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    May desafia UE depois de conversas sobre o Brexit chegarem a impasse

    Por Guy Faulconbridge e Andrew MacAskill

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse nesta sexta-feira que as conversas com a União Europeia sobre o Brexit chegaram a um impasse, desafiando o bloco a propor seus próprios planos um dia depois de os líderes da UE atacarem suas propostas.

    Em uma cúpula na Áustria na quinta-feira, os líderes rejeitaram o plano Chequers de May, dizendo que ela precisa fazer concessões nos arranjos sobre o comércio e a fronteira britânica com a Irlanda.

    A mídia britânica disse ter se tratado de uma rejeição das propostas da premiê, e May contra-atacou em um discurso televisionado de seu escritório em Downing Street dizendo que nenhum dos lados deve esperar o impossível do outro.

    'No decorrer deste processo, não mostrei nada além de respeito pela UE. O Reino Unido espera o mesmo. Um bom relacionamento ao fim deste processo depende disso.'

    A libra esterlina continuou em queda enquanto May falava, chegando a recuar 1,4 por cento e cair para 1,3080 dólar, o que a encaminhou para sua maior perda diária neste ano --resultado do temor de que o Reino Unido saia da UE sem nenhum acordo.

    May disse que as propostas Chequers para o comércio com o bloco, que resolveriam diferenças a respeito da fronteira da Irlanda do Norte com a República da Irlanda, são o único caminho à frente. Líderes da UE reunidos em Salzburgo repetiram a opinião de que os planos minarão seu tão valorizado mercado comum.

    Após a cúpula, líderes do bloco disseram que se empenharão para fechar um acordo no mês que vem, mas os dois lados alertaram que se preparam para a possibilidade de não haver um pacto.

    'Não é aceitável simplesmente rejeitar as propostas do outro lado sem uma explicação detalhada e contrapropostas', afirmou a premiê. 'Então agora precisamos ouvir da UE quais são as verdadeiras questões, qual é sua alternativa, para que possamos debatê-las. Até lá não conseguiremos avançar.'

    May, que só tem uma maioria estreita no Parlamento graças ao apoio de um pequeno partido pró-Brexit da Irlanda do Norte, disse que não pode concordar com nenhum acordo que trate esta última de maneira diferente do restante do Reino Unido.

    A UE insiste que não pode haver uma fronteira dura entre a província britânica e a República da Irlanda, e que a Irlanda do Norte permanecerá na união alfandegária do bloco ou estabelecerá uma fronteira no Mar da Irlanda se nenhum acordo alternativo for alcançado.

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    'Brexit continua a significar Brexit', diz May ao pressionar a favor de plano para saída da UE

    Por Elizabeth Piper e William James

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse nesta quarta-feira que seu governo já começou negociações com a União Europeia com base em seu plano para o Brexit, pressionando a favor de uma proposta criticada por ambas as alas de seu Partido Conservador.

    Após escapar por pouco de uma derrota no Parlamento sobre sua estratégia para deixar a União Europeia, May sinalizou que não irá desistir de uma proposta sobre o futuro relacionamento do Reino Unido com o bloco --a maior mudança em suas políticas externa e comercial em quase meio século.

    Mas, ao insistir em um plano para uma saída 'amigável aos negócios', May aprofundou uma disputa entre defensores do Brexit e parlamentares pró-União Europeia de seu partido que já estavam em guerra uns contra os outros e, em alguns casos, contra a própria primeira-ministra.

    Boris Johnson, ex-ministro de Relações Exteriores de May que renunciou ao cargo devido ao chamado plano de Chequers, foi um dos primeiros a pedir novamente para que o governo revesse sua estratégia, dizendo que 'não é tarde demais para salvar o Brexit'.

    Mas, em sessão do Parlamento nesta quarta-feira, May se manteve firme após ser questionada por uma parlamentar pró-Brexit de seu partido quando havia decidido mudar seu slogan de 'Brexit significa Brexit', para 'Brexit significa Permanecer'.

    'Brexit continua a significar Brexit', disse May, recebendo aplausos de seus apoiadores conservadores.

    May também disse que já havia iniciado negociações com Bruxelas com base na proposta estabelecida na semana passada depois que seu divido governo chegou a um acordo em sua residência em Chequers.

