alexametrics
Conectando

    NOTÍCIAS SOBRE manha

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem leves oscilações ante real de olho em exterior

    Dólar tem leves oscilações ante real de olho em exterior

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrava leves oscilações ante o real, depois de nova atuação discricionária do Banco Central, que levou a moeda a perder força ante o real, depois de ter subido mais cedo ao patamar de 3,78 reais com temores sobre disputas no comércio internacional.

    Às 16:00, o dólar avançava 0,14 por cento, a 3,7684 reais na venda, depois de ir a 3,7839 reais na máxima do dia. O dólar futuro caía cerca de 0,10 por cento.

    O mercado já vinha trabalhando atento às ações futuras do Banco Central, já que as intervenções anunciadas pela autoridade monetária se referiam a esta semana apenas.

    E no meio da tarde o BC fez leilão de até 20 mil novos contratos, colocando integralmente 1 bilhão de dólares, totalizando 5 bilhões de dólares dos cerca de 10 bilhões de dólares que ele previu injetar no sistema nesta semana.

    Se o BC não colocar os 10 bilhões de dólares até esta sexta-feira, ele vai dar a entender que dará continuidade (aos leilões) , avaliou o operador da corretora Spinelli, José Carlos Amado.

    O BC também ofertou e vendeu integralmente neste pregão 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho. Assim, já rolou 7,04 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    A ação mais contundente do BC veio nas últimas semanas diante do movimento de forte aversão ao risco, que chegou a levar o dólar para acima do patamar de 3,90 reais, devido sobretudo à cena política local.

    Pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro não têm mostrado avanços de pré-candidatos que os mercados consideram como mais comprometidos com ajuste fiscal e reformas.

    O dólar abriu em baixa acompanhando o cenário internacional, onde a moeda norte-americana recua ante divisas de países emergentes num processo de correção, mesmo tendo como pano de fundo os temores de recrudescimento de guerra comercial entre Estados Unidos e China.

    A ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor sobretaxas de 20 por cento sobre exportações de veículos da União Europeia (UE), um mês depois que seu governo iniciou análise sobre se as importações de veículos europeus representam ameaça à segurança nacional, acabou levando o dólar a abandonar a trajetória de baixa no mercado doméstico, mesmo tendo sustentado no exterior.

    O mercado é cauteloso..., sensível à alta. Então, qualquer notícia incomoda e o mercado se junta para puxar , afirmou o operador da corretora Spinelli, José Carlos Amado.

    O dólar caía frente a uma cesta de moedas e ante divisas de países emergentes, como o peso chileno e mexicano, o que continha o movimento de valorização ante o real.

    Os mercados também estavam sob a expectativa do julgamento pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção.

    Os investidores entendem que, uma vez solto, Lula pode atuar como importante cabo eleitoral de um candidato que os desagradem.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar cai e volta a R$3,75 com exterior e de olho no BC

    Dólar cai e volta a R$3,75 com exterior e de olho no BC

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em baixa e já de volta ao patamar de 3,75 reais nesta sexta-feira, acompanhando a cena externa em dia de esperado fluxo mais fraco devido ao jogo da seleção do Brasil pela Copa do Mundo da Rússia pela manhã.

    O mercado também estava atento às ações futuras do Banco Central, já que as intervenções anunciadas pela autoridade monetária se referiam a esta semana apenas.

    Às 9:59, o dólar recuava 0,27 por cento, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51 por cento na véspera. O dólar futuro caía cerca de 0,50 por cento.

    Na semana passada, o BC informou que injetaria 10 bilhões de dólares nesta semana em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Até a véspera, colocou 4 bilhões de dólares.

    Para este pregão, por enquanto, o BC apenas anunciou oferta de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho.

    A ação mais contundente do BC veio nas últimas semanas diante do movimento de forte aversão ao risco, que chegou a levar o dólar para acima do patamar de 3,90 reais, devido sobretudo à cena política local.

    Pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro não têm mostrado avanços de pré-candidatos que os mercados consideram como mais comprometidos com ajuste fiscal e reformas.

    No exterior, em dia de correção após fortes movimentos de aversão ao risco diante de temores com a disputa comercial entre Estados Unidos e China, o dólar caía ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso chileno.

    Apesar do pregão mais positivo, os mercados continuavam atentos à cena política, a poucos dias do julgamento pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção.

    Os investidores entendem que, uma vez solto, Lula pode atuar como importante cabo eleitoral de um candidato que os desagradem.

