alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE religiao

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Papa Francisco alerta sobre ressurgimento do nacionalismo e faz apelo por ajuda a imigrantes

    Papa Francisco alerta sobre ressurgimento do nacionalismo e faz apelo por ajuda a imigrantes

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco fez um alerta nesta segunda-feira contra o ressurgimento de movimentos nacionalistas e populistas, e criticou países que tentam solucionar crises migratórias com ações unilaterais ou isolacionistas.

    O papa, falando a diplomatas em um discurso anual conhecido informalmente como seu pronunciamento sobre o “estado do mundo”, sugeriu que movimentos do tipo e políticas de portas fechadas estão voltando 100 anos no tempo, para o perigoso período entre as guerras mundiais.

    Os relacionamentos da comunidade internacional “estão passando por um período de dificuldade, com o ressurgimento de tendências nacionalistas”, dificultando o diálogo entre países e prejudicando os membros mais vulneráveis da sociedade, incluindo os imigrantes, disse o papa.

    Partidos populistas e anti-imigração cresceram em diversos países no ano passado, incluindo na Itália, França, Holanda, Hungria, Brasil e Polônia.

    Nos Estados Unidos, uma paralisação parcial do governo entrou em sua terceira semana, à medida que o presidente Donald Trump se recusa a ceder em sua exigência por um muro ao longo da fronteira do país com o México.

    Em um discurso de uma hora, Francisco mencionou diversas vezes a Liga das Nações, que foi criada após a Primeira Guerra Mundial para promover a paz, mas não foi capaz de impedir os movimentos nacionalistas e populistas que ajudaram a desencadear a Segunda Guerra Mundial.

    “O reaparecimento desses impulsos hoje está progressivamente enfraquecendo o sistema multilateral”, disse Francisco a enviados de 183 nações durante o discurso, que se referiu a situação de diversos países.

    Francisco elogiou o Pacto Global sobre Migração da ONU que estabelece objetivos para administrar a movimentação de pessoas. Os Estados Unidos, Itália, Hungria e Polônia estão entre os países que boicotaram a reunião realizada em Marrocos no ano passado para firmar o acordo, enquanto o presidente Jair Bolsonaro anunciou que vai retirar o Brasil do acordo.

    O papa condenou novamente o comércio e posse de armas nucleares, lamentando que esforços passados para chegar ao desarmamento nuclear tenham sido substituídos pela “busca por novas e cada vez mais sofisticadas e destrutivas armas”.

    Ele pediu um compromisso mais decisivo com o combate ao aquecimento global e uma “reconsideração de nosso relacionamento com nosso planeta”.

    Chamando o abuso sexual de crianças de “uma das pragas de nosso tempo”, Francisco disse que uma reunião de importantes bispos no Vaticano em fevereiro terá como objetivo “lançar total luz aos fatos e aliviar as feridas causadas por esses crimes”.

    0

    0

    30

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em mensagem de Natal, papa exorta padres que cometeram abusos a se entregarem

    Em mensagem de Natal, papa exorta padres que cometeram abusos a se entregarem

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco exortou nesta sexta-feira padres que abusaram sexualmente de menores de idade a se entregarem, em uma das afirmações mais contundentes do pontífice sobre a crise que assola a Igreja Católica.

    'Àqueles que abusam de menores eu diria isto: convertam-se e se entreguem à Justiça humana, e se preparem para a justiça divina', disse Francisco em sua mensagem de Natal tradicional à Cúria, a administração central do Vaticano.

    Embora não tenha ficado claro de imediato se o papa se referia ao sistema judicial da Igreja ou à Justiça civil, ou a ambas, fontes do Vaticano acreditam que foi a primeira vez que o pontífice fez um apelo tão direto.

    Francisco, que já usou sua mensagem de Natal para denunciar casos de corrupção e má administração da Cúria, desta vez se concentrou na crise global de abusos sexuais.

    'Que fique claro que, diante destas abominações, a Igreja não poupará esforços para fazer todo o necessário para levar à Justiça todo aquele que tiver cometido tais crimes. A Igreja jamais tentará silenciar ou não encarar seriamente nenhum caso', afirmou.

    Ele reconheceu que a Igreja cometeu erros graves no passado, mas prometeu fazer dos 'erros passados oportunidades para eliminar este flagelo' tanto da instituição quanto da sociedade em geral.

    'É inegável que no passado alguns, por irresponsabilidade, descrença, falta de preparo, inexperiência ou miopia espiritual e humana trataram muitos casos sem a seriedade e a prontidão devidas. Isso jamais deve acontecer novamente. Esta é a escolha e a decisão de toda a Igreja'.

    Francisco convocou os chefes de cerca de 110 conferências nacionais de bispos católicos e dezenas de especialistas e líderes de ordens religiosas ao Vaticano para uma reunião extraordinária dedicada aos abusos sexuais entre os dias 21 e 24 de fevereiro.

