alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE manha

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem leves oscilações ante real de olho no exterior

    Dólar tem leves oscilações ante real de olho no exterior

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com pequenas oscilações ante o real neste último pregão de novembro, com a formação da taxa Ptax de final de mês deixando o mercado mais técnico na primeira metade do dia, mas com o exterior de pano de fundo, diante das expectativas com o G20, na Argentina.

    O mercado aguarda o desfecho do encontro entre os presidentes dos Estados Unidos e da China no final de semana, com esperança de algum acordo comercial entre as partes que alivie as preocupações com o crescimento global.

    Às 10:02, o dólar recuava 0,09 por cento, a 3,8539 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em alta de 0,43 por cento, a 3,8575 reais. O dólar futuro tinha alta de 0,45 por cento.

    'Passada a formação da Ptax, mercado pode colar no mercado externo e também focar o noticiário local', resumiu o presidente da BeeTech, Fernando Pavani.

    A taxa Ptax de final de mês é usada para a liquidação de muitos derivativos cambiais e sua formação de preço acaba colocando numa 'briga' os investidores que apostam na alta e os que apostam na baixa.

    Na véspera, já houve pressão no dólar por conta da formação dessa taxa, o que fez com que a moeda fechasse no Brasil na contramão no exterior, onde predominou a indicação 'dovish' do chairman do Federal Reserve, banco central norte-americano, Jerome Powell, de que a trajetória dos juros nos Estados Unidos pode ser interrompida antes do inicialmente previsto.

    A ata do último encontro de política monetária do Fed, divulgada depois do fechamento do dólar aqui, acabou corroborando a fala de Powell, embora tenha confirmado mais um aumento em dezembro.

    As expectativas estão voltadas nessa sessão para o encontro do G20, onde Trump pode enfim chegar a um acordo ou ao menos aliviar a retórica usada com a China e tranquilizar o nervosismo dos investidores, sobretudo com o crescimento mundial.

    'As incertezas sobre a questão comercial entre os dois países pairam como uma 'nuvem negra'', escreveu o analista-chefe de mercados da corretora do Reino Unido CMC, Michael Hewson.

    'Um resultado positivo seria uma promessa [de Trump] de atrasar um novo aumento de tarifas em janeiro, com vistas a novas discussões. Novas escaladas de taxações não seriam bem-vindas, dada a desaceleração já observada na maioria dos indicadores econômicos globais.'

    No exterior, o dólar operava com pequena em alta ante a cesta de moedas e também ante as divisas de países emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano.

    Internamente, os investidores aguardavam novidades sobre a votação do projeto de lei da cessão onerosa, ainda sem acordo.

    O Banco Central anunciou na véspera que iniciará na próxima segunda-feira a rolagem do vencimento de janeiro em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, com oferta de 13.830 contratos.

    Segundo nota da autoridade monetária, o calendário de leilões será mais enxuto, com a conclusão da rolagem até o dia 21 do mês que vem. Vencem em janeiro 10,4 bilhões de dólares em contratos de swap cambial. O estoque total do BC totaliza 68,9 bilhões de dólares.

    2

    0

    21

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem leves oscilações ante real dividido entre exterior, Ptax e cena política local

    Dólar tem leves oscilações ante real dividido entre exterior, Ptax e cena política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com leves oscilações ante o real nesta quinta-feira, dividido entre o exterior benéfico em dia de força das divisas emergentes e a cautela local com o novo adiamento da votação da cessão onerosa no Senado, com alguma volatilidade por conta da formação da Ptax de final de mês.

    Às 12:06, o dólar avançava 0,25 por cento, a 3,8505 reais na venda, depois de acumular perda de quase 2 por cento nos dois pregões anteriores.

    Na mínima, a moeda foi a 3,8331 reais e, na máxima, a 3,8745 reais. O dólar futuro rondava a estabilidade

    'Os dados dos EUA fizeram a moeda perder força aqui...o exterior se sobrepôs ao local', explicou um operador de derivativos de um banco local.

    O núcleo do índice de preços PCE dos Estados Unidos, principal medida acompanhada pelo banco central do país, ficou abaixo do esperado ao subir 0,1 por cento em outubro, indicando que a pressão inflacionária no país diminuiu.

    Essa leitura reforça ainda mais o discurso 'dovish' da véspera do chairman do Fed, Jerome Powell, sinalizando que os aumentos de juros nos EUA podem ser menos intensos do que se esperava inicialmente.

    Mais cedo, a cena local se sobrepôs ao exterior, onde as divisas emergentes se fortalecem ainda ecoando a fala de Powell da véspera.

    'Temos um ajuste técnico após duas quedas, influenciado pela briga pela Ptax e ainda pelo novo capítulo da cessão onerosa', disse mais cedo um profissional da mesa de derivativos de uma corretora estrangeira.

