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    Sindicatos querem mais de R$5 bi da Vale em indenizações para trabalhadores em Brumadinho

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Sindicatos de trabalhadores próprios e terceirizados da Vale em Brumadinho (MG) ingressarão até quarta-feira com ação na Justiça para elevar a mais de 5 bilhões de reais o total das demandas indenizatórias trabalhistas à companhia, devido ao desastre com o rompimento de uma barragem em 25 de janeiro.

    A afirmação foi feita nesta terça-feira pelo advogado do Sindicato Metabase Brumadinho Luciano Pereira, que trabalha na iniciativa. El

    A medida, que envolve outros sindicatos, tem como objetivo complementar ação já movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), no mês passado, cujas demandas somavam cerca de 3 bilhões de reais.

    'Estamos complementando os pedidos do Ministério Público, porque reputamos que tem alguns pedidos de indenização que devem ser majorados e também estamos fazendo cobrança da indenização para os trabalhadores sobreviventes', afirmou Pereira, por telefone.

    'Essas indenizações precisam ser condizentes com a capacidade financeira da empresa, tem um caráter pedagógico para que novas tragédias como essa não ocorram e dado também o caráter reincidente do dano causado pela empresa.'

    A Vale esteve envolvida em um outro desastre em 2015, quando uma barragem da Samarco, joint venture da mineradora brasileira com a anglo-australiana BHP, rompeu-se e matou 19 pessoas, em Mariana (MG), no que foi considerado a maior tragédia ambiental do Brasil.

    Pereira explicou que a empresa tinha cerca de 900 funcionários diretos e indiretos em Brumadinho no momento de desastre, que deixou quase 300 mortos, sendo a grande maioria funcionários da Vale.

    O MPT estima cerca de 240 funcionários próprios ou terceirizados da Vale mortos ou desaparecidos.

    Dentre os principais pontos pedidos pela ação, os sindicatos querem que os trabalhadores sobreviventes também sejam indenizados, o que não estava previsto inicialmente na ação do MPT, segundo Pereira.

    Outro ponto buscado é a elevação da indenização que será paga aos familiares dos trabalhadores falecidos. Na ação, os sindicatos incluíram um pedido de 10 milhões de reais para o dano moral individual do funcionário morto, que deverá ser somado ao seu espólio.

    Também será pedido um bloqueio judicial adicional de 2,28 bilhões de reais aos 1,6 bilhões de reais já conseguidos por ação movida pelo MPT.

    Na semana passada, a Justiça atendeu pedidos de ação do MPT e determinou que a Vale deveria iniciar a partir de 7 de maio pagamento de pensão mensal aos dependentes dos empregados próprios e terceirizados mortos em razão do rompimento.

    Dentre os sindicatos participantes da ação, além do Metabase Brumadinho, estão Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada de Minas Gerais (Siticop-MG), Sindicato dos Empregados das Empresas de Refeições Coletivas de Minas Gerais (Seerc-MG), Federação dos Trabalhadores das Indústrias da Construção e do Mobiliário do Estado de Minas Gerais (FETICOM), entre outros.

    Procurada, a Vale afirmou que não foi notificada sobre ação trabalhista coletiva, movida por entidades sindicais.

    'A empresa esclarece que sempre esteve aberta ao diálogo com os sindicatos e que já participou de diversas reuniões com seus representantes. A Vale segue prestando assistência aos familiares dos empregados falecidos ou desaparecidos', disse a empresa em nota.

    (Por Marta Nogueira; reportagem adicional de José Roberto Gomes)

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    Diálogo de May com trabalhistas sobre Brexit trava e UE rejeita adiamento

    LONDRES/BRUXELAS (Reuters) - O Partido Trabalhista, sigla de oposição do Reino Unido, disse nesta sexta-feira que as conversas com o governo sobre um acordo de última hora para a separação de seu país da União Europeia não progrediram, e líderes da UE disseram que a primeira-ministra britânica, Theresa May, não os convenceu de que deveriam deixar o Reino Unido adiar sua saída na semana que vem.

    May escreveu a Bruxelas pedindo que os líderes do bloco adiassem o Brexit da próxima sexta-feira para 30 de junho – mas eles insistiram que primeiro ela precisa mostrar um plano viável para garantir que seu pacto de saída seja aprovado em um Parlamento hoje estagnado.

    Os trabalhistas, para os quais ela se voltou relutantemente depois de ver seu acordo rejeitado três vezes, disseram que o governo 'não ofereceu uma mudança ou um compromisso real' em três dias de conversas.

    'Exortamos a primeira-ministra a apresentar mudanças genuínas em seu acordo', disse um comunicado.

    O porta-voz dos trabalhistas para o Brexit, Keir Starmer, disse que seu partido quer que as conversas continuem, e um porta-voz do escritório de May disse que o governo 'fez propostas sérias' nas negociações e que deseja que elas continuem no final de semana 'de forma a render um acordo que seja aceitável para os dois lados'.

