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    Camila Cabello lança novo álbum, Romance

    Foram quase três meses de puro suspense e promessa de um álbum ainda mais inspirado desde que o primeiro single da nova era de Camila Cabello foi lançado. De lá para cá, a cantora liberou diversas faixas e ressaltou tanto quanto pôde que o intuito deste projeto era falar sobre amor em todas as suas diferentes facetas.  
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    Canções com origens latinas como Liar e Señorita e gêneros experimentais como foi o caso do pop-quase-rock Cry For Me. Camila nos apresentou sua versão romântica com Easy e mais ousada em Shameless. Romance realmente não faltou, mas o que ninguém sabia é que Camila não havia revelado nem metade de sua fonte de inspiração. 
     
    Como é de praxe, o álbum pode ser dividido em duas metades. A primeira delas oferece hits dançantes com ritmos quentes, como é o caso em Should’ve Said It, que fala sobre um arrependimento tardio. Também é nela onde estão as faixas já apresentadas como a ótima Living Proof. Já a segunda metade do álbum é amor em sua forma mais crua e honesta, mas Camila não canta apenas sobre amor correspondido.  
     
    É fato que as melhores canções do álbum estão ali, Feel it Twice e This Love provam o potencial vocal que a cantora nem sempre mostra. Enquanto Dream of You e Used to This têm potencial para se tornarem as favoritas do casal Shawn Mendes e Camila, o grande destaque deve ser dado à First Man, faixa onde a artista canta para seu pai, dizendo que ele sempre será o primeiro homem que a amou. A balada regada a apenas o piano fecha o álbum exatamente da maneira como Camila queria o álbum soasse: com o maior amor do mundo.  
     
    O novo álbum de estúdio de Camila Cabello, Romance, está disponível em todas as plataformas digitais e lojas físicas.  

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    Harry Styles cria novo país em Adore You

    Harry Styles é artista. Não importa qual o gênero musical mais tocado nas rádios, ele cria a própria arte sem se preocupar com estes grandes detalhes que podem – ou não – fazer a diferença no desempenho de seus projetos.  
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    Além disso, seus trabalhos têm um propósito. Tudo é cuidado minuciosamente para que cada parte se encaixa em outra.  
     
    Em Adore You, novo single divulgado por Harry, o ex-membro da banda One Direction canta sobre adorar alguém incondicionalmente. E mesmo sendo uma ótima balada oitentista, a letra ou tema não trazem nada de inovador.  
     
    Mas como apenas uma canção é pouco, o cantor também liberou o clipe oficial do single. E é aí que está a originalidade criativa de Harry. Com mais de sete minutos de vídeo, o público é apresentado à Eroda (Adore ao contrário), um país povoado por seres peculiares e paisagens encantadoras. 
     
    Logo no início, os fãs são convidados a conhecer a rotina pacata de um garoto que, anteriormente, havia decidido esconder sua “peculiaridade” para poder se encaixar na sociedade. Entretanto, após uma experiência bastante... diferente, vemos The Boy indo em direção ao mar, para desbravar novos lugares. O que tudo indica é que veremos mais capítulos desta história em seus próximos vídeoclipes.  
     
    Com mais este single liberado, Harry Styles se prepara para o lançamento de seu segundo álbum solo de estúdio, Fine Line, que tem data marcada para 13 de dezembro. Mais criativamente livre, o cantor tem mostrado mais de sua personalidade em seus últimos singles, revelando um Harry mais divertido e sem preocupações. O som neste segundo projeto, até agora, tem se mostrado fiel às raízes oitentistas, com batidas dançantes e melodia fácil.  
     

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    1 D

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    Kacey Musgraves lança especial de Natal diferente

    As festas de fim de ano estão chegando, época para relembrar as melhores músicas do ano, dar naqueles discos de natal e esperar pelo novo ano. Mas se, assim como Kacey Musgraves, você não aguenta mais os mesmos especiais de natal, o The Kacey Musgraves Christmas Show foi feito sob medida para você!  
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    Recheado de bom humor, a cantora convidou diversas celebridades para ajudá-la a montar seu próprio especial. Lana Del Rey e Camila Cabello são alguns dos nomes mais aguardados desde o primeiro anúncio. 
     
