alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE embraer

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Embraer diz que Francisco Gomes Neto será indicado CEO da companhia

    Embraer diz que Francisco Gomes Neto será indicado CEO da companhia

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer anunciou nesta terça-feira que Francisco Gomes Neto, atual presidente da Marcopolo, será indicado para ocupar o cargo de CEO e presidente da fabricante de aviões na primeira reunião do conselho de administração da empresa que ocorrerá após a Assembleia Geral Ordinária no próximo dia 22.

    Gomes Neto substituirá Paulo Cesar de Souza e Silva, que após a AGO atuará como sênior advisor do conselho no processo de integração do novo presidente e no acompanhamento da segregação de ativos e recursos da aviação comercial até a conclusão do negócio com a Boeing.

    'Com vasta vivência internacional e foco na gestão de empresas do setor industrial, tenho certeza que Francisco Gomes Neto tem o perfil e competências certas para liderar a Embraer nesse momento de transformação da empresa e do setor aeronáutico global', afirmou em comunicado o presidente do conselho de administração da Embraer, Alexandre Silva.

    Gomes Neto é graduado em Engenharia Elétrica com especialização em Administração de Empresas e MBA em Controladoria e Finanças. Nos últimos três anos, atuou como CEO do grupo Marcopolo, no qual liderou o processo de transformação da companhia, 'gerando forte crescimento de vendas'.

    Na Marcopolo, onde fica até 30 de abril, Gomes Neto será substituído pelo presidente do conselho de administração, James Eduardo Bellini, que acumulará interinamente sua função com cargo de diretor geral da fabricante de carrocerias.

    Analistas do Itaú BBA ressaltaram que conheceram Gomes Neto pela primeira vez quando ele começou a trabalhar na Marcopolo em 2015, e durante esses anos ele se concentrou na redução de custos, na abertura de novos mercados fora do Brasil e na maximização da utilização dos ativos da companhia no país.

    'Acreditamos que sua indicação faz muito sentido para a Embraer, que também deve se concentrar na abertura de novos mercados --em uma escala muito maior do que a Marcopolo--, reduzindo custos e maximizando a utilização de ativos', afirmaram em nota a clientes.

    (Por José Roberto Gomes e Paula Arend Laier)

    32

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Boeing nomeia executivos para liderar joint venture com Embraer em aviação comercial

    Boeing nomeia executivos para liderar joint venture com Embraer em aviação comercial

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A Boeing nomeou nesta quarta-feira dois executivos para liderar a nova companhia que será criada após a conclusão do acordo de 4,2 bilhões de dólares por uma participação de 80 por cento no negócio de aviação comercial da Embraer .

    Marc Allen, um executivo da Boeing, será presidente do conselho de administração da joint venture com a Embraer, enquanto John Slattery, que atualmente chefia a divisão de aviação comercial da fabricante brasileira, será CEO da empresa resultante do acordo, informou o grupo norte-americano em comunicado.

    Separadamente, a Embraer informou em comunicado que divulgará internamente nesta quarta-feira qual será sua estrutura organizacional após o fechamento da parceria estratégica com a Boeing, que deve ser concluída até o fim do ano.

    O controle da unidade de aviação comercial da Embraer será transferido para Boeing como parte da transação proposta, que ainda precisa ser aprovada por autoridades concorrenciais ao redor do mundo.

    Em dezembro, as duas companhias acertaram os termos da venda do controle dos negócios de aviação comercial da Embraer para a Boeing, após terem assinado memorando de entendimento em julho.

    O acordo, que avalia a divisão em cerca de 5,3 bilhões de dólares, prevê que a fabricante brasileira deverá transferir 80 por cento da unidade para Boeing e manterá participação de 20 por cento, tendo poder de decisão sobre alguns temas estratégicos.

    Em 2019, a ação da Embraer acumula queda de pouco mais de 10 por cento, após ter se valorizado aproximadamente 9 por cento no ano passado. Por volta das 11:39, os papéis da companhia cediam 0,72 por cento na bolsa paulista, cotados a 19,32 reais.

    (Por Gabriela Mello)

    20

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Assembleia aprova venda de divisão de aviação comercial da Embraer para Boeing

    Assembleia aprova venda de divisão de aviação comercial da Embraer para Boeing

    SÃO PAULO (Reuters) - A venda do controle da divisão de aviação comercial da Embraer para a Boeing foi aprovada nesta terça-feira por assembleia de acionistas da fabricante brasileira, que ficará com apenas 20 por cento de sua principal geradora de recursos.

    A assembleia contou com participação de detentores de cerca de 67 por cento das ações em circulação da Embraer e 96,8 por cento dos votos considerados como válidos foram favoráveis ao negócio, informou a companhia brasileira.

    Porém, sindicatos de metalúrgicos da empresa em São Paulo afirmaram que vão pedir a suspensão dos efeitos da assembleia, alegando que ocorreu de maneira irregular.

    Além da venda de 80 por cento da divisão de aviação comercial, o negócio inclui a formação de uma joint-venture para promoção e venda do cargueiro KC-390. Neste caso, a Embraer ficará com 51 por cento das ações da parceria para o cargueiro e a Boeing com o restante.

    A assembleia só foi realizada na data marcada desta terça-feira depois que a presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, Terezinha Cazerta, derrubou durante a madrugada liminar que impedia a realização da reunião dos acionistas. A liminar tinha sido pedida por sindicatos de metalúrgicos, que afirmam que o negócio representa uma ameaça aos interesses nacionais.

    Essa intervenção de Cazerta motivou os sindicatos de metalúrgicos de São José dos Campos, Araraquara e Botucatu, em São Paulo, a considerarem que a assembleia ocorreu em 'ambiente irregular'.

    'A juíza chamou para si uma decisão que obrigatoriamente deveria ser tomada pelo desembargador Souza Ribeiro, que já havia sido sorteado para julgar o caso Boeing–Embraer. A medida adotada pela juíza é inconstitucional. Com base nesse fato, os sindicatos pedirão a suspensão dos efeitos da assembleia', afirmou o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, que abriga a principal fábrica da Embraer no país.

    A operação também era questionada pela Associação Brasileira de Investidores (Abradin), que defendia que a transação deveria ter disparado uma oferta pública a todos os acionistas da Embraer.

    O presidente da Abradin, Aurélio Valporto, afirmou que a entidade vai avaliar que medidas vai tomar após a assembleia. Segundo ele, acionistas detentores de cerca de 430 milhões de ações estavam presentes na assembleia. Destes, um quarto se manifestou, sendo 96,8 por cento dessa parcela se mostrando favorável ao negócio.

    'Na verdade a aprovação foi feita por 13 por cento dos votos do total de acionistas porque o resto são acionistas que não foram, gente que se absteve e no fim foi 96,8 por cento dos que votaram. Acontece que esses 96,8 por cento equivalem a 13 por cento dos acionistas totais”, disse Valporto.

    Para o vice-presidente-executivo de Finanças da Embraer, Nelson Salgado, alvo de questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por causa da forma como a empresa divulgou informações ao mercado sobre as negociações, os acionistas da Embraer 'reconheceram os benefícios da parceria com a Boeing na aviação comercial e na promoção do avião multimissão KC-390'. Além disso, os acionistas 'compreenderam as oportunidades que existem nos negócios da aviação executiva e defesa”, acrescentou.

    Por volta de 14:20, as ações da Embraer subiam 3,2 por cento, a 20,02 reais. Mais cedo, os papéis mostravam valorização de 4,3 por cento, a 20,24 reais, perto da máxima da sessão, de 20,29 reais.

    Em 2018, a ação da Embraer acumulou valorização de 9 por cento. A Embraer anunciou formalmente tratativas com a Boeing em meados do ano passado.

    A transação avalia a divisão de aviação comercial da Embraer em 5,26 bilhões de dólares e contempla um valor de 4,2 bilhões de dólares pela participação de 80 por cento da Boeing.

    Os negócios de defesa e jatos executivos e as operações de serviços da Embraer associados a esses produtos permanecerão como uma empresa independente e de capital aberto.

    Em meados de janeiro, a Embraer informou que espera que suas receitas caiam em cerca de 50 por cento em 2020 diante da separação da divisão comercial do restante da empresa. A companhia também afirmou que espera reverter um fluxo de caixa negativo de 2018, com o efeito da entrada de recursos da Boeing e previu fluxo positivo de 1 bilhão de dólares com a conclusão da operação.

    Com o acordo, os acionistas da Embraer receberão cerca de 35 por cento dos recursos da Boeing.

    (Por Alberto Alerigi Jr., com reportagem adicional de Rodrigo Viga Gaier, no Rio de Janeiro)

    19

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Embraer estima lucro baixo ou zero nos próximos dois anos

    Embraer estima lucro baixo ou zero nos próximos dois anos

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer informou nesta quarta-feira que espera ter uma posição líquida de caixa quando concluir a venda do controle de sua divisão de aviação comercial para a Boeing, mas alertou que terá lucro pequeno ou zero nos próximos dois anos.

    A companhia espera que as operações atinjam equilíbrio financeiro descontando pagamento de juros e impostos em 2019, segundo documento enviado ao mercado. A medida, chamada de Ebit, deve subir para entre 2 e 5 por cento da receita em 2020.

    Em 2018, a Embraer não conseguiu cumprir várias de suas projeções, ficando abaixo em pelo menos 250 milhões de dólares da previsão de receita na divisão de aviação executiva e 200 milhões abaixo do previsto na área de defesa.

    A companhia queimou duas vezes mais caixa que o esperado, tendo um fluxo de caixa negativo de cerca de 200 milhões de dólares em 2018. Mas espera reverter o resultado como efeito da entrada de recursos da Boeing e previu fluxo positivo de 1 bilhão de dólares com a conclusão da operação.

    As ações da Embraer exibiam queda de cerca de 3 por cento por volta das 12h15, enquanto o Ibovespa tinha baixa de 0,3 por cento.

    As entregas da divisão de jatos comerciais, que será controlada em 80 por cento pela Boeing a partir de 2020, devem ficar praticamente estáveis neste ano ante 2018, variando entre 85 e 95 aviões.

    A empresa também cortou a projeção de receita de 2018 em 300 milhões de dólares, prejudicada por entregas menores de jatos executivos e incidente com o cargueiro KC-390.

    A companhia afirmou que suas projeções para 2019 consideram custos associados ao acordo com a Boeing.

    A Embraer também divulgou projeções para 2020. A companhia espera que suas receitas caiam cerca de 50 por cento, dada a separação do grupo de sua divisão comercial.

    (Por Marcelo Rochabrun)

    27

    5 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro mostra preocupação sobre futuro da Embraer, ações despencam

    Bolsonaro mostra preocupação sobre futuro da Embraer, ações despencam

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que é favorável à aliança da Embraer com a norte-americana Boeing , mas que tem preocupações sobre o futuro da companhia brasileira nos próximos anos, o que levou a um forte movimento de realização de lucro nas ações ações da fabricante nacional.

    Em evento junto a representantes da Aeronáutica, na Base Aérea de Brasília, Bolsonaro disse que 'seria muito boa essa fusão... mas é uma preocupação nossa daqui cinco anos tudo ser repassado para o outro lado. É um patrimônio nosso'.

    'Sabemos da necessidade dessa fusão, até para que ela (Embraer) consiga competitividade... não venha a se perder com o tempo', acrescentou Bolsonaro, sem informar quando e se usará o poder de veto da União sobre o negócio anunciado no ano passado.

    Pelo estatuto da Embraer, após o acordo anunciado em 17 de dezembro, a União teria 30 dias para se manifestar sobre o acordo com a Boeing. Após esse prazo, o conselho de administração da empresa se reúne para ratificar o acordo e convoca uma assembleia de acionistas em que a União poderá ter mais uma chance de vetar a operação.

    As ações da Embraer que tinham perda ao redor de 1 por cento mais cedo, acentuavam queda após os comentários do presidente, recuando 5,25 por cento às 16h46, maior baixa do Ibovespa

    Para o economista-chefe da gestora Infinity, Jason Vieira, as declarações de Bolsonaro sobre preocupação com o futuro da Embraer abriram espaço para alguns agentes do mercado embolsarem lucros em meio à falta de notícias concretas sobre a fusão com a Boeing. 'Ele (Bolsonaro) só está contradizendo o que já tinha dito antes e falta notícia mais concreta em relação ao futuro da empresa, por isso a realização de lucros', disse Vieira.

    A Embraer aceitou vender 80 por cento de sua divisão de aviação comercial, a principal da empresa, para a Boeing . Um dispositivo do acordo permite que a Embraer possa mais adiante vender os 20 por cento restantes da parceria à Boeing.

    O acordo, que aguarda há meses aprovação do governo e já elevou o valor da divisão comercial da Embraer de 4,75 bilhões para 5,26 bilhões de dólares, não envolve os negócios da empresa brasileira nas áreas de aviação executiva ou de defesa.

    'Os comentários de Bolsonaro pesam um pouco... Qualquer ruído ou preocupação com a última proposta de fusão mexem na ação, embora não atrapalhem (o acordo)', disse o analista da Guide Investimentos Rafael Passos. 'Não vejo nenhum motivo para ele barrar a operação, mas é um ruído que mexe no papel.'

    No final do ano passado, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) derrubou uma segunda liminar que suspendia a negociação entre a Embraer e a Boeing.

    (Por Lisandra Paraguassu e Anthony Boadle em Brasília, com reportagem adicional Gabriela Mello em São Paulo)

    23

    5 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Acordo entre Embraer e Boeing enfrenta oposição de investidores e sindicatos

    Acordo entre Embraer e Boeing enfrenta oposição de investidores e sindicatos

    Por Rodrigo Viga Gaier e Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A Associação Brasileira de Investidores (Abradin) apresentou uma interpelação à Justiça de São Paulo para questionar a administração da Embraer e a União sobre a necessidade de realização de uma oferta pública de aquisição(OPA) por conta do acordo de venda da principal divisão da companhia para a Boeing.

    O instrumento jurídico tem como função oficializar à Justiça e às partes envolvidas sobre a preocupação da entidade, que pode vir a abrir uma ação caso uma OPA não seja realizada.

    'Entendemos que é uma operação ilegal da forma como está sendo tratada e extremamente prejudicial para a economia brasileira também', disse o presidente da Abradin, Aurelio Valporto à Reuters.

    Além da Abradin, o acordo entre as duas empresas é rejeitado por trabalhadores, que conseguiram na quarta-feira liminar da Justiça de São Paulo que suspende a operação.

    Embraer e Boeing fizeram acordo nesta semana sobre uma operação bilionária que chamam de aliança e na qual a fabricante brasileira vai repassar ao controle da companhia norte-americana 80 por cento de sua divisão de aviação comercial e estabelecer uma outra joint-venture para promover as vendas do cargueiro nacional KC-390.

    Segundo a interpelação apresentada pela Abradin, 'a transação, uma vez efetivada, avilta o que foi 'vendido' aos acionistas da Embraer na operação de pulverização do controle acionário e unificação de ações ordinárias e preferenciais, ocorrida em 2006, ou seja, a questão da limitação estatutária de voto de investidores estrangeiros'.

    'A presente interpelação, portanto, tem o escopo de fazer valer o estatuto da Embraer que, em seu artigo 53, reconhecendo a posição importante do diretor de relações com investidores, atribui-lhe o dever de acompanhar as variações na participação societária dos acionistas da companhia', afirmou a Abradin no documento encaminhado na quarta-feira à Justiça.

    A entidade sustenta que o acordo acertado pelas empresas representa um pacto de 'drop down', uma reorganização societária comum nos Estados Unidos, mas que não seria disciplinada no ordenamento jurídico brasileiro.

    'Como as companhias e a União dizem que não há nada concreto, fizemos a interpelação para que ainda dê tempo de mudar a rota desta história', disse a advogada da Abradin, Izabela Amaral Braga. 'Pelo artigo 254 A da Lei das SA e considerando que está sendo adquirido o controle da Embraer por 'vias tortas', tem que ter a OPA', acrescentou a advogada.

    A União, por meio do presidente da República, precisa dar aval à operação, que tem como uma das justificativas oficiais permitir à Embraer sobreviver em uma indústria de aviação global que viu nos últimos meses a principal rival da companhia brasileira, a canadense Bombardier, unir forças com a europeia Airbus, rival da Boeing.

    'Querem fazer crer que a Embraer se encontra acuada no mercado e ela não se encontra. A verdade é que o Brasil está abrindo mão de projetar aeronaves que venham a concorrer no maior mercado mundial, que é o segmento de 150 a 220 passageiros ocupados pelos 737 e A320. Com o projeto do KC-390, de fuselagem larga, estamos prontos para ingressar neste segmento e o que a Boeing está fazendo é tirar um concorrente', disse Valporto.

    Procurada, a Embraer afirmou que 'tomará todas as medidas judiciais cabíveis para reverter a referida decisão'. A Boeing não se manifestou.

    LIMINAR SUSPENDE

    Na segunda-feira, Embraer e Boeing acertaram os termos do negócio, em que o valor considerado para toda a divisão de aviação comercial foi elevado de 4,75 bilhões de dólares para 5,26 bilhões. A operação terá como resultado para a Embraer um caixa de 2,6 bilhões de dólares.

    O acordo ocorreu depois que uma liminar obtida por deputados petistas para suspender o negócio foi derrubada na semana passada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª região (TRF3).

    Porém, na quarta-feira, o mesmo juiz que viu sua liminar ser derrubada a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, voltou a suspender o negócio. Desta vez, o juiz concedeu liminar, divulgada nesta quinta-feira, em processo aberto por metalúrgicos, entre eles o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, cidade paulista que abriga um dos principais pólos de produção da Embraer no país, e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos.

    Em sua decisão, Giuzio Neto afirma 'não compreender qual a razão de se buscar limitar a decisão de veto proveniente da 'golden share' (detida pela União na Embraer) a apenas duas ou três pessoas do governo e evitar que haja manifestação do Conselho de Defesa Nacional, em tese, o órgão constitucionalmente qualificado para exame do tema'. Além disso, o juiz também entende que a operação proposta pelas empresas não poderia ocorrer sem a realização de uma oferta pública aos acionistas minoritários (OPA).

    A AGU afirmou que vai recorrer da liminar de Giuzio Neto.

    Enquanto a briga pela empresa se desenvolve na Justiça, a empresa tem anunciado contratos de venda de aeronaves no Brasil e no exterior.

    Mais cedo, a Embraer anunciou que conseguiu assinar encomenda firme de 100 jatos E715 junto ao grupo aéreo norte-americano Republic Airways, que havia manifestado intenção de adquirir os aviões em julho deste ano. A encomenda tem valor, a preços de lista das aeronaves, de 4,69 bilhões de dólares, e se soma ao pedido firme de 21 jatos E195-E2, 1,4 bilhão de dólares, anunciado pela brasileira Azul nesta semana.

    As ações da Embraer, que chegaram a subir quase 3 por cento no começo da sessão, exibiam queda de 1,25 por cento às 15h44, cotadas a 20,54 reais. No mesmo horário, o Ibovespa caía 0,35 por cento.

    14

    6 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. embraer

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.