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    Dólar passa por correção com alívio externo e cai ante real

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em baixa ante o real nesta terça-feira, em movimento de correção em sintonia com o exterior e após dois dias de forte nervosismo diante da situação turca.

    Às 11:53, o dólar recuava 0,65 por cento, a 3,8718 reais na venda, depois de subir 0,86 por cento na véspera e acumular ganhos de mais de 4 por cento na semana passada.

    Na mínima do dia, a moeda marcou 3,8593 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de cerca de 0,35 por cento.

    'Ainda que a retórica (entre Estados Unidos e Turquia) continue de agressão, os bastidores já operam para tentar solucionar diplomaticamente o problema', escreveu o economista-chefe da gestora Infinity, Jason Vieira.

    Na véspera, o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton, reuniu-se com o embaixador da Turquia nos Estados Unidos para discutir a detenção do pastor norte-americano Andrew Brunson, informou a Casa Branca.

    Também trazia mais alívio o anúncio do banco central turco, que se comprometeu a fornecer liquidez, e o ministro das Finanças do país, Berat Albayrak, que disse que vai realizar uma teleconferência com investidores na quinta-feira, sua primeira desde que assumiu o cargo há quase dois meses.

    O dólar recuava cerca de 5 por cento ante a lira nesta sessão, mas a moeda turca ainda acumulava mais de 40 por cento de perdas neste ano, tendo atingido a baixa histórica de 7,24 ante o dólar na véspera.

    Sobre uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, o dólar era negociado com queda nesta sessão.

    Internamente, os investidores se voltavam ao cenário eleitoral, nesta véspera do término do prazo para registro das candidaturas das chapas à Presidência da República.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 2,4 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar passa por correção com alívio externo e cai ante real

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em baixa ante o real nesta terça-feira, num movimento de correção em sintonia com o exterior e após dois dias de forte nervosismo diante da situação turca.

    Às 10:20, o dólar recuava 0,68 por cento, a 3,8708 reais na venda, depois de subir 0,86 por cento na véspera e acumular ganhos de mais de 4 por cento na semana passada. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,40 por cento.

    'Ainda que a retórica (entre Estados Unidos e Turquia) continue de agressão, os bastidores já operam para tentar solucionar diplomaticamente o problema', escreveu o economista-chefe da gestora Infinity, Jason Vieira.

    Na véspera, o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton, reuniu-se com o embaixador da Turquia nos Estados Unidos para discutir a detenção do pastor norte-americano Andrew Brunson, informou a Casa Branca.

    Também trazia mais alívio o anúncio do banco central turco, que se comprometeu a fornecer liquidez, e o ministro das Finanças do país, Berat Albayrak, que disse que vai realizar uma teleconferência com investidores na quinta-feira, sua primeira desde que assumiu o cargo há quase dois meses.

    O dólar recuava cerca de 5 por cento ante a lira nesta sessão, mas a moeda turca ainda acumulava mais de 40 por cento de perdas neste ano, tendo atingido a baixa histórica de 7,24 ante o dólar na véspera.

    Sobre uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, o dólar era negociado com queda nesta sessão.

    Internamente, os investidores se voltavam ao cenário eleitoral, nesta véspera do término do prazo para registro das candidaturas das chapas à Presidência da República.

    O Banco Central brasileiro realiza nesta sessão leilão de até 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de setembro, no total de 5,255 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe e encosta em R$3,90 com preocupações com Turquia

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com alta nesta segunda-feira e muito próximo do patamar de 3,90 reais com a situação da Turquia mantendo a aversão ao risco nos mercados globais, em especial nos de países emergentes.

    Às 12:04, o dólar avançava 0,73 por cento, a 3,8921 reais na venda, depois de acumular ganhos de mais de 4 por cento na semana passada. Na máxima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,9168 reais. O dólar futuro avançava cerca de 0,75 por cento.