    A primeira-ministra insistiu que está confiante de que o Reino Unido tem tempo suficiente para negociar um acordo com a União Europeia antes de deixar o bloco em março do próximo ano.

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    'Brexit continua a significar Brexit', diz May ao pressionar a favor de plano para saída da UE

    Por Elizabeth Piper e William James

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse nesta quarta-feira que seu governo já começou negociações com a União Europeia com base em seu plano para o Brexit, pressionando a favor de uma proposta criticada por ambas as alas de seu Partido Conservador.

    Após escapar por pouco de uma derrota no Parlamento sobre sua estratégia para deixar a União Europeia, May sinalizou que não irá desistir de uma proposta sobre o futuro relacionamento do Reino Unido com o bloco --a maior mudança em suas políticas externa e comercial em quase meio século.

    Mas, ao insistir em um plano para uma saída 'amigável aos negócios', May aprofundou uma disputa entre defensores do Brexit e parlamentares pró-União Europeia de seu partido que já estavam em guerra uns contra os outros e, em alguns casos, contra a própria primeira-ministra.

    Boris Johnson, ex-ministro de Relações Exteriores de May que renunciou ao cargo devido ao chamado plano de Chequers, foi um dos primeiros a pedir novamente para que o governo revesse sua estratégia, dizendo que 'não é tarde demais para salvar o Brexit'.

    Mas, em sessão do Parlamento nesta quarta-feira, May se manteve firme após ser questionada por uma parlamentar pró-Brexit de seu partido quando havia decidido mudar seu slogan de 'Brexit significa Brexit', para 'Brexit significa Permanecer'.

    'Brexit continua a significar Brexit', disse May, recebendo aplausos de seus apoiadores conservadores.

    May também disse que já havia iniciado negociações com Bruxelas com base na proposta estabelecida na semana passada depois que seu divido governo chegou a um acordo em sua residência em Chequers.

    A primeira-ministra insistiu que está confiante de que o Reino Unido tem tempo suficiente para negociar um acordo com a União Europeia antes de deixar o bloco em março do próximo ano.

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    Parlamentares anti-Brexit são alertados a apoiar May para não enfrentarem eleição antecipada

    LONDRES (Reuters) - Parlamentares conservadores britânicos pró-União Europeia foram ameaçados com uma eleição geral ainda este ano se frustrarem os planos da primeira-ministra Theresa May para as operações alfandegárias após a saída da UE, disse um parlamentar nesta quarta-feira, o que pode aumentar a discórdia dentro do partido da premiê.

    Os conservadores encarregados da disciplina partidária ameaçaram convocar uma moção de confiança que pode derrubar o próprio governo da conservadora May, disse um parlamentar à Reuters. A parlamentar rebelde Anna Soubry afirmou à rádio BBC que a possibilidade de uma eleição nacional também foi mencionada.

    'Foi um espetáculo pavoroso', disse Anna à BBC Radio 4. 'Esta insensatez de ameaçar com eleições gerais, e moções de confiança na primeira-ministra... venham com tudo, porque serei a primeira na fila a dar meu voto de confiança total na primeira-ministra', disse Anna. 'O problema é que não acho que ela esteja mais no comando'.

    Parlamentares conservadores temem uma eleição e a possível vitória do trabalhista Jeremy Corbyn, cujo partido assumiu a liderança das pesquisas no início deste mês.

    Os trabalhistas dizem que o referendo de 2016 que decidiu a desfiliação britânica da UE, conhecida como Brexit, deve ser respeitado, mas atacaram a premiê devido às divisões em seu Partido Conservador.

    Nos últimos quatro anos, um dos períodos mais tumultuados da história política britânica recente, houve quatro votações: o referendo sobre a independência escocesa de 2014, a eleição britânica de 2015, o referendo do Brexit de 2016 e a eleição antecipada convocada por May no ano passado.

    May escapou por pouco de uma derrota no Parlamento pelas mãos de parlamentares pró-UE de seu próprio partido na terça-feira, socorrida por quatro parlamentares trabalhistas que contrariaram sua sigla e apoiaram o governo.

    Os distúrbios em torno dos planos para o Brexit afetaram a libra esterlina.

    Por 307 votos a 301, o Parlamento rejeitou uma emenda em uma legislação comercial que teria obrigado o governo a tentar negociar uma união alfandegária com a UE se não tivesse conseguido obter um acordo com o bloco que oferecesse livre-comércio para bens sem atritos até o dia 21 de janeiro de 2019.

