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    Dólar abandona queda e sobe acima de R$4,10 com incerteza sobre política

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar oscilava entre estabilidade e leve alta frente ao real nesta segunda-feira, defendendo os 4,10 reais e abandonando a queda de mais cedo, passada a reação inicial ao anúncio na sessão passada do leilão de linhas de dólares pelo Banco Central.

    Às 12:05, o dólar avançava 0,34%, a 4,1158 reais na venda

    Na mínima, a cotação desceu a 4,0783, baixa de 0,58%. Na máxima, foi a 4,1160 reais.

    Na B3, o dólar futuro tinha ganho de cerca de 0,3%, a 4,1119 reais.

    O mercado buscava sinais de alguma melhora na articulação política do governo, que por ora tem fracassado em gerar otimismo sobre uma aprovação tempestiva da reforma da Previdência.

    Evidência de que temas locais seguiam pesando sobre o câmbio, o real continuava na lanterna entre seus pares emergentes nesta sessão e ainda muito próximo da marca dos 4,10 por dólar.

    Esse patamar foi batido no fim da semana passada. Após o fechamento do pregão do mercado futuro, o BC anunciou, para esta segunda-feira, leilão de até 1,25 bilhão de dólares em venda de moeda estrangeira com compromisso de recompra. A autoridade monetária fará ainda na terça e na quarta operações em mesmo montante, visando rolagem.

    'Leilão de linha amortece a volatilidade, mas ela deve seguir enquanto houver esse quadro político, enquanto ficar sem a definição sobre se vai ser aprovada a reforma da Previdência. E se sim, qual vai ser a reforma aprovada', avaliou o economista-chefe da Geral Asset, Denilson Alencastro.

    A impressão de falta de apoio à Previdência devido a falhas na articulação política do governo tem deixado o mercado em alerta e ditado firmes perdas aos ativos locais.

    Nesta segunda-feira, o secretário especial da Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou que não há como antecipar como será o parecer do relator da reforma da Previdência, lembrando que há resistência em alguns temas.

    Na sexta-feira, o presidente da comissão especial onde tramita o texto da reforma, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), disse à Reuters que Câmara dos Deputados irá assumir a dianteira das negociações e produzirá um novo texto a partir das emendas apresentadas e da proposta original.

    Ramos, no entanto, recuou no fim de semana da ideia de propor um novo texto e disse que a intenção dos parlamentares é fazer mudanças significativas na estrutura do projeto, segundo reportagem do jornal O Globo nesta segunda-feira.

    Depois de a semana passada ter se provado uma das piores para o governo, a que começa agora continuava a estimular cautela entre agentes de mercado.

    O governo corre contra o tempo para não deixar que dez medidas provisórias caduquem, o que teria importantes desdobramentos negativos para o Executivo.

    'As votações poderão ser vistas pelo mercado como sinal do apoio do Congresso à reforma', disseram analistas do Citi em nota a clientes divulgada nesta segunda-feira.

    O Banco Central vendeu nesta segunda-feira todos os 5,05 mil swaps cambiais tradicionais ofertados em leilão para rolagem do vencimento julho. Em 13 operações, o BC já rolou 3,283 bilhões de dólares, de um total de 10,089 bilhões de dólares a expirar em julho. O estoque de swaps do BC no mercado é de 68,863 bilhões de dólares.

    (Por Laís Martins e José de Castro)

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    Dólar sobe e se aproxima de R$4,1 com aversão ao risco no exterior e cautela com cena política

    Por Laís Martins

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia ante o real nesta sexta-feira e se aproximava dos 4,1 reais, com aversão ao risco no exterior por renovadas tensões na disputa comercial entre Estados Unidos e China, e ainda com investidores cautelosos com a cena política interna.

    Às 10:24, o dólar avançava 1,15%, a 4,0829 reais na venda.

    Na máxima, a moeda tocou 4,0880 reais, e na mínima chegou a 4,0481 reais.

    O dólar futuro ganhava cerca de 0,5% neste pregão.

    Na quinta-feira, a divisa encerrou com avanço de 1,01%, a 4,0366 reais na venda, fechando acima dos 4 reais pela primeira vez em sete meses e meio.

    A China afirmou nesta sexta-feira que os Estados Unidos precisam mostrar sinceridade para manter negociações comerciais substanciais, reagindo às sanções à gigante chinesa Huawei anunciadas pelo governo norte-americano na véspera.