    'A preocupação se refere à exposição de bancos da zona do euro aos títulos turcos. Isso mesmo com o banco central turco estabelecendo medidas emergenciais', afirmou, em relatório, o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

    A lira turca tinha forte baixa frente ao dólar neste pregão, já tendo recuado mais de 40 por cento neste ano, devido às preocupações com a influência do presidente turco, Tayyip Erdogan, sobre a economia, suas repetidas solicitações por taxas de juros mais baixas e o agravamento dos laços com os Estados Unidos.

    Nesta sessão, o banco central turco diminuiu as taxas de depósitos compulsórios para os bancos, além de se comprometer a fornecer liquidez necessária para os bancos e tomar todas as medidas necessárias para manter a estabilidade financeira, mas o mercado seguia nervoso.

    O temor de que a crise turca se espalhe pelos países emergentes fazia com que o dólar subisse frente ao rand sul-africano e ao peso mexicano.

    Em relação ao real, houve ajuste de posições depois que a moeda norte-americana bateu a máxima do dia, com alguns investidores vendendo e levando a divisa para a mínima a 3,8782 reais.

    Fonte do Ministério da Fazenda informou à Reuters nesta manhã que o Brasil está pronto para atuar nos mercados financeiros em caso de excesso de volatilidade em razão da situação turca.

    Com a agenda doméstica esvaziada, os investidores mantinham o foco na cena eleitoral doméstica, nesta semana em que os candidatos à Presidência têm de registrar suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 2,16 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Edição de Patrícia Duarte)

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    Bovespa desaba 2% em dia de aversão a risco no exterior, com balanços e eleição também no radar

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuava mais de 2 por cento nesta sexta-feira, afetado pela aversão a risco no exterior e com uma bateria de resultados corporativos sob os holofotes, incluindo o prejuízo bilionário da BRF, enquanto o panorama político também segue no radar dos investidores.

    Às 12:00, o Ibovespa caía 2,17 por cento, a 77.055,68 pontos. O volume financeiro somava 3,8 bilhões de reais.

    Os mercados globais eram minados nesta sessão pelo tombo da lira turca, em meio a preocupações com a economia daquele país e com a disputa crescente entre a Turquia e os Estados Unidos. Em Wall Street, o S&P 500 caía 0,68 por cento. Na Europa, o dia também era negativo com preocupações sobre contágio dos bancos.

    De acordo com um gestor de uma administradora de recursos do Rio de Janeiro, o gatilho para a aversão a risco parecer ter sido a rápida e acentuada depreciação adicional da lira turca, mas sinais de problemas em vários países e classes de ativos já vinham sendo percebidos.

    'Estes vetores estavam sendo vistos como pontuais e localizados, mas passaram a gerar um contágio maior esta manhã', disse, avaliando que o pano de fundo para este ambiente é a redução da liquidez global.

    Da cena eleitoral, repercutia pesquisa encomendada pela XP Investimentos mostrando pouca evolução do candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, com Jair Bolsonaro, do PSL, ainda liderando as intenções de votos no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    DESTAQUES

    - BRF caía 5,6 por cento, após reportar prejuízo líquido de 1,574 bilhão de reais no segundo trimestre, afetada por fortes perdas com a operações da Polícia Federal envolvendo a empresa e a greve dos caminhoneiros.

    - LOJAS AMERICANAS PN recuava 6,7 por cento, em sessão negativa para setor de varejo como um todo e tendo no radar resultado do segundo trimestre, com queda de 58 por cento no lucro líquido. A sua controlada B2W, que também divulgou balanço, caía 5,9 por cento.

    - NATURA perdia 5,6 por cento, também entre as maiores quedas, tendo de pano de fundo queda de 80,5 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, para 31,8 milhões de reais, afetado por custos relacionados à rede de lojas The Body Shop e despesas financeiras.

    - SABESP caía 7 por cento, tendo também de pano de fundo divulgação de queda de 45 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, para 181,9 milhões de reais, impactado por salto no resultado financeiro negativo do período.

    - BRADESCO PN recuava 3,8 por cento, com o setor bancário como um todo prejudicado pela maior aversão a risco. ITAÚ UNIBANCO PN perdia 3,1 por cento, tendo ainda no radar aprovação pelo Banco Central para a compra de participação na XP Investimentos.

