alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE embraer

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Haddad diz que reverterá venda da Embraer se for juridicamente possível

    Haddad diz que reverterá venda da Embraer se for juridicamente possível

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira que, se for juridicamente possível, tentará reverter a possível venda da Embraer para a norte-americana Boeing, caso seja eleito em outubro.

    Haddad, que visitou o parque tecnológico de São José dos Campos, disse que é contra o que chamou de venda 'açodada e precipitada', mas ressaltou que a reversão só será feita se houver um caminho legal para isso.

    'Se houver o chamado ato jurídico perfeito, aquele que não pode ser contestado, nós vamos respeitar como sempre respeitamos', disse.

    O ato jurídico perfeito é aquela já realizado, acabado, e que tenha cumprido todas as regras legais do tempo em que ocorreu.

    'É um erro grave um governo sem voto vender nosso patrimônio sem um diálogo amplo com a sociedade e o Congresso Nacional', defendeu Haddad ao criticar o acordo.

    PESQUISAS

    O candidato do PT comentou ainda a pesquisa Datafolha, publicada na madrugada desta quinta, que mostrou mais um crescimento de suas intenções de voto --de 9 para 16 por cento-- mas abaixo do que apontou o Ibope na terça-feira, em que Haddad aparecia com 19 por cento.

    'Pesquisa é sempre um retrato do momento, mas a tendência é que nossa candidatura cresce por todos os institutos. Já é a quarta pesquisa que sai essa semana e as quatro nos dão segundo lugar com tendência de alta', disse o candidato.

    Haddad comemorou ainda o fato de estar vencendo na capital paulista, onde passou o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e onde foi prefeito até 2016.

    'Está havendo uma reversão de votos consistente', disse.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Passageiros dos EUA processam AeroMexico por acidente com avião da Embraer

    Passageiros dos EUA processam AeroMexico por acidente com avião da Embraer

    CHICAGO (Reuters) - Onze passageiros norte-americanos que sobreviveram a um acidente com um avião da AeroMexico em Durango, no norte mexicano, no dia 31 de julho, iniciaram ações na Justiça contra a empresa aérea em Chicago na segunda-feira, informou o escritório de advocacia Corboy & Demetrio.

    O avião Embraer operado pela AeroMexico, com capacidade para 190 passageiros e que seguia para a Cidade do México, caiu em um trecho de terra com vegetação rasteira próximo da pista pouco depois de decolar, enfrentando o que passageiros descreveram como ventos fortes.

    Todos os 103 passageiros e tripulantes sobreviveram fugindo da aeronave antes de o avião pegar fogo.

    Ao menos 65 passageiros a bordo do voo 2341 da AeroMexico eram cidadãos dos Estados Unidos, entre eles muitos moradores da área de Chicago.

    'Todas as pessoas nesse voo têm o direito de saber exatamente o que fez o avião cair. Um avião não despenca do céu só porque está chovendo forte', disse Thomas A. Demetrio, cofundador da Corboy & Demetrio, que fica em Chicago.

    A AeroMexico não respondeu a pedidos de comentário.

    Luis Gerardo Fonseca, diretor da agência de aviação civil do México, disse à Rádio Formula na segunda-feira que as causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

    O primeiro oficial e os dois comissários a bordo já deram seus depoimentos como parte da investigação, disse ele. Os investigadores estão aguardando para interrogar o capitão, que ainda está sendo tratado em um hospital, disse Fonseca.

    A Corboy & Demetrio informou que iniciou seis ações civis diferentes em nome de 11 passageiros.

    Francis Patrick Murphy, outro sócio da firma, disse que, até certo ponto, o clima sempre é um fator em operações de voo. 'Entretanto, operações de voo seguras dependem de como a empresa aérea e seus pilotos monitoram, reagem e corrigem em condições climáticas severas, tanto no processo de tomada de decisão antes do voo quanto durante o voo, para evitar um infortúnio', disse Murphy.

    (Por Tracy Rucinski, em Chicago, e Anthony Esposito, na Cidade do México)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Passageiros agradecem a Deus depois de queda de avião sem mortes no México

    Passageiros agradecem a Deus depois de queda de avião sem mortes no México

    Por Lizbeth Diaz e Julia Love

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Dezenas de pessoas ficaram feridas quando uma aeronave Embraer operada pela AeroMexico caiu logo depois da decolagem no Estado mexicano de Durango na terça-feira, mas as autoridades disseram que não houve mortes e que a maioria das pessoas a bordo não se machucou seriamente.

