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NOTÍCIAS SOBRE antibiótico

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Placeholder - loading - Imagem da notícia Perigo de infecções resistentes a antibióticos

Perigo de infecções resistentes a antibióticos

Segundo dados obtidos pela rede britânica LINK, houve uma queda de 17% no número de prescrições de antibióticos elaboradas por médicos na Inglaterra nos últimos cinco anos. Mesmo assim, as infecções resistentes a antibióticos ainda estão subindo - um aumento de 9% entre 2017 e 2018, para quase 61 mil.O NHS, serviço de saúde pública da Inglaterra, está pedindo para que as pessoas que tomem antibióticos somente quando necessário. E é extremamente necessária a opinião de um médico para avaliar cada caso.

Os antibióticos são essenciais para o tratamento de infecções bacterianas graves, como sepse, pneumonia e meningite. Mas eles não devem ser usados ??para tratar tosse, dor de ouvido e garganta inflamada, que geralmente desaparecem sem uso de medicamentos.Se esses medicamentos forem tomados de forma inadequada, as bactérias nocivas que vivem dentro do corpo podem se tornar resistentes a eles, o que significa que os antibióticos podem não funcionar quando for realmente necessário.O relatório anual da PHE sobre resistência antimicrobiana para 2018-19 constatou que as infecções mais potencialmente graves (infecções da corrente sanguínea resistentes a antibióticos) aumentaram um terço entre 2014 e 2018.Susan Hopkins, da Public Health England, disse que é preocupante que mais infecções estejam se tornando resistentes aos antibióticos que salvam vidas. Mas também há boas notícias: o consumo total de antibióticos na Inglaterra diminui desde 2014, quando atingiu o pico de 20 anos.O relatório não encontrou evidências de que o fato dos médicos prescreverem menos antibióticos levasse a que mais pessoas internadas no hospital com infecções graves.

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Placeholder - loading - Imagem da notícia Descoberta pode substituir antibióticos

Descoberta pode substituir antibióticos

Pesquisadores franceses descobriram o que esperam que ser “candidatos promissores ao desenvolvimento de novos antibióticos”. São moléculas eficazes para eliminar as bactérias resistentes aos tratamentos atuais. E o melhor de tudo: diferente dos antibióticos, elas parecem não desenvolver novas resistências.Os resultados do estudo foram publicados na revista americana Plos Biology e, por enquanto, foram obtidos em testes com roedores. O próximo passo é fazer ensaios clínicos em seres humanos, destacaram as equipes de bioquímicos e químicos do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica francês (Inserm) e da Universidade de Rennes.“Percebemos que uma toxina fabricada pelos estafilococos aureus, cujo papel era facilitar a infecção, era também capaz de matar outras bactérias presentes em nosso organismo”, explica Brice Felden, principal autor do estudo.Os cientistas modificaram esta molécula para suprimir sua toxicidade para o organismo, mas conseram suas propriedades antibacterianas. Das cerca de 20 moléculas criadas, duas foram eficazes para tratar ratos infectados com cepas resistentes de estafilococos aureus e de Pseudomonas aeruginosa, bactéria que causa infecções adquiridas durante hospitalizações.Não foi observada nenhuma toxicidade nas outras células nem órgãos, “seja no animal ou em células humanas”, detalham os pesquisadores. Além disso, as bactérias em contato com estes antibióticos não desenvolvem nenhuma resistência a estas novas moléculas, mesmo quando os cientistas “criaram condições favoráveis ao desenvolvimento” destas resistências.O desenvolvimento da resistência aos antibióticos freia a eficácia de alguns tratamentos existentes e “representa uma ameaça crescente para a saúde mundial”, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com um estudo britânico, este fenômeno poderia causar 10 milhões de mortes por ano até 2050.Para ler mais notícias, curta a página Antena 1 News no Facebook!

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Placeholder - loading - Imagem da notícia Quando utilizar probióticos

