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    Premiê britânica May deixa liderança do Partido Conservador

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, renunciará à liderança do Partido Conservador nesta sexta-feira, desencadeando oficialmente uma disputa para substituí-la que pode levar a legenda a adotar uma postura mais rígida a respeito da separação britânica da União Europeia.

    May anunciou sua saída no mês passado, depois de fracassar na concretização do Brexit dentro do prazo, aprofundando uma crise política em um país dividido que luta para seguir em frente após o referendo de 2016 sobre a desfiliação.

    Ela continuará a atuar como premiê interina até seu partido eleger um novo líder, uma disputa acirrada que será definida pelo Brexit e por abordagens diferentes sobre como realizar a maior mudança na política externa nacional em mais de 40 anos.

    'No restante de seu tempo no cargo, ela levará adiante a agenda doméstica que colocou no cerne de sua gestão', disse o porta-voz de May a repórteres.

    May, antes uma apoiadora relutante da filiação à UE que emergiu do caos surgido após o referendo de 2016 como uma escolha 'firme', renuncia sem cumprir sua principal promessa: tirar o Reino Unido do bloco e sanar as divisões da nação.

    Sua equipe tem se empenhado em moldar seu legado para além do fiasco do Brexit, mas ela deixa a seu sucessor uma nação na qual as divergências políticas tradicionais estão sendo erodidas por convicções firmes sobre se o Reino Unido deveria ou não deixar a UE e como deveria fazê-lo.

    A disputa para substituí-la está esquentando há semanas, e os candidatos discutem os prós e contras do chamado Brexit sem acordo.

    As candidaturas oficiais serão apresentadas em 10 de junho, e o processo seletivo será concluído até o final de julho.

    Boris Johnson, ex-secretário das Relações Exteriores, é o favorito. Ele defende uma postura mais rígida no Brexit, dizendo que o Reino Unido deveria sair com ou sem acordo até o novo prazo de 31 de outubro, e está tentando persuadir os conservadores de que ele, que também foi prefeito de Londres, é o único candidato capaz de vencer uma nova eleição nacional para o Partido Conservador.

    Outros postulantes bem posicionados estão tentando alcançá-lo, e o atual chanceler, Jeremy Hunt, e o ministro do Meio Ambiente, Michael Gove, têm uma postura mais moderada no tocante ao Brexit.

    (Por Elizabeth Piper)

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    Comovida, premiê Theresa May renuncia e prorroga drama do Brexit

    Por Elizabeth Piper, William James e Kylie MacLellan

    LONDRES, 24 Mai (Reuters) - Emocionada e contendo as lágrimas, a premiê britânica, Theresa May, anunciou nesta sexta-feira que renunciará, iniciando uma disputa que levará ao poder um novo primeiro-ministro que pode buscar um rompimento mais radical do Reino Unido com a União Europeia.

    A saída de May aprofundará a crise do Brexit, já que é provável que um novo líder defenda uma separação mais decisiva da UE, o que aumenta as chances de um confronto com o bloco e uma eleição parlamentar antecipada potencialmente imprevisível.

    Com a voz embargada pela emoção, May, que suportou crises e humilhações em seu esforço fracassado de encontrar um meio-termo para o Brexit que o Parlamento aceitasse, disse que renunciará ao comando do Partido Conservador em 7 de junho, e uma disputa pela liderança da sigla começará na semana seguinte.

    'Em breve deixarei o trabalho que foi a honra da minha vida', disse May diante da residência oficial de Downing Street, em Londres. 'A segunda mulher primeira-ministra, mas certamente não a última'.

    'Faço-o sem ressentimento, mas com uma gratidão enorme e duradoura de ter tido a oportunidade de servir o país que amo', disse May sob o olhar do marido, Philip.

    May, que no passado foi uma apoiadora relutante da filiação à UE e que conquistou o cargo em meio ao tumulto que se seguiu ao referendo do Brexit em 2016, sai sem cumprir sua promessa principal: separar o Reino Unido do bloco e sanar as divisões.

    'É e sempre será um motivo de profundo pesar para mim não ter conseguido cumprir o Brexit', disse May, acrescentando que seu sucessor terá que encontrar um consenso para honrar o resultado do referendo de 2016.