    Cada convidado tem uma música com Kacey e clássicos natalinos não faltam: Let it SnowRibbons and BowsSilent Night e muito mais. Mas Musgraves também aproveita para lançar uma nova canção, Glittery, que é cantada com Troye Sivan durante o especial.  
     
    A vencedora do Grammy por álbum do ano de 2019 ainda conta com os comediantes James Corden e Fred Armisen para sempre manter a energia mais alta possível!  
     
    Sobre o projeto, Kacey diz que ter seu próprio especial de natal sempre foi um sonho distante pois sabe que não costumam fazer muito sucesso. Mesmo assim, em parceria com a Prime Video, a cantora realizou seu sonho.  
     
    “As festas de fim de ano sempre são vistas como algo lindo, grande e simplesmente festivo...Mas nem sempre é assim. Para muitas pessoas, é um período difícil então espero poder levar um pouco de alegria e tentar deixar estes dias mais leves” a cantora contou em entrevista. 
     
    A trilha sonora repleta de convidados especiais já está disponível em todas as plataformas digitais, enquanto The Kacey Musgraves Christmas Show permanece apenas no Prime Video, plataforma de streaming da Amazon. 
     
    Confira o trailer abaixo: 

     

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    4 D

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    Entre Facas e Segredos é o melhor filme do ano?

    São incontáveis os filmes lançados na última década que anunciados como suspense com um resultado trágico. Não apenas em bilheteria, mas também em roteiro e direção. Por esta e tantas outras razões, Entre Facas e Segredos (Knives Out) deve se tornar facilmente uma referência ao gênero pelos próximos anos.  
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    Escrito e dirigido por Rian Johnson, o longa acontece em volta de uma família que tem seu líder – pai, avô e dono da fortuna – morto. Não demora muito para que o acontecimento comece a ser visto como crime e a caça ao assassino se estabeleça.  
     
    Desde o início, personagens estereotipados são apresentados: O filho frustrado por não receber tanta atenção, a ex-nora falida encostada na família, o neto playboy, entre outros. Seria uma lástima se não fosse exatamente a intenção.  
     
    A caça às bruxas se mostra eficiente desde o início e mantém o público como um de seus personagens, é impossível não se envolver no mistério e tentar solucioná-lo o mais rápido possível. Mesmo com mais de duas horas de filme, a trama consegue se balancear de forma gradual e faz cada cena ser essencial, tirando o fôlego de todos os espectadores.  
     
    O humor sagaz e o clima sarcástico também conquistam a audiência, enquanto a trilha sonora causa ansiedade, da forma como deve ser. E claro, a maior ponto alto: A escalação de elenco. Cada um dos personagens se faz presente por algum motivo, não desperdício de talento, mas, como sempre, existem aqueles que se sobressaem.  
     
    Daniel Craig brilha como sempre no papel do detetive Benoit Blanc, e Ana de Armas entrega sua melhor atuação na pele da cuidadora prestativa e atenciosa que pode, ou não, não passar de um disfarce. Já Chris Evans tem seu momento longe da Marvel e se mostra competente o suficiente para atuar em produções mais sérias.  
     
    Facilmente um dos melhores filmes do ano e com roteiro capaz de prender a atenção do início ao fim e reviravoltas a todo momento, Entre Facas e Segredos vai te fazer ficar sentado na ponta da cadeira da sala de cinema e inquieto até que o grande mistério seja revelado: Afinal, quem matou Harlan Thrombey? 

     

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    5 D

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    Uma Segunda Chance Para Amar – Crítica

    Todo mundo conhece filmes de Natal. Não é preciso gabaritar uma longa lista de longas de fim de ano para saber o que, na maior parte das vezes, acontece no final. Entretanto, o problema quase nunca está no clichê, mas sim o modo como é executado. Por isso mesmo Paul Feig e Emma Thompson se uniram para criar a nova comédia romântica de Natal, Uma Segunda Chance para Amar.  
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    No longa dirigido por Feig e escrito por Thompson, Kate (Emilia Clarke) é uma jovem de 26 anos que trabalha em uma loja de produtos natalinos e acaba de passar por um transplante de coração. Um ano após a cirurgia, a personagem de Clarke conhece Tom (Henry Golding), um rapaz que a faz reavaliar o modo como vive. Ao decorrer do longa, algumas dicas são dadas ao público até o grande momento de revelação de um plot twist que nenhum filme natalino havia arriscado antes. 
     
