alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE terrorismo

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Câmara aprova projeto sobre bloqueio de ativos de relacionados a terrorismo

    Câmara aprova projeto sobre bloqueio de ativos de relacionados a terrorismo

    BRASÍLIA (Reuters) - A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira projeto que formaliza resoluções Organização das Nações Unidas (ONU) para congelar bens de pessoas ou entidades consideradas terroristas pela organização, numa tímida vitória do governo na primeira sessão de votações do ano.

    Criticado pela oposição, o projeto dispõe sobre o cumprimento de sanções de resoluções do Conselho de Segurança da ONU como a indisponibilidade de ativos de pessoas e entidades, mas foram necessárias concessões para que pudesse ser aprovado.

    Em sessão movimentada, em que deputados recém-eleitos --muitos deles para o seu primeiro mandato-- ainda se acostumavam às regras de funcionamento da Casa, o líder do governo, Major Vitor Hugo (PSL-GO), teve seu primeiro teste de articulação.

    O líder, que teve um começo atrapalhado ao convocar reunião da base que contou com pouco ibope na semana passada, teve como principais interlocutores nesta terça, no canto do plenário de onde disparava ligações e costurava a votação, o relator da proposta, deputado Efraim Filho (DEM-PB), e a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP).

    Para fechar o acordo com a oposição, relator e líder do governo concordaram em retirar do texto dispositivos que tratavam da designação nacional de pessoas investigadas ou acusadas de terrorismo, seu financiamento ou atos correlacionados.

    Na negociação para votar a medida, foi retirado trecho que determinava que a indisponibilidade de ativos seria definida a pedido de autoridade brasileira no caso de a pessoa ou entidade ser objeto de designação nacional, deixando essa prerrogativa a resoluções do Conselho de Segurança ou a autoridade estrangeira, desde que atenda a critérios definidos pelo conselho da ONU.

    Também foi suprimido um artigo que estabelecia que a designação nacional poderia ser deliberada pelo Ministério da Justiça e pelo Ministério das Relações Exteriores, para comunicação a outros países, sem a necessidade de ordem judicial prévia, mediante a indicação de ativos sujeitos à indisponibilidade em razão de terrorismo, seu financiamento ou atos correlatos.

    MOVIMENTOS SOCIAIS

    A oposição, que forçou pela retirada dos dispositivos, temia que o projeto pudesse criminalizar movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

    “Na verdade, o governo, através da sua base parlamentar, deixou claro que entende que o movimento social é terrorista, porque quer arrancar o direito de os movimentos sociais se organizarem”, disse a deputada Erika Kokay (PT-DF).

    Antes da votação, o líder do PCdoB, Orlando Silva (SP), manifestou a preocupação justamente com os dois dispositivos posteriormente retirados do texto.

    “Se houver por parte do relator a supressão desse inciso, não se compromete em nada o interesse de cumprir as regras das Nações Unidas e elimina-se qualquer hipótese de sanção que impacte sobre os movimentos sociais”, argumentou.

    Os argumentos que acompanham o texto original enviado pelo governo do ex-presidente Michel Temer ao Congresso citam a necessidade de o país incorporar as regras internacionais.

    “O Brasil, ao ratificar a Carta das Nações Unidas, concordou e se submeteu às diretrizes estabelecidas com o objetivo de manter a paz e a segurança internacionais, bem como à obrigatoriedade em executar decisões emanadas do Conselho de Segurança. Nesse sentido, as decisões do Conselho de Segurança das Nações Unidas devem ser compreendidas como uma norma imperativa de Direito Internacional Geral”, diz o texto.

    A votação da proposta chegou a ser objeto de declaração do atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, ainda no período de transição. No fim de novembro de 2018, Moro fez um apelo ao Congresso.

    “O risco se o Brasil não aprovar até fevereiro é o Brasil ser suspenso de uma organização internacional chamada GAFI (Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo – FATF/GAFI)”, afirmou, na ocasião.

    Após a votação do projeto, deputados rejeitaram MP que autorizava o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) a criar uma fundação privada para arrecadar e gerir recursos a serem aplicados nos museus brasileiros. O texto da relatora, Lídice da Mata (PSB-BA), revertia a extinção do Ibram e a criação da Agência Brasileira de Museus (Abram).

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

    0

    0

    23

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Líder de Mianmar diz que terrorismo no Estado de Rakhine é ameaça à região

    Líder de Mianmar diz que terrorismo no Estado de Rakhine é ameaça à região

    Por John Geddie e Fathin Ungku

    CINGAPURA (Reuters) - O terrorismo continua sendo uma ameaça no Estado de Rakhine, em Mianmar, e pode ter 'consequências graves' para a região, disse a líder do país do leste asiático, Aung San Suu Kyi, nesta terça-feira.

    Em uma palestra em Cingapura, Suu Kyi não citou os muçulmanos rohingyas, dos quais mais de 700 mil fugiram do norte de Rakhine desde uma operação repressiva do Exército que começou um ano atrás em reação a ataques de insurgentes contra postos de segurança.

