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    Bispos chineses presentes em reunião no Vaticano convidam papa para visita histórica

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - Dois bispos católicos da China que tiveram permissão do governo de Pequim para participar de uma reunião no Vaticano pela primeira vez convidaram o papa Francisco a visitar seu país, noticiou um jornal católico nesta terça-feira.

    Joseph Guo Jincai e John Baptist Yang Xiaoting participaram da primeira quinzena de um encontro de bispos de todo o mundo, conhecido como sínodo, e viram o papa diariamente.

    A presença dos bispos chineses foi o primeiro sinal concreto de uma reaproximação entre a Santa Sé e Pequim desde um acordo histórico firmado no mês passado para o ordenamento de bispos na nação comunista.

    'Enquanto estivemos lá convidamos o papa Francisco a vir à China', disse Guo em uma entrevista ao Avvenire, o diário da conferência de bispos da Itália. 'Estamos esperando por ele'.

    O acordo, que foi trabalhado durante mais de 10 anos e assinado em 22 de setembro, dá ao Vaticano o direito longamente pleiteado de opinar na escolha dos bispos na China, mas críticos o classificaram como uma capitulação ao governo comunista.

    Os aproximadamente 12 milhões de católicos chineses se dividiram em uma igreja clandestina fiel ao Vaticano e a Associação Católica Patriótica, supervisionada pelo Estado.

    Guo tem laços fortes com o governo porque foi ordenado pela Associação Católica Patriótica sem permissão papal e foi excomungado pelo Vaticano.

    Como parte do acordo de 22 de setembro, o papa revogou sua excomunhão e reconheceu sua legitimidade, tornando Guo um interlocutor importante entre os dois lados.

    Guo disse não saber quando uma viagem papal pode acontecer, mas que ele e o bispo Yang acreditam que ela é possível e estão orando por ela.

    'Nossa presença lá era considerada impossível, mas se tornou possível', disse.

    O papa deve visitar o Japão no ano que vem, e na quinta-feira se encontrará com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, que lhe entregará um convite do líder norte-coreano, Kim Jong Un, para que o pontífice visite Pyongyang.

    Autoridades do Vaticano enfatizaram que o acordo do mês passado entre a Santa Sé e a China foi pastoral, e não político – mas muitos acreditam que ele é um precursor da restauração dos laços diplomáticos entre o Vaticano e Pequim depois de mais de 70 anos.

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    Papa compara fazer um aborto a 'contratar um matador de aluguel'

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco comparou fazer um aborto a 'contratar um matador de aluguel' para eliminar uma pessoa problemática nesta quarta-feira, em declaração que certamente será bem recebida por católicos conservadores que acusaram o pontífice de não se posicionar o bastante sobre tópicos da 'guerra cultural'.

    O aborto é uma batalha política intensa em vários países, inclusive nos Estados Unidos, onde muitos conservadores esperam que a Suprema Corte  acabe revertendo o veredicto histórico de 1973 conhecido como Roe versus Wade, que legalizou o aborto.

    Francisco fez os comentários sobre o aborto, alguns de seus mais contundentes até hoje, ao se dirigir a dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça São Pedro para sua audiência geral semanal.

    O papa denunciou o que chamou de contradição de se permitir 'a supressão da vida humana no ventre da mãe em nome da salvaguarda de outros direitos'.

    'Mas como um ato que suprime uma vida inocente e impotente que está germinando pode ser terapêutico, civilizado ou mesmo simplesmente humano?', disse ele.

    'Pergunto a vocês: é certo 'tirar' uma vida humana para resolver um problema? O que vocês pensam? É certo? É certo ou não?', indagou ele de improviso.

    Muitos presentes gritaram 'Não'.

    'É certo contratar um matador de aluguel para resolver um problema? Você não pode, não é certo matar um ser humano, não importa quão pequeno seja, para resolver um problema. É como contratar um matador de aluguel para resolver um problema', disse.

    A Igreja Católica ensina que a vida começa no momento da concepção e termina no momento da morte natural. Ela também proíbe a eutanásia, mas diz que um familiar ou paciente pode decidir parar de recorrer a meios extraordinários para manter uma pessoa vida.

    Pouco depois de se tornar papa, em março de 2013, Francisco pareceu minimizar a importância de temas da 'guerra cultural', como o aborto, a contracepção e o casamento gay, dizendo em uma entrevista que a Igreja se tornou 'obcecada' por eles.

    'Não é necessário falar sobre estas questões o tempo todo', afirmou ele na entrevista, acrescentando que a posição da Igreja a respeito delas é muito clara e que esta também tem que abordar questões sociais como a pobreza, a injustiça e a imigração.

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    Papa abre reunião de bispos sob sombra de escândalo de abusos sexuais na Igreja

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco abriu nesta quarta-feira uma reunião de bispos no momento em que a Igreja Católica atravessa uma crise causada por abusos sexuais, exortando líderes católicos a não deixarem que a fé da próxima geração seja extinta 'por nossas limitações, erros e pecados'.