    O avião de médio porte estava quase lotado, com 103 pessoas, incluindo duas crianças pequenas, e quatro tripulantes a bordo, quando caiu perto das 16h locais, segundo as autoridades. Os passageiros e a tripulação conseguiram sair em segurança antes de a aeronave ser engolida pelas chamas.

    A passageira Jackeline Flores disse a repórteres que o avião caiu pouco depois de decolar sob uma chuva intensa. Ela e a filha escaparam por um buraco na fuselagem enquanto a aeronave era tomada pela fumaça e pelas chamas, disse.

    'Uma menininha que saiu do avião estava chorando porque suas pernas ficaram queimadas', disse Jackeline, que disse ser mexicana, mas morar em Bogotá, na Colômbia.

    Ela contou que seu passaporte e documentos se perderam no incêndio. 'Sinto-me abençoada e agradecida a Deus', disse.

    Imagens de televisão mostraram a estrutura seriamente danificada do avião depois que a aeronave parou em um trecho de terra com vegetação rasteira, e uma coluna de fumaça subindo aos céus.

    O avião mal havia decolado quando deu a sensação de ter sido atingido por uma corrente forte de vento, disse outro passageiro à rede Televisa.

    O governador de Durango, José Rosas Aispuro, também disse que uma rajada de vento sacudiu a aeronave antes de o avião mergulhar subitamente, citando o controle de tráfego aéreo do aeroporto. A asa esquerda bateu no solo, soltando dois motores, antes de o avião parar a 300 metros da pista, disse ele em uma coletiva de imprensa.

    Os passageiros conseguiram fugir pelos escorregadores de emergência antes de o avião ser tomado pelo fogo, explicou. O piloto foi o que mais se feriu, mas seu quadro é estável.

    O Grupo Aeroportuário Centro Norte, o operador do aeroporto, também atribuiu a queda ao tempo ruim, citando relatórios preliminares.

    A AeroMexico disse em um comunicado: 'Lamentamos profundamente este acidente. As famílias de todos os afetados estão em nossos pensamentos e nossos corações'.

    A Embraer disse que está pronta para ajudar as autoridades a investigar a queda.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Embraer tem prejuízo líquido de R$467 mi no 2º tri com menores entregas e problemas com cargueiro

    Embraer tem prejuízo líquido de R$467 mi no 2º tri com menores entregas e problemas com cargueiro

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer registrou um prejuízo líquido atribuído aos acionistas de 467,0 milhões de reais no segundo trimestre, ante um lucro de 200,9 milhões de reais no mesmo período do ano passado, em um trimestre marcado pelo menor número de entregas e aumento dos custos com o desenvolvimento do cargueiro militar KC-390.

    Excluindo impostos diferidos, contribuições sociais e itens especiais, o lucro líquido ajustado foi de 2,3 milhões de reais, ante lucro de 409,4 milhões de reais no segundo trimestre do ano passado, informou a fabricante de aeronaves brasileira nesta terça-feira.

    O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) despencou 83 por cento para 140,4 milhões de reais no segundo trimestre, incluindo o impacto negativo, não recorrente, de 458,7 milhões de reais referente à revisão da base de custos do contrato de desenvolvimento do cargueiro KC-390, em decorrência do incidente com o protótipo ocorrido em maio.

    A margem Ebitda despencou para 3,1 por cento no segundo trimestre, ante 14,6 por cento um ano antes.

    Sem contabilizar a revisão do custo do cargueiro, o Ebitda ajustado recuou para 599,1 milhões de reais, ante 803,4 milhões de reais no mesmo período de 2017. A margem Ebitda ajustada caiu para 13,2 por cento, ante 14,1 por cento um ano antes.

    'A companhia reafirma todas as suas estimativas financeiras e de entregas para 2018, que não incluem o impacto não recorrente da revisão de base de custos do KC-390, ocorrida no segundo trimestre', disse a Embraer em nota de divulgação do resultado.

    A receita líquida da Embraer recuou 20 por cento para 4,533 bilhões de reais no segundo trimestre, devido ao menor número de entregas nos segmentos de aviação comercial e executiva e à queda de 90 por cento na receita do segmento de defesa e segurança por conta do incidente com o KC-390. A margem bruta consolidada caiu para 10,7 por cento, ante 17,8 por cento no segundo trimestre do ano passado.

    No segundo trimestre, a Embraer entregou 28 aeronaves comerciais e 20 executivas, ante entregas totais de 59 aeronaves no segundo trimestre do ano passado. Apesar do recuo, a Embraer mantém a previsão de entregar de 85 a 95 jatos comerciais e 105 a 125 jatos executivos no ano.

    A Embraer fechou um acordo com a norte-americana Boeing em julho para a formação de uma joint venture de 4,75 bilhões de dólares da área de aviação comercial. A Boeing assumirá o controle da divisão de aviação comercial, a maior geradora de receita da empresa brasileira, com participação de 80 por cento da joint venture.

    O segmento de Aviação Comercial respondeu por 60,5 por cento da receita líquida total da Embraer, ante 52,8 por cento um ano antes, enquanto a participação do segmento de Defesa & Segurança recuou para 2,2 por cento, ante 17,1 por cento em 2017, em função da queda da receita no período.

    Já o segmento de Serviços & Suporte teve crescimento de 18 por cento da receita, para 918,5 milhões de reais, respondendo por 20,3 por cento da receita líquida da companhia, ante 13,7 por cento no mesmo período de 2017.

    DÍVIDA E INVESTIMENTOS

    A Embraer gerou 175,5 milhões de reais de fluxo de caixa livre ajustado no segundo trimestre, e no final de junho tinha uma posição de caixa de 12,88 bilhões de reais, com uma dívida bruta de 15,66 bilhões de reais.

    O aumento da dívida líquida de 10,3 por cento em relação ao trimestre imediatamente anterior, para 2,781 bilhões de reais no fim de junho, refletiu a variação cambial no período, disse a empresa.

    A Embraer investiu 58,6 milhões de reais no segundo trimestre, elevando o total aplicado no primeiro semestre a 132,6 milhões de reais. A empresa acredita que os gastos de capital devem aumentar no segundo semestre, mas devem ficar abaixo dos 200 milhões de dólares estimados pela companhia para o ano.

    (Por Raquel Stenzel)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Embraer entrega 28 jatos comerciais e 20 executivos e encerra 2ºtri com US$17,4 bi em pedidos firmes

    Embraer entrega 28 jatos comerciais e 20 executivos e encerra 2ºtri com US$17,4 bi em pedidos firmes

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer entregou 28 jatos comerciais e 20 jatos executivos no 2º trimestre, encerrando o trimestre com pedidos firmes a entregar (backlog) de 17,4 bilhões de dólares, informou a empresa nesta sexta-feira.

    O volume de entregas de abril a junho foi superior ao registrado no primeiro trimestre do ano, quando a fabricante brasileira de aeronaves entregou 14 jatos comerciais e 11 executivos, e encerrou o período com pedidos firmes de 19,5 bilhões de dólares.

    As entregas, contudo, recuaram mais uma vez em relação ao mesmo período do ano anterior. No segundo trimestre de 2017, a Embraer entregou um total de 35 jatos comerciais -- sete a mais que no segundo trimestre deste ano -- e 24 jatos executivos, e encerrou o período com backlog de 18,5 bilhões de dólares.

    Dos 28 jatos de aviação comercial entregues de abril a junho deste ano nos Estados Unidos, Europa e Ásia Pacífico, 20 eram do modelo E175.

    No segmento de aviação executiva, das 20 unidades entregues no trimestre, 15 eram jatos leves e cinco jatos grandes.

    A empresa destacou a entrega no segundo trimestre do primeiro jato E190-E2 de série para a companhia norueguesa Wideroe no início do abril, e o cancelamento do pedido da Air Costa para a 50 E-Jets. 'Esse ajuste no backlog não tem impacto na produção do E2, nem no cronograma de entregas de 2018 ou 2019', disse a empresa.

    Para analistas do BTG Pactual, o cancelamento do pedido da Air Costa, que resultou na queda do backlog, já era esperado, pois a companhia aérea indiana está em estresse financeiro desde do ano passado. Os analistas seguem compradores na ação, que caía 1 por cento na bolsa paulista na manhã desta sexta-feira.

    Dentro da carteira de pedidos firmes do segundo trimestre, com 360 jatos comerciais, a Embraer incluiu a encomenda da Mauritania Airlines de dois jatos E175, no valor de 93,8 milhões de dólares, feita durante o Farnborough Airshow 2018, na Inglaterra.

    Os demais pedidos recebidos durante a feira, realizada entre os dias 16 e 22 de julho, serão incluídos no backlog até o fim do ano. Os pedidos firmes de 25 jatos E175 da United Airlines e de 10 jatos E195-E2 da Wataniaya Airways, do Kuweit, que serão incluídos no blacklog do terceiro trimestre, e os demais até o fim do ano, disse a empresa.

    A Embraer acertou no início de julho um acordo com a norte-americana Boeing MBA.N> para formação de uma joint venture envolvendo a área de aviação comercial da fabricante brasileira, que ainda depende de aval do governo brasileiro, que detém uma golden share da empresa.

    (Por Raquel Stenzel)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Embraer faz acordos para venda de nova família de jatos em feira britânica

    Embraer faz acordos para venda de nova família de jatos em feira britânica

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer anunciou nesta terça-feira durante a feira britânica de aviação de Farnborough novas encomendas e intenções de compra da nova família de jatos comerciais E2, em acordos com potencial de reforçar a carteira de pedidos da fabricante brasileira em alguns bilhões de dólares nos próximos meses.

    A maior parte dos anúncios, porém, envolveu intenções de compra, que podem ou não ser confirmadas mais adiante, num total até agora de 136 aviões. Deste volume, 100 unidades envolvem o jato E175, encomendado pela norte-americana Republic Airways, e incluem possibilidade de conversão do pedido para o novo modelo E175-E2. A intenção da companhia, se confirmada, valerá 9,3 bilhões de dólares a preços atuais dos aviões.

    Além disso, a companhia aérea brasileira Azul assinou intenção de ampliar em 21 jatos seu pedido de 30 E195-E2 acertado em 2015, a suíça Helvetic Airways pretende levar 12 E190-E2 nos próximos meses e uma companhia aérea espanhola cujo nome não foi revelado mostrou interesse firme em três E195-E2.

    Em termos de pedidos firmes, a fabricante brasileira conseguiu nesta terça-feira 10 encomendas de E195-E2, que carregam opção de serem ampliadas em mais 10 unidades do mesmo modelo. O pedido foi feito pela Wataniya Airways, do Kuwait, tem um valor potencial de até 1,3 bilhão de dólares e será incluído na carteira de encomendas firmes do terceiro trimestre. Na véspera, durante a feira britânica, a Embraer anunciou pedido firme feito pela norte-americana United Airlines envolvendo 25 jatos E175, em um contrato avaliado em 1,1 bilhão de dólares.

    As ações da Embraer ampliavam o movimento de alta iniciado após o anúncio da carta de intenção da Azul mais cedo. Às 14:35, os papéis subiam 3 por cento, a 21,62 reais, enquanto o Ibovespa

    Em abril, o presidente da divisão de jatos comerciais da Embraer, unidade que pode ser passada ao controle da norte-americana Boeing , John Slattery, afirmou que ficaria 'decepcionado' se a empresa não conseguisse vendas significativas da nova família de aviões este ano.

    As versões modernizadas dos aviões comerciais da Embraer começaram a ser entregues em abril. O primeiro modelo a ficar pronto foi o E190-E2, entregue para a norueguesa Widerøe.

    A família de aviões E2, que ainda tem os modelos 175 e 195, tem capacidade de 80 a 146 passageiros e deve ter o lançamento concluído até 2021. O modelo 195 deve ficar pronto no final do próximo ano.

    Na semana passada, a norte-americana JetBlue, do mesmo fundador da Azul, anunciou decisão de trocar sua frota de cerca de 60 jatos da Embraer por modelos produzidos pela parceria Airbus-Bombardier, o que pressionou as ações da fabricante brasileira.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Boeing e Embraer defendem acordo para venda de divisão de jatos comerciais

    Boeing e Embraer defendem acordo para venda de divisão de jatos comerciais

    FARNBOROUGH, Inglaterra (Reuters) - Executivos da Boeing e da Embraer defenderam nesta segunda-feira o acordo para a venda da principal divisão da fabricante brasileira de aeronaves para o grupo norte-americano e afirmaram que estão confiantes de que conseguirão aprovação de autoridades para o acordo.

    'Eu não posso acreditar que qualquer pessoa seja contra este projeto dados os benefícios que ele trará para o Brasil', afirmou o presidente-executivo da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, a jornalistas durante a feira de aviação de Farnborough, na Inglaterra. 'Que pode ser contra mais empregos, mais exportações, mais tecnologia e mais acesso a capital?', acrescentou.

    As duas companhias anunciaram este mês um acordo prévio sob o qual a Boeing vai assumir o controle da divisão de aviação comercial da Embraer por meio da criação de uma joint-venture de 4,75 bilhões de dólares que enfrentará a parceria da Airbus com a Bombardier.

    O presidente-executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, afirmou durante o evento que o acordo com a Embraer marcará um momento definidor na história da companhia norte-americana e que há um 'grande alinhamento' entre as empresas.

    Muilenburg afirmou que o acordo vai permitir à Boeing buscar clientes com combinações de frotas envolvendo os modelos de aviões 737 MAX e a família E2, da Embraer, e oferecer a eles mais serviços.

    O acordo entre Boeing e Embraer precisa de aprovação de autoridades que incluem o governo brasileiro, que tem se mostrado favorável à operação. A compra da divisão de jatos comerciais da Embraer vai adicionar ao portfólio da Boeing aviões com capacidade para 70 a 130 passageiros e deve impulsionar o lucro por ação da companhia norte-americana a partir de 2020.

    Na semana passada, sindicatos de trabalhadores da Embraer no Brasil mantiveram postura contrária ao negócio, afirmando que a empresa já demitiu apenas neste ano cerca de 300 funcionários em sua principal fábrica, em São José dos Campos (SP), algo que a companhia brasileira afirma se tratar de 'rotatividade natural da empresa' e que 'vem mantendo estável o volume de empregos no Brasil'.

    Além da operação na área de jatos comerciais, Boeing e Embraer vão aprofundar laços nas vendas e serviços envolvendo o cargueiro brasileiro KC-390.

    As companhias afirmaram a jornalistas que vão colaborar com novas gerações ou modificações da plataforma do KC-390, bem como vão estabelecer acordos mútuos para gestão de fornecedores nas operações com aviões de passageiros e militares.

    (Por Eric M. Johnson)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Boeing e Embraer defendem parceria em jatos comerciais e se dizem confiantes em aprovação regulatória

    Boeing e Embraer defendem parceria em jatos comerciais e se dizem confiantes em aprovação regulatória

    FARNBOROUGH, Inglaterra (Reuters) - Os principais executivos da Boeing e da Embraer defenderam nesta segunda-feira a parceria na área de aviação comercial entre as duas empresas e disseram que estão confiantes na aprovação regulatória do negócio.

    'Não posso prever que alguém será contra este projeto, dados os benefícios que isso trará para o Brasil', disse o presidente-executivo da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, em entrevista coletiva na Farnborough Air Show. 'Quem pode ser contra mais empregos, mais exportações, mais tecnologia, mais acesso a capital?'

    As duas empresas anunciaram neste mês que fecharam um acordo sob o qual a Boeing assumirá o controle da divisão de aeronaves comerciais da Embraer em uma nova joint venture de 4,75 bilhões de dólares que reformulará um duopólio global de jatos de passageiros. [nL1N1U10VV]

    A nova companhia, englobando o negócio de aeronaves comerciais da Embraer, coloca a Boeing na extremidade inferior do mercado, elevando a competição com os jatos CSeries projetados pela canadense Bombardier Inc e que contam com o apoio da europeia Airbus SE, rival da Boeing.

    O presidente-executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, disse que o acordo marca um momento decisivo na história da Boeing e que há 'grande alinhamento' entre as empresas.

    Ele disse que o acordo permitiria à Boeing ir aos clientes com combinações de serviços de frota entre o avião 737 MAX e a família E2, e oferecer outros valores em tecnologia e serviços.

    (Por Eric M. Johnson em Seattle)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Aprovação do negócio entre Embraer e Boeing depende de BNDES e Previ, dizem fontes

    Aprovação do negócio entre Embraer e Boeing depende de BNDES e Previ, dizem fontes

    Por Tatiana Bautzer e Carolina Mandl

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer está contando com os votos de acionistas de entidades próximas do setor público para superar qualquer potencial objeção de investidores à venda do controle de sua divisão de jatos comerciais para a Boeing, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.

    Dúvidas sobre o valor atribuído pela Boeing à divisão de aviação comercial da Embraer fizeram as ações da fabricante brasileira despencarem quase 15 por cento na quinta-feira passada, dia em que as empresas anunciaram a assinatura de um memorando de entendimentos, embora as ações ainda acumulem uma alta de 32 por cento desde as primeiras notícias sobre a negociação entre as companhias. O memorando atribuiu valor de 4,75 bilhões de dólares para a divisão.

    Alguns acionistas minoritários da Embraer reclamaram que o acordo dá efetivamente à Boeing controle da principal unidade geradora de lucro da companhia sem a necessidade de ter de pagar um prêmio de 50 por cento estabelecido em cláusula de veneno no estatuto da empresa brasileira. Os principais acionistas estrangeiros até o momento se mantiveram calados sobre a questão.

    Mas mesmo que alguns investidores se oponham ao negócio, uma cláusula pouco conhecida do estatuto da Embraer dará aos votos de acionistas brasileiros cerca de seis vezes mais peso que aqueles dos investidores estrangeiros em uma assembleia de acionistas, afirmaram as fontes.

    O apoio do fundo de pensão Previ e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que juntos detêm cerca de 10 por cento da Embraer, ao negócio pode então se mostrar decisivo, disseram as fontes, ressaltando o poder de veto do governo brasileiro por meio de uma golden share na empresa.

    Embraer, Boeing e Previ se recusaram a comentar a questão. O BNDES não respondeu o pedido de comentários.

    A assembleia de acionistas ainda não foi marcada, mas duas pessoas próximas ao negócio acreditam que ela possa ocorrer entre setembro e outubro.

    REGRA POUCO CONHECIDA

    As regras do estatuto da Embraer garantem a acionistas brasileiros pelo menos 60 por cento de poder de voto em assembleias, apesar de estes investidores deterem apenas 19 por cento das ações em circulação da companhia. Cerca de metade dessa participação está nas mãos de Previ e BNDES.

    O BNDES, que detém participação na Embraer por meio de seu braço de participações BNDESPar, participou do grupo de trabalho montado pelo governo para discutir o negócio entre Boeing e Embraer, junto com representantes dos ministérios da Fazenda e da Defesa, que discutiu o valor atribuído à divisão comercial da Embraer.

    O presidente do BNDES, Drogo Oliveira, disse na terça-feira que a considera operação das empresas certamente um bom negócio (para os acionistas) .

    A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, até agora não comentou publicamente sua posição em relação ao negócio.

    Os principais acionistas da Embraer --Brandes Investimento Partires, BlackRock e Mondaria Investimento Partners--também podem ter sua manifestação restringida pelo estatuto a um máximo de 5 por cento do total de votos. Representantes dos três gestores de investimentos não comentaram o assunto.

    RESISTÊNCIA DOS ACIONISTAS

    Apesar das ações da Embraer ainda mostrarem uma valorização de 32 por cento em relação ao dia anterior do anúncio do interesse da Boeing, alguns analistas avaliam que os investidores seguem descontentes com a oferta da companhia norte-americana.

    Vemos grandes chances de os acionistas da Embraer exigirem um preço mais alto pela participação no segmento de aviação comercial, dado o valor estratégico da unidade e o baixo impacto financeiro para a Boeing , escreveu o analista Renato Mímica, do BTG Pactua.

    Um gestor de fundo que detém menos de 1 por cento das ações da Embraer, que pediu para não ser identificado para preservar sua relação com a administração da companhia, afirmou que o valor atribuído à unidade foi baixo e questionou por que outros investidores, além do BNDES, não foram consultados previamente.

    Em meio à discussão prévia à assembleia, Renato Chaves, acionista com uma pequena participação e ex-diretor da Previ, encaminhou uma reclamação na semana passada à Comissão de Valores Mobiliários (COM) acusando as empresas de desenhar o negócio de maneira a evitar a cláusula de veneno do estatuto da Embraer.

    A cláusula assegura uma oferta a todos os acionistas da empresa com um prêmio de 50 por cento sobre os preços de mercado se qualquer investido comprar 35 por cento ou mais da companhia brasileira.

         O que eu vejo é a Embraer vendendo 85 por cento de sua receita para a Boeing e a cláusula de veneno deveria ser aplicada , disse Chaves. O que eles estão fazendo é uma aquisição disfarçada para evitar a cláusula de veneno.

    De qualquer maneira, o formato atual do negócio foi exigido pelo governo brasileiro durante as discussões por meio de sua golden share, e não o inicialmente proposto pela Boeing, de uma aquisição simples da Embraer.

    A COM não se pronuncia sobre queixas de investidores além de suas decisões públicas.

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. embraer

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.