    Pequim ainda não disse se vai retaliar contra a última medida dos EUA na tensão comercial, embora a mídia estatal tenha adotado um tom cada vez mais estridente, com o Diário do Povo do Partido Comunista publicando comentários de primeira página que evocam o espírito patriótico de guerras passadas.

    Internamente, participantes do mercado seguem digerindo o noticiário político local após mau humor generalizado na véspera que levou o dólar a superar o nível dos 4 reais no fechamento.

    'A grande questão é a falta de coordenação política, a falta de uma mão forte que possa dar sequência. O governo Bolsonaro mostra que não existe nenhuma habilidade não só do presidente como também de seus ministros', afirmou Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora.

    'Coloca em risco e em dúvida a capacidade desse governo de tocar em frente as reformas que o país precisa', afirmou.

    Analistas já avaliam que o nível de 4 reais se aproxima cada vez mais do novo patamar de fundamento para a taxa de câmbio, à medida que se acentuam os riscos à agenda de reformas.

    'É uma fuga de capitais', disse Gomes da Silva, sem descartar que a divisa alcance 4,10 reais ainda neste pregão.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, fará uma palestra em encontro da indústria de construção no Rio de Janeiro, enquanto a comissão especial segue discutindo a reforma da Previdência.

    Na quinta-feira, Bolsonaro disse que espera que a Medida Provisória 870, sobre a reforma administrativa, seja aprovada pelo Congresso na semana que vem sem alterações e também fez uma defesa da necessidade de reformar a Previdência.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 5,05 mil swaps cambiais tradicionais, correspondentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de julho, no total de 10,089 bilhões de dólares.

    (Por Laís Martins)

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    Dólar recua ante real após parecer favorável à Previdência na CCJ e monitorando exterior

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuava ante o real nesta quarta-feira, após parecer favorável do relator à reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, e monitorando dia de agenda cheia no exterior.

    O dólar à vista cedia 0,79 por cento, a 3,8248 reais na venda. A moeda brasileira tinha o quarto melhor desempenho numa lista de 33 pares do dólar nesta sessão.

    Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,13 por cento, a 3,8542 reais na venda.

    O dólar futuro caía por volta de 0,70 por cento.

    O relator da Previdência na CCJ, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), apresentou um parecer favorável à proposta encaminhada pelo governo, mas recomendou que sejam feitos 'ajustes' na técnica legislativa e pediu que o mérito seja analisado com 'profundidade' para verificar a 'conveniência' e a 'justiça' das novas regras.

    Após mais uma sessão tumultuada no colegiado, o texto voltará a ser discutido a partir da próxima segunda-feira para ser votado até 17 de abril.

    'Mesmo com todas as fichas sendo direcionadas na aprovação da reforma, a apreensão fica por conta da sua essência. Resumindo, o objetivo de uma economia de 1 trilhão de reais em 10 anos será ou não alcançado?', ponderou em nota o operador de câmbio da Advanced Corretora Alessandro Faganello.

    Ainda na noite de terça-feira, o governo aprovou um pagamento de 9,058 bilhões de dólares à Petrobras na renegociação da cessão onerosa.

    Em meio a dificuldades fiscais, o governo deverá usar parte dos recursos arrecadados com o leilão do excedente do contrato da cessão onerosa, previsto para 28 de outubro, para pagar os montantes da renegociação à Petrobras.

    No exterior, o apetite por risco que predominava nos últimos pregões se esvaiu depois que o Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou suas projeções de crescimento global na véspera e com tensões comerciais renovadas entre Estados Unidos e Europa.

    Tendo esse cenário como pano de fundo, investidores voltam as atenções nesta quarta-feira para a decisão do Banco Central Europeu, que manteve a política monetária e orientação apesar da forte desaceleração no crescimento econômico do bloco.

    O mercado aguarda ainda a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve, às 15h.

    'Com poucas novidades esperadas para o curto prazo, as dúvidas se referem aos detalhes que as autoridades podem fornecer sobre as perspectivas de médio e longo prazo', explicaram economistas da XP Investimentos em nota, referindo-se às reuniões dos bancos centrais.

    O Banco Central vendeu o lote integral de 5.350 contratos de swap cambial tradicional ofertados nesta quarta-feira em operação de rolagem do vencimento maio. Em oito leilões neste mês, o BC já vendeu 2,140 bilhões de dólares nesses contratos. O lote a expirar em 2 de maio é de 5,343 bilhões de dólares.