    Indicando a pressão extraordinária que a Igreja está sofrendo por causa do escândalo mundial de abusos sexuais, o cardeal Charles Chaput, arcebispo do Estado norte-americano da Filadélfia, pediu que o 'sínodo da juventude' fosse cancelado para que o Vaticano pudesse se concentrar nos preparativos de outra reunião de bispos sobre a prevenção de abusos sexuais.

    O cardeal Joseph Tobin, arcebispo de Newark, em Nova Jersey, ficou em casa para lidar com as consequências do escândalo, e o bispo holandês Robert Mutsaerts, de Den Bosch, boicotou o encontro dizendo que o sínodo carece de credibilidade.

    Mais de 250 outros bispos de todo o mundo participarão do encontro de um mês, e cerca de 40 jovens foram convidados a participar como observadores.

    Dois dos bispos são da China, um fato inédito resultante de um acordo histórico firmado pelo Vaticano no início deste mês que melhorou os laços com o governo comunista chinês. Aplausos irromperam quando o papa assinalou sua presença na homilia de uma missa para dezenas de milhares de pessoas na Praça São Pedro.

    Embora o título oficial do sínodo seja 'Jovens, Fé e Discernimento Vocacional', o escândalo global de abusos sexuais se faz sentir nos bastidores, e muitos acreditam que será parte da pauta informal dos debates.

    'Que o Espírito nos dê a graça de ser uma memória que é diligente, viva e eficiente, que não se permite extinguir de uma geração para a outra ou ser esmagada pelos profetas da perdição e do infortúnio, por nossas limitações, erros e pecados', disse Francisco em sua homilia.

    A Igreja está implicada em uma crise de abusos sexuais em países que incluem Chile, Alemanha, Estados Unidos e Austrália, e o Vaticano sabe que precisa reconquistar os jovens desencantados.

    O sínodo começou um dia depois de uma nova enquete do Centro de Pesquisas Pew revelar que a confiança na maneira como o papa está lidando com a crise despencou entre os católicos norte-americanos.

    Francisco disse esperar que o encontro, que termina em 28 de outubro e resultará em um documento papal, seja 'ungido pela esperança'.

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    Igreja Católica dos EUA planeja disque-denúncia para vítimas de abusos

    (Reuters) - A Igreja Católica dos Estados Unidos planeja criar uma linha telefônica direta para receber denúncias de bispos que abusaram ou assediaram sexualmente de crianças ou adultos, em resposta a um crescente escândalo de assédio sexual nos mais altos escalões da instituição.

    O disque-denúncia foi uma das várias medidas anunciadas na quarta-feira por bispos dos EUA para tentarem reconquistar a confiança na hierarquia da Igreja no país depois das alegações recentes de que bispos abusaram de crianças e acobertaram décadas de crimes sexuais de padres.

    'Alguns bispos, por suas ações ou falta de ações, causaram um grande dano a indivíduos e à Igreja', disse o comitê administrativo da Conferência de Bispos Católicos dos EUA (USCCB) em um comunicado.

    'Eles usaram sua autoridade e poder para manipular e abusar sexualmente de outros. Eles permitiram que o medo do escândalo substituísse a preocupação e o cuidado genuínos com aqueles que foram vitimizados por seus abusadores'.

    A Igreja Católica enfrenta crises envolvendo abusos de menores de idade em todo o mundo. Nos EUA, o escândalo se concentrou em líderes da Igreja depois que o ex-arcebispo de Washington Theodore McCarrick renunciou do cargo de cardeal em julho na esteira de alegações de abuso sexual.

    Em agosto o relatório de um grande júri da Pensilvânia alegou que bispos tentaram ocultar acusações segundo as quais cerca de 1 mil crianças e adultos foram abusados por 301 padres ao longo de 70 anos.

    O disque-denúncia de 'terceiras partes' permitirá que as pessoas denunciem o abuso sexual de um bispo contra um menor ou adulto e direcionará estas denúncias a autoridades civis e autoridades 'apropriadas' da Igreja, informou o comunicado do USCCB.

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    Papa se reúne com líderes católicos dos EUA para debater abusos e ordena investigação de bispo

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco ordenou uma investigação sobre um bispo norte-americano acusado de má conduta sexual com adultos e aceitou a renúncia dele, comunicaram o Vaticano e autoridades católicas dos Estados Unidos nesta quinta-feira.

    O anúncio foi feito enquanto o papa se reunia com líderes da Igreja dos EUA para debater as consequências de um escândalo envolvendo um ex-cardeal norte-americano e exigências de um arcebispo para que o pontífice renuncie.

    A Igreja Católica está sendo assolada em todo o mundo por crises ligadas ao abuso sexual de menores de idade. Pesquisas mostram uma queda brusca da confiança na instituição nos EUA, Chile, Austrália e Irlanda, os países onde o escândalo provocou mais estragos, e também em outros lugares.