    Com esta exceção, a trama não possui nada extremamente inovador, por isso a responsabilidade de fazer o filme funcionar também cai sobre o casal de protagonistas, que fazem muito bem o trabalho. Porém, com o espírito natalino presente em peso, o filme ganha certa magia a mais.  
     
    A maior novidade aqui é a trilha sonora já que o filme foi criado com as canções natalinas de George Michael como base. Com ênfase para Last Christmas, título da obra em inglês, que quando dissecada, se torna literalmente a história do filme. 
     
    Na companhia da trilha sonora de George Michael e Wham!, o filme acerta ao trazer personagens coadjuvantes brilhantes, como é o caso de Michelle Yeoh que interpreta Santa, a rigorosa chefe de Kate. Seus trejeitos e piadas sarcásticas roubam toda e qualquer cena que a atriz está.  
     
    É claro que recursos bastante usados para arrancar o choro a força do público também estão lá, como a cena de flashbacks (mas sem spoilers!), afinal, no final do dia se trata de um filme natalino. Mas o que torna Uma Segunda Chance para Amar especial é a crueza ao retratar dramas familiares reais e o encanto presente durante todo o longa tanto nos cenários, quanto no elenco e, claro, na trilha sonora clássica de George Michael.  
     
    No final das contas, Uma Segunda Chance para Amar é mais um clichê obrigatório de Natal, mas um dos bons. Com atuações incríveis, em especial Emilia Clarke que não cansa de surpreender em seus trabalhos paralelos a Game Of Thrones, e um elenco cheio de carisma que conquista o público logo de cara. Sem dúvidas, vale o ingresso! 

     

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    1 S

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    Um dia de chuva em Nova York – Crítica

    O lançamento de Um dia de chuva em Nova York, de Woody Allen, foi uma verdadeira novela até acontecer. Com data de estreia marcada para meados de 2018, a polêmica envolvendo o nome do diretor fez com que o lançamento fosse adiado. Após a doação de salário de todo o elenco para o movimento Times Up, era improvável até mesmo que o filme visse a luz do dia.   
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    Para a surpresa de muitos, a estreia aconteceu. Mas será que o longa valeu a pena toda essa espera? Com uma premissa bastante clichê, o filme se passa todo durante um final de semana, quando os universitários Gatsby (Timothee Chalamet) e Ashleigh (Elle Fanning) vão à Manhattan, onde a moça tem uma entrevista marcada com o cineasta Roland Pollard. Não é novidade que Woody Allen usaria mais uma vez a cidade de Nova York como personagem. 
     
    Com uma série de acontecimentos atrasando a entrevista, Ashleigh se descobre em um mundo completamente novo repleto de figuras inalcançáveis em sua mente. Enquanto isso, deixado de lado em um hotel cinco estrelas, Gatsby desbrava uma Nova York desconhecida até então e reencontra a irmã de sua ex-namorada, Chan (Selena Gomez).  
     
    A partir daí já é possível saber para onde o filme vai te levar ao final. O mocinho descobre que na verdade ama a mocinha e deixa a vilã. Seria óbvio demais, mas não existem vilões em Um dia de chuva em Nova York. E é exatamente este o charme do filme, a grande maioria dos personagens são reais até demais, e o ato mais próximo de vilania que temos é a ambição por uma carreira profissional bem-sucedida. 
     
    O único do elenco exceção à essa regra é Chalamet, que decide ir a fundo e mergulhar no método Woody Allen de atuar. Com discursos longos e palavras difíceis, seu Gatsby parece um adolescente de 50 anos vindo diretamente de algumas décadas passadas. Há uma cena em particular onde o jovem toca piano e entoa Everything Happens To Me (canção presente no filme todo. Todo mesmo.) que reforça essa ideia de personagem estereotipado. Não é algo ruim, apenas irreal.  
     