    - PETROBRAS PN cedia 2 por cento, também contaminada pelo viés negativo como um todo, apesar do avanço dos preços do petróleo no exterior.

    - VALE recuava 0,6 por cento, pressionada ainda pela queda no preço do minério de ferro na China.

    - CVC BRASIL tinha alta de 3,7 por cento, entre os poucos ganhos do Ibovespa, após divulgar lucro líquido ajustado de 35,2 milhões de reais no período de abril, uma alta de 63,1 por cento em relação ao segundo trimestre do ano passado considerando dados pro forma.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Dólar salta 1,6% e fecha a R$3,8640 com preocupações com situação turca

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar deu um salto de 1,6 por cento nesta sexta-feira e fechou no maior nível ante o real desde meados de julho, influenciado pela forte aversão ao risco nos mercados internacionais por conta de preocupações com a situação da Turquia.

    O dólar avançou 1,59 por cento, a 3,8640 reais na venda, maior nível desde os 3,8650 reais de 16 de julho. Na máxima, a moeda foi a 3,8753 reais.

    Com o avanço desta sessão, registrou valorização de 4,23 por cento na semana, apagando quase que totalmente o recuo de 4,39 por cento acumulado nas cinco semanas anteriores. O dólar futuro avançava cerca de 1,65 por cento.

    'O movimento da lira turca preocupa praticamente a todos', escreveu a corretora H.Commcor em relatório. 'Os investidores (estão) acionando o 'modo pânico' em meio à preocupação com a solvência daquele mercado', acrescentou.

    O dólar chegou a subir cerca de 20 por cento ante a lira na máxima, com preocupações com a influência do presidente Tayyip Erdogan sobre a política monetária da Turquia e o agravamento das relações com os norte-americanos, que impuseram ainda mais sanções contra o país.

    Erdogan pediu aos turcos que troquem ouro e divisas pela lira para defender a moeda no que chamou de 'batalha nacional', enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a relação de seu país com os turcos 'não está boa neste momento' e que autorizou tarifas mais altas sobre as importações da Turquia.

    Como consequência, o dólar tinha forte alta ante uma cesta de moedas e também sobre divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

    A forte aversão ao risco global acabou deixando em segundo plano, momentaneamente, a cena eleitoral brasileira depois da realização do primeiro debate dos candidatos à Presidência na noite passada, que foi considerado morno.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 1,92 bilhão de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar salta e chega a bater R$3,87 em dia de aversão ao risco no exterior com Turquia

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia 1 por cento nesta sexta-feira, depois de ter batido no patamar de 3,87 reais, em dia de forte aversão ao risco nos mercados internacionais por conta de preocupações com a situação da Turquia, que enfrenta sanções dos Estados Unidos.

    Às 11:56, o dólar avançava 0,96 por cento, a 3,8399 reais na venda, após ir a 3,8723 reais na máxima do dia. Na véspera, a moeda norte-americana já havia subido 1 por cento ante o real. O dólar futuro avançava cerca de 1 por cento.

    'O movimento da lira turca preocupa praticamente a todos', escreveu a corretora H.Commcor em relatório. 'Os investidores acionando o 'modo pânico' em meio à preocupação com a solvência daquele mercado', acrescentou.

    O dólar saltava cerca de 12 por cento ante a lira

    Erdogan pediu aos turcos que troquem ouro e divisas pela lira para defender a moeda no que chamou de 'batalha nacional', enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a relação de seu país com os turcos 'não está boa neste momento' e que autorizou tarifas mais altas sobre as importações da Turquia.

    Como conseguência, o dólar tinha forte alta ante uma cesta de moedas

    A forte aversão ao risco global acabou deixando em segundo plano, momentaneamente, a cena eleitoral brasileira depois da realização do primeiro debate dos candidatos à Presidência na noite passada e considerado morno.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 1,92 bilhão de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe e vai a R$3,80 com exterior e política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia nesta quinta-feira e já no patamar de 3,80 reais, diante da cautela com a cena eleitoral local e seguindo o cenário externo, em ambiente de guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros.