    Na segunda-feira, May enfureceu parlamentares conservadores que querem manter os laços mais estreitos possíveis com a UE ao decidir aceitar várias exigências de parlamentares pró-Brexit linha-dura de seu próprio partido.

    (Por Guy Faulconbridge e Alistair Smout)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

    REUTERS PF

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    Premiê britânica escapa por pouco de derrota em votação parlamentar sobre leis comerciais

    Por William James e Andrew MacAskill

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, escapou por pouco de uma derrota no Parlamento pelas mãos de parlamentares pró-União Europeia de seu próprio partido nesta terça-feira, contendo uma rebelião que ameaçou agravar uma crise causada por sua estratégia para o Brexit, a desfiliação britânica da UE.

    Por 307 votos a 301, o Parlamento rejeitou uma emenda em uma legislação comercial que teria obrigado o governo a tentar negociar uma união alfandegária com a UE se não tiver conseguido obter um acordo com o bloco que ofereça livre-comércio para bens sem atritos até 21 de janeiro de 2019.

    A vitória apertada é a terceira de May nesta semana, o que sublinha a dificuldade que ela enfrenta para aprovar leis ligadas a uma das decisões mais polarizadoras e importantes da história britânica moderna somente com um governo de minoria e um partido dividido internamente.

    Ao vencer a votação desta terça-feira a premiê evitou o risco de ter que voltar atrás em sua promessa de que o país não será parte de nenhuma união alfandegária depois de deixar a UE --algo que teria enfurecido a ala pró-Brexit de sua sigla.

    Mas o governo sofreu uma derrota inesperada em uma outra emenda, o que significa que agora terá que conseguir um acordo que permita ao Reino Unido continuar a participar do marco regulatório europeu de remédios.

    O projeto de lei do comércio tem como foco converter acordos comerciais entre a UE e outros países em pactos bilaterais com o Reino Unido. Trata-se de um projeto de lei técnico, cujo objetivo inicial não era definir uma nova política comercial.

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    May enfrenta batalha no Parlamento sobre comércio pós-Brexit após concessão

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, enfrentará uma batalha no Parlamento nesta terça-feira sobre o comércio pós-Brexit, uma vez que parlamentares pró-União Europeia esperam influenciar os planos do governo para a desfiliação da União Europeia, um dia depois de a premiê ter cedido a exigências de defensores da separação.

    A vulnerabilidade de May no Parlamento, onde ela perdeu a maioria que seu Partido Conservador possuía em uma eleição mal calculada no ano passado, foi exposta na segunda-feira, quando sua decisão de aceitar as demandas de parlamentares pró-Brexit provocou uma rebelião entre aqueles que querem os laços mais estreitos possíveis com a UE após a separação.

    Em duas das votações de segunda-feira sua maioria foi reduzida a três votos, um sinal de que a líder terá dificuldade para aprovar a legislação do Brexit em um Parlamento profundamente dividido, o que pode ameaçar a aprovação de qualquer acordo sobre a desfiliação.

    May prometeu se ater a seu plano de negociar a relação comercial mais estreita possível com a UE, dizendo que sua estratégia é a única que pode atender os objetivos do governo para o Brexit, a maior mudança na política externa britânica em décadas.

    Mas o plano agradou muito poucos, aprofundando as divisões existentes em seu partido que vêm impedindo um avanço nas conversas com a UE e desencadeando uma guerra de palavras entre as facções favoráveis ao Brexit e pró-UE.

    'Não podemos agradar a todos. Temos que ter uma posição de concessão que permita ao país obter um acordo com a União Europeia', disse o ministro do Comércio, Liam Fox, à rádio BBC. 'Agora cabe aos 27 da UE determinarem que tipo de relacionamento eles têm conosco'.

    A votação desta terça-feira tratará do projeto de lei para o comércio, cujo foco é converter acordos comerciais entre a UE e terceiros países em pactos bilaterais com o Reino Unido. Trata-se de um projeto de lei técnico, cujo objetivo inicial não era definir uma nova política comercial.

    Parlamentares pró-UE pediram uma mudança no palavreado do projeto de lei para tentar forçar o governo a buscar uma união alfandegária com o bloco caso os ministros não acertem um acordo que estabeleça 'uma área de livre-comércio para bens sem atritos'.