    Apesar disso, sua dinâmica com Gomez flui bem. Gomez que está aqui mais confortável do que já esteve em qualquer outro papel em sua carreia. A atriz não se leva a sério o tempo todo e o resultado é uma personagem de humor ácido, um pouco ressentida, mas empática no nível máximo.  
     
    Mas a real estrela do filme é Elle Fanning, que rouba todas as atenções em cada cena em que aparece. Fanning consegue fazer da moça ingênua do interior, mais que isso. E, é verdade, o roteiro tende a diminuir os personagens em meros estereótipos diversas vezes, mas neste caso a atriz soube (assim como Selena Gomez) como dar mais camadas à Ashleigh do que com certeza lhe foi entregue nos roteiros.  
     
    É preciso assistir com atenção para não cair no mesmo clichê de sempre. Se existe alguma real mensagem em Um dia de chuva em Nova York ela está no modo como os personagens tendem a recorrer ao que a sociedade acha certo, quando, claramente, cada um deles possui paixões muito mais aguçadas e verdadeiras sendo descobertas. Apesar de ter seu final, aparentemente, feito na correria, o resultado ainda é positivo.
     
    No final das contas, o novo longa de Woody Allen dá conta do recado com um elenco que segura o filme com seu carisma. E, apesar do roteiro raso, é um daqueles filmes de sessão da tarde que fazem o trabalho de aquecer o coração.  
     
    Um dia de chuva em Nova York estreia em 21 de novembro nos cinemas brasileiros. Confira o trailer oficial abaixo:  

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    Taylor Swift lança canção que pode ganhar o Oscar

    Não é novidade, tudo o que Taylor Swift toca vira ouro. Com mais de 200 prêmios acumulados, incluindo 10 Grammys, a cantora consegue elevar qualquer composição que chegar até suas mãos.   
    Leia também: As músicas que devem ser indicadas ao Oscar 2020
     
    Mas como a cantora conseguiria chegar até a maior premiação de cinema do mundo? É simples, tudo o que ela precisaria seria um musical adaptado para as telonas. E foi isso o que ela conseguiu. Em meados de 2018, foi anunciado que o aclamado musical da Broadway, Cats, ganharia um filme.  
     
    Pouco tempo após o anúncio do longa-metragem, o elenco começou a ser divulgado e adivinhe? Taylor Swift estava nele. Além dela, nomes como James Corden, Jennifer Hudson e Idris Elba também foram confirmados. 
     
    Mas isso não bastaria, afinal, apenas canções originais podem concorrer ao Oscar. E como já previsto, este não seria um problema para Swift, dona de composições premiadas. Para alavancar suas chances, a cantora se uniu a Andrew Lloyd Webber, compositor com projetos invejáveis em seu currículo, como O Fantasma da Ópera, Jesus Cristo Superstar e... Cats!  
     
    O resultado da parceria resultou em Beautiful Ghosts. Com letra emocionante e performance bastante expressiva e teatral de Swift, a canção não é nada menos que um futuro sucesso já declarado.  
     
    Apesar da música ser interpretada por Francesca Hayward no filme, Taylor Swift fez questão de lançar uma versão em sua voz. Assim, caso a indicação ao Oscar ocorra, ela levará praticamente todo o crédito pelo feito, já que compôs e interpretou a canção.  
     
    Vale lembrar que há anos o Oscar tenta alavancar sua audiência, uma indicação com o nome de Taylor Swift seria o feito ideal para atrair um público maior. Confira abaixo um pouco do processo de produção de Beautiful Ghosts:

     

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    2 S

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    Harry Styles lança a polêmica Watermelon Sugar

    Depois de liberar Lights Up e há poucas semanas do lançamento de seu segundo álbum de estúdio, Harry Styles resolveu dar um novo gostinho de seu próximo projeto: o single Watermelon Sugar.   
    Leia também: Harry Styles libera Lights Up e lança campanha contra suicídio 
     
    Seguindo a linha setentista que o cantor adora, a canção tem tudo para ser seu mais novo hit. Com letra fácil e batida dançante, é difícil não ficar empolgado para saber o que mais Harry nos trará com o lançamento Fine Line.  
     