    May precisa de uma estratégia de saída viável para persuadir os 27 outros líderes do bloco a concederem um adiamento em uma cúpula na quarta-feira, de preferência para a data de separação que ela escolheu.

    Qualquer prorrogação exigiria a aprovação unânime dos outros países da UE, todos cansados da indecisão britânica com o Brexit, e pode vir com condições.

    'Se não conseguirmos entender a razão do Reino Unido estar pedindo uma prorrogação, não podemos dar uma resposta positiva', disse o ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire. Já a ministra da Justiça alemã, Katarina Barley, tuitou: 'Esta barganha por tempo precisa acabar.'

    SEGUNDO REFERENDO

    Profundas divisões no Partido Conservador de May, no governo e entre os trabalhistas levaram a uma maratona de votações no Parlamento, no qual opções que foram do rompimento com a UE sem um período de transição ao cancelamento do Brexit foram rejeitados.

    Na sexta-feira passada, May fez o impensável ao pedir aos trabalhistas que negociassem com ela um acordo que funcionasse para as duas partes – mas alguns opositores disseram que ela estava induzindo a sigla a dividir a responsabilidade por seu fracasso.

    Donald Tusk, chefe do Conselho Europeu, está planejando propor um adiamento de um ano, que também pode ser encurtado se o Reino Unido ratificar o acordo de saída, disseram autoridades graduadas da UE.

    Os trabalhistas querem laços mais estreitos com a UE do que os propostos por May, incluindo uma união alfandegária, que a premiê vem rejeitando. Muitos parlamentares trabalhistas também insistem que qualquer pacto deve ser submetido a um segundo referendo.

    (Por Jan Strupczewski, Gabriela Baczynska, Francesco Guarascio, Alistair Smout, Michael Holden, Steve Addison e David Milliken)

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    Líder do Partido Trabalhista britânico defende novo referendo do Brexit

    Por Guy Faulconbridge e Kylie MacLellan

    LONDRES (Reuters) - O Partido Trabalhista britânico, de oposição, apoiará um novo referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia agora que o Parlamento rejeitou seu plano alternativo para a desfiliação, disse seu líder eurocético Jeremy Corbyn, relativizando suas reservas a respeito de uma segunda consulta popular.

    Faltando 29 dias para o Brexit, os líderes dos dois maiores partidos britânicos foram forçados a fazer mudanças de rumo na abordagem da desfiliação nos últimos dias.

    Depois de meses dizendo que o Reino Unido precisa sair da UE no prazo de 29 de março, a primeira-ministra, Theresa May, aventou na terça-feira a possibilidade de uma prorrogação curta da data de saída.

    Na quarta-feira, Corbyn, que votou contra a filiação em 1975 e apoiou com relutância a campanha de 2016 a favor da permanência, expressou um apoio firme a outro referendo, dizendo que pressionará por ele e por uma eleição nacional.

    É a primeira vez desde que os britânicos votaram em 2016 pela saída do bloco que um de seus dois maiores partidos endossa a ideia de dar aos eleitores a chance de mudar de ideia – mas não ficou claro qual seria a pergunta exata.

    'Após as votações desta noite no Parlamento, continuaremos a pressionar por um relacionamento econômico próximo baseado no nosso plano alternativo crível ou uma eleição geral', disse Corbyn.

    'Também apoiaremos uma votação pública para evitar um Brexit prejudicial dos Tories (conservadores) ou uma falta de acordo desastrosa.'

    John McDonnell, o número dois do Partido Trabalhista, disse que a sigla proporá uma emenda pedindo um segundo referendo assim que May voltar ao Parlamento com um acordo.

    O ministro britânico do Brexit, Steve Barclay, disse não haver consenso no Legislativo para outro referendo ou sequer sobre qual pergunta deveria ser feita.

    Como o acordo de May foi rejeitado em 15 de janeiro, a maior derrota parlamentar da história britânica moderna, ela espera submeter um pacto reformulado para votação, o que pode acontecer já na próxima semana, mas também pode não ocorrer até 12 de março.

    A premiê prometeu que, se seu acordo for descartado, os parlamentares terão a chance de votar no dia seguinte para decidir se separam o país sem um acordo e no dia 14 de março para decidir se pedem à UE que adie o prazo final.

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    Sete parlamentares deixam o Partido Trabalhista britânico citando 'traição' e antissemitismo

    Por Elizabeth Piper

    LONDRES (Reuters) - Sete parlamentares do Partido Trabalhista deixaram a maior sigla de oposição do Reino Unido nesta segunda-feira por causa da abordagem do líder Jeremy Corbyn para a separação britânica da União Europeia e acusações de antissemitismo, dizendo que o partido foi 'sequestrado pela política de maquinações da extrema-esquerda'.

    A saída do grupo pequeno de parlamentares sublinha a frustração crescente com a relutância de Corbyn em mudar a estratégia para o Brexit e iniciar a campanha para um segundo referendo sobre a filiação de Londres à UE.