    Ele se referia ao novo adiamento da votação, pelo Senado, do projeto de lei da cessão onerosa. Na véspera, o presidente da Casa, Eunício Oliviera (MDB-CE), disse que ainda não há entendimento. Integrantes do atual e do futuro governo discutem uma maneira de dividir parcela dos recursos a serem obtidos com a aprovação do projeto entre Estados e municípios.

    Segundo Eunício, ainda há resistências por parte do governo atual, por entender que a medida poderia ferir o chamado teto de gastos.

    'O risco de o projeto de lei não poder ser alterado via MP poderia levar a alterações via emendas, o que levaria a atrasos para sua aprovação dado que o projeto retornaria à Câmara', acrescentou a corretora XP Investimentos.

    O leilão do pré-sal poderia gerar receita de até 130 bilhões de dólares para a União, o que ajudaria o novo governo no difícil trabalho de ajuste fiscal, que só será efetivo se o governo também conseguir aprovar a reforma da Previdência.

    O movimento do dólar também era influenciado pela formação da taxa Ptax de final de mês, usada na liquidação de diversos derivativos cambiais, o que já trazia volatilidade aos negócios.

    No fim do dia, será divulgada a ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve, o que também pode adicionar cautela ao longo da sessão.

    O Banco Central vendeu nesta sessão os 13,14 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares, que faltavam para concluir a rolagem de 12,217 bilhões de dólares que vencem em dezembro.

    Em janeiro, segundo dados do site da autoridade monetária, vencem 10,373 bilhões de dólares em contratos de swap cambial tradicional.

    'Acredito que o BC deve repetir o comportamento dos meses anteriores e logo anunciar que pretende fazer a rolagem integral desses contratos', disse o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo.

    Ainda nesta sessão o Banco Central fará seu terceiro leilão de linha, desta vez para rolagem do total de 1,25 bilhão de dólares que vencem em 4 de dezembro. Nos dois anteriores, injetou novos recursos.

    0

    0

    12

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Treinar de manhã pode ser muito positivo

    Treinar de manhã pode ser muito positivo

    Há diversos estudos que abordam o tema. Mas, segundo o treinador e dono de uma academia, Sergio Pedemonte, que vive em Toronto, no Canadá, optar por realizar exercícios físicos na primeira parte do dia beneficia e muito os praticantes em diversos aspectos. A sua opinião foi publicada pelo canal canadense ''Global News’’. Confira as razões apontadas por ele:

    1- O praticante tende a não abandonar o treino

    Se alguém espera até a noite para se exercitar, há grandes chances de não fazer isso. “Eu observei os clientes e a maioria tende a faltar na academia a noite, bem mais do que de manhã. Um longo dia, muitas vezes, leva a pessoa a encontrar desculpas para não cumprir com o planejado’’, coloca.

    2-     É menos interrompido

    Para o profissional, pessoas que realizam a prática de manhã tendem a ser menos impactadas por distrações do meio externo.

    De acordo com o profissional, o telefone toca mais depois das oito da manhã, horário em que a maioria já terminou o compromisso com a academia e está no trabalho. Já se alguém treina depois disso, é normal, receber ligações profissionais e pessoais durante esse período, o que torna mais difícil conseguir se concentrar. Principalmente, depois de pausar a atividade, fica mais complicado retomar o foco, com isso, muitas pessoas vão perdendo a motivação.

    3-     Sente-se mais produtivo

    Estudos têm mostrado que quem treina de manhã se sente mais produtivo ao longo do dia. No geral, os indivíduos se sentem mais focados e isso ajuda, não só no treino, como ao longo do dia.

    4-     O metabolismo é impulsionado

    Depois de malhar, o ser humano obtém algo chamado EPOC (excesso de consumo de oxigênio pós-exercício), quando o corpo está queimando mais calorias do que o usual. Isso vai ajudar em processos como o digestório e impulsionar o metabolismo.

    5-     As energias são ampliadas

    De acordo com a expertise do canadense, ao treinar de manhã é possível encontrar mais razões que deixem as manhãs mais agradáveis e um nobre motivo para permanecer acordado. Pois malhar nesse horário pode fornecer um impulso de energia. “Isso oferece energia para o resto do dia, porque aumenta o fluxo sanguíneo através do corpo, portanto, faz as pessoas se sentirem mais alertas e conscientes'', finaliza.

     

    0

    0

    35

    3 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem leves oscilações ante real monitorando exterior antes de Fed e noticiário político local

    Dólar tem leves oscilações ante real monitorando exterior antes de Fed e noticiário político local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com leves oscilações ante o real nesta quinta-feira monitorando o cenário externo, em dia de decisão de política monetária do Federal Reserve, e com os investidores à espera de novidades sobre a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro e a reforma da Previdência.