    Tudo seria apenas rosas se não fosse pelo significado da letra, que têm preocupado os fãs do cantor britânico. Isso porque Watermelon Sugar é o nome usado para um tipo de droga no dicionário urbano inglês. Para atenuar ainda mais o significado, Harry usa o termo junto da palavra “high” usada quando alguém está "chapado".  
     
    O tema agora preocupa fãs, intrigados com o fato do cantor poder estar passando por problemas com drogas. Trechos da canção como “eu não sei se poderia sair de casa sem você / Eu só quero sentir o gosto" atenuam a desconfiança de seu público.  
     
    Mesmo com a polêmica, Harry Styles parece estar tranquilo e apresentou a canção pela primeira vez na televisão americana, no programa de esquetes, Saturday Night Live (SNL). Na performance, o cantor parecia bastante animado, assista abaixo:
     

     Fine Line tem lançamento mundial marcado para 13 de dezembro e contará com 12 faixas, todas co-escritas por Harry.  

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    As Panteras – Crítica

    Desde que foi anunciado, As Panteras se tornou um projeto que todos queriam saber o resultado. Mexer em um projeto já tão bem sucedido parecia arriscado. Mas o momento finalmente chegou. As Charlie’s Angels estão de volta e dessa vez dirigidas, escritas, produzidas e estreladas apenas por mulheres.  
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    A trama, que até então era vista como um reboot do original, logo se mostra na verdade uma continuação nos primeiros minutos. Mas desta vez as Panteras são outras: Sabina (Kristen Stewart) e Jane (Ella Balinska). Contratadas da Townsend Agency, as espiãs são treinadas e lideradas por uma série de agentes, todos chamados Bosley.  
     
    Com uma nova ameaça trazida à tona, a cientista Elena (Naomi Scott) se junta à dupla e também passa a trabalhar para Bosley (Elizabeth Banks). Ao longo do filme, vemos o passo a passo para se tornar uma Pantera e o resultado não poderia ser mais satisfatório. 
     
    Apesar de ter sido subestimado por muito, o longa surpreende de forma explosiva. Nos primeiros minutos a sensação de que aquele será um ótimo filme já se torna presente e se concretiza a cada ato. A diretora, produtora e roteirista Elizabeth Banks acerta em cheio ao não tentar fingir que a franquia original existiu. Muito pelo contrário, apesar do intuito não ser superar seu antepassado, é o que acaba acontecendo.  
     
    Banks sabe quando introduzir tensão e escolhe os momentos certos para plantar as (muitas) piadas. Do outro lado, o elenco segura muito bem a responsabilidade e o trio de protagonistas entrega performances impecáveis. Kristen Stewart mostra seu talento para a comédia, suas piadas funcionam sem pesar na história. A estreante Ella Balinska se mostra uma surpresa mais que agradável em seu primeiro trabalho e mostra seu talento ao equilibrar o lado dramático em um filme de comédia. 
     
    Já Naomi Scott, como a própria Elizabeth Banks já havia dito, é o coração do filme. Em um ano de ouro em sua carreira, Naomi brilha ao interpretar a cientista empolgada Elena e, em questão de minutos, conquista toda a empatia do público.  
     
    Em um geral, o longa se sustenta e mantém o ritmo durante os três atos principais e entretém o público sem esforço. A trilha sonora, toda produzida pela cantora Ariana Grande, também é grande parte do filme, que sabe equilibrar os momentos onde canções são realmente necessárias ou não.  
     
    E quando se pensa ser impossível continuar se surpreendendo, Elizabeth Banks faz jorrar participações especiais que fazem a sala de cinema ficar ainda mais empolgada. Lili Reinhart e Hailee Steinfeld são alguns dos muitos nomes presentes nas cenas pós créditos.  
     
    Sem querer, o novo As Panteras acaba sendo ainda melhor que a franquia original com roteiro melhor adaptado aos dias atuais, mensagem feminista e tantos momentos empoderadores. É impossível sair da sala de cinema decepcionado.  

     

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