Quando utilizar probióticos

Pesquisadores descobriram que tomar probióticos após o uso de antibiótico atrasa a recuperação da saúde intestinal. Até então, um dos usos mais comuns destes micro-organismos vivos era a reposição intestinal após um uso intensivo de medicamentos fortes. Parte do problema é, na verdade, a variedade de coisas associadas ao termo probiótico. Mesmo quando os pesquisadores usam cepas bacterianas vivas em suas pesquisas, o coquetel varia de um laboratório para outro, o que dificulta a comparação."Esse é o problema: não há estudos suficientes sobre qualquer probiótico específico para dizer que este funciona e esse não", diz Sydne Newberry, da instituição Rand Corporation, que realizou um estudo sobre o uso de probióticos para tratar diarreia induzida por antibióticos.A pesquisa mostrou um efeito positivo dos probióticos na redução do risco de diarreia causada por antibióticos, mas devido à variação com que as cepas bacterianas foram usadas, não foi possível identificar ou recomendar probióticos ou coquetéis específicos que funcionassem. Desde então, mais estudos foram feitos, mas não o suficiente para dizer conclusivamente se os micro-organismos vivos funcionaram ou não. Uma preocupação em particular é a falta de pesquisas sobre a segurança no uso de probióticos. Mesmo sendo considerados inofensivos em pessoas saudáveis, há relatos preocupantes de efeitos colaterais, como fungos se alastrando na corrente sanguínea, entre pacientes mais vulneráveis.É o caso de uma pesquisa recente realizada por cientistas do Instituto Weizmann de Ciência em Israel. Através dela, especialistas descobriram que, mesmo entre pessoas saudáveis, tomar probióticos depois de um ciclo de antibiótico não era inofensivo. Na verdade, eles dificultaram os processos de recuperação intestinal que em tese deveriam acelerar.Para ler mais notícias, curta a página Antena 1 News no Facebook!

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Quando um antibiótico é necessário?

Que antibióticos não tratam vírus, todos sabem. Mas em que situações o medicamento deve ser usado? Um compilado de estudos, reunidos pelo site da The New York Times, especificou a melhor escolha para cada caso.Em pacientes com bronquite, os Centros para Controle e Prevenção de Doenças sugerem que um antibiótico seja necessário em pacientes com frequência cardíaca maior que 100 batimentos por minuto ou febre maior que 38ºC, ou que estão respirando mais rápido do que 24 vezes por minuto.Em pacientes com sinusite, o American College of Physicians afirma que um antibiótico pode ser indicado quando os sintomas persistem por mais de 10 dias, são severos ou estão associados a três dias de febre superior a 38ºC, corrimento nasal colorido e dor facial. Os antibióticos também podem ser necessários caso haja piora após vários dias de melhora inicial.Em pacientes com dor de garganta, a Sociedade de Doenças Infecciosas da América recomenda que os antibióticos sejam usados ??apenas em pacientes que tenham um teste de estreptococo positivo. Os sintomas que sugerem uma dor de garganta viral - e, portanto, não requerem um antibiótico - incluem tosse, coriza e voz rouca.A Academia Americana de Pediatria adverte que as infecções de ouvido podem exigir um antibiótico em crianças com mais de 6 meses que tenham dor severa ou mais de 48 horas de dor, ou febre maior que 39ºC.A maioria das infecções respiratórias, incluindo o resfriado comum, no entanto, não deve ser tratada com um antibiótico. O espirro, coriza, dor de garganta, tosse, febre baixa e dor de cabeça típicos dele não trazem a necessidade do medicamento.Os médicos nos Estados Unidos escrevem mais de 150 milhões de prescrições de antibióticos por ano, dos quais um quarto a metade são provavelmente inadequados. Tais prescrições trazem custos desnecessários, efeitos colaterais evitáveis ??e bactérias resistentes aos medicamentos. Por este motivo, é importante reservar antibióticos para infecções que os exijam. E isso só um bom médico poderá dizer. Para ler mais notícias, curta a página Antena 1 News no Facebook!

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OMS alerta para o uso excessivo de antibiótico

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o perigo do consumo em excesso de antibióticos, bem como o baixo consumo. Segundo a organização, essa falta de medida pode levar ao surgimento de “superbactérias” mortais. O relatório da OMS foi baseado em dados de 2015 recolhidos em 65 países e regiões. Nele, há uma importante diferença de consumo, que vai de 4 doses diárias definidas (DDD) em cada 1000 habitantes por dia no Burundi, um pequeno país da África, a mais de 64 na Mongólia, na Ásia. "Essas diferenças indicam que alguns países consomem provavelmente antibióticos demais enquanto outros talvez não tenham acesso suficiente a esses medicamentos", apontou a organização em comunicado.Os antibióticos foram surgiram nos anos 1920 e salvaram dezenas de milhões de vidas. Eles se mostraram eficaz contra doenças bacteriológicas como a pneumonia, a tuberculose e a meningite.No entanto, ao longo dos anos, as bactérias se modificaram para resistir a esses medicamentos. A OMS advertiu que, por isso, o número de antibióticos eficazes está diminuindo no mundo.No ano passado, a agência das Nações Unidas pediu aos Estados e aos grandes grupos farmacêuticos que criassem uma nova geração de medicamentos capazes de lutar contra as "superbactérias" ultrarresistentes."O consumo excessivo assim como o consumo insuficiente de antibióticos são as maiores causas de resistência aos antimicrobianos", afirmou Suzanne Hill, diretora de Medicamentos e Produtos Sanitários Essenciais na OMS, em um comunicado.Mas a OMS salienta que não é apenas o uso excessivo que é prejudicial. "A resistência pode se desenvolver quando os doentes não podem pagar um tratamento completo ou só têm acesso a medicamentos de qualidade inferior ou alterados", diz o relatório.A Turquia lidera a lista dos países que mais utilizam os medicamentos (38 doses diárias definidas), ou seja, cerca de cinco vezes mais que o último da classificação, Azerbaijão, com 8 doses diárias definidas.Para ler mais notícias, curta a página Antena 1 News no Facebook!