    (Por Laís Martins; Edição de Camila Moreira)

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    Dólar dispara 2% e supera R$3,96 com incerteza sobre Previdência e exterior

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar chegou ao maior patamar ante o real desde o começo de outubro na máxima desta quarta-feira, quando disparava diante de clima de intensa desconfiança no mercado sobre a capacidade do governo de articular com o Congresso a aprovação da reforma previdenciária.

    O dia negativo para moedas emergentes no exterior também pressiona os negócios no Brasil, conforme investidores começam a entender a postura mais acomodatícia de alguns bancos centrais como resultado de um enfraquecimento além do esperado na economia global.

    Às 12:24, o dólar avançava 1,96 por cento, a 3,9424 reais na venda. Na máxima, a cotação chegou a 3,9615 reais, aproximando-se da marca de 4 reais, nível em que fechou pela última vez em outubro.

    Na B3, a referência do dólar futuro avançava cerca de 1,8 por cento, a 3,948 reais.

    Depois do intenso fluxo de notícias da véspera, que expuseram ainda mais as dificuldades do governo na negociação para a reforma, o mercado reage nesta quarta-feira ao que está sendo interpretado como mais uma derrota do Executivo diante da Câmara dos Deputados, num momento já de instabilidade na relação entre ambos.

    A Câmara aprovou, em votação na noite de terça-feira, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna obrigatória a execução de emendas coletivas no Orçamento da União. O texto foi aprovado em dois turnos por ampla maioria e agora seguirá para o Senado. A PEC contraria o que o ministro da Economia, Paulo Guedes, vem defendendo como “plano B” à reforma Previdência, que seria a desvinculação total do Orçamento.

    'O recado é claro. O governo não tem apoio. E menos ainda para uma pauta impopular como a reforma (da Previdência). O mercado está sendo chamado à realidade', disse Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora.

    Os investidores ainda aguardam nesta quarta-feira a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.

    As compras recentes de dólar têm sido lideradas sobretudo pelos investidores estrangeiros, que já sustentam posições líquidas compradas (que ganham com a alta do dólar) de 37,1 bilhões de dólares. Apenas na véspera, houve compra líquida de quase 1 bilhão de dólares.

    'Nem mesmo a entrada do exportador está conseguindo aliviar o câmbio. No máximo, não deixa subir mais', disse Marcos Trabbold, da B&T Corretora.

    O Banco Central vendeu todos os 14,5 mil contratos de swap cambial tradicional ofertados em rolagem do vencimento abril. Com isso, já renovou 11,600 bilhões de dólares dos 12,321 bilhões de dólares com vencimento no começo de abril.

    (Por José de Castro)

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    Ibovespa recua com preocupações sobre cena política

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista mostrava fortes perdas nesta quarta-feira, em meio a receios com o ambiente político, após deputados aprovarem na véspera PEC que reduz margem de manobra do governo com o Orçamento da União, o que o mercado entendeu como derrota do governo e sinalização negativa para a reforma da Previdência.

    Às 11:19, o Ibovespa caía 1,99 por cento, a 93.412,94 pontos. No pior momento nesta manhã, recuou 2 por cento. O volume financeiro somava 2,82 bilhões de reais.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou a terça-feira em alta de 1,76 por cento, a 95.306,82 pontos, quebrando uma sequência de cinco pregões negativos.

    A Câmara aprovou na noite de terça-feira, em dois turnos por ampla maioria, Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna obrigatória a execução de emendas coletivas no Orçamento da União, no que pode ser visto como uma mensagem de insatisfação na relação com o governo de Jair Bolsonaro.

    Para a equipe da Brasil Plural, a dificuldade do governo em fazer avançar a reforma na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e o recado passado pelo plenário da Casa em relação às novas regras orçamentárias somente ressaltam que faz muita falta a condução política do governo no Congresso.

    'Sem isso, a tramitação da reforma da Previdência poderá ser lenta e implicar em perdas significativas na economia prevista originalmente', avaliou em nota a clientes.

    Em relatório, a consultoria LCA destacou que 'está claro que os riscos à reforma previdenciária (e à agenda econômica como um todo) aumentaram substancialmente.

    Nesse contexto, tende a ocupar as atenções a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado nesta tarde (14h), principalmente após ele ter cancelado a ida à CCJ da Câmara na véspera.