    O dólar recuou 0,50 por cento, a 3,7395 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em queda de 0,50 por cento, a 3,7395 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,20 por cento.

    'A eleição de meio de mandato nos Estados Unidos foi boa para reduzir o ímpeto de o Fed subir os juros. Embora a reunião de hoje seja menos importante porque não se espera aumento das taxas, é importante porque o mercado quer saber o que o banco central vai escrever', explicou o diretor da consultoria de valores mobiliários Wagner Investimentos José Faria Júnior.

    Na terça-feira, eleições parlamentares nos Estados Unidos garantiram o comando da Câmara dos Deputados ao Partido Democrata, enquanto os republicanos de Donald Trump garantiram a continuidade de seu domínio no Senado.

    Dessa forma, é esperado que Trump tenha dificuldades, por exemplo, de implementar uma nova rodada de corte de impostos, o que poderia fazer com que o Federal Reserve tivesse mais trabalho em assegurar a inflação sob controle. Por ora, o Fed prevê pelo menos 5 altas de juros até o início de 2020, com um aumento em dezembro, três em 2019 e o último no início do ano seguinte.

    Essa trajetória pode ser mais suave ou, pelo menos, não ter necessidade de ser reforçada com o novo quadro político dos EUA.

    O dólar operava em alta ante a cesta de moedas

    Internamente, os investidores continuavam acompanhando o noticiário político, à espera novidades sobre a reforma da Previdência e também a formação do novo governo.

    A notícia de que o governo poderá promover alterações na Previdência por meio de medidas infraconstitucionais, ou seja, sem serem emendas à Constituição, teve uma leitura positiva pelos agentes.

    'O (presidente Michel) Temer deveria ter feito isso há muito tempo. As medidas infraconstitucionais não dependem de maioria', avaliou Faria Júnior, para quem essa notícia juntamente com a aprovação da urgência para cessão onerosa ajudam a aliviar a pressão no dólar.

    Na véspera, os Senadores aprovaram requerimento que confere o regime de urgência para projeto de lei que promete viabilizar a realização de um mega leilão de áreas para a produção de petróleo do pré-sal.

    Por outro lado, também aprovaram reajuste de 16,38 por cento para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com impacto bilionário nas contas públicas.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,6 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de 12,217 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    0

    0

    17

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar cai ante real com expectativa de vitória de Bolsonaro e exterior fica em segundo plano

    Dólar cai ante real com expectativa de vitória de Bolsonaro e exterior fica em segundo plano

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em queda ante o real nesta sexta-feira, com duas novas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República conhecidas nesta sexta-feira relativizando os números do Datafolha da véspera, que mostraram distância menor entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

    Com a expectativa de vitória de Bolsonaro --candidato favorito dos mercados -- os investidores deixavam em segundo plano o cenário externo, que amanheceu com maior aversão ao risco e contou ainda com dados mais firmes do que o previsto da economia norte-americana, sustentando o avanço do dólar ante outras divisas.

    Às 11:02, o dólar recuava 0,73 por cento, a 3,6763 reais na venda, depois de encerrar na véspera em queda de 1,15 por cento, a 3,7033 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,62 por cento.

    'O mercado olha que não dá tempo de Haddad tirar a quantidade de votos necessária para vencer', comentou o economista-chefe do Banco Confidence, Robério Costa, ao destacar que a pesquisa Datafolha, entretanto, pesou negativamente no início do negócios, quando o dólar chegou a subir. Os levantamentos XP/Ipespe e Crusoé/Empiricus/Paraná, divulgados nesta manhã, contudo, mostraram números melhores para Bolsonaro, levando uma reversão do movimento.

    Segundo o Datafolha, a distância entre Bolsonaro e Haddad caiu 6 pontos em uma semana, para 12 pontos. Além disso, a rejeição a Bolsonaro variou para 44 por cento, de 41 por cento, enquanto a de Haddad oscilou para 52 por cento, de 54 por cento.

    O levantamento XP/Ipespe manteve distância de 16 pontos entre ambos, enquanto a Crusoé/Empiricus/Paraná também manteve praticamente inalterada a distância de 21 pontos.

    No exterior, o dólar subia com a aversão ao risco voltando a predominar nesta sessão, após balanços mais fracos da véspera nos Estados Unidos, e com preocupações com questões como o orçamento italiano, Brexit e crescimento da China.

    'Tem vários focos de tensão no mundo', disse Costa, acrescentando que 'é de se esperar uma volatilidade muito grande'. 'O mercado está muito sensível', concluiu.