    As vítimas de abusos esperam que o encontro finalmente produza uma diretriz clara para responsabilizar os próprios bispos caso não lidem adequadamente com casos de abuso em suas regiões.

    0

    0

    14

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bispo de Los Angeles renuncia devido à acusação de abuso sexual

    Bispo de Los Angeles renuncia devido à acusação de abuso sexual

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco aceitou a renúncia de um bispo de Los Angeles acusado de abusar sexualmente de um menor de idade, afirmou o Vaticano nesta quarta-feira, no mais recente caso do tipo a abalar a Igreja Católica nos Estados Unidos.

    Um breve comunicado do Vaticano disse que Alexander Salazar, de 69 anos, estava renunciando ao cargo de bispo assistente em Los Angeles. O Vaticano também divulgou uma carta sobre o caso de Salazar escrita pelo atual arcebispo de Los Angeles, Jose Gomez.

    A Igreja Católica no Estados Unidos ainda está se recuperando do relatório de um grande júri norte-americano que revelou que 301 padres do Estado da Pensilvânia haviam abusado sexualmente de menores durante um período de 70 anos.

    Em fevereiro, o Vaticano realizará uma grande reunião sobre a crise global de assédio sexual que tem abalado a Igreja.

    A carta de Gomez aos fiéis disse que, em 2005, um ano após Salazar se tornar bispo, a arquidiocese ficou ciente de uma acusação, segundo a qual o religioso teria se envolvido em 'má conduta com um menor' quando era padre de uma paróquia nos anos 1990.

    A polícia investigou o caso, mas a Procuradoria de Los Angeles não entrou com um processo, disse a carta, acrescentando que Salazar, originalmente da Costa Rica, 'tem constantemente negado qualquer má conduta'.

    A Comissão de Revisão de Má Conduta Clériga independente da arquidiocese considerou as alegações 'críveis' e informou o Vaticano.

    A carta da arquidiocese não explicou porque o processo entre a acusação inicial e a renúncia desta quarta-feira durou 13 anos.

    0

    0

    10

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Não culpem os imigrantes por tudo, diz papa a políticos

    Não culpem os imigrantes por tudo, diz papa a políticos

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco criticou nesta terça-feira líderes nacionalistas que culpam os imigrantes pelos problemas dos próprios países e fomentam a desconfiança na sociedade buscando ganho desonesto e promovendo políticas xenófobas e racistas.

    O pontífice de 82 anos, que fez da defesa dos imigrantes um pilar de seu papado, fez os comentários em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz da Igreja Católica, em 1º de janeiro, que é enviada a chefes de Estado e de governo e a organizações internacionais.

    A mensagem chega em um momento no qual a imigração é uma das questões mais polarizadoras em países como Estados Unidos, Itália, Alemanha e Hungria.

    Francisco já trocou farpas com o presidente norte-americano, Donald Trump, e o político italiano de direita, Matteo Salvini, por causa dos direitos dos imigrantes.

    'Discursos políticos que tendem a atribuir todo o mal aos imigrantes e a privar os pobres de esperança são inaceitáveis', disse o papa, que não mencionou qualquer país ou líder.

    Ele disse que os tempos atuais estão 'marcados por um clima de desconfiança enraizado no medo dos outros ou de estrangeiros, ou na angústia a respeito da própria segurança pessoal'.

    Francisco disse ser triste que a desconfiança 'também seja vista no nível político, em atitudes de rejeição ou formas de nacionalismo que criam dúvidas sobre a fraternidade de que nosso mundo globalizado tem tanta necessidade'.

    Na semana passada o papa elogiou o primeiro Pacto Global para a Migração da Organização das Nações Unidas (ONU), que estabelece objetivos para o aprimoramento da administração da migração.

    Várias nações, inclusive EUA, Itália, Hungria e Polônia, não foram à reunião no Marrocos, enquanto o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, anunciou que vai retirar o país do pacto.

    Francisco denunciou uma lista de 'vícios' de políticos que disse terem minado a democracia autêntica e desgraçado a vida pública através de várias formas de corrupção.

    Entre eles, incluiu a malversação de recursos públicos, o ganho desonesto, a xenofobia, o racismo, a falta de preocupação com o meio ambiente e a pilhagem de recursos naturais.

    Ele propôs oito 'Beatitudes do Político' --formuladas primeiramente pelo falecido cardeal vietnamita François-Xavier Nguyen Van Thuan-- como um guia para o comportamento daqueles que ocupam cargos públicos.

    Estas, afirmou, estabeleceriam metas para políticos que, entre outras qualidades, deveriam ter uma compreensão profunda de seu papel, exemplificar pessoalmente a credibilidade, trabalhar pelo bem comum e realizar mudanças radicais.