    Às 11:58, o dólar avançava 0,93 por cento, a 3,8007 reais na venda, depois de bater 3,8079 reais na máxima do dia. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,75 por cento.

    'Com mais de 30 por cento dos eleitores com votos brancos e nulos, e os eleitores indecisos, o evento é visto como uma grande oportunidade para candidatos melhorarem seu desempenho', escreveu a corretora XP Investimentos em nota, referindo-se ao primeiro debate entre os candidatos à Presidência nesta noite, na TV Band.

    O mercado tem se mostrado bastante sensível à corrida eleitoral, com candidatos que considera mais voltados a reformas e ajustes fiscais sem ganhar tração na preferência do eleitorado, com destaque para Geraldo Alckmin (PSDB).

    Em duas recentes pesquisas realizadas apenas no Estado de São Paulo, o tucano e ex-governador paulista aparece em empate técnico com o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

    O mercado também não gostou da notícia de que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram na véspera aumento de 16,38 por cento em seus salários a partir de 2019, encaminhando a proposta ao Ministério do Planejamento, o que deverá gerar efeito cascata em todo o Judiciário.

    Caso aprovado, os reajustes podem aumentar as despesas do governo no ano que vem, cuja meta de déficit primário é de 139 bilhões de reais.

    'Aparentemente, os poderes não intuíram a gravidade da situação fiscal brasileira', afirmou o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

    No exterior, o dólar subia ante uma cesta de moedas e também sobre a maioria das divisas de países emergentes, como o peso chileno, diante da percepção de que a intensificação na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China afetaria mais as economias voltadas para a exportação.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 1,68 bilhão de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe e se aproxima do nível de R$3,80 com exterior e política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia nesta quinta-feira e voltava a se aproximar do patamar de 3,80 reais diante da cautela com a cena eleitoral local e seguindo o cenário externo, em ambiente de guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros.

    Às 10:16, o dólar avançava 0,65 por cento, a 3,7904 reais na venda, depois de terminar com leve baixa de 0,03 por cento na última sessão. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,45 por cento.

    'Com mais de 30 por cento dos eleitores com votos brancos e nulos, e os eleitores indecisos, o evento é visto como uma grande oportunidade para candidatos melhorarem seu desempenho', escreveu a corretora XP Investimentos em nota, referindo-se ao primeiro debate entre os candidatos à Presidência nesta noite.

    O mercado tem se mostrado bastante sensível à corrida eleitoral, com candidatos que considera mais voltados a reformas e ajustes fiscais sem ganhar tração na preferência do eleitorado, com destaque para Geraldo Alckmin (PSDB).

    Em duas pesquisas realizadas apenas no Estado de São Paulo, o tucano e ex-governador paulista aparece em empate técnico com o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

    O mercado também não gostou da notícia de que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram na véspera aumento de 16,38 por cento em seus salários a partir de 2019, encaminhando a proposta ao Ministério do Planejamento, o que deverá gerar efeito cascata em todo o Judiciário.

    Caso aprovado, os reajustes podem aumentar em pouco menos de 1 bilhão de reais as despesas do governo no ano que vem, cuja meta de déficit primário é de 139 bilhões de reais.

    'Aparentemente, os poderes não intuíram a gravidade da situação fiscal brasileira', afirmou o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

    No exterior, o dólar subia ante uma cesta de moedas e também sobre a maioria das divisas de países emergentes, como o peso chileno, diante da percepção de que a intensificação na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China afetaria mais as economias voltadas para a exportação.

    O Banco Central brasileiro realiza nesta sessão leilão de até 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de setembro, no total de 5,255 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar cai frente ao real com cena eleitoral

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar era negociado em baixa ante o real nesta quarta-feira, após ter saltado quase 1 por cento na véspera e com os investidores de olho na cena eleitoral após divulgação de mais uma pesquisa de intenção de voto.

    Às 12:12, o dólar recuava 0,65 por cento, a 3,7426 reais na venda, depois de subir 0,98 por cento na última sessão. O dólar futuro recuava cerca de 0,30 por cento.