    Os números do PIB norte-americano do terceiro trimestre vieram mais fortes do que o previsto, mostrando que a maior economia do mundo continua pujante e levando o dólar a ampliar a alta ante uma cesta de moedas.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de novembro, no total de 8,027 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    0

    0

    31

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar firma alta ante real com exterior enquanto aguarda eleição

    Dólar firma alta ante real com exterior enquanto aguarda eleição

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar firmou trajetória de alta ante o real nesta quarta-feira, acompanhando o cenário de maior aversão ao risco no mercado internacional, enquanto investidores aguardam o desfecho da eleição presidencial doméstica no próximo domingo.

    Às 12:14, o dólar avançava 0,88 por cento, a 3,7294 reais na venda, depois de marcar a máxima de 3,7296 reais. Na mínima, mais cedo, atingiu 3,6827 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,8 por cento.

    'Mesmo com alguns dados mais fracos nos EUA, lá fora o mercado está mais avesso ao risco, o que manteve as compras por aqui', resumiu um profissional da mesa de câmbio de uma corretora local.

    Indicadores da economia norte-americana mais fracos do que o previsto poderiam aliviar a cautela, já que podem significar um ritmo não tão forte de aumento de juros pelo Federal Reserve, banco central norte-americano.

    Destaque para as vendas de novas moradias, que recuaram em setembro para perto da mínima de dois anos, ao recuarem 5,5 por cento ante o mesmo mês de 2017, para 553 mil unidades.

    Em meio às preocupações com crescimento econômico global, orçamento italiano e isolamento da Arábia Saudita após a morte de um jornalista, os investidores ainda se depararam nesta quarta-feira com a notícia de que bombas foram enviadas a Hillary Clinton, ao ex-presidente dos EUA, Barack Obama, e também à CNN.

    O dólar subia ante a cesta de moedas e ante a maioria das divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano, influenciando também a alta local.

    No início do dia, a moeda chegou a cair ante o real, com o exterior mais tranquilo e os investidores esperando o desfecho eleitoral.

    'O dólar deve passar os próximos dias de lado, entre 3,65-3,70, esperando o resultado das eleições, domingo', avaliou naquele momento a estrategista de câmbio do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte, para quem a pesquisa Ibope da véspera, apesar de reduzir um pouco a distância entre o líder e Fernando Haddad (PT), ainda mostra grande vantagem, com difícil reversão para o PT.

    O levantamento mostrou que Bolsonaro está com 57 por cento dos votos válidos, contra 43 por cento do adversário, de 59 a 41 por cento na pesquisa anterior.

    Além disso, a rejeição ao capitão da reserva subiu para 40 por cento, de 35 por cento, enquanto em relação a Haddad caiu a 41 por cento, de 47 por cento, o que ajudou a puxar uma tímida correção no início do dia.

    'Se realmente for confirmada a vitória de Bolsonaro, que é o cenário mais provável, pode ter um rali na segunda-feira e, depois, ... volta à vida normal', acrescentou Fernanda.

    De todo o modo, os investidores monitoram o noticiário político, sobretudo em busca de informações 'positivas' sobre o provável novo governo, no que diz respeito, principalmente, ao ajuste fiscal.

    Na véspera, o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que Bolsonaro, uma vez eleito, pretende definir os nomes de seus ministros e presidentes de estatais em até 30 dias pós-eleição. Além disso, afirmou que não está descartada a manutenção de Ilan Goldfajn na presidência do Banco Central.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 7,7 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 6,545 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    Profissionais ouvidos pela Reuters informaram que o recuo recente do dólar abriu espaço para uma discussão sobre a redução do estoque de swap, mas avaliam que a autoridade monetária pode esperar um cenário mais claro pós-eleição para se decidir.

    0

    0

    19

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bovespa recua com declarações de Bolsonaro e exterior endossando realização de lucros

    Bovespa recua com declarações de Bolsonaro e exterior endossando realização de lucros

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuava quase 2 por cento nesta quarta-feira, com as declarações do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) sobre a reforma da Previdência e a privatização da Eletrobras servindo de argumento para um movimento de realização de lucros, enquanto agentes financeiros esperam pesquisa Datafolha no final do dia.

    Notícia envolvendo o principal o conselheiro econômico de Bolsonaro em investigações sobre fraudes com fundos de pensão de estatais era mais um fator para as vendas, assim como o exterior desfavorável, após a bolsa abrir a semana com a maior alta em mais de dois anos.

    Às 11:18, o Ibovespa caía 1,88 por cento, a 84.471,69 pontos. O volume financeiro somava 3,65 bilhões de reais.

    Na véspera, o índice de referência do mercado acionário brasileiro fechou estável, mas na segunda-feira registrou a maior alta diária em mais de dois anos, após votação expressiva de Bolsonaro no primeiro turno da eleição presidencial, que disputará em segundo turno com Fernando Haddad, do PT, no próximo dia 28.

