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Soldado da paz da ONU é morto no Líbano enquanto ataques israelenses atingem sul do país

Soldado da paz da ONU é morto no Líbano enquanto ataques israelenses atingem sul do país

Reuters

30/03/2026

Placeholder - loading - Helicóptero israelense dispara em direção ao Líbano 30 de março de 2026   REUTERS/Ayal Margolin
Helicóptero israelense dispara em direção ao Líbano 30 de março de 2026 REUTERS/Ayal Margolin

BEIRUTE, 30 Mar (Reuters) - Um soldado ​da paz das Nações Unidas foi morto no sul do Líbano durante a noite, provocando condenações na segunda-feira, após um fim de semana sangrento em que jornalistas e médicos libaneses foram mortos em ataques israelenses.

O soldado da paz da Indonésia foi o primeiro da força de manutenção da paz da ONU, conhecida como Unifil, a ser morto ⁠na ⁠nova guerra entre Israel e ​o grupo ‌armado libanês Hezbollah que eclodiu em 2 de março.

A Unifil disse que o soldado da paz foi morto quando um projétil explodiu em uma ⁠de suas posições perto do vilarejo de Adchit al-Qusayr, ​no sul do Líbano, no domingo. Outro soldado da ​paz ficou gravemente ferido.

'Não sabemos ‌a origem do ​projétil. Iniciamos ⁠uma investigação para determinar todas as circunstâncias', afirmou a Unifil.

O Ministério das Relações Exteriores da Indonésia disse na segunda-feira ​que o soldado da paz falecido era um de seus cidadãos e que três outros foram feridos por 'fogo de artilharia indireto' nas proximidades da posição do contingente ​indonésio da Unifil perto de Adchit al-Qusayr.

A Indonésia condenou o incidente e disse que qualquer dano aos soldados da paz é inaceitável, ao mesmo tempo em que reiterou sua condenação 'aos ataques de Israel no sul do Líbano'.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, declarou que os ataques às forças ​de paz são graves violações do direito humanitário internacional e ‌podem ser considerados crimes ⁠de guerra. Ele pediu responsabilização e instou todas as partes a garantir a segurança do pessoal da ONU.

(Reportagem ⁠de Hatem Maher, Muhammad Al Gebaly ⁠e Stanley Widianto em ⁠Jacarta, Maya Gebeily ⁠em ​Beirute e Alexander Cornwell em Jerusalém)

(Tradução Redação São Paulo REUTERS TR)

Reuters

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