    Faltando só 39 dias para o Reino Unido sair do bloco, sua maior guinada em política externa e comercial em mais de 40 anos, as divisões sobre o Brexit fragmentaram a política britânica, rompendo as fileiras partidárias tradicionais e criando novas coalizões na lacuna que separa esquerda e direita.

    'O Partido Trabalhista ao qual nos filiamos, pelo qual fizemos campanha e no qual acreditávamos não é mais o Partido Trabalhista de hoje. Fizemos tudo que podíamos para salvá-lo, mas ele foi sequestrado pela política de maquinações da extrema-esquerda', disse a parlamentar Chris Leslie em uma coletiva de imprensa.

    'Os indícios da traição do Partido Trabalhista na Europa agora são visíveis para todos. Oferecendo-se para permitir o Brexit deste governo, refreando-se constantemente de permitir ao público a palavra final.'

    Os sete parlamentares são Luciana Berger, Chris Leslie, Angela Smith, Gavin Shuker, Chuka Umunna, Mike Gapes e Ann Coffey. Eles continuarão a atuar no Parlamento como 'O Grupo Independente'.

    Os trabalhistas conquistaram 262 assentos na eleição de 2017.

    Uma fonte partidária próxima do grupo disse que os rompimentos desta segunda-feira poderiam desencadear uma segunda onda de desfiliações.

    Corbyn disse em um comunicado: 'Estou decepcionado por estes parlamentares não terem se sentido capazes de continuar a trabalhar juntos pelas diretrizes trabalhistas que inspiraram milhões na última eleição'.

    Até agora ele se ateve à proposta trabalhista de manter a opção de um segundo referendo 'na mesa' caso o governo da primeira-ministra britânica, Theresa May, não consiga fechar um acordo com Bruxelas que o Parlamento possa aprovar.

    Sua primeira escolha é uma nova eleição, mas ele também pediu a May que mude suas 'linhas vermelhas' e acolha seu plano para uma união alfandegária permanente com a UE – algo que a premiê vem se recusando a fazer.

    Corbyn, um ativista veterano pela paz, também foi acusado por alguns parlamentares de fracassar em combater o antissemitismo no partido, uma alegação que tem perseguido o político pró-palestino desde que ele se tornou líder em 2015.

    Corbyn nega que tenha permitido que o antissemitismo crescesse no Partido Trabalhista e se comprometeu a acabar com ele.

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    Oposição trabalhista pressiona por votação no Parlamento sobre novo referendo do Brexit

    Por Guy Faulconbridge

    LONDRES (Reuters) - O líder do Partido Trabalhista britânico, Jeremy Corbyn, de oposição, deu mais um passo em direção à realização de um segundo referendo sobre a filiação do Reino Unido à União Europeia ao tentar usar o Parlamento para tomar o controle do Brexit das mãos da primeira-ministra Theresa May.

    Com a aproximação do dia 29 de março, data estabelecida por lei para o Brexit, o Reino Unido se vê em sua mais profunda crise política em meio século à medida que enfrenta dificuldades para determinar como, ou até se, irá de fato deixar o projeto europeu a que aderiu em 1973.

    Depois que o acordo de May para a retirada foi rejeitado por 432 a 202 votos no Parlamento na semana passada, na maior derrota do governo na história britânica moderna, alguns parlamentares estão tentando tomar o controle do Brexit do enfraquecido governo minoritário de May.

    O Partido Trabalhista apresentou uma emenda para forçar o governo a dar ao Parlamento tempo para considerar e votar algumas opções para impedir uma saída “sem acordo” -- uma possibilidade que May tem repetidamente se recusado a descartar.

    Entre as opções, afirmou a legenda, deve estar uma união aduaneira permanente com a UE e “um voto público sobre o acordo” -- ambas propostas que May tem descartado.

    O partido, que está dividido sobre o Brexit, disse que a proposta não quer dizer que eles apoiem a realização de um segundo referendo, mas simplesmente reflete sua política existente.

    “É hora do plano alternativo do Partido Trabalhista assumir papel central, enquanto mantemos todas as opções sobre a mesa, incluindo a opção de uma votação pública”, disse Corbyn, que colocou seu nome na emenda.

    “Nossa emenda permitirá que parlamentares votem em opções para encerrar esse impasse sobre o Brexit e prevenir o caos de uma (saída) sem acordo”, disse.

    Não ficou claro, entretanto, se a emenda trabalhista conseguirá reunir apoio no Parlamento, ou qual das diversas opções mencionadas irá eventualmente se tornar o caminho preferido pelo partido.

    À medida que o Parlamento britânico, cuja origem remonta a mil anos de história, tenta evitar o que a maior parte dos parlamentares acredita que seria um Brexit desordenado sem um acordo, ainda não há uma maioria clara para uma opção alternativa.

    Parlamentares debaterão e votarão os próximos passos no dia 29 de janeiro. O presidente da Casa dos Comuns, John Bercow, decidirá quais emendas serão votadas.

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