    'As declarações recentes do candidato (Jair Bolsonaro) e do seu principal articulador político, o deputado Onyx Lorenzoni, indicam menor ímpeto privatizante do que Paulo Guedes propagandeava e levantam dúvidas sobre a viabilidade das principais reformas', disse o economista-chefe da Rio Bravo Investimentos, Evandro Buccini.

    Na véspera, Bolsonaro disse acreditar que a proposta da Previdência do governo de Michel Temer como está 'dificilmente vai ser aprovada' e que buscará aprovar uma reforma que tenha aceitação do Parlamento e que a população entenda como sendo justa e necessária.

    Cotado para assumir o Ministério da Casa Civil em um eventual governo Bolsonaro, o deputado reeleito Onyx Lorenzoni (DEM-RS) disse na terça-feira que o presidenciável, se eleito, não vai apoiar a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo do presidente Michel Temer.

    'Temos motivos para certa cautela em um primeiro momento, mas o foco mesmo está na pesquisa Datafolha a ser divulgada hoje à partir das 19 horas, a qual tende a trazer importantes atualizações para o segundo turno', escreveu a equipe da corretora H.Commcor, em relatório a clientes.

    No exterior, as bolsas norte-americanas e europeias recuavam, em meio ao avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA após dados mais fortes de preços ao produtor e apreensões sobre o crescimento global. Em Nova York, o S&P 500 cedia 0,67 por cento.

    DESTAQUES

    - ELETROBRAS ON e ELETROBRAS PNB recuavam 13,2 e 13,62 por cento após Bolsonaro afirmar em entrevista à Band TV que tem resistências em relação à privatização na companhia, citando a área de geração de eletricidade. Ele comentou que, se for eleito, no setor de energia elétrica 'a gente não vai mexer'.

    - CEMIG PN perdia 3,65 por cento, em um movimento de realização de lucro, após fortes ganhos no começo da semana, que foram embalados por expectativa de privatização da estatal mineira, após o resultado do primeiro turno das eleições para o governo de Minas Gerais.

    - MRV tinha queda de 4,06 por cento, após divulgar Na noite da véspera queda de 6,6 por cento nas vendas contratadas do terceiro trimestre ante mesmo período de 2017, a 1,445 bilhão de reais, embora a geração de caixa da companhia tenha dobrado, impulsionada por recebimentos de vendas anteriores. [nL2N1WP1V7

    - GOL PN caía 6,54 por cento, também penalizada pelo movimento de realização de lucros no pregão, conforme o dólar avançava mais de 1 por cento em relação ao real.

    - PETROBRAS PN cedia 3,39 por cento, corrigindo altas recentes, em meio ao ambiente mais adverso na bolsa paulista após declarações de Bolsonaro e tendo como pano de fundo a queda do petróleo no exterior.

    - SUZANO subia 2,56 por cento, encontrando na valorização do dólar ante o real suporte para se recuperar, assim como outras ações do setor de papel e celulose.

    0

    0

    28

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar recua e vai abaixo R$3,75 com investidores animados por desempenho de Bolsonaro no 1º turno

    Dólar recua e vai abaixo R$3,75 com investidores animados por desempenho de Bolsonaro no 1º turno

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar tinha forte queda e chegou a operar abaixo de 3,75 reais nesta segunda-feira, com os investidores animados diante da votação expressiva de Jair Bolsonaro (PSL) no primeiro turno da eleição presidencial já que enxergam nele um perfil mais reformista.

    Às 10:23, o dólar recuava 2,55 por cento, a 3,7585 reais na venda, depois de ter batido na mínima da sessão 3,7094 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 2,2 por cento.

    Na sexta-feira, a moeda terminou com recuo de 1 por cento, a 3,8570 reais, tendo encerrado a semana com queda acumulada de 4,46 por cento, o maior recuo semanal desde março de 2016.

    'O desempenho de Bolsonaro no primeiro turno o mantém como favorito na disputa, seja pela votação recebida --muito próxima dos 50 por cento-- seja pelo quadro das disputas nos Estados ou ainda pela equiparação de armas na campanha de segundo turno', escreveu a corretora XP investimentos.

    Com 99,99 por cento das seções eleitorais apuradas, Bolsonaro recebeu 46,03 por cento dos votos válidos enquanto o petista Fernando Haddad, que vai disputar com ele o segundo turno, ficou com 29,28 por cento do total.

    Bolsonaro conseguiu transformar seu partido, o até então nanico PSL, em uma potência parlamentar, provocando uma mudança sísmica. O PSL deve ficar com 51 cadeiras na Câmara dos Deputados, de 513 assentos, de acordo com projeção da XP Investimentos, ficando atrás apenas do PT, de Haddad, que deve ter 57 vagas.