    O cenário externo não mostrava um viés único, com tom positivo nos pregões europeus, mas fraqueza em Wall Street, enquanto o petróleo tinha pequenas altas, em sessão na qual o noticiário trazia números mais fracos sobre lucro industrial na China, corroborando preocupações sobre a desaceleração global.

    DESTAQUES

    - TIM perdia 3,42 por cento, em sessão com resultado da rival Oi, que reportou um prejuízo líquido bilionário no quarto trimestre, refletindo a piora do resultado financeiro e queda nas receitas, enquanto sinalizou aceleração de investimentos. As preferenciais da OI, que não estão no Ibovespa, caíam 4,42 por cento.

    - GOL recuava 3,85 por cento, tendo como pano de fundo a alta do dólar ante o real, após a Câmara concluir votação do projeto que libera a participação de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no país, rejeitando a maior parte dos destaques. A proposta agora segue para o Senado.

    - PETROBRAS PN cedia 2,76 por cento, após forte alta na véspera, contaminada pelo viés negativo generalizado no pregão brasileiro, enquanto os preços do petróleo tinham pequenas altas no exterior.

    - BANCO DO BRASIL ON perdia 3,22 por cento, capitaneando as perdas do setor bancário no Ibovespa, com ITAÚ UNIBANCO PN caindo 1,8 por cento, BRADESCO PN recuando 1,97 por cento e SANTANDER BRASIL cedendo 2,52 por cento.

    - VALE tinha variação negativa de 0,3 por cento, em sessão de alta do setor mineração na Europa, antes da divulgação do balanço prevista para depois do fechamento do pregão.

    - NATURA perdia 0,45 por cento, após sessão de alta na véspera, conforme seguem as expectativas relacionadas a eventual acordo com a Avon. Mais cedo, a fabricante de cosméticos também anunciou parceria com o Santander Brasil para oferecer conta 100 por cento digital a consultoras.

    Para ver as maiores baixas do Ibovespa, clique em

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    (Por Paula Arend Laier)

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    Itaú pressiona Ibovespa após balanço e previsões; Vale e BRF atenuam queda

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista começava a sessão desta terça-feira com o Ibovespa em queda, um dia após renovar máxima histórica, com as ações do Itaú Unibanco liderando as perdas após resultado trimestral e previsões para 2019.

    Às 11:55, o Ibovespa caía 0,34 por cento, a 98.250 pontos. O volume financeiro somava 3,3 bilhões de reais.

    Na véspera, o Ibovespa subiu 0,74 por cento, a 98.588,64 pontos, novo recorde para o fechamento.

    Análise gráfica da equipe da Santander Corretora afirma que o ano segue otimista para o Ibovespa, que transpôs sua última resistência no pregão da véspera e segue renovando diariamente suas máximas históricas.

    Eles, contudo, não descartam uma correção técnica breve, com a retomada da pressão vendedora podendo levar o Ibovespa até sua antiga resistência (novo suporte) em 90.000 pontos. 'Caso o ímpeto comprador continue, o Ibovespa seguirá sem novas resistências', avalia a equipe da corretora.

    No exterior, os futuros acionários nos EUA sinalizavam uma abertura positiva, com agentes financeiros atentos à temporada de resultados e aguardando discurso do presidente Donald Trump sobre o Estado da União.

    DESTAQUES

    - ITAÚ UNIBANCO PN caía 2,72 por cento, em meio à repercussão do balanço do quarto trimestre e previsões para 2019, quando o maior banco privado do país espera alta de 8 a 11 por cento na carteira de crédito total.

    - BRF avançava 2,91 por cento, após seu conselho de administração aprovar a indicação de Ivan de Souza Monteiro para a vice-presidência financeira e de relações com investidores da companhia.

    - GOL PN subia 2,41 por cento, tendo como pano de fundo alta de 5,6 por cento na demanda por assentos em todos os voos operados pela aérea em janeiro na comparação anual, enquanto a oferta cresceu 5,7 por cento.

    - PETROBRAS PN caía 0,35 por cento, em sessão de baixa dos preços do petróleo no mercado externo e tendo no radar dados sobre a produção de petróleo no Brasil em 2018, com queda de 1 por cento ante 2017.

    - VALE subia 0,36 por cento, revertendo as perdas do começo do pregão, um dia após a mineradora anunciar decisão de antecipar suspensão temporária da produção das plantas de concentração do Complexo de Vargem Grande.

