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Zelenskiy diz que 'muita coisa' pode ser decidida antes do Ano Novo

Zelenskiy diz que 'muita coisa' pode ser decidida antes do Ano Novo

Reuters

26/12/2025

Placeholder - loading - O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy participa de uma coletiva de imprensa em Bruxelas, Bélgica, em 18 de dezembro de 2025. REUTERS/Stephanie Lecocq
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy participa de uma coletiva de imprensa em Bruxelas, Bélgica, em 18 de dezembro de 2025. REUTERS/Stephanie Lecocq

Kiev, 26 Dez (Reuters) - O presidente ⁠da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, disse nesta sexta-feira que planeja reunir-se com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em breve, e que muita coisa poderia ser decidida antes do Ano Novo, à medida que Washington intensifica os esforços diplomáticos para encerrar a guerra com a Rússia.

Zelenskiy disse que questões sensíveis, incluindo quaisquer compromissos ​sobre o território, devem ⁠ser ⁠discutidas em nível de chefes de Estado, e Kiev tem buscado uma reunião cara a cara com Trump.

'Chegamos a um acordo para uma reunião ao mais alto nível com o ‌presidente Trump num futuro próximo. Muito pode ser decidido ​antes do Ano Novo', ‌afirmou ele no ​X, ​após a última rodada de negociações entre os negociadores ucranianos e norte-americanos.

Zelenskiy conversou na quinta-feira com o enviado ​especial de Trump, Steve Witkoff, e com o genro do presidente, Jared Kushner.

Ele disse que alguns documentos, parte de um plano mais amplo que visa acabar com o conflito e garantir a reconstrução da Ucrânia, estavam “quase prontos”, enquanto outros estavam “totalmente preparados”.

No início desta semana, Zelenskiy revelou um projeto de plano de paz de 20 pontos que descreveu como as principais medidas para acabar com a guerra.

Embora o ⁠plano delineasse que a Ucrânia receberia garantias de ‌segurança para evitar novas agressões ⁠russas, não houve compromisso entre a Ucrânia e os EUA sobre as questões territoriais, que ‍Moscou exige que Kiev ceda.

O controle sobre a usina nuclear ocupada de ​Zaporizhzhia ‌também continuou sendo motivo de discussão.

(Reportagem de Yuliia Dysa)

Reuters

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