    Nesta manhã, foi divulgada pesquisa CNT/MDA mostrando que o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, tem 18,9 por cento das intenções de voto no Estado de São Paulo em cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à frente de Geraldo Alckmin (PSDB), que aparece com 15,0 por cento.

    Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, os dois presidenciáveis estão em empate técnico.

    'O mercado viu que os dois (candidatos) estão próximos e que ainda é cedo, é preciso começar a campanha de fato', afirmou o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado.

    Semana passada, pesquisa do Ibope também realizada apenas no Estado de São Paulo mostrou que Alckmin, ex-governador paulista, havia passado à frente do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, embora também estivessem em empate técnico.

    O tucano é o candidato que mais agrada ao mercado por enxergar nele o perfil reformista que considera necessário para a economia. Há expectativas entre os investidores de que Alckmin ganhará tração após fechar acordo com partidos do blocão, garantindo maior tempo na campanha televisiva, e escolher a senadora Ana Amélia (PP) como sua vice.

    O mercado também monitorava o cenário internacional, onde o dólar tinha pequena baixa ante uma cesta de moedas e leves variações sobre algumas divisas de países emergentes.

    O noticiário sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China continuava a ser abastecido. Nesta quarta-feira, Pequim anunciou que vai impor tarifas adicionais de importação de 25 por cento sobre 16 bilhões de dólares em produtos norte-americanos, como resposta à mesma medida tomada pelos EUA na véspera.

    'Deve-se ponderar que investidores seguem cada vez mais resilientes a essa situação, indicando maior maturidade e paciência no que tange ao tema, dado que o desfecho e futuros impactos dessa disputa ainda são de delicada análise', escreveu a H.Commcor Corretora.

    Mais cedo, saíram os dados da balança comercial chinesa, que superaram as previsões, boas notícias para as autoridades que buscam amenizar o impacto da disputa comercial com os Estados Unidos.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 1,44 bilhão de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe ante real com exterior; melhora humor com cena política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta ante o real nesta segunda-feira, influenciado pela trajetória da moeda norte-americana no exterior em meio a mais temores com a guerra comercial global, mas o maior otimismo com a cena política local compensando parte desse movimento.

    Às 12:00, o dólar avançava 0,49 por cento, a 3,7252 reais na venda, depois de cair 1,32 por cento na última sessão. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,55 por cento.

    'A pesquisa Ibope garantiu uma abertura (dos negócios) em baixa. Mas... com o exterior subindo, o mercado aproveitou os preços atrativos e se posicionou', afirmou o diretor-superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva.

    Logo nos primeiro minutos deste pregão, o dólar chegou a cair para 3,6908 reais, na mínima do dia e atraindo compradores. Na máxima, bateu em 3,7337 reais.

    Os investidores respiravam aliviados após pesquisa Ibope realizada apenas no Estado de São Paulo mostrar que o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, passou à frente do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, na preferência dos eleitores paulistas na disputa pelo Palácio do Planalto, mas os dois seguiam em empate técnico.

    Alckmin é visto pelos mercados como um político mais comprometido com reformas e ajustes fiscais. O tucano conseguiu o apoio dos partidos do blocão e escolheu a senadora Ana Amélia (PP-RS) como sua candidata a vice, nome que também agrada aos investidores.

    A cena política eleitoral no Brasil ganhou contornos mais definidos neste fim de semana, quando acabou o prazo para os partidos fecharem suas coligações.

    Bolsonaro escolheu o general Hamilton Mourão seu vice na disputa à Presidência da República, enquanto que a Executiva Nacional do PT definiu o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice na chapa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas apontou a até então candidata do PCdoB, Manuela D'Ávila, como futura vice a partir do momento em que a situação jurídica de Lula se resolver.

    No exterior, o sentimento era de cautela, com o dólar subindo frente a uma cesta de moedas fortes em meio à retórica de guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais.

    A moeda norte-americana também avançava ante divisas de países emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 960 milhões de dólares do total que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe ante real com exterior, mas cena política local alivia

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta ante o real nesta segunda-feira, influenciado pela trajetória da moeda norte-americana no exterior em meio a mais temores com a guerra comercial global, mas o maior otimismo com a cena política local segurava parte desse movimento.

