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    Judy – Crítica Sem Spoilers

    Musicais, filmes de guerra e cinebiografias são alguns dos temas favoritos de Hollywood. Dois anos após o sucesso de Bohemian Rhapsody e um ano desde Rocketman, Judy mostra que a indústria está longe de se despedir das cinebiografias.   
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    No longa, assistimos à história da atriz norte-americana Judy Garland, que cresceu praticamente trancada nos estúdios de filmagens e as sequelas deixadas durante todo o resto de sua vida.  
     
    Já era sabido que Judy havia vivido momentos aterrorizantes nos sets de filmagens, não podendo sequer comer e sendo apresentada à remédios desde criança. Pílulas para amenizar a fome, pílulas para dormir, pílulas para não dormir...  
     
    E, se tal relato já tocava multidões ao redor do mundo, a interpretação de Renée Zellweger traz o peso da sensação de impotência para cada um sentado nas poltronas do cinema. Darci Shaw, que dá vida à Judy adolescente, também transmite com facilidade a vontade de ser uma jovem comum e o medo de perder oportunidades.  
     
    Diferente do que estamos acostumados a ver na grande maioria das cinebiografias, aqui temos uma mulher real, que não consegue se livrar dos fantasmas do passado. Judy tem falhas, erra constantemente, tem defeitos e é isso que a torna real e conquista a empatia do público.  
     
    E, apesar do figurino e maquiagem estonteantes, cheios de cores e vida, é Zellweger quem carrega o filme. Não era para menos, sua atuação aqui marca seu retorno para Hollywood. A atriz tem feito a festa durante a temporada de premiações, e o Oscar por sua performance é certo.  
     
    Com momentos de destaque para o encontro com o jovem casal de fãs e a inesquecível Somewhere Over the Rainbow, o longa emociona ao entregar uma história real sobre uma das maiores estrelas que já existiu. 
     
    Judy está em cartaz em cinemas brasileiros selecionados. Assista ao trailer do longa abaixo:

    4 D

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    Jumanji: Próxima Fase – Crítica Sem Spoilers

    É difícil fazer uma sequência dar certo, mais difícil ainda fazer um remake dar certo. E para a exceção da regra, temos Jake Kasdan. O diretor de cinema norte-americano já havia provado sua boa mão para filmes em 2017, e agora nos relembra disso.   
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    Em Jumanji: Próxima Fase, ou apenas Jumanji 2, Spencer volta ao fatídico videogame e seus amigos Martha, Fridge e Bethany decidem ir atrás dele embarcando em uma missão quase suicida.  
     
    A troca de corpo dos personagens é o que faz o humor funcionar. Não há como discutir que um senhor já idoso no corpo Dwayne Johnson e uma adolescente no de Jack Black são sacadas, no mínimo, interessantes. 
     
    O elenco de peso era um dos pontos mais altos e responsáveis por convencer o público a assistir ao filme, então nada melhor que adicionar nomes do momento para integrar a continuação. A melhor nova contratação é a de Awkwafina, que dá vida à Ming, um novo avatar do jogo e consegue extrair risadas até dos mais sérios.  
     
    Com ritmo frenético, a quantidade de ameaças ao grupo parece grande demais, mas funciona para manter o público entretido sem se dar conta do número.  
     
    Apesar de não ser perfeito, tendo um final bastante previsível, Jumanji: Próxima Fase entrega o que promete e faz o que poucas continuações fazem: manter a qualidade.  
     
    Jumanji: Próxima Fase estreia em mais de 1.300 salas em todo o Brasil em 16 de janeiro em todos os formatos: 2D, 3D e até 4D. Escolha o seu favorito e dê uma chance à essa continuação que merece atenção.  

    1 S

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    Adoráveis Mulheres – Crítica

    “Passei por momentos bastante sombrios em minha vida, então escrevo histórias felizes." 

     Desde o lançamento de seu primeiro longa em 2017, Lady Bird, Greta Gerwig ficou marcada como uma daquelas novatas na área para ficarmos de olho. Seria seu primogênito resultado de toda a sua capacidade ou ainda havia muito mais dentro dela?  
     
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    Com o lançamento de Adoráveis Mulheres, adaptação do romance de Louisa May Alcott, a certeza de que não apenas havia mais, mas também inspiração e paixão por sua profissão foi declarada como verdade absoluta.  
     
    Forte concorrente e já bastante presente na próxima temporada de premiações de Hollywood, o longe mostra o dia a dia da família March. De um lado, temos Marmeen (Lauren Dern), e mãe altruísta e refúgio de toda a família. Do outro lado, Tia March (Meryl Streep), cheia de ironias e com olhar rígido sobre o mundo. No meio delas, temos as irmãs March: Jo (Saoirse Ronan), Amy (Florence Pugh), Meg (Emma Watson) e Beth (Eliza Scalen).  
     