    'Parte da animação do mercado advém na renovação do Congresso. Essa renovação, independentemente da sigla partidária, dá esperança ao povo', disse o diretor de operações da Mirae, Pablo Syper, para quem, no entanto, a volatilidade deve continuar alta até o desfecho das eleições, com as pesquisas ainda ditando o humor do mercado.

    A preferência no mercado financeiro por Bolsonaro é apoiada no seu coordenador econômico, o economista liberal Paulo Guedes. Em entrevista à rádio Jovem Pan nesta manhã, o candidato disse que a ideia é que ambos andem juntos.

    O mercado doméstico, assim, operava na contramão do exterior, onde o dólar subia ante a cesta de moedas e ante as divisas de países emergentes.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de novembro, no total de 8,027 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    0

    0

    22

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Ibovespa dispara acima de 85 mil pts com fortalecimento de Bolsonaro em corrida eleitoral

    Ibovespa dispara acima de 85 mil pts com fortalecimento de Bolsonaro em corrida eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa começou a quarta-feira disparando acima dos 85 mil pontos, após nova pesquisa eleitoral reforçar o momento mais favorável a Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial, ao mesmo tempo em que mostrou aumento da rejeição ao petista Fernando Haddad, endossando especulações no mercado de uma possível vitória do candidato de direita no primeiro turno.

    Às 11:00, o índice de referência do mercado acionário brasileiro subia 2,95 por cento, a 84.015,81 pontos, em movimento liderado por papéis de companhias com controle estatal. Na máxima, subiu 4,69 por cento, a 85.441,79 pontos. O volume financeiro já somava 6,6 bilhões de reais.

    'O mercado está reagindo ao melhor desempenho de Bolsonaro combinado com certo enfraquecimento de Haddad, particularmente o aumento da rejeição, apurados nas pesquisas Ibope e Datafolha dessa semana', afirmou o gestor Marco Tulli, da mesa de Bovespa da corretora Coinvalores, em São Paulo.

    'Os números corroboram expectativas de vitória de Bolsonaro no segundo turno e já há alguns apostando que ele vence neste domingo', disse.

    Pesquisa Datafolha conhecida na noite de terça-feira mostrou Bolsonaro com 32 por cento das intenções de voto, enquanto o candidato do PT registrou 21 por cento. No levantamento anterior do Datafolha, divulgado na sexta-feira, o presidenciável do PSL tinha 28 por cento e o petista registrava 22 por cento. Sondagem Ibope conhecida na segunda-feira a noite mostrou o mesmo movimento.

    A pesquisa Datafolha também mostrou um salto na rejeição de Haddad. O percentual dos que afirmam que não votariam no petista de jeito nenhum, de acordo com o instituto, é de 41 por cento, ante 32 por cento na sondagem anterior. Bolsonaro ainda segue como o candidato mais rejeitado, mas o percentual passou de 46 para 45 por cento entre as duas apurações.

    'As pesquisas sugerem crescente probabilidade de Bolsonaro ganhar ainda no primeiro turno', endossa o gestor Marcello Paixão, sócio da administradora de recursos Constância, acrescentando ainda que o tanto investidores estrangeiros como locais estavam com pouca exposição a ações brasileiras, o que ajuda a explicar as variações expressivas na bolsa paulista.

    A trajetória positiva nos pregões em Wall Street endossava os ganhos domésticos, com o S&P 500 em alta de 0,38 por cento e o Dow Jones avançando 0,4 por cento, após abrir em máxima recorde, favorecidos particularmente pelo desempenho de ações do setor financeiro após recuperação nos mercados europeus.

    DESTAQUES

    - BANCO DO BRASIL valorizava-se 7,7 por cento, capitaneando os ganhos de bancos do Ibovespa, que figuram entre os papéis mais suscetíveis a especulações eleitorais. ITAÚ UNIBANCO PN subia 4,06 por cento, BRADESCO PN ganhava 4,6 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançava 4,75 por cento.

    - PETROBRAS PN saltava 5,2 por cento, também entre os maiores ganhos, uma vez que os papéis da petrolífera de controle estatal também muito sensível ao cenario eleitoral. PETROBRAS ON avançava 4,6 por cento. A companhia voltou a deter nessa semana o maior valor de mercado na bolsa paulista, de cerca de 335 bilhões de reais.

    - ELETROBRAS PNB e ELETROBRAS ON subiam 11,2 e 9,9 por cento, respectivamente, também influenciadas por apostas eleitorais, dado seu controle estatal, assim como COPEL PNB, que subia 7,73 por cento, e CEMIG PN, que tinha elevação de 4,26 por cento.