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

    REUTERS PF

    1

    0

    12

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bispos chineses presentes em reunião no Vaticano convidam papa para visita histórica

    Bispos chineses presentes em reunião no Vaticano convidam papa para visita histórica

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - Dois bispos católicos da China que tiveram permissão do governo de Pequim para participar de uma reunião no Vaticano pela primeira vez convidaram o papa Francisco a visitar seu país, noticiou um jornal católico nesta terça-feira.

    Joseph Guo Jincai e John Baptist Yang Xiaoting participaram da primeira quinzena de um encontro de bispos de todo o mundo, conhecido como sínodo, e viram o papa diariamente.

    A presença dos bispos chineses foi o primeiro sinal concreto de uma reaproximação entre a Santa Sé e Pequim desde um acordo histórico firmado no mês passado para o ordenamento de bispos na nação comunista.

    'Enquanto estivemos lá convidamos o papa Francisco a vir à China', disse Guo em uma entrevista ao Avvenire, o diário da conferência de bispos da Itália. 'Estamos esperando por ele'.

    O acordo, que foi trabalhado durante mais de 10 anos e assinado em 22 de setembro, dá ao Vaticano o direito longamente pleiteado de opinar na escolha dos bispos na China, mas críticos o classificaram como uma capitulação ao governo comunista.

    Os aproximadamente 12 milhões de católicos chineses se dividiram em uma igreja clandestina fiel ao Vaticano e a Associação Católica Patriótica, supervisionada pelo Estado.

    Guo tem laços fortes com o governo porque foi ordenado pela Associação Católica Patriótica sem permissão papal e foi excomungado pelo Vaticano.

    Como parte do acordo de 22 de setembro, o papa revogou sua excomunhão e reconheceu sua legitimidade, tornando Guo um interlocutor importante entre os dois lados.

    Guo disse não saber quando uma viagem papal pode acontecer, mas que ele e o bispo Yang acreditam que ela é possível e estão orando por ela.

    'Nossa presença lá era considerada impossível, mas se tornou possível', disse.

    O papa deve visitar o Japão no ano que vem, e na quinta-feira se encontrará com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, que lhe entregará um convite do líder norte-coreano, Kim Jong Un, para que o pontífice visite Pyongyang.

    Autoridades do Vaticano enfatizaram que o acordo do mês passado entre a Santa Sé e a China foi pastoral, e não político – mas muitos acreditam que ele é um precursor da restauração dos laços diplomáticos entre o Vaticano e Pequim depois de mais de 70 anos.

    0

    0

    12

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Papa compara fazer um aborto a 'contratar um matador de aluguel'

    Papa compara fazer um aborto a 'contratar um matador de aluguel'

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco comparou fazer um aborto a 'contratar um matador de aluguel' para eliminar uma pessoa problemática nesta quarta-feira, em declaração que certamente será bem recebida por católicos conservadores que acusaram o pontífice de não se posicionar o bastante sobre tópicos da 'guerra cultural'.

    O aborto é uma batalha política intensa em vários países, inclusive nos Estados Unidos, onde muitos conservadores esperam que a Suprema Corte  acabe revertendo o veredicto histórico de 1973 conhecido como Roe versus Wade, que legalizou o aborto.

    Francisco fez os comentários sobre o aborto, alguns de seus mais contundentes até hoje, ao se dirigir a dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça São Pedro para sua audiência geral semanal.

    O papa denunciou o que chamou de contradição de se permitir 'a supressão da vida humana no ventre da mãe em nome da salvaguarda de outros direitos'.

    'Mas como um ato que suprime uma vida inocente e impotente que está germinando pode ser terapêutico, civilizado ou mesmo simplesmente humano?', disse ele.

    'Pergunto a vocês: é certo 'tirar' uma vida humana para resolver um problema? O que vocês pensam? É certo? É certo ou não?', indagou ele de improviso.

    Muitos presentes gritaram 'Não'.

    'É certo contratar um matador de aluguel para resolver um problema? Você não pode, não é certo matar um ser humano, não importa quão pequeno seja, para resolver um problema. É como contratar um matador de aluguel para resolver um problema', disse.

    A Igreja Católica ensina que a vida começa no momento da concepção e termina no momento da morte natural. Ela também proíbe a eutanásia, mas diz que um familiar ou paciente pode decidir parar de recorrer a meios extraordinários para manter uma pessoa vida.

    Pouco depois de se tornar papa, em março de 2013, Francisco pareceu minimizar a importância de temas da 'guerra cultural', como o aborto, a contracepção e o casamento gay, dizendo em uma entrevista que a Igreja se tornou 'obcecada' por eles.