    Os investidores ficam atentos ao 'risco Lula', às vésperas do julgamento de recurso que pede a liberdade do petista pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), na próxima terça-feira (26) , escreveu a corretora CM Capital Markets.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar sobe cerca de 1% ante real com aversão ao risco global diante de temores comerciais

    Dólar sobe cerca de 1% ante real com aversão ao risco global diante de temores comerciais

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com alta firme ante o real nesta terça-feira, diante do recrudescimento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China após nova ameaça de mais tarifas comerciais pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e retaliação de Pequim.

    Às 10:00, o dólar avançava 0,96 por cento, a 3,7758 reais na venda, depois de terminar a véspera em alta de 0,27 por cento, a 3,74 reais.

    Na máxima, a moeda subiu 1,22 por cento, a 3,7855 reais, logo após a abertura. O dólar futuro tinha elevação de cerca de 0,75 por cento.

    A China teria de impor tarifas sobre tudo o que comprasse dos EUA para manter essa resposta na mesma medida. Mas ela tem outras ferramentas que poderia usar, incluindo pressionar diretamente as empresas norte-americanas que operam na China , afirmou a empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics (CE) em relatório.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifa de 10 por cento sobre 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar, em um rápido agravamento do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo.

    O Ministério do Comércio da China disse que Pequim vai reagir com medidas qualitativas e quantitativas se os EUA publicarem uma lista adicional de tarifas sobre bens chineses.

    O aumento da retórica entre os dois países trouxe um forte movimento de aversão ao risco que içou o dólar ante a grande maioria das moedas no exterior, subindo ante a cesta e ante divisas de emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

    Internamente, o mercado trabalha de olho no exterior mas também sob a expectativa de atuação do Banco Central por meio de swaps cambiais tradicionais --equivalentes à venda futura de dólares.

    Se essa aversão (ao risco) se mostrar exagerada por aqui, o BC deve aproveitar sua comunicação recente e dosar as ofertas de swap de acordo com a necessidade, sendo que – a priori – ainda tem 9 bilhões de dólares dos 10 bilhões de dólares sinalizados para ofertar ao mercado nesta semana , lembrou a corretora H.Commcor em relatório.

    Na véspera, o BC fez apenas um leilão de novos contratos de swap cambial, com 20 mil contratos, injetando 1 bilhão de dólares no sistema. Para esta terça-feira, por ora, ainda não anunciou nenhuma intervenção, apenas a oferta de até 8.800 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de julho.

    (Por Claudia Violante)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar sobe ante real com exterior e cena política local

    Dólar sobe ante real com exterior e cena política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta ante o real nesta segunda-feira, em meio a temores de guerra comercial entre Estados Unidos e China e de olho no quadro político doméstico, a poucos meses da eleição presidencial bastante indefinida.

    Às 12:03, o dólar avançava 0,75 por cento, a 3,7579 reais na venda, depois de despencar 2,15 por cento na última sessão. Na máxima, a moeda foi a 3,7662 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,7 por cento.

    Essa nova elevação na tensão nas relações comerciais entre Estados Unidos e China aumenta a aversão ao risco nos mercados e pressiona o preço do petróleo no mercado internacional , comentou a corretora Coinvalores, em relatório, ao citar as tarifas impostas pelos Estados Unidos à China e a retaliação de Pequim ao anúncio.

    Na sexta-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou tarifas de 25 por cento sobre 50 bilhões de dólares de importações chinesas, e prometeu mais se a China revidasse, o que aconteceu. Pequim anunciou tarifa adicional de 25 por cento sobre 659 produtos dos Estados Unidos avaliados em 50 bilhões de dólares.

    No exterior, o dólar rondava a estabilidade ante uma cesta de moedas, mas subia ante divisas de países emergentes, como os pesos mexicano e chileno.

    A alta da moeda norte-americana também era influenciada pela cena política local, após a notícia de que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, pediu ao presidente da 2ª Turma do STF, Ricardo Lewandowski, que coloque em pauta no dia 26 de junho novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção.

    A cena política tem deixado os mercados financeiros no Brasil bastante agitados. Com os pré-candidatos que os investidores consideram alinhados com reformas sem decolar nas pesquisas de intenção de voto, o mercado acredita que a eventual presença de Lula na disputa reduziria mais as chances de alguém com esse perfil.

    Mesmo que sua chance de disputa for negada, sua liberdade (de Lula) pode tumultuar ainda mais o cenário político do país , destacou a Advanced Corretora em relatório.

    Lula, que lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários em que aparece como candidato, alega ser inocente e alvo de perseguição política. O ex-presidente quer disputar mais um mandato para o Palácio do Planalto, mas a Lei da Ficha Limpa deverá impedi-lo de concorrer.

    A continuidade da atuação do Banco Central no mercado de câmbio nesta semana deve conter movimentos mais intensos de alta no dólar. O BC prometeu ofertar 10 bilhões de dólares em swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares, nesta semana.

    Nesta sessão, já anunciou e vendeu a oferta de até 20 mil novos contratos de swap cambial tradicional, injetando 1 bilhão de dólares dessa nova oferta de cerca de 10 bilhões de dólares.

    Na semana passada, o BC colocou 24,5 bilhões de dólares em swaps para dar liquidez ao mercado e tentar conter o nervosismo dos agentes.

    A autoridade também vendeu integralmente a oferta de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem do vencimento de julho. Já rolou 5,28 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Após BC estender atuação, dólar cai e vai abaixo de R$3,80

    Após BC estender atuação, dólar cai e vai abaixo de R$3,80

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em queda ante o real nesta sexta-feira, após o Banco Central anunciar que estenderá sua atuação no mercado, mesmo que com menor ímpeto do que fez nesta semana, trazendo mais alívio para os investidores diante da cena política e fiscal preocupante do país.

    Às 11:56, o dólar recuava 0,44 por cento, a 3,7953 reais na venda, depois de saltar 2,64 por cento na véspera, a maior alta desde 18 de maio de 2017.

    Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,7523 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,5 por cento.

    Já existia expectativa de que ele (BC) continuaria atuando , afirmou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva. O mercado já se convenceu de que ele está fazendo o que está dizendo. Se os 10 bilhões de dólares não forem suficientes, coloca mais. O BC tem lastro para isso , acrescentou.

    Na noite passada, o BC informou que fará de 18 a 22 de junho oferta adicional de 10 bilhões de dólares em contratos de swap cambial, equivalentes à venda da moeda no mercado futuro, e que não descarta ultrapassar consideravelmente os limites do que a autoridade monetária já fez no passado.

    O volume é a metade do que anunciou para esta semana em novos swaps, além dos leilões diários de 750 milhões de dólares que já vinha fazendo antes. O BC reafirmou ainda que colocaria todo esse volume em swaps até essa sessão, que somava o equivalente a 24,5 bilhões de dóalres.

    Nesta sessão, o BC já realizou a venda de 35 mil novos swaps, totalizando 20,5 bilhões de dólares desde então.

    Além disso, anunciou e vendeu integralmente a oferta de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem do vencimento de julho. Já rolou 4,84 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem.

    O mercado doméstico piorou nas últimas semanas após a greve dos caminhoneiros, em maio, elevar as preocupações com a deterioração do quadro fiscal do Brasil, com a redução do preço do diesel gerando impacto bilionário sobre as contas do governo.

    Além disso, pesquisas eleitorais mostraram dificuldade dos candidatos que o mercado considera como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração na corrida presidencial.

    O fato de o BC falar o valor que pretende ofertar acaba favorecendo a especulação , afirmo o operador de câmbio de uma corretora nacional ao criticar o anúncio do montante a ser injetado no mercado.

    A cena externa também tem ajudado a pressionar as cotações no mercado local, sobretudo com a expectativa de que os juros nos Estados Unidos subam mais e acabem atraindo recursos aplicados hoje em outras praças, como a brasileira.

    No exterior, o dólar rondava a estabilidade ante uma cesta e exibia queda ante a maioria das divisas de países emergentes, como o peso mexicano.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar cai e ronda R$3,70 de olho no BC e no Fed

    Dólar cai e ronda R$3,70 de olho no BC e no Fed

    Por Claudia violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuava nesta terça-feira e rondava o patamar de 3,70 reais, com o mercado bastante atento à atuação do Banco Central no mercado de câmbio e antes do término da reunião do Federal Reserve, banco central norte-americano, no dia seguinte, o que trazia alguma cautela.

    Às 11:25, o dólar recuava 0,14 por cento, a 3,7215 reais na venda, depois de subir 0,54 por cento na véspera.

    Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,6895 reais e, na máxima, a 3,7229 reais. O dólar futuro tinha leve alta de cerca de 0,25 por cento.

    No geral, esses números estão alinhados com as expectativas e, como tal, não devem movimentar muito os mercados hoje ou mudar o debate para os formuladores de políticas antes da reunião do Fed amanhã , afirmou o analista da gestora CIBC Andrew Grantham.

    Ele referia-se ao índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos de maio divulgado nesta manhã, com alta de 0,2 por cento, dentro do esperado.

    O Fed acompanha uma medida de inflação diferente, que está um pouco abaixo da meta de 2 por cento. A autoridade deverá aumentar a taxa de juros pela segunda vez este ano na quarta-feira.

    Os economistas estavam divididos sobre se sinalizará mais um ou dois aumentos dos juros em seu comunicado. Taxas elevadas têm potencial de atrair aos Estados Unidos recursos aplicados em outras praças financeiras, como a brasileira.

    Assim, o dólar registrava leve baixa ante uma cesta de moedas, e subia ante a maioria das divisas de países emergentes.

    O recuo doméstico da moeda norte-americana ante o real tinha influência da ação discricionária do BC, que prometeu na semana passada injetar 20 bilhões de dólares adicionais em novos contratos swaps cambiais até a próxima sexta-feira para dar liquidez ao mercado e ajudar a conter a volatilidade.

    O mercado ainda está cauteloso em função da reunião do Fed e questões internas, mas ele se mantém amortecido com o BC agindo , afirmou o operador de câmbio da corretora Spinelli José Carlos Amado.

    Nesta sessão, a autoridade anunicou e realizou leilão de até 30 mil novos contratos de swap cambial tradicional, vendidos integralmente, colocando neste mês, até o momento, 14,616 bilhões de dólares em novos swaps.

    O BC também fará leilão de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem do vencimento de julho.

    Os investidores seguiam preocupados com a questão eleitoral e a falta de tração dos candidatos que consideram mais comprometidos com o ajuste fiscal nas pesquisas de intenção de voto.

    (Edição de Patrícia Duarte)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar cai e ronda R$3,70 de olho no BC e no Fed

    Dólar cai e ronda R$3,70 de olho no BC e no Fed

    Por Claudia violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuava nesta terça-feira e era negociado ao redor do patamar de 3,70 reais, com o mercado bastante atento à atuação do Banco Central no mercado de câmbio e antes da reunião do Federal Reserve, banco central norte-americano.

    Às 10:28, o dólar recuava 0,13 por cento, a 3,7217 reais na venda, depois de subir 0,54 por cento na véspera.

    Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,6895 reais e, na máxima, a 3,7229 reais. O dólar futuro caía cerca de 0,20 por cento.

    No geral, esses números estão alinhados com as expectativas e, como tal, não devem movimentar muito os mercados hoje ou mudar o debate para os formuladores de políticas antes da reunião do Fed amanhã , afirmou o analista da gestora CIBC Andrew Grantham.

    Ele referia-se ao índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos de maio divulgado nesta manhã, com alta de 0,2 por cento, dentro do esperado.

    O Fed acompanha uma medida de inflação diferente, que está um pouco abaixo da meta de 2 por cento. A autoridade deverá aumentar a taxa de juros pela segunda vez este ano na quarta-feira.

    Os economistas estavam divididos sobre se sinalizará mais um ou dois aumentos dos juros em seu comunicado. Taxas elevadas têm potencial de atrair aos Estados Unidos recursos aplicados em outras praças financeiras, como a brasileira.

    Assim, o dólar registrava leve baixa ante uma cesta de moedas e em queda ante o peso mexicano e chileno.

    O recuo doméstico da moeda norte-americana ante o real tinha influência da ação discricionária do BC, que prometeu na semana passada injetar 20 bilhões de dólares adicionais em novos contratos swaps cambiais até a próxima sexta-feira para dar liquidez ao mercado e ajudar a conter a volatilidade.

    O mercado ainda está cauteloso em função da reunião do Fed e questões internas, mas ele se mantém amortecido com o BC agindo , afirmou o operador de câmbio da corretora Spinelli José Carlos Amado.

    Por ora, o BC apenas anunciou a oferta de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem do vencimento de julho.

    Os investidores seguiam preocupados com a questão eleitoral e a falta de tração dos candidatos que consideram mais comprometidos com o ajuste fiscal nas pesquisas de intenção de voto.

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.