    - GOL PN avançava 5,31 por cento, beneficiada pelo declínio de mais de 2 por cento do dólar frente ao real, uma vez que o câmbio tem forte impacto nos custos da companhia aérea.

    - SUZANO e FIBRIA caíam 2,01 e 0,16 por cento, respectivamente, com o recuo do dólar ante o real abrindo espaço para alguma realização de lucros, particularmente em Suzano, que acumula alta ao redor de 150 por cento no ano.

    0

    0

    11

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar cai abaixo de R$4 com fluxo e desmonte de posições compradas

    Dólar cai abaixo de R$4 com fluxo e desmonte de posições compradas

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar abandonou a trajetória de alta do início dos negócios e já caía nesta quinta-feira, e já operava abaixo dos 4 reais, refletindo fluxo de ingresso de recursos e desmonte de posições compradas, com os investidores menos assustados quanto ao cenário eleitoral doméstico em sessão ainda marcada por melhora no cenário externo.

    Às 11:32, o dólar recuava 1,24 por cento, a 3,9761 reais na venda, depois de terminar a véspera em baixa de 1,39 por cento, a 4,0262 reais, menor valor desde 20 de agosto. Na mínima, a moeda foi a 3,9879 reais. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,80 por cento.

    'Está tendo fluxo...e uma reversão dos fundos, que estão voltando a comprar Brasil', explicou o presidente da correspondente cambial Remessa Online, Fernando Pavani.

    Nos últimos dias, muitos investidores têm desmontado posições compradas (que apostam na alta) em dólar em meio à percepção de que as eleições estão se encaminhando para um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) e que o primeiro têm boas chances de vencer o pleito.

    Nesta quinta-feira, não estão previstas novas pesquisas de intenções de votos. Na véspera, o mercado se animou com levantamento do Paraná Pesquisas, feito para a Empiricus Research, mostrando que Bolsonaro venceria Haddad no segundo turno.

    O recuo do dólar no mercado doméstico também era influenciado pelo exterior, onde passou a recuar também sobre as demais divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 10,720 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de outubro, no total de 9,801 bilhões de dólares.

    Se vender integralmente a oferta desta quinta-feira, terá rolado integralmente o vencimento de outubro.

    0

    0

    15

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Ibovespa avança 1,8% com atenções voltadas a exterior e cena eleitoral

    Ibovespa avança 1,8% com atenções voltadas a exterior e cena eleitoral

    SÃO PAULO (Reuters) - O tom positivo prevalecia na bolsa paulista nesta sexta-feira, com o Ibovespa caminhando para encerrar a semana no azul, ajudado pelo quadro benigno no exterior e com Vale alcançando cotação recorde, enquanto agentes financeiros seguem especulando sobre a cena eleitoral no país.

    Às 12:27, o principal índice de ações da B3 subia 1,84 por cento, a 79.556,77 pontos. O volume financeiro somava 3,7 bilhões de reais.

    Nesse cenário, o Ibovespa deve fechar a semana com ganho acumulado ao redor de 5 por cento, o segundo melhor desempenho semanal no ano e após duas semanas de perdas.

    Apesar das incertezas ainda em relação ao resultado da disputa presidencial no país, o cenário internacional está exercendo uma influência positiva no mercado local, com forte apetite a risco, disse o analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos.

    'Apesar de ganhos mais contidos nesta sessão, as bolsas nos EUA estão em máximas históricas, as commodities estão em alta', afirmou, atribuindo parte do otimismo a certo alívio acerca das negociações comerciais entre EUA e China.

    Em Wall Street, o S&P 500 subia cerca de 0.1 por cento, com ações dos setores de tecnologia e consumo discricionário entre os principais suportes, embora vencimentos de opções e de futuros de ações e índices adicionem volatilidade.

    Suzaki também chamou a atenção para a entrada líquida de capital externo no segmento Bovespa nos últimos dias, avaliando como mais um fator para o desempenho mais positivo no pregão nesta semana.

    Dados da B3 até o dia 18 de setembro mostram saldo líquido de estrangeiros de 55,134 milhões de reais em setembro, sendo que apenas nos três pregões até a última terça-feira houve entrada líquida de 794,77 milhões de reais.

    De acordo com o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo, também repercutiu positivamente pesquisa XP/Ipespe, particularmente as simulações de segundo turno, com melhora de Jair Bolsonaro, do PSL.

    A pesquisa mostrou nesta sexta-feira que o candidato do PSL à Presidência manteve a liderança nas intenções de votos para o primeiro turno, enquanto Fernando Haddad (PT) assumiu a segunda posição de forma isolada.

