o que o suco geralmente substitui. A especialista deu uma entrevista sobre o assunto para a revista norte-americana Time.O suco contém as mesmas vitaminas e açúcares naturais encontrados em frutas inteiras, mas tem menos fibras, que ajudam na digestão e ajuda na saciedade, explica a médica. Como resultado, o suco acaba sendo mais fácil de consumir do que as frutas inteiras, e fornece uma grande dose de açúcar diretamente na corrente sanguínea - o que pode levar ao ganho de peso.Se a compra de frutas frescas for muito cara ou inconveniente, o Dr. Matt Haemer, especialista em nutrição pediátrica do Hospital Infantil do Colorado, recomenda oferecer versões enlatadas congeladas ou sem açúcar em vez de suco. "Trata-se de estabelecer um padrão de comportamento a longo prazo ... e tentar melhorar o que temos atualmente: uma epidemia de crianças que crescem em nosso país para as quais não é normal comer frutas e legumes", diz ele.Ainda assim, Wanda diz que os pais não devem se sentir culpados se seus filhos beberem um copo ocasional de suco. Os pais devem procurar sucos naturais de frutas, e não sucos industrializados que normalmente contêm açúcares adicionados.E a AAP oferece recomendações por idade: nenhum suco para bebês; não mais do que 120 ml por dia para crianças pequenas; até 180 ml por dia para crianças de 4 a 6 anos; e até 240 ml por dia para crianças mais velhas.Existem melhores opções? Wanda diz que sim. “Mas não vivemos em um mundo perfeito, então você apenas faz o melhor que pode”, pondera a especialista.

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Placeholder - loading - Imagem da notícia Amamentar traz benefícios à mãe e ao bebê

Amamentar traz benefícios à mãe e ao bebê

Alguns estudos já mostraram que a amamentação não só promove benefícios para o bebê, como também ajuda na perda de peso no pós-parto, reduz níveis de colesterol, glicose, pressão alta, riscos de câncer de mama e do ovário nas mães. Agora, a ciência comprova que amamentar pode prevenir também derrames e o desenvolvimento de doenças cardíacas mesmo uma década após o parto.Pesquisadores da Universidade Oxford, na Inglaterra, e da Academia Chinesa de Ciências Médicas, na China, acompanharam quase 300 mil mulheres por oito anos. Aquelas que tinham amamentado corriam um risco 9 por cento menor de desenvolver doenças cardíacas e 8 por cento menor de sofrer derrames.E os benefícios aumentam junto com a duração da amamentação. As mãe que amamentaram seus filhos por até dois anos ou mais diminuíram sua probabilidade de doenças cardíacas em até 18 por cento e de derrames em 17 por cento. De acordo com o estudo, a cada seis meses adicionais de aleitamento, o risco de desenvolver os problemas diminuía em 4 e 3 por cento, respectivamente.“Apesar de não conseguirmos estabelecer a relação entre causa e efeito, os benefícios podem ser explicados pela aceleração do metabolismo que a amamentação promove depois do parto. A gravidez muda o metabolismo da mulher drasticamente enquanto armazena gordura para fornecer energia necessária para o crescimento do bebê e para o leite materno. Amamentar ajuda a eliminar essa gordura de forma mais rápida e completa”, disse Sanne Peters, pesquisador na Universidade Oxford.O leite materno pode ajudar a proteger recém-nascidos de doenças e infecções e é recomendado para, pelo menos, os primeiros seis meses de vida da criança, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para ler mais notícias, curta a página Antena 1 News no Facebook!

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