    O Parlamento também votará uma tentativa de Londres de adiantar seu recesso de verão para a quinta-feira da semana que vem, o que o governo diz ser lógico porque há muito poucas matérias legislativas em pauta nos dias restantes. Críticos dizem ser uma manobra de um governo em pânico com as diversas rebeliões na sigla governista.

    (Por Elizabeth Piper)

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    Trump diz que May faz trabalho 'fantástico' sobre Brexit e promete acordo comercial

    Por Jeff Mason e William James

    CHEQUERS, Inglaterra (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que torce para finalizar um acordo comercial com o Reino Unido após a desfiliação britânica da União Europeia, em uma abrupta mudança de tom em relação a entrevista a um jornal na qual disse que a estratégia da primeira-ministra britânica, Theresa May, para o Brexit mataria qualquer acordo bilateral.

    Em uma entrevista publicada poucas horas antes de os dois líderes se reunirem, Trump criticou os resultados muito infelizes das propostas da premiê para o Brexit e suas táticas de negociação enquanto o Reino Unido se prepara para deixar o bloco em março de 2019.

    Porém, mais tarde Trump adotou uma postura completamente diferente, dizendo que May está fazendo um trabalho fantástico .

    Não sei o que eles farão depois que o processo do Brexit estiver concluído e o Reino Unido tiver talvez deixado a UE, mas o que quer que façam está bom para mim, essa é a sua decisão , disse Trump em uma coletiva de imprensa com May no jardim de sua residência de campo oficial de Chequers.

    O que quer que vocês façam está bom para nós, só garantam que poderemos fazer comércio juntos, isso é tudo que importa. Esta é uma oportunidade incrível para nossos dois países e a aproveitaremos plenamente , acrescentou.

    Na semana passada, no mesmo local, May finalmente obteve apoio de seu gabinete para seus planos do Brexit, mas dias depois dois de seus principais ministros renunciaram, o que levou Trump a descrever o Reino Unido no início desta semana como um país em caos.

    Horas depois de estas propostas serem divulgadas formalmente, Trump questionou a estratégia em uma entrevista ao jornal The Sun na qual fez uma avaliação demolidora.

    Se eles fizerem um acordo assim, negociaríamos com a União Europeia ao invés de negociar com o Reino Unido, então isso provavelmente matará o acordo , disse Trump ao Sun. Eu teria feito muito diferente. Eu inclusive disse a Theresa May como fazê-lo, mas ela não me ouviu .

    Indagado sobre a entrevista, Trump disse que não criticou a premiê e a cobriu de elogios.

    Infelizmente saiu uma reportagem que no geral estava boa, mas que não incluiu o que eu disse sobre a primeira-ministra, e eu disse algo tremendo , afirmou. Isso se chama fake news .

    May também passou ao largo dos comentários.

    Hoje concordamos que, agora que o Reino Unido está deixando a União Europeia, buscaremos um acordo de livre comércio EUA-Reino Unido ambicioso .

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    May elogia “querido amigo” EUA e Trump questiona planos da premiê para o Brexit

    Por Jeff Mason e Michael Holden

    PALÁCIO DE BLENHEIM, Inglaterra (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, fez nesta quinta-feira uma sugestão para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de um acordo comercial pós-Brexit com os EUA, na primeira viagem do líder norte-americano ao Reino Unido, somente horas após o presidente questionar os planos de May para a saída britânica da União Europeia.

    Invocando o espírito de Winston Churchill conforme discursava para Trump e líderes comerciais no local de nascimento do líder britânico durante a Segunda Guerra Mundial, May elogiou a amizade entre os dois aliados, ignorando as dúvidas apresentadas pelo presidente sobre o plano dela para o Brexit.

    Mas em trechos de uma entrevista ao jornal The Sun divulgada na noite de quinta-feira, Trump disse que um acordo comercial seria quase impossível se o Reino Unido permanecesse tão próximo da UE depois do Brexit, como May parecia estar planejando.

    Se eles fizerem um acordo como esse, estaremos negociando com a União Europeia em vez de negociar com o Reino Unido, por isso provavelmente mataria o acordo , disse Trump segundo o jornal Sun.