    O bispo que renunciou foi Michael J. Bransfield, de 75 anos, da diocese de Wheeling-Charleston, na Virgínia Ocidental. O Vaticano disse que o papa nomeou o arcebispo William Lori, de Baltimore, para comandar a diocese até um novo bispo ser indicado.

    Nem o Vaticano nem a arquidiocese de Baltimore deram qualquer detalhe sobre as alegações específicas contra Bransfield. Não foi possível fazer contato nem com Bransfield nem com seu representante legal de imediato para obter comentários.

    O site da arquidiocese de Baltimore informou que Francisco instruiu Lori a realizar uma investigação sobre as alegações de assédio sexual de Bransfield contra adultos.

    'Minha preocupação principal é o cuidado e apoio dos padres e das pessoas da diocese de Wheeling-Charleston neste momento difícil', disse Lori em um comunicado.

    'Também prometo conduzir uma investigação minuciosa em busca da verdade sobre as alegações perturbadoras contra o bispo Bransfield e trabalhar estreitamente com o clero, líderes religiosos e laicos da diocese até a indicação de um novo bispo'.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Ex-autoridade do Vaticano diz que papa deveria renunciar por crise de abusos sexuais

    Ex-autoridade do Vaticano diz que papa deveria renunciar por crise de abusos sexuais

    Por Philip Pullella

    A BORDO DO AVIÃO PAPAL (Reuters) - O papa Francisco disse no domingo que não responderá a um ex-membro do alto escalão do Vaticano que o acusou de ter conhecimento de alegações de abusos sexuais de um cardeal norte-americano há anos e pediu a renúncia do pontífice, em um ataque inédito ao pontífice.

    Francisco, que conversou com repórteres no avião voltando de uma viagem a Dublin, disse em tom altivo que o comunicado que contém as acusações 'fala por si'.

    Em um comunicado bombástico de 11 páginas entregue a veículos de mídia católicos conservadores durante a visita do papa à Irlanda, o arcebispo Carlo Maria Viganò acusou uma longa lista de autoridades antigas e atuais do Vaticano e da igreja dos Estados Unidos de acobertarem o caso do cardeal Theodore McCarrick, que renunciou no mês passado caído em desgraça.

    Com uma linguagem notavelmente ríspida, Viganò disse que os supostos acobertamentos na igreja estão fazendo-a se parecer com 'uma conspiração de silêncio não tão diferente daquela que prevalece na máfia'.

    'O papa Francisco pediu repetidamente uma transparência total na Igreja', disse Viganò, que já criticou o líder católico antes. 'Neste momento extremamente dramático para a igreja mundial, ele precisa reconhecer seus erros e, conforme o princípio proclamado de tolerância zero, o papa Francisco deve ser o primeiro a dar um bom exemplo a cardeais e bispos que acobertaram os abusos de McCarrick e renunciar junto com todos eles', propôs Viganò.

    O comunicado, que não continha documentos que o sustentassem, foi o golpe mais recente na credibilidade da Igreja Católica dos EUA. Quase duas semanas atrás um grande júri da Pensilvânia divulgou as descobertas da maior investigação da história sobre abusos sexuais na igreja norte-americana, revelando que 301 padres do Estado abusaram sexualmente de menores de idade ao longo dos últimos 70 anos.

    No voo de volta de Dublin, repórteres indagaram o papa a respeito do comunicado, que foi publicado pelo National Catholic Register e vários veículos de mídia conservadores dos EUA e da Itália.

    'Direi sinceramente que preciso dizer isto a você (o repórter) e todos vocês que estão interessados: leiam o documento atentamente e julguem por si mesmos', respondeu.

    'Não direi uma palavra sobre isso. Acho que o comunicado fala por si, e vocês têm habilidade jornalística suficiente para tirar suas próprias conclusões'.

    Em seu texto, Viganò disse que informou Francisco em junho de 2013, pouco após sua eleição, sobre as acusações contra McCarrick.

    Viganò, que foi o enviado do Vaticano a Washington de 2011 a 2016, também disse ter informado às principais autoridades do Vaticano desde 2006 que McCarrick era suspeito de abusar de seminaristas adultos enquanto era bispo em duas dioceses de Nova Jersey entre 1981 e 2001. Ele disse que nunca recebeu uma resposta ao seu memorando de 2006.

    Em sua declaração, Viganò também critico o que chamou de 'redes homossexuais presentes na igreja' -- a palavra 'homossexual' aparece 18 vezes, enquanto a palavra 'criança' aparece apenas duas vezes, em ambos os casos nos títulos dos documentos da igreja que Viganó cita.

    Francisco pediu perdão no domingo durante sua visita à Irlanda pelo pelos sentimentos de “escândalo e traição” das vítimas dos casos de exploração sexual de crianças por parte de padres católicos no país.

    (Reportagem adicional de Scott Malone, em Boston, e Joel Schectman, em Washington)

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