    Jeremy Corbyn, líder do Partido Trabalhista, a principal sigla de oposição, disse que o novo premiê deve realizar uma eleição parlamentar para 'deixar o povo decidir o futuro do nosso país'.

    May deixa como herança uma nação profundamente dividida e uma elite política incapaz de decidir como, quando ou mesmo se deve sair da UE.

    A maioria dos principais candidatos ao cargo de May quer um acordo de desfiliação mais rígido, mas a UE já disse que não renegociará o Tratado de Retirada que selou com o Reino Unido em novembro.

    Boris Johnson, o garoto-propaganda da campanha oficial do Brexit em 2016, é o favorito para suceder May e a agradeceu por seu 'serviço estóico'. Os mercados de aposta estimam em 40% a probabilidade implícita de ele conseguir o principal cargo do país.

    O Partido Conservador informou em comunicado que o resultado da disputa para escolha do novo líder da legenda está previsto para ser anunciado antes de o Parlamento interromper as atividades para o recesso de verão, o que normalmente ocorre no fim de julho.

    (Reportagem adicional de Kate Holton)

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    May tenta se manter como premiê apesar de fracasso de manobra do Brexit

    Por Guy Faulconbridge e Kate Holton

    (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, lutava para se manter no cargo nesta quinta-feira, apesar do fracasso da última manobra para tentar concretizar a desfiliação britânica da União Europeia, ofuscando uma eleição europeia que deve mostrar um país rachado quanto ao rompimento com o bloco.

    A saída de May aprofundaria a crise do Brexit, já que é provável que um novo líder queira uma separação mais decisiva da UE, o que aumenta as chances de um confronto com o bloco e de uma nova eleição nacional que poderia abrir caminho a um governo socialista.

    Em uma situação tão incerta, a quinta maior economia do mundo enfrenta uma variedade de opções, como uma saída ordeira com um acordo, uma saída sem acordo, uma eleição nacional ou um segundo referendo que poderia acabar revertendo a decisão de 2016 de deixar a UE.

    May, que conquistou o cargo em meio ao tumulto que se seguiu ao referendo de 2016 sobre a filiação ao bloco, fracassou várias vezes em obter a aprovação do Parlamento ao acordo de saída que apresentou como uma maneira de sanar as divisões do Brexit na nação.

    Mas sua última aposta, que consistiu em propor um segundo referendo e arranjos comerciais mais estreitos com a UE, provocou revolta em alguns ministros pró-Brexit, e agora ela está sendo pressionada a marcar a data de sua saída.

    A líder da Câmara dos Comuns, Andrea Leadsom, renunciou, dizendo sentir que a abordagem de May não concretizará o Brexit. A rede BBC disse que mais ministros podem seguir o exemplo.

    'May deve sair após fiasco do Brexit', disse a manchete do jornal The Sun, e o The Times disse: 'May se prepara para partir após motim de gabinete'.

    O secretário das Relações Exteriores, Jeremy Hunt, disse que May ainda será a premiê quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegar para uma visita de Estado no dia 3 de junho.

    Embora o país continue profundamente dividido quanto ao Brexit, a maioria das pessoas concorda que ele definirá o futuro do Reino Unido por várias gerações.

    Os britânicos pró-europeus temem que o Brexit mine a posição de Londres como uma das duas maiores capitais financeiras do mundo e enfraqueça o Ocidente no momento em que este passa apertos com a presidência imprevisível de Trump e com a assertividade crescente da Rússia e da China.

    O favorito das casas de apostas para suceder May é Boris Johnson, o garoto-propaganda da campanha oficial de separação da UE, que disse querer um rompimento mais decisivo com o bloco. Ainda existe mais de uma dúzia de possíveis candidatos.

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    May oferece 'novo acordo' para tentar romper impasse do Brexit

    Por William James e Elizabeth Piper

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, apresentou nesta terça-feira um 'novo acordo' para a separação britânica da União Europeia, oferecendo afagos para partidos de oposição em sua quarta tentativa de romper o impasse do Brexit no Parlamento.

    Três anos depois de o Reino Unido votar pela ruptura com a UE e quase dois meses após a data de saída original, May prepara uma última ofensiva para obter o apoio do Parlamento profundamente dividido a um pacto de separação e deixar o cargo com algum tipo de legado.