    'Não é necessário falar sobre estas questões o tempo todo', afirmou ele na entrevista, acrescentando que a posição da Igreja a respeito delas é muito clara e que esta também tem que abordar questões sociais como a pobreza, a injustiça e a imigração.

    0

    0

    19

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Papa abre reunião de bispos sob sombra de escândalo de abusos sexuais na Igreja

    Papa abre reunião de bispos sob sombra de escândalo de abusos sexuais na Igreja

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco abriu nesta quarta-feira uma reunião de bispos no momento em que a Igreja Católica atravessa uma crise causada por abusos sexuais, exortando líderes católicos a não deixarem que a fé da próxima geração seja extinta 'por nossas limitações, erros e pecados'.

    Indicando a pressão extraordinária que a Igreja está sofrendo por causa do escândalo mundial de abusos sexuais, o cardeal Charles Chaput, arcebispo do Estado norte-americano da Filadélfia, pediu que o 'sínodo da juventude' fosse cancelado para que o Vaticano pudesse se concentrar nos preparativos de outra reunião de bispos sobre a prevenção de abusos sexuais.

    O cardeal Joseph Tobin, arcebispo de Newark, em Nova Jersey, ficou em casa para lidar com as consequências do escândalo, e o bispo holandês Robert Mutsaerts, de Den Bosch, boicotou o encontro dizendo que o sínodo carece de credibilidade.

    Mais de 250 outros bispos de todo o mundo participarão do encontro de um mês, e cerca de 40 jovens foram convidados a participar como observadores.

    Dois dos bispos são da China, um fato inédito resultante de um acordo histórico firmado pelo Vaticano no início deste mês que melhorou os laços com o governo comunista chinês. Aplausos irromperam quando o papa assinalou sua presença na homilia de uma missa para dezenas de milhares de pessoas na Praça São Pedro.

    Embora o título oficial do sínodo seja 'Jovens, Fé e Discernimento Vocacional', o escândalo global de abusos sexuais se faz sentir nos bastidores, e muitos acreditam que será parte da pauta informal dos debates.

    'Que o Espírito nos dê a graça de ser uma memória que é diligente, viva e eficiente, que não se permite extinguir de uma geração para a outra ou ser esmagada pelos profetas da perdição e do infortúnio, por nossas limitações, erros e pecados', disse Francisco em sua homilia.

    A Igreja está implicada em uma crise de abusos sexuais em países que incluem Chile, Alemanha, Estados Unidos e Austrália, e o Vaticano sabe que precisa reconquistar os jovens desencantados.

    O sínodo começou um dia depois de uma nova enquete do Centro de Pesquisas Pew revelar que a confiança na maneira como o papa está lidando com a crise despencou entre os católicos norte-americanos.

    Francisco disse esperar que o encontro, que termina em 28 de outubro e resultará em um documento papal, seja 'ungido pela esperança'.

    0

    0

    20

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Igreja Católica dos EUA planeja disque-denúncia para vítimas de abusos

    Igreja Católica dos EUA planeja disque-denúncia para vítimas de abusos

    (Reuters) - A Igreja Católica dos Estados Unidos planeja criar uma linha telefônica direta para receber denúncias de bispos que abusaram ou assediaram sexualmente de crianças ou adultos, em resposta a um crescente escândalo de assédio sexual nos mais altos escalões da instituição.

    O disque-denúncia foi uma das várias medidas anunciadas na quarta-feira por bispos dos EUA para tentarem reconquistar a confiança na hierarquia da Igreja no país depois das alegações recentes de que bispos abusaram de crianças e acobertaram décadas de crimes sexuais de padres.

    'Alguns bispos, por suas ações ou falta de ações, causaram um grande dano a indivíduos e à Igreja', disse o comitê administrativo da Conferência de Bispos Católicos dos EUA (USCCB) em um comunicado.

    'Eles usaram sua autoridade e poder para manipular e abusar sexualmente de outros. Eles permitiram que o medo do escândalo substituísse a preocupação e o cuidado genuínos com aqueles que foram vitimizados por seus abusadores'.

    A Igreja Católica enfrenta crises envolvendo abusos de menores de idade em todo o mundo. Nos EUA, o escândalo se concentrou em líderes da Igreja depois que o ex-arcebispo de Washington Theodore McCarrick renunciou do cargo de cardeal em julho na esteira de alegações de abuso sexual.

    Em agosto o relatório de um grande júri da Pensilvânia alegou que bispos tentaram ocultar acusações segundo as quais cerca de 1 mil crianças e adultos foram abusados por 301 padres ao longo de 70 anos.

    O disque-denúncia de 'terceiras partes' permitirá que as pessoas denunciem o abuso sexual de um bispo contra um menor ou adulto e direcionará estas denúncias a autoridades civis e autoridades 'apropriadas' da Igreja, informou o comunicado do USCCB.

    0

    0

    10

    4 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. religiao

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.