    Em simulações de segundo entre os dois candidatos, Bolsonaro apareceu com 41 por cento, contra 40 por cento no levantamento anterior, e o petista manteve os 38 por cento.

    DESTAQUES

    - MARFRIG subia 5 por cento, maior alta do Ibovespa, encontrando no clima mais favorável apoio para alguma recuperação, após tocar na semana passada cotação mínima intradia desde setembro de 2016. No mês, o papel recua mais de 7 por cento, sendo que, em agosto, acumulou declínio de 30 por cento.

    - ECORODOVIAS valorizava-se 3,7 por cento, também na ponta positiva, beneficiada por um ambiente de queda nas taxas futuras de juros, recuperando parte das fortes perdas nos dois pregões anteriores.

    - PETROBRAS PN avançava 1,56 por cento, favorecida pelo avanço inicial dos preços do petróleo no exterior e ainda influenciada por expectativas relacionadas ao cenário eleitoral no Brasil dado o seu controle estatal.

    - VALE subia 1,77 por cento, acompanhando uma tendência mais positiva para commodities metálicas, mas também na demanda por seus produtos. Siderúrgicas chinesas e traders estão correndo para assegurar contratos de longo prazo para minério de ferro de alta qualidade da Vale antes de cortes de produção no inverno. Na máxima nesta sessão, os papéis da mineradora chegaram a 60,50 reais, recorde intradia.

    - ITAÚ UNIBANCO PN ganhava 1,90 por cento, com o setor de bancos como um todo no azul. BRADESCO PN subia 1,22 por cento, BANCO DO BRASIL valorizava-se 1,29 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT ganhava 3,67 por cento.

    - SABESP subia 3,45 por cento, após divulgar acordo com a prefeitura de Guarulhos para prestação de serviços de abastecimento de água e esgoto no município, que prevê investimento de 1,7 bilhão de reais por parte da Sabesp nos sistemas do município e também isenta Guarulhos de pagar uma dívida de 3,2 bilhões de reais com a empresa.

    - ULTRAPAR recuava 2,61 por cento, tendo tocado 36,81 reais no pior momento, menor cotação intradia desde novembro de 2012. No mês, o papel recua cerca de 10 por cento.

    (Por Paula Arend Laier)

    0

    0

    12

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem leves oscilações ante real com preocupações com guerra comercial; eleições seguem no foco

    Dólar tem leves oscilações ante real com preocupações com guerra comercial; eleições seguem no foco

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar reduziu a queda ante o real e passou a registrar leves oscilações nesta sexta-feira acompanhando o cenário externo, com a intensificação das preocupações com a guerra comercial norte-americana e a cautela com o cenário eleitoral local como pano de fundo.

    Às 13:51, o dólar recuava 0,32 por cento, a 4,1821 reais na venda, depois de terminar a véspera a 4,1957 reais. Na máxima, a moeda foi a 4,2116 reais. O dólar futuro tinha perda de cerca de 0,65 por cento.

    A Bloomberg noticiou no início da tarde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instruiu assessores a prosseguir com tarifas sobre 200 bilhões de dólares a mais em produtos chineses, apesar das tentativas do secretário do Tesouro de retomar as negociações com a China.[nE6N1VM00Q]

    'Declarações de Trump sobre tarifas contra a China reacenderam a cautela com o recrudescimento da guerra comercial', explicou um profissional da mesa de câmbio de uma corretora local.

    O dólar ampliou a alta ante a cesta de moedas e subia ante os emergentes, com exceção para o recuo ante o rublo após o banco central russo elevar os juros para 7,5 por cento. [nL2N1W00GC]

    Na cena doméstica, os investidores aguardam para após o fechamento a divulgação de nova pesquisa Datafolha sobre intenção de votos. O levantamento encomendado pela XP Investimentos e divulgado nesta manhã mostrou que o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, manteve a liderança, enquanto quatro candidatos estão em empate técnico na briga pela segunda posição. [nL2N1W00NP]

    Os investidores têm optado por posições defensivas enquanto buscam mais clareza sobre o desfecho eleitoral, ao mesmo tempo em que começam a questionar possíveis intervenções do Banco Central depois de o ter encostado no patamar de 4,20 reais na véspera, já que a moeda estava nesses níveis quando o BC atuou no final do mês passado.

    'O BC também poderia estar esperando para ter um cenário mais claro para intervir no mercado de câmbio', avaliou Fernanda.

    Para a sessão desta sexta-feira, por ora, o BC apenas anunciou e fez leilão para rolagem do vencimento de swaps tradicionais -equivalentes à venda futura de dólares- de outubro, no total de 9,801 bilhões de dólares, dos quais já rolou 4,905 bilhões de dólares. [nEMN2C7RO2]

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    0

    0

    19

    3 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. manha

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.