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Placeholder - loading - Imagem da notícia Como se alimentar durante o uso de antibiótico

Como se alimentar durante o uso de antibiótico

O antibiótico, apesar de combater bacterias infecciosas, pode também atrapalhar o equilíbrio daquelas bactérias benéficas ao nosso corpo – como os microorganismos do intestino. É por isso que, durante o uso do remédio, muitas vezes sentimos náuseas, diarreia, inchaço, indigestão, dor abdominal e perda de apetite.Estes sintomas são passageiros, mas bastante incômodos. Por isso, o site especializado Medical News Today preparou uma lista do que as pessoas devem comer durante e depois de utilizar antibióticos e o que deve ser evitado. Confira:Probióticos, também conhecidos como bactérias saudáveis, são uma forma segura de prevenir a diarreia causada pelos medicamentos, ajudando também a reduzir o inchaço. Essas bactérias são encontradas em alimentos como iogurtes e leites fermentados – e também em alguns medicamentos, que devem ser ingeridos apenas ao final do ciclo do antibiótico.Já os prebióticos são alimentos para as bactérias boas do nosso microbioma intestinal. Quando alimentadas, antes e depois da medicação, o intestino ganha mais equilíbrio. Entre os alimentos que podem ajudar estão: cebola, alho, banana, chicória, alcachofra, iogurte, cereais e pão.Alimentos fermentados também são boas fontes de bactérias benéficas. Entre os produtos mais comuns, estão o iogurte, o salame tradicional, alguns queijos e picles fresco, além de alimentos da culinária oriental – missô, tempeh e kimchi.Legumes e verduras também devem fazer parte da dieta, principalmente couve, espinafre, nabiça, acelga, salsinha, mostarda verde e couve de Bruxelas.E a ingestão de fibra é igualmente importante para estimular o crescimento das “boas” bactérias no intestino, mas este nutriente só deve ser consumido ao fim do ciclo de antibióticos, já que pode afetar a forma como o estômago absorve o medicamento.Para ler mais notícias, curta a página Antena 1 News no Facebook!

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Placeholder - loading - Imagem da notícia Antibiótico pode causar pólipos

Antibiótico pode causar pólipos

Pessoas que tomaram antibióticos de forma significativa entre os 20 e 60 anos de idade apresentam maior frequência de pólipos – pequenas lesões benignas na parede do intestino que, ao longo prazo, podem se transformar em câncer.O estudo analisou 16 mil mulheres americanas com mais de 60 anos e que realizaram colonoscopia, incluindo 1.195 que apresentaram pólipos ou adenomas colorretais.Publicado na revista do British Medical Journal, o estudo observou que mulheres tratadas com antibióticos durante pelo menos dois meses acumulados entre os 20 e os 39 anos tinham 36 por cento mais chance de ter pólipos no colo ou no reto em relação àquelas que não utilizaram com frequência o medicamento.Entre as mulheres que receberam antibióticos durante ao menos dois meses entre os 40 e os 59 anos, a probabilidade de pólipos é 69 por cento maior em relação às demais, segundo os autores do estudo, da Harvard Medical School e da Harvard TH Chan School of Public Health, em Boston.O estudo constata uma situação estatística, mas não estabelece uma relação de causa e efeito entre o consumo de antibióticos e o surgimento de pólipos. Entretanto, esta relação pode ter uma explicação bastante plausível, já que os antibióticos alteram a flora intestinal ao reduzir a quantidade e a diversidade das bactérias presentes.“A estes dados se somam o que já se conhece sobre a importância da flora intestinal para nossa saúde”, comentou Sheena Cruickshank, especialista em imunologia da Universidade de Manchester, que não participou do estudo.Os autores, no entanto, não levaram suficientemente em conta a contribuição dos hábitos alimentares das mulheres que desenvolveram os pólipos, e nem o possível impacto da presença de antibióticos em sua alimentação, provenientes dos tratamentos aplicados a animais de abate.Os antibióticos são “medicamentos essenciais para tratar as infecções bacterianas e, quando utilizados corretamente, podem salvar a vida”, acrescenta Cruickshank.Para ler mais notícias, curta a página Antena 1 News no Facebook!

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