    Cada qual com um talento para chamar de seu, a história mostra suas “mulherzinhas” traçando seus caminhos e tomando decisões para suas vidas. Enquanto Jo e Amy sonham em serem grandes artistas, Meg sonha em se casar e ter filhos, e Beth se dá como satisfeita continuando em casa com sua mãe e vida pacata.  
     
    Quebrando diversos estereótipos femininos, Gerwig também mostra que tudo bem se uma mulher sonhar em ser artista ou mãe de família. Em uma fala de Emma Watson, o longa inteiro se resume: “Só porque meus sonhos são diferentes dos seus, não significa que são menos importantes.”  
     
    Não apenas de uma bela fotografia e figurinos impecáveis sobrevive Adoráveis Mulheres. Os diálogos simples e a voz de cada uma de suas personagens são o que prendem e ligam o público ao mundo das irmãs March.  
     
    É incontestável o amor que Gerwig despeja por todo seu novo projeto, tanto na escrita de seu roteiro como na direção e escolha de elenco. A diretora traz de volta dois de seus talentos favoritos que estiveram em Lady Bird: Saoirse Ronan e Timotheé Chalamet.  
     
    A primeira, já aclamada e 3 indicações ao Oscar com apenas 25 anos, Saoirse mostra que está pronta para receber sua quarta e merecida indicação e se torna forte concorrente ao prêmio. Enquanto Chalamet, talento em ascensão desde Me Chame Pelo Seu Nome, entrega uma atuação rica nos detalhes das facetas de um jovem que tem tudo o que não precisa.  
     
    Mas se a pauta for sobre holofotes, é necessário falar sobre Florence Pugh. A atriz norte-americana rouba todas as atenções nas cenas em que está presente e presenteia o público com uma Amy March cheia de camadas e propósitos em cada uma de suas ações. Amy nunca é 100% descoberta, sempre há um pouco mais e Pugh se mostra a escolha perfeita, capaz de arrebatar uma indicação ao Oscar.  
     
    Se houvesse qualquer palavra para descrever Adoráveis Mulheres esta seria amor. O amor presente na família que vive ao redor de incertezas, o amor na ligação entre as irmãs March e seus refúgios emocionais. Sempre juntas, como deve ser.  
     
    Ao final do longa de 2h15min, Greta Gerwig e seu elenco entregam uma adaptação digna de atenção e de uma posição na lista de melhores filmes do ano.  

    1 M

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    Entre Facas e Segredos é o melhor filme do ano?

    São incontáveis os filmes lançados na última década que anunciados como suspense com um resultado trágico. Não apenas em bilheteria, mas também em roteiro e direção. Por esta e tantas outras razões, Entre Facas e Segredos (Knives Out) deve se tornar facilmente uma referência ao gênero pelos próximos anos.  
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    Escrito e dirigido por Rian Johnson, o longa acontece em volta de uma família que tem seu líder – pai, avô e dono da fortuna – morto. Não demora muito para que o acontecimento comece a ser visto como crime e a caça ao assassino se estabeleça.  
     
    Desde o início, personagens estereotipados são apresentados: O filho frustrado por não receber tanta atenção, a ex-nora falida encostada na família, o neto playboy, entre outros. Seria uma lástima se não fosse exatamente a intenção.  
     
    A caça às bruxas se mostra eficiente desde o início e mantém o público como um de seus personagens, é impossível não se envolver no mistério e tentar solucioná-lo o mais rápido possível. Mesmo com mais de duas horas de filme, a trama consegue se balancear de forma gradual e faz cada cena ser essencial, tirando o fôlego de todos os espectadores.  
     
    O humor sagaz e o clima sarcástico também conquistam a audiência, enquanto a trilha sonora causa ansiedade, da forma como deve ser. E claro, a maior ponto alto: A escalação de elenco. Cada um dos personagens se faz presente por algum motivo, não desperdício de talento, mas, como sempre, existem aqueles que se sobressaem.  
     
    Daniel Craig brilha como sempre no papel do detetive Benoit Blanc, e Ana de Armas entrega sua melhor atuação na pele da cuidadora prestativa e atenciosa que pode, ou não, não passar de um disfarce. Já Chris Evans tem seu momento longe da Marvel e se mostra competente o suficiente para atuar em produções mais sérias.  
     
    Facilmente um dos melhores filmes do ano e com roteiro capaz de prender a atenção do início ao fim e reviravoltas a todo momento, Entre Facas e Segredos vai te fazer ficar sentado na ponta da cadeira da sala de cinema e inquieto até que o grande mistério seja revelado: Afinal, quem matou Harlan Thrombey? 