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    Ibovespa recua com tombo em Vale; empresa perde R$51,7 bi em valor de mercado

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice de ações da bolsa paulista caía cerca de 2 por cento nesta segunda-feira, pressionado pelo tombo das ações da Vale, após tragédia envolvendo o rompimento de uma barragem de mineração da companhia na sexta-feira, que até o momento deixou 60 pessoas mortas.

    Às 11:23, o Ibovespa caía 1,96 por cento, a 95.762,09 pontos. O volume financeiro somava 4,6 bilhões de reais.

    O pregão brasileiro também é marcado por ajustes ao movimento dos American Depositary Receipts (ADRs) brasileiros, recibos de ações negociados nos Estados Unidos, na última sexta-feira, quando não houve negociação na bolsa paulista em razão de feriado na cidade de São Paulo, onde está a B3.

    A equipe do BTG Pactual destacou em nota a clientes que a sessão deve ser marcada por 'extrema volatilidade' na volta do fim de semana prolongado pelo feriado, recomendando cautela e destacando que o desastre em Minas Gerais afetou a confiança de todos no mercado.

    O viés negativo no exterior endossava a queda do Ibovespa, que nos primeiros negócios, enquanto as ações da Vale ainda estavam em leilão, chegou a renovar recorde intradia, a 97.936,82 pontos.

    Nos EUA, os futuros acionários norte-americanos sinalizavam uma abertura negativa, com previsões fracas da Caterpillar ampliando preocupações com a economia chinesa. As bolsas na Europa também tinham uma sessão negativa, mesmo tom do fechamento dos mercados na Ásia.

    DESTAQUES

    - VALE desabava 17,42 por cento, a 46,37 reais, na esteira da tragédia em Brumadinho (MG) na sexta-feira, que até o momento deixou 60 pessoas mortas e mais de 300 desaparecidas. Até o momento, a empresa perdeu cerca de 51,7 bilhões de reais em valor de mercado. Analistas recomendaram em relatórios a clientes cautela com os papéis da dado o ambiente de incertezas para as ações da mineradora em razão dos potenciais desdobramentos do rompimento, mas vislumbravam efeito financeiro limitado. BRADESPAR PN holding que tem papéis da Vale em sua carteira, caía 18,5 por cento.

    - CSN perdia 3,7 por cento, também na ponta negativa do Ibovespa, em sessão sem viés único para papéis de siderurgia e mineração. GERDAU PN cedia 0,5 por cento, e USIMINAS PNA tinha queda de 0,7 por cento.

    - PETROBRAS PN caía 0,6 por cento, e PETROBRAS ON tinha baixa de 0,1 por cento, em sessão marcada pela queda dos preços do petróleo no exterior e repercussão de encontro do novo presidente da petrolífera de controle estatal, Roberto Castello Branco, com analistas na última sexta-feira, que, na visão da equipe do Santander, sinalizou pragmatismo contínuo nos principais pilares estratégicos da empresa.

    - ITAÚ UNIBANCO PN avançava 0,8 por cento, ajudando a atenuar o efeito negativo das ações da Vale dado o relevante peso que também detém na composição do Ibovespa, seguindo acréscimo de 1,6 por cento de seus ADRs na sexta-feira. No setor, BRADESCO PN tinha alta de 0,14 por cento, mas BANCO DO BRASIL caía 0,8 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT tinha variação negativa de 0,08 por cento.

    - AMBEV subia 2,9 por cento, tendo de pano de fundo o avanço de 1,1 por cento de seus ADRs na sexta-feira em Nova York. A ação negociada na bolsa paulista vinha de três pregões de baixa, período em que acumulou queda de 4,67 por cento.

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    Dólar tem leves oscilações ante real com exterior após Powell reforçar paciência do Fed sobre juros

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrava leves oscilações ante o real nesta sexta-feira, monitorando a trajetória da divisa norte-americana no exterior um dia depois de o chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, reiterar que o banco central dos Estados Unidos será paciente em suas decisões sobre a trajetória de aumento de juros no país.

    Às 10:15, o dólar avançava 0,02 por cento, a 3,7098 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em alta de 0,58 por cento, a 3,7091 reais. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,10 por cento.

    'O aumento gradual de juros nos Estados Unidos pode ser interrompido a qualquer momento', destacou o diretor da assessoria de câmbio FB Capital, Fernando Bergallo, ao destacar o efeito positivo da comunicação recente do banco central norte-americano.