    Os ataques foram realizados pelo Exército de Salvação Arakan Rohingya (ARSA), que Mianmar diz ser um grupo terrorista.

    'O perigo de atividades terroristas, que foi a causa inicial dos eventos que levaram à crise humanitária em Rakhine, continua real e presente hoje', afirmou.

    'A menos que esta ameaça de segurança seja encarada, o risco de violência intercomunitária permanecerá. É uma ameaça que pode ter consequências graves, não só para Mianmar, mas também para outros países da região e além'.

    A vencedora do Prêmio Nobel da Paz, antes vista como o rosto da luta de Mianmar pela democracia, vem sendo criticada por não se posicionar contra a repressão militar, que a Organização das Nações Unidas (ONU) classificou como uma 'faxina étnica'.

    No final do ano passado Mianmar e Bangladesh, países de maioria budista, firmaram um acordo de repatriação de rohingyas, a maioria dos quais é apátrida e sujeita a restrições em Mianmar.

    Suu Kyi disse que espaços foram mapeados para o reassentamento de pessoas que fugiram para Bangladesh, onde vivem em campos de refugiados.

    Mas ela disse que é difícil estabelecer um cronograma para seu retorno porque os dois países precisam trabalhar juntos para combinar o processo, insinuando que cabe a Daca dar início a tal processo.

    'Os retornados têm que ser devolvidos por Bangladesh. Só podemos lhes dar as boas-vindas na fronteira', argumentou.

    'Acho que Bangladesh também teria que decidir quão rápido quer que o processo seja completado'.

    Mianmar rejeitou as acusações de faxina étnica e refutou a maioria dos relatos de atrocidades, culpando 'terroristas' rohingya.

    Os rohingyas, que se veem como nativos de Rakhine, sãos vistos por muitos da maioria budista de Mianmar como intrusos e não têm direito à cidadania.

    (Por John Geddie)

    0

    0

    15

    7 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Homem é preso suspeito de terrorismo após atropelar pedestres perto do Parlamento britânico

    Homem é preso suspeito de terrorismo após atropelar pedestres perto do Parlamento britânico

    Por Kylie MacLellan e Hannah McKay

    LONDRES (Reuters) - A polícia britânica prendeu nesta terça-feira um homem suspeito de terrorismo dizendo que ele parece ter atropelado ciclistas deliberadamente e depois lançado um carro contra barreiras de segurança instaladas diante do Parlamento, aparentemente no segundo ataque contra o edifício no centro de Londres em menos de 18 meses.

    O homem de cerca de 20 anos feriu três pessoas ao lançar seu carro sobre um grupo de ciclistas e pedestres antes de se chocar com uma barreira diante do Parlamento durante o horário de pico do início da manhã.

    'Dado que isto parece ser um ato deliberado, o método, e sendo este um local emblemático, estamos tratando como um incidente terrorista', disse o comissário-assistente de Londres, Neil Basu.

    Basu disse que o suspeito não está cooperando com a polícia. Não se acredita que ele é conhecido das forças de segurança, acrescentou.

    Nenhum dos feridos corre risco de morte, segundo autoridades.

    A polícia disse que um Ford Fiesta prateado atingiu vários ciclistas e pedestres e depois se chocou com barreiras diante do Parlamento às 7h37 locais (3h37 no horário de Brasília).

    'O motorista do carro, um homem de cerca de 20 anos, foi preso no local por agentes armados', disse a polícia em um comunicado. 'Ele foi preso pela suspeita de delitos terroristas. Não havia mais ninguém no veículo, que continua no local e está sendo revistado. Nenhuma arma foi encontrada até o momento'.

    Em março de 2017, Khalid Masood, de 52 anos, matou quatro pessoas na Ponte de Westminster e em seguida matou um policial desarmado a facadas no terreno do Parlamento. Ele foi morto a tiros no local. O incidente foi o primeiro de cinco ataques no Reino Unido no ano passado que a polícia considerou atos de terrorismo.

    O Serviço de Ambulância de Londres disse que tratou duas pessoas no local nesta terça-feira e que elas foram levadas ao hospital. Uma terceira pessoa com ferimentos leves foi atendida no local do ataque.

    Policiais armados correram para o local e isolaram uma área ampla em torno do Parlamento no centro de Londres, normalmente repleta de turistas e funcionários do governo.

    Vídeos do incidente mostraram o veículo fazendo uma curva ilegal e avançando sobre um grupo de ciclistas que esperava em um semáforo e depois entrando m uma travessa usada para dar acesso ao Parlamento, onde atingiu uma barreira e parou.

    A primeira-ministra britânica, Theresa May, que como outros parlamentares está de férias durante o recesso da legislatura, expressou solidariedade com os feridos.

    (Reportagem adicional de Michael Holden, James Davey, Alistair Smout e Paul Sandle)

    0

    0

    21

    7 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. terrorismo

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.