Capa do Álbum: Antena 1
A Rádio Online mais ouvida do Brasil
Antena 1

Confiança de serviços no Brasil volta a subir em agosto, diz FGV

Confiança de serviços no Brasil volta a subir em agosto, diz FGV

Reuters

28/08/2026

Placeholder - loading - Barbeiro faz a barba de cliente em barbearia em Porto Seguro 20 de junho de 2014 REUTERS/Arnd Wiegmann
Barbeiro faz a barba de cliente em barbearia em Porto Seguro 20 de junho de 2014 REUTERS/Arnd Wiegmann

SÃO PAULO, 28 Ago (Reuters) - A ​confiança do setor de serviços do Brasil teve alta em agosto, recuperando parte da perda registrada no mês anterior, mostraram os dados divulgados nesta sexta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

No mês, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou 1,2 ponto, para 89,0 pontos, depois de ter recuado 3,0 pontos em julho.

'O movimento de alta não se disseminou ⁠por ⁠completo entre os segmentos e ​pode refletir, ‌em parte, uma compensação após a forte queda de julho', explicou Stéfano Pacini, economista do IBRE.

A FGV informou que o Índice de Situação Atual (ISA-S), ⁠indicador da percepção sobre o momento presente do setor ​de serviços, avançou 1,3 ponto, para 90,8 pontos.

Já o ​Índice de Expectativas (IE-S), que reflete ‌as perspectivas para ​os ⁠próximos meses, subiu 1,0 ponto, para 87,3 pontos.

'No cenário interno, o resultado é favorecido pelo recuo recente da inflação e ​por um mercado de trabalho ainda resiliente. Ainda assim, os juros reais permanecem elevados e o endividamento das famílias segue como contrapeso, num quadro em que ​o avanço do El Niño ameaça pressionar novamente os preços de alimentos e energia', disse Pacini.

'Com isso, um possível afrouxamento da política monetária pode demorar mais que o previsto, o que reforça a cautela quanto à trajetória do setor ao longo do segundo semestre', completou.

No início do ​mês, o BC cortou a taxa básica de juros Selic ‌em 0,25 ponto percentual pela ⁠quarta reunião seguida, a 14,00% ao ano, e deixou os próximos passos em aberto em meio a ⁠uma melhora no cenário corrente, argumentando ⁠que manterá “a restrição adequada” para ⁠assegurar a ⁠convergência ​da inflação à meta.

(Por Camila Moreira; Edição de Eduardo Simões)

Reuters

Compartilhar matéria

Mais lidas da semana

 

Carregando, aguarde...

Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.