    A visita de Trump coincide com uma semana instável para May, depois que dois de seus principais ministros renunciaram em protesto contra seus planos de comércio com a União Europeia após a saída do Reino Unido do bloco no próximo mês de março.

    A proposta “pró-mercado” de May para o Brexit foi aceita por seu gabinete somente na última sexta-feira, após dois anos de divergências desde que os britânicos votaram para deixar o bloco em 2016, embora alguns defensores do Brexit tenham considerado a proposta uma traição.

    O povo votou para se separar, então imagino que é isso que eles vão fazer. Mas, talvez eles estejam tomando uma rota um pouco diferente, então não sei se é para isso que eles votaram”, disse Trump.

    Fora do Palácio de Blenheim, próximo a Oxford, alguns milhares de manifestantes se enfileiraram na estrada e vaiaram antes da chegada de Trump, um dos mais de 100 protestos que a polícia espera acontecer durante a viagem de quatro dias do presidente.

    Após desembarcar de helicóptero, Trump ficou ao lado de May em um tapete vermelho nos degraus do Palácio de Blenheim, enquanto uma banda militar de guardas britânicos, vestidos com os tradicionais chapéus e casacos vermelhos, se apresentou para os dois líderes e seus cônjuges.

    Dentro das paredes da grande mansão do século 18, May só teve palavras calorosas, chamando o Reino Unido e os EUA de “não somente os aliados mais próximos, mas os mais queridos dos amigos”.

    “Sr. presidente, Sir Winston Churchill uma vez disse que ‘ter os EUA ao nosso lado foi, para mim, a maior das alegrias’”, disse May a Trump em um jantar em sua homenagem, com a participação de ministros e cerca de 100 executivos de companhias incluindo o grupo Blackstone, Blackrock, Diageo e McLaren.

    “O espírito de amizade e cooperação entre nossos países, nossos líderes e nossos povos, a mais especial das relações, tem uma longa e orgulhosa história. Agora, para o benefício de todo novo povo, trabalharemos juntos para construir um futuro mais próspero”, disse ela.

    Em seu discurso no Palácio de Blenheim, May listou ligações comerciais existentes, citando que mais de um milhão de norte-americanos trabalham para companhias britânicas e que o Reino Unido é o maior investidor nos EUA.

    “Agora, conforme nos preparamos para deixar a União Europeia, nós temos uma oportunidade sem precedentes para fazermos mais”, disse.

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    May reafirma autoridade após demissões de ministros contrários a planos para Brexit

    Por Michael Holden e Elizabeth Piper

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, agiu nesta terça-feira para reafirmar sua autoridade e angariou apoios depois que dois membros de alto escalão de seu governo pediram demissão e atacaram os planos da premiê para a saída do Reino Unido da União Europeia.

    May disse que comandou uma reunião produtiva de seu governo após as renúncias do ministro das Relações Exteriores, Boris Johnson, e do principal negociador britânico para o Brexit, David Davis, que abalaram o governo na segunda-feira.

    Entre os que se reuniram em torno da primeira-ministra após as demissões está o ministro do Meio Ambiente, Michael Gove --um proeminente defensor da saída britânica da União Europeia ao lado de Johnson no referendo de 2016-- que disse que não seguiria o exemplo do ex-chanceler.

    Com menos de nove meses antes de o Reino Unido deixar o bloco, May está se mantendo firme a seu plano para um Brexit amigável aos negócios .

    A premiê parece estar a caminho de enfrentar uma rebelião em seu Partido Conservador, no qual apoiadores do Brexit estão furiosos com seus planos de negociar uma área de livre comércio de bens com a UE após a separação.

    Um membro do partido descreveu a aceitação das regras da UE como a traição final .

    Acima de uma foto de seu gabinete, incluindo seu novo ministro de Relações Exteriores, Jeremy Hunt, e o novo ministro para o Brexit, Dominic Raab, após uma minirreforma na segunda-feira, May escreveu em seu Twitter: Reunião produtiva do Gabinete nesta manhã -- olhando para uma semana agitada .

    O porta-voz da premiê disse que May recebeu os novos membros do seu gabinete e discutiu a publicação de um documento oficial sobre os futuros laços do Reino Unido com a UE, além de ter intensificado os preparativos para as negociações com Bruxelas.

    Alguns ministros presentes descreveram a reunião como muito boa .

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