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Tesla e Netflix pressionam Nasdaq e S&P 500; Dow Jones sobe

Tesla e Netflix pressionam Nasdaq e S&P 500; Dow Jones sobe

Reuters

20/07/2023

Placeholder - loading - Pingos de chuva em placa de Wall Street do lado de fora da Bolsa de Valores de Nova York, em Manhattan, Nova York, EUA. 26/10/2020. REUTERS/Mike Segar/
Pingos de chuva em placa de Wall Street do lado de fora da Bolsa de Valores de Nova York, em Manhattan, Nova York, EUA. 26/10/2020. REUTERS/Mike Segar/

Atualizada em  20/07/2023

Por Chuck Mikolajczak

NOVA YORK (Reuters) - O S&P 500 e o Nasdaq caíram nesta quinta-feira, pressionados pelas quedas da Tesla e da Netflix após seus resultados trimestrais, enquanto o Dow avançou pelo nono dia consecutivo ajudado pela alta da Johnson & Johnson após uma forte previsão anual.

As ações da Tesla caíram 9,7%, a maior queda diária desde 20 de abril, depois que a fabricante de veículos elétricos publicou um recuo de margem bruta no segundo trimestre para o menor patamar em quatro anos, e o presidente-executivo, Elon Musk, insinuou mais cortes de preços nos carros da companhia.

Os papéis da Netflix cederam 8,4%, maior declínio diário desde 15 de dezembro, depois que a receita trimestral da empresa de streaming de vídeo ficou abaixo das estimativas.

'As notícias da noite passada na Tesla e na Netflix, embora não sejam o fim do mundo, dão às pessoas um motivo para acordar e dizer 'uau, talvez eu não devesse estar perseguindo esses nomes aqui'', disse Ken Polcari, sócio-gerente da Kace Capital Advisors, em Boca Raton, Flórida.

Já o Dow subiu, diante de uma alta de 6,1% da Johnson & Johnson após a companhia divulgar seu balanço e um aumento na projeção anual de lucro.

O Dow Jones subiu 163,97 pontos, ou 0,47%, para 35.225,18. O S&P 500 recuou 30,85 pontos, ou 0,68%, para 4.534,87, enquanto o Nasdaq Composite caiu 294,71 pontos, ou 2,05%, a 14,063.31.

O Nasdaq teve a maior queda diária desde 9 de março, enquanto o Dow registrou sua nona sessão consecutiva de alta, a seqüência mais longa de avanços desde setembro de 2017.

(Reportagem de Chuck Mikolajczak)

Reuters

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