    As perspectivas não são boas. Apesar de oferecer o que descreveu como 'novas mudanças significativas', muitos parlamentares, endurecidos em suas posições, já decidiram não votar a favor do Projeto de Lei do Acordo de Retirada, a legislação que implanta os termos do rompimento britânico.

    Falando na sede da PricewaterhouseCoopers, May apelou aos parlamentares para que apóiem seu acordo, acenando com a perspectiva de um possível segundo referendo sobre o acordo e arranjos comerciais mais estreitos com a UE como incentivos.

    'Digo com convicção a cada parlamentar ou cada partido: eu fiz concessões, agora peço que vocês façam concessões', afirmou.

    'Recebemos uma instrução clara do povo que devemos representar, então me ajudem a encontrar uma maneira de honrar esta instrução, mobilizar nosso país e nossa política e construir o futuro melhor que todos nós queremos ver'.

    Ao aventar a possibilidade de realizar uma segunda votação de seu pacto e ceder nos arranjos alfandegários, May espera conquistar parlamentares do Partido Trabalhista, de oposição, de cujos votos precisa para superar a resistência de seu próprio Partido Conservador.

    Mas o líder trabalhista, Jeremy Corbyn, disse que sua sigla não pode votar a favor do Projeto de Lei de Retirada, descrevendo a nova proposta da premiê como 'essencialmente a posição do governo requentada' em conversas com os governistas que fracassaram na semana passada.

    'É um truque de uma primeira-ministra desesperada que ficou sem opções, recusa-se a ceder e deixou o Parlamento e o país de escanteio durante três anos', disse a parlamentar trabalhista Seema Malhotra à Reuters.

    Ela também enfureceu parlamentares pró-Brexit, que descreveram uma união alfandegária com a UE como um Brexit inexistente.

    Vários conservadores eurocéticos de destaque, como o ex-ministro do Brexit David Davis e Jacob Rees-Mogg, disseram que não votarão a favor do projeto de lei no início de junho.

    E o Partido Unionista Democrático da Irlanda do Norte (DUP), que sustenta o governo de May, disse que os 'defeitos fatais' de seu acordo original permanecem -- a legenda teme que o pacto force a Irlanda do Norte a se separar do resto do Reino Unido.

    (Reportagem adicional de Costas Pitas e Kylie Maclellan)

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    May fará 'nova e ousada oferta' ao Parlamento britânico sobre Brexit

    Por Paul Sandle e James Davey

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse que apresentará 'uma oferta nova e ousada' aos parlamentares com 'um pacote melhorado de medidas', numa tentativa final de conseguir o acordo para o Brexit antes de deixar o cargo.

    Depois de fracassar três vezes em conseguir a aprovação do Parlamento para o acordo, o governo vai agora levar o projeto de lei do Acordo de Retirada --legislação que irá aprovar o acordo-- ao Parlamento para votação no início de junho.

    'Seja qual for o resultado de qualquer voto (indicativo), não vou simplesmente pedir aos parlamentares para pensarem novamente. Em vez disso, vou pedir-lhes para olhar para um novo e melhorado acordo com um novo par de olhos --e dar a ele seu apoio', escreveu May no Sunday Times.

    A data da votação e o conteúdo do texto que os membros do Parlamento serão convidados a considerar --incluindo se terão oportunidade de indicar quais termos podem garantir a maioria antes que a votação seja obrigatória-- ainda não foram levadas a público.

    As conversas sobre o Brexit entre os conservadores de May e o Partido Trabalhista, da oposição, entraram em colapso na sexta-feira, horas depois de a premiê, que fechou o acordo com a União Europeia (UE) no ano passado, concordar em estabelecer no início de junho um cronograma para sua partida.

    O vencedor de uma corrida para sucedê-la se tornará automaticamente primeiro-ministro e assumirá o controle do processo do Brexit, que mergulhou o Reino Unido em sua pior crise política desde a Segunda Guerra Mundial.

    Enfrentando sua última chance de promover a saída do bloco, que definiu seu tempo no cargo desde o referendo de 2016, May disse que o ponto comum com os trabalhistas foi encontrado nos direitos e proteções dos trabalhadores, no meio ambiente e na segurança.

