Capa do Álbum: Antena 1
A Rádio Online mais ouvida do Brasil
Antena 1

Varejo brasileiro cresce 7% em agosto, diz Stone

Varejo brasileiro cresce 7% em agosto, diz Stone

Reuters

22/09/2026

Placeholder - loading - homem verifica os preços de televisores à venda em uma loja em São Paulo, Brasil, em 1º de junho de 2018. Foto tirada em 1º de junho de 2018 REUTERS/Leonardo Benassatto
homem verifica os preços de televisores à venda em uma loja em São Paulo, Brasil, em 1º de junho de 2018. Foto tirada em 1º de junho de 2018 REUTERS/Leonardo Benassatto

SÃO PAULO, 22 Set (Reuters) - As ​vendas no varejo brasileiro em agosto foram 7% maiores do que o registrado no mesmo mês do ano passado, e cresceram 0,5% na comparação com julho, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela empresa de meios de pagamento Stone.

De acordo com o levantamento mensal da empresa, cinco dos oito segmentos analisados apresentaram crescimento de ⁠vendas ⁠em agosto. O maior avanço ​foi ‌observado na categoria de Combustíveis e Lubrificantes (2,7%), seguido por Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (1,6%).

Já no comparativo anual, sete dos oito segmentos ⁠analisados apresentaram alta. Assim como na base mensal, ​os maiores avanços foram observados em Combustíveis e Lubrificantes (15,2%) ​e Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, ‌Bebidas e ​Fumo (8,5%).

Olhando para ⁠as regiões do país, 25 estados apresentaram crescimento em agosto, na comparação anual, sendo o maior avanço no ​Amazonas (21,8%). Ao mesmo tempo, dois estados registraram queda, sendo eles: Espírito Santo (0,4%) e Rio Grande do Sul (1,6%).

O resultado de agosto confirma a retomada do varejo, ​mas também mostra uma perda gradual de ritmo na comparação mensal, avalia o economista e pesquisador da Stone, Guilherme Freitas.

'O varejo completou três meses consecutivos de alta e segue em um patamar superior ao observado no ano passado', afirmou Freitas em comunicado da Stone à ​imprensa.

'O mercado de trabalho continua sustentando a renda e ‌o consumo, mas sem ⁠o mesmo impulso dos trimestres anteriores. Ao mesmo tempo, o custo elevado do crédito e o peso ⁠do endividamento das famílias ainda ⁠limitam a demanda, especialmente ⁠nos segmentos mais ⁠dependentes ​de financiamento', acrescentou.

(Por Igor Sodré, edição Alberto Alerigi Jr.)

Reuters

Compartilhar matéria

Mais lidas da semana

 

Carregando, aguarde...

Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.