    Na véspera, Powell mais uma vez indicou que o Fed terá paciência em relação à política monetária ao destacar que não existe plano para a trajetória futura do aumento de juros.

    Segundo ele, a perspectiva de duas altas de juros indicada no encontro de política monetária de dezembro estava condicionada a uma perspectiva muito forte para 2019. Powell ponderou, no entanto, que 'essa perspectiva ainda pode acontecer', embora o Fed não tenha um caminho preestabelecido para as taxas.

    As expectativas positivas com as negociações entre EUA e China também ajudavam a busca pelo risco no mercado global nesta sessão. Autoridades norte-americanas esperam que o principal negociador comercial da China visite Washington neste mês, sinalizando que discussões de alto nível devem acontecer após as conversas desta semana entre autoridades de nível intermediário em Pequim.

    O dólar operava em queda ante a cesta de moedas

    Internamente, os investidores também digeriam o noticiário sobre as negociações do governo para suas propostas de ajuste fiscal.

    'Estamos tendo uma precificação positiva do provável ajuste fiscal', destacou Bergallo, para quem as notícias de uma possível proposta de reforma da Previdência mais dura tem agradado.

    'Mas o dólar pode ir até 3,60 reais, no máximo, até fevereiro. Além, só quando a matéria estiver pautada no Congresso', avaliou, ao citar como positivo ainda o aval do governo para o acordo Embraer-Boeing, já que mostra seu viés liberal.

    O governo decidiu não exercer seu poder de veto, abrindo caminho para a aliança de 5,3 bilhões de dólares da Embraer com a Boeing .

    A moeda norte-americana, no entanto, tinha uma pressão de alta ainda por conta de um forte fluxo de saída que já içou a moeda na véspera.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de 13,398 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar tem leves oscilações ante real de olho no exterior

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com pequenas oscilações ante o real neste último pregão de novembro, com a formação da taxa Ptax de final de mês deixando o mercado mais técnico na primeira metade do dia, mas com o exterior de pano de fundo, diante das expectativas com o G20, na Argentina.

    O mercado aguarda o desfecho do encontro entre os presidentes dos Estados Unidos e da China no final de semana, com esperança de algum acordo comercial entre as partes que alivie as preocupações com o crescimento global.

    Às 10:02, o dólar recuava 0,09 por cento, a 3,8539 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em alta de 0,43 por cento, a 3,8575 reais. O dólar futuro tinha alta de 0,45 por cento.

    'Passada a formação da Ptax, mercado pode colar no mercado externo e também focar o noticiário local', resumiu o presidente da BeeTech, Fernando Pavani.

    A taxa Ptax de final de mês é usada para a liquidação de muitos derivativos cambiais e sua formação de preço acaba colocando numa 'briga' os investidores que apostam na alta e os que apostam na baixa.

    Na véspera, já houve pressão no dólar por conta da formação dessa taxa, o que fez com que a moeda fechasse no Brasil na contramão no exterior, onde predominou a indicação 'dovish' do chairman do Federal Reserve, banco central norte-americano, Jerome Powell, de que a trajetória dos juros nos Estados Unidos pode ser interrompida antes do inicialmente previsto.

    A ata do último encontro de política monetária do Fed, divulgada depois do fechamento do dólar aqui, acabou corroborando a fala de Powell, embora tenha confirmado mais um aumento em dezembro.

    As expectativas estão voltadas nessa sessão para o encontro do G20, onde Trump pode enfim chegar a um acordo ou ao menos aliviar a retórica usada com a China e tranquilizar o nervosismo dos investidores, sobretudo com o crescimento mundial.

    'As incertezas sobre a questão comercial entre os dois países pairam como uma 'nuvem negra'', escreveu o analista-chefe de mercados da corretora do Reino Unido CMC, Michael Hewson.

    'Um resultado positivo seria uma promessa [de Trump] de atrasar um novo aumento de tarifas em janeiro, com vistas a novas discussões. Novas escaladas de taxações não seriam bem-vindas, dada a desaceleração já observada na maioria dos indicadores econômicos globais.'

    No exterior, o dólar operava com pequena em alta ante a cesta de moedas e também ante as divisas de países emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano.

    Internamente, os investidores aguardavam novidades sobre a votação do projeto de lei da cessão onerosa, ainda sem acordo.

    O Banco Central anunciou na véspera que iniciará na próxima segunda-feira a rolagem do vencimento de janeiro em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, com oferta de 13.830 contratos.

    Segundo nota da autoridade monetária, o calendário de leilões será mais enxuto, com a conclusão da rolagem até o dia 21 do mês que vem. Vencem em janeiro 10,4 bilhões de dólares em contratos de swap cambial. O estoque total do BC totaliza 68,9 bilhões de dólares.

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    Dólar tem leves oscilações ante real dividido entre exterior, Ptax e cena política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com leves oscilações ante o real nesta quinta-feira, dividido entre o exterior benéfico em dia de força das divisas emergentes e a cautela local com o novo adiamento da votação da cessão onerosa no Senado, com alguma volatilidade por conta da formação da Ptax de final de mês.

    Às 12:06, o dólar avançava 0,25 por cento, a 3,8505 reais na venda, depois de acumular perda de quase 2 por cento nos dois pregões anteriores.

    Na mínima, a moeda foi a 3,8331 reais e, na máxima, a 3,8745 reais. O dólar futuro rondava a estabilidade

    'Os dados dos EUA fizeram a moeda perder força aqui...o exterior se sobrepôs ao local', explicou um operador de derivativos de um banco local.

    O núcleo do índice de preços PCE dos Estados Unidos, principal medida acompanhada pelo banco central do país, ficou abaixo do esperado ao subir 0,1 por cento em outubro, indicando que a pressão inflacionária no país diminuiu.

    Essa leitura reforça ainda mais o discurso 'dovish' da véspera do chairman do Fed, Jerome Powell, sinalizando que os aumentos de juros nos EUA podem ser menos intensos do que se esperava inicialmente.

    Mais cedo, a cena local se sobrepôs ao exterior, onde as divisas emergentes se fortalecem ainda ecoando a fala de Powell da véspera.

    'Temos um ajuste técnico após duas quedas, influenciado pela briga pela Ptax e ainda pelo novo capítulo da cessão onerosa', disse mais cedo um profissional da mesa de derivativos de uma corretora estrangeira.

    Ele se referia ao novo adiamento da votação, pelo Senado, do projeto de lei da cessão onerosa. Na véspera, o presidente da Casa, Eunício Oliviera (MDB-CE), disse que ainda não há entendimento. Integrantes do atual e do futuro governo discutem uma maneira de dividir parcela dos recursos a serem obtidos com a aprovação do projeto entre Estados e municípios.

    Segundo Eunício, ainda há resistências por parte do governo atual, por entender que a medida poderia ferir o chamado teto de gastos.

    'O risco de o projeto de lei não poder ser alterado via MP poderia levar a alterações via emendas, o que levaria a atrasos para sua aprovação dado que o projeto retornaria à Câmara', acrescentou a corretora XP Investimentos.

    O leilão do pré-sal poderia gerar receita de até 130 bilhões de dólares para a União, o que ajudaria o novo governo no difícil trabalho de ajuste fiscal, que só será efetivo se o governo também conseguir aprovar a reforma da Previdência.

    O movimento do dólar também era influenciado pela formação da taxa Ptax de final de mês, usada na liquidação de diversos derivativos cambiais, o que já trazia volatilidade aos negócios.

    No fim do dia, será divulgada a ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve, o que também pode adicionar cautela ao longo da sessão.

    O Banco Central vendeu nesta sessão os 13,14 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares, que faltavam para concluir a rolagem de 12,217 bilhões de dólares que vencem em dezembro.

    Em janeiro, segundo dados do site da autoridade monetária, vencem 10,373 bilhões de dólares em contratos de swap cambial tradicional.

    'Acredito que o BC deve repetir o comportamento dos meses anteriores e logo anunciar que pretende fazer a rolagem integral desses contratos', disse o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo.

    Ainda nesta sessão o Banco Central fará seu terceiro leilão de linha, desta vez para rolagem do total de 1,25 bilhão de dólares que vencem em 4 de dezembro. Nos dois anteriores, injetou novos recursos.

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    Treinar de manhã pode ser muito positivo

    Há diversos estudos que abordam o tema. Mas, segundo o treinador e dono de uma academia, Sergio Pedemonte, que vive em Toronto, no Canadá, optar por realizar exercícios físicos na primeira parte do dia beneficia e muito os praticantes em diversos aspectos. A sua opinião foi publicada pelo canal canadense ''Global News’’. Confira as razões apontadas por ele:

    1- O praticante tende a não abandonar o treino

    Se alguém espera até a noite para se exercitar, há grandes chances de não fazer isso. “Eu observei os clientes e a maioria tende a faltar na academia a noite, bem mais do que de manhã. Um longo dia, muitas vezes, leva a pessoa a encontrar desculpas para não cumprir com o planejado’’, coloca.

    2-     É menos interrompido

    Para o profissional, pessoas que realizam a prática de manhã tendem a ser menos impactadas por distrações do meio externo.

    De acordo com o profissional, o telefone toca mais depois das oito da manhã, horário em que a maioria já terminou o compromisso com a academia e está no trabalho. Já se alguém treina depois disso, é normal, receber ligações profissionais e pessoais durante esse período, o que torna mais difícil conseguir se concentrar. Principalmente, depois de pausar a atividade, fica mais complicado retomar o foco, com isso, muitas pessoas vão perdendo a motivação.

    3-     Sente-se mais produtivo

    Estudos têm mostrado que quem treina de manhã se sente mais produtivo ao longo do dia. No geral, os indivíduos se sentem mais focados e isso ajuda, não só no treino, como ao longo do dia.

    4-     O metabolismo é impulsionado

    Depois de malhar, o ser humano obtém algo chamado EPOC (excesso de consumo de oxigênio pós-exercício), quando o corpo está queimando mais calorias do que o usual. Isso vai ajudar em processos como o digestório e impulsionar o metabolismo.

    5-     As energias são ampliadas

    De acordo com a expertise do canadense, ao treinar de manhã é possível encontrar mais razões que deixem as manhãs mais agradáveis e um nobre motivo para permanecer acordado. Pois malhar nesse horário pode fornecer um impulso de energia. “Isso oferece energia para o resto do dia, porque aumenta o fluxo sanguíneo através do corpo, portanto, faz as pessoas se sentirem mais alertas e conscientes'', finaliza.

     

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    Dólar tem leves oscilações ante real monitorando exterior antes de Fed e noticiário político local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com leves oscilações ante o real nesta quinta-feira monitorando o cenário externo, em dia de decisão de política monetária do Federal Reserve, e com os investidores à espera de novidades sobre a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro e a reforma da Previdência.

    O dólar recuou 0,50 por cento, a 3,7395 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em queda de 0,50 por cento, a 3,7395 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,20 por cento.

    'A eleição de meio de mandato nos Estados Unidos foi boa para reduzir o ímpeto de o Fed subir os juros. Embora a reunião de hoje seja menos importante porque não se espera aumento das taxas, é importante porque o mercado quer saber o que o banco central vai escrever', explicou o diretor da consultoria de valores mobiliários Wagner Investimentos José Faria Júnior.

    Na terça-feira, eleições parlamentares nos Estados Unidos garantiram o comando da Câmara dos Deputados ao Partido Democrata, enquanto os republicanos de Donald Trump garantiram a continuidade de seu domínio no Senado.

    Dessa forma, é esperado que Trump tenha dificuldades, por exemplo, de implementar uma nova rodada de corte de impostos, o que poderia fazer com que o Federal Reserve tivesse mais trabalho em assegurar a inflação sob controle. Por ora, o Fed prevê pelo menos 5 altas de juros até o início de 2020, com um aumento em dezembro, três em 2019 e o último no início do ano seguinte.

    Essa trajetória pode ser mais suave ou, pelo menos, não ter necessidade de ser reforçada com o novo quadro político dos EUA.

    O dólar operava em alta ante a cesta de moedas

    Internamente, os investidores continuavam acompanhando o noticiário político, à espera novidades sobre a reforma da Previdência e também a formação do novo governo.

    A notícia de que o governo poderá promover alterações na Previdência por meio de medidas infraconstitucionais, ou seja, sem serem emendas à Constituição, teve uma leitura positiva pelos agentes.

    'O (presidente Michel) Temer deveria ter feito isso há muito tempo. As medidas infraconstitucionais não dependem de maioria', avaliou Faria Júnior, para quem essa notícia juntamente com a aprovação da urgência para cessão onerosa ajudam a aliviar a pressão no dólar.

    Na véspera, os Senadores aprovaram requerimento que confere o regime de urgência para projeto de lei que promete viabilizar a realização de um mega leilão de áreas para a produção de petróleo do pré-sal.

    Por outro lado, também aprovaram reajuste de 16,38 por cento para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com impacto bilionário nas contas públicas.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,6 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de 12,217 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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