    'Quando o Projeto de Acordo de Retirada estiver sob análise do Parlamento, ele representará uma oferta nova e ousada para os parlamentares da Câmara dos Comuns, com um pacote melhorado de medidas que, acredito, podem ganhar novo apoio', disse ela.

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    1 M

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    Diálogo de May com trabalhistas sobre Brexit trava e UE rejeita adiamento

    LONDRES/BRUXELAS (Reuters) - O Partido Trabalhista, sigla de oposição do Reino Unido, disse nesta sexta-feira que as conversas com o governo sobre um acordo de última hora para a separação de seu país da União Europeia não progrediram, e líderes da UE disseram que a primeira-ministra britânica, Theresa May, não os convenceu de que deveriam deixar o Reino Unido adiar sua saída na semana que vem.

    May escreveu a Bruxelas pedindo que os líderes do bloco adiassem o Brexit da próxima sexta-feira para 30 de junho – mas eles insistiram que primeiro ela precisa mostrar um plano viável para garantir que seu pacto de saída seja aprovado em um Parlamento hoje estagnado.

    Os trabalhistas, para os quais ela se voltou relutantemente depois de ver seu acordo rejeitado três vezes, disseram que o governo 'não ofereceu uma mudança ou um compromisso real' em três dias de conversas.

    'Exortamos a primeira-ministra a apresentar mudanças genuínas em seu acordo', disse um comunicado.

    O porta-voz dos trabalhistas para o Brexit, Keir Starmer, disse que seu partido quer que as conversas continuem, e um porta-voz do escritório de May disse que o governo 'fez propostas sérias' nas negociações e que deseja que elas continuem no final de semana 'de forma a render um acordo que seja aceitável para os dois lados'.

    May precisa de uma estratégia de saída viável para persuadir os 27 outros líderes do bloco a concederem um adiamento em uma cúpula na quarta-feira, de preferência para a data de separação que ela escolheu.

    Qualquer prorrogação exigiria a aprovação unânime dos outros países da UE, todos cansados da indecisão britânica com o Brexit, e pode vir com condições.

    'Se não conseguirmos entender a razão do Reino Unido estar pedindo uma prorrogação, não podemos dar uma resposta positiva', disse o ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire. Já a ministra da Justiça alemã, Katarina Barley, tuitou: 'Esta barganha por tempo precisa acabar.'

    SEGUNDO REFERENDO

    Profundas divisões no Partido Conservador de May, no governo e entre os trabalhistas levaram a uma maratona de votações no Parlamento, no qual opções que foram do rompimento com a UE sem um período de transição ao cancelamento do Brexit foram rejeitados.

    Na sexta-feira passada, May fez o impensável ao pedir aos trabalhistas que negociassem com ela um acordo que funcionasse para as duas partes – mas alguns opositores disseram que ela estava induzindo a sigla a dividir a responsabilidade por seu fracasso.

    Donald Tusk, chefe do Conselho Europeu, está planejando propor um adiamento de um ano, que também pode ser encurtado se o Reino Unido ratificar o acordo de saída, disseram autoridades graduadas da UE.

    Os trabalhistas querem laços mais estreitos com a UE do que os propostos por May, incluindo uma união alfandegária, que a premiê vem rejeitando. Muitos parlamentares trabalhistas também insistem que qualquer pacto deve ser submetido a um segundo referendo.

    (Por Jan Strupczewski, Gabriela Baczynska, Francesco Guarascio, Alistair Smout, Michael Holden, Steve Addison e David Milliken)

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    Trabalhista Corbyn diz que premiê britânica não cedeu o suficiente no Brexit

    Por Elizabeth Piper e Kylie MacLellan e William James

    LONDRES (Reuters) - O líder do Partido Trabalhista, sigla britânica de oposição, Jeremy Corbyn, disse nesta quarta-feira que a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, não fez concessões suficientes durante as conversas para romper o impasse sobre a separação de seu país da União Europeia.

    O Reino Unido deveria ter saído da UE na sexta-feira, mas, quase três anos depois de os britânicos votarem a favor do Brexit em um referendo, ainda não está claro como, quando ou mesmo se o país deixará o bloco ao qual se uniu em 1973.

    Como seu acordo de saída foi rejeitado três vezes pelos parlamentares, May convidou o veterano socialista Corbyn para conversar no Parlamento e tentar superar a crise.

    'Não houve tanta mudança quanto eu esperava', disse Corbyn, de 69 anos. 'O encontro foi útil, mas inconclusivo.'

    Indagado se May aceitou sua preferência por uma união alfandegária pós-Brexit com a UE, ele respondeu: 'Nós tivemos uma conversa sobre tudo isso.'

    Corbyn está sendo pressionado por alguns correligionários a não aceitar um acordo para o Brexit sem a certeza de que ele pode ser confirmado ou rejeitado em um novo referendo que também ofereça a opção de continuar na UE.

    'Eu disse: 'veja, é uma diretriz do nosso partido que gostaríamos de buscar uma opção de uma votação pública para evitar sair à força ou evitar sair com um acordo ruim'', disse. 'Não se chegou a um acordo sobre isso. Só colocamos isso como uma das questões lá.'

    Um porta-voz da premiê disse que a reunião, que durou uma hora e 40 minutos, foi 'construtiva, já que os dois lados mostraram flexibilidade e comprometimento para encerrar a atual incerteza sobre o Brexit'.

    'Combinamos um programa de trabalho de forma a atender o povo britânico, protegendo os empregos e a segurança', acrescentou.

    O aceno de May a Corbyn, cujo partido tem 245 dos 650 parlamentares, oferece uma saída possível para a premiê garantir uma maioria para um acordo de saída agora que busca um segundo adiamento curto para o Brexit.

    Mas alguns trabalhistas viram sua manobra como uma armadilha concebida para obrigar seus próprios parlamentares a apoiarem seu pacto três vezes rejeitado, ou como uma forma de transferir parte da responsabilidade pelas dificuldades do Brexit ao Partido Trabalhista.

    (Reportagem adicional de Andrew MacAskill, Kate Holton, Paul Sandle, Alistair Smout, Costas Pitas, Andy Bruce e Stephen Addison, Elisabeth O'Leary e David Milliken)

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    Oferta de renúncia de May não convence contrários a acordo para o Brexit

    Por Guy Faulconbridge e Elizabeth Piper e Kylie MacLellan

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse que renunciaria ao cargo numa oferta para aprovar seu acordo de divórcio com a União Europeia, mas um dos partidos da Irlanda do Norte, crucial para a aprovação da medida no Parlamento, não se comoveu e afirmou que iria mais uma vez rejeitar a proposta.

    Se o Partido Unionista Democrático (DUP, na sigla em inglês) tivesse mudado de lado e apoiado May, muitos dos rebeldes anti-Europa do próprio partido Conservador da premiê poderiam ser convencidos a acompanhar, mas o posicionamento do DUP tornou bastante improvável que o acordo seja aprovado em uma terceira tentativa.

    A decisão do DUP põe agora a pressão sobre o Parlamento para que elabore um plano para prevenir um Brexit sem acordo em 12 de abril, novo prazo estabelecido por Bruxelas na semana passada.

    A saída de May não alteraria os termos do acordo de saída, mas poderia dar aos conservadores eurocéticos que se opõem à proposta uma maior participação na negociação dos termos sobre uma futura relação do Reino Unido com a UE.

    Enquanto May conversava com os parlamentares que são seus correligionários, no plenário do Parlamento os demais legisladores discutiam oito diferentes opções para o Brexit, que iam desde uma saída abrupta sem nenhum acordo até a revogação total do divórcio ou mesmo a realização de um novo referendo.

    Na segunda-feira, os parlamentares aprovaram uma medida para que assumissem o controle sobre o processo do Brexit por um dia, numa tentativa de superar o impasse. Diversas das opções postas na mesa previam uma aproximação muito maior com a UE do que a prevista por May, entre elas a permanência em um mercado comum ou em uma união alfandegária.

    Em uma “votação indicativa”, os parlamentares puderam manifestar apoio a quantas propostas quisessem.

    Nenhuma das propostas conseguiu maioria, mas a derrota mais apertada, por apenas oito votos, foi a que previa a permanência do Reino Unido em uma união alfandegária com a UE.

    De início, o Reino Unido devia se retirar da UE em 29 de março, mas na semana passada a UE concedeu um adiamento para 12 de abril. A incerteza em torno da principal decisão política britânica desde a Segunda Guerra Mundial tem deixado aliados e investidores perplexos.

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