    Às 10:21, o dólar avançava 0,37 por cento, a 3,7209 reais na venda, depois de cair 1,32 por cento na última sessão. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,40 por cento.

    'A pesquisa Ibope garantiu uma abertura (dos negócios) em baixa. Mas... com o exterior subindo, o mercado aproveitou os preços atrativos e se posicionou', afirmou o diretor-superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva.

    Logo nos primeiro minutos deste pregão, o dólar chegou a cair para 3,6908 reais, na mínima do dia e atraindo compradores.

    Os investidores respiravam aliviados após pesquisa Ibope realizada apenas no Estado de São Paulo mostrar que o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, passou à frente do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, na preferência dos eleitores paulistas na disputa pelo Palácio do Planalto, mas os dois seguiam em empate técnico.

    Alckmin é visto pelos mercados como um político mais comprometido com reformas e ajustes fiscais. O tucano conseguiu o apoio dos partidos do blocão e escolheu a senadora Ana Amélia (PP-RS) como sua candidata a vice, nome que também agrada aos investidores.

    A cena política eleitoral no Brasil ganhou contornos mais definidos neste fim de semana, quando acabou o prazo para os partidos fecharem suas coligações.

    Bolsonaro escolheu o general Hamilton Mourão seu vice na disputa à Presidência da República, enquanto que a Executiva Nacional do PT definiu o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice na chapa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas apontou a até então candidata do PCdoB, Manuela D'Ávila, como futura vice a partir do momento em que a situação jurídica de Lula se resolver.

    No exterior, o sentimento era de cautela, com o dólar subindo frente a uma cesta de moedas fortes em meio à retórica de guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais.

    A moeda norte-americana também avançava ante divisas de países emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano.

    O Banco Central brasileiro realiza nesta sessão leilão de até 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de setembro, no total de 5,255 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Por Claudia Violante)

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    Dólar tem forte queda e vai abaixo de R$3,80 com cena eleitoral e exterior

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em queda firme e abaixo dos 3,80 reais nesta sexta-feira, com os investidores respirando mais aliviados diante da cena eleitoral doméstica e sob influência do exterior.

    Às 11:58, o dólar recuava 1,66 por cento, a 3,7808 reais na venda, depois de tocar a mínima de 3,7586 reais da sessão, com mais de 2 por cento de queda. O dólar futuro caía cerca de 1,30 por cento.

    O alívio veio após notícias de que líderes dos partidos do blocão, grupo formado por DEM, PP, PRB, PR e Solidariedade, decidiram fechar apoio ao pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, mas a formalização do apoio depende ainda do 'dever de casa' a ser feito pelas partes. Se concretizado, o apoio garante ao tucano bom espaço nas propagandas na TV.

    Alckmin é visto pelo mercado financeiro como um político mais comprometido com os ajustes fiscais. Até então, as notícias indicavam que o blocão estava pendendo para Ciro Gomes, pré-candidato do PDT nas eleições de outubro.

    'O apoio não significa vitória de Alckmin, nem muda de imediato seu desempenho, mas traz uma perspectiva mais animadora ao investidor e aos mercados', afirmou o operador de câmbio da Advanced Corretora Alessandro Faganello.

    A notícia do apoio a Alckmin acabou levando muitos investidores que estavam comprados em dólar (apostas na valorização da moeda norte-americana) a zerarem posições, o que fez a moeda bater a mínima na casa de 3,75 reais mais cedo. Mas a cautela não foi totalmente deixada de lado.

    'Entre a eleição e a Presidência tem um cara que é o eleitor', afirmou o gestor de uma corretora estrangeira. 'Se o acordo tiver efeito prático (resultar em intenção de votos), o mercado pode melhorar muito', acrescentou.

    O recuo do dólar ante outras moedas no mercado internacional era outro fator que contribuía para a trajetória doméstica. A divisa norte-americana tinha forte baixa ante uma cesta de moedas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressar preocupação com uma moeda mais forte.

    O dólar também caía ante moedas de países emergentes, como o peso chileno.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 9,8 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

    (Edição de Patrícia Duarte)

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