     

    1 M

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    Uma Segunda Chance Para Amar – Crítica

    Todo mundo conhece filmes de Natal. Não é preciso gabaritar uma longa lista de longas de fim de ano para saber o que, na maior parte das vezes, acontece no final. Entretanto, o problema quase nunca está no clichê, mas sim o modo como é executado. Por isso mesmo Paul Feig e Emma Thompson se uniram para criar a nova comédia romântica de Natal, Uma Segunda Chance para Amar.  
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    No longa dirigido por Feig e escrito por Thompson, Kate (Emilia Clarke) é uma jovem de 26 anos que trabalha em uma loja de produtos natalinos e acaba de passar por um transplante de coração. Um ano após a cirurgia, a personagem de Clarke conhece Tom (Henry Golding), um rapaz que a faz reavaliar o modo como vive. Ao decorrer do longa, algumas dicas são dadas ao público até o grande momento de revelação de um plot twist que nenhum filme natalino havia arriscado antes. 
     
    Com esta exceção, a trama não possui nada extremamente inovador, por isso a responsabilidade de fazer o filme funcionar também cai sobre o casal de protagonistas, que fazem muito bem o trabalho. Porém, com o espírito natalino presente em peso, o filme ganha certa magia a mais.  
     
    A maior novidade aqui é a trilha sonora já que o filme foi criado com as canções natalinas de George Michael como base. Com ênfase para Last Christmas, título da obra em inglês, que quando dissecada, se torna literalmente a história do filme. 
     
    Na companhia da trilha sonora de George Michael e Wham!, o filme acerta ao trazer personagens coadjuvantes brilhantes, como é o caso de Michelle Yeoh que interpreta Santa, a rigorosa chefe de Kate. Seus trejeitos e piadas sarcásticas roubam toda e qualquer cena que a atriz está.  
     
    É claro que recursos bastante usados para arrancar o choro a força do público também estão lá, como a cena de flashbacks (mas sem spoilers!), afinal, no final do dia se trata de um filme natalino. Mas o que torna Uma Segunda Chance para Amar especial é a crueza ao retratar dramas familiares reais e o encanto presente durante todo o longa tanto nos cenários, quanto no elenco e, claro, na trilha sonora clássica de George Michael.  
     
    No final das contas, Uma Segunda Chance para Amar é mais um clichê obrigatório de Natal, mas um dos bons. Com atuações incríveis, em especial Emilia Clarke que não cansa de surpreender em seus trabalhos paralelos a Game Of Thrones, e um elenco cheio de carisma que conquista o público logo de cara. Sem dúvidas, vale o ingresso! 

     

    2 M

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    Um dia de chuva em Nova York – Crítica

    O lançamento de Um dia de chuva em Nova York, de Woody Allen, foi uma verdadeira novela até acontecer. Com data de estreia marcada para meados de 2018, a polêmica envolvendo o nome do diretor fez com que o lançamento fosse adiado. Após a doação de salário de todo o elenco para o movimento Times Up, era improvável até mesmo que o filme visse a luz do dia.   
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    Para a surpresa de muitos, a estreia aconteceu. Mas será que o longa valeu a pena toda essa espera? Com uma premissa bastante clichê, o filme se passa todo durante um final de semana, quando os universitários Gatsby (Timothee Chalamet) e Ashleigh (Elle Fanning) vão à Manhattan, onde a moça tem uma entrevista marcada com o cineasta Roland Pollard. Não é novidade que Woody Allen usaria mais uma vez a cidade de Nova York como personagem. 
     
    Com uma série de acontecimentos atrasando a entrevista, Ashleigh se descobre em um mundo completamente novo repleto de figuras inalcançáveis em sua mente. Enquanto isso, deixado de lado em um hotel cinco estrelas, Gatsby desbrava uma Nova York desconhecida até então e reencontra a irmã de sua ex-namorada, Chan (Selena Gomez).  
     
    A partir daí já é possível saber para onde o filme vai te levar ao final. O mocinho descobre que na verdade ama a mocinha e deixa a vilã. Seria óbvio demais, mas não existem vilões em Um dia de chuva em Nova York. E é exatamente este o charme do filme, a grande maioria dos personagens são reais até demais, e o ato mais próximo de vilania que temos é a ambição por uma carreira profissional bem-sucedida. 
     
    O único do elenco exceção à essa regra é Chalamet, que decide ir a fundo e mergulhar no método Woody Allen de atuar. Com discursos longos e palavras difíceis, seu Gatsby parece um adolescente de 50 anos vindo diretamente de algumas décadas passadas. Há uma cena em particular onde o jovem toca piano e entoa Everything Happens To Me (canção presente no filme todo. Todo mesmo.) que reforça essa ideia de personagem estereotipado. Não é algo ruim, apenas irreal.  
     
    Apesