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EUA autoriza mais US$350 milhões em ajuda militar para a Ucrânia

EUA autoriza mais US$350 milhões em ajuda militar para a Ucrânia

Reuters

20/03/2023

Placeholder - loading - Antony Blinken 15/03/2023 REUTERS/Tiksa Negeri
Antony Blinken 15/03/2023 REUTERS/Tiksa Negeri

Por Kanishka Singh e Katharine Jackson

WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos estão autorizando o repasse de mais 350 milhões de dólares em ajuda militar para a Ucrânia, disse o secretário de Estado do país, Antony Blinken, nesta segunda-feira, enquanto Kiev constrói seu arsenal para uma contra-ofensiva às forças russas.

'Este pacote de assistência militar inclui mais munição de artilharia para os Himars e obus fornecidos pelos EUA que a Ucrânia está usando para se defender, bem como munição para veículos de combate e infantaria Bradley, mísseis HARM, armas anti-tanque, barcos e outros equipamentos', disse Blinken em comunicado.

Os Estados Unidos forneceram mais de 30 bilhões de dólares em armas para que a Ucrânia se defendesse da Rússia, que invadiu sua vizinha de governo pró-Ocidente em 24 de fevereiro de 2022.

O mais recente pacote de assistência militar dos EUA foi anunciado dias depois que o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, o consultor de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, e o presidente dos Chefes Conjuntos de Estado Maior, Mark Milley, participaram de uma teleconferência com seus colegas ucranianos e falaram de seu 'apoio inabalável' à Ucrânia.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, também participou no final da reunião na sexta -feira, informou a Casa Branca.

Kiev está tentando reunir suprimentos suficientes de armas de seus apoiadores ocidentais, dos quais os EUA foram os mais significativos, para montar uma contra-ofensiva e tentar recuperar o território capturado pelos russos no ano passado.

'Somente a Rússia poderia encerrar sua guerra hoje. Até que a Rússia o faça, ficaremos unidos à Ucrânia pelo tempo que for necessário', disse Blinken na segunda-feira.

(Reportagem de Kanishka Singh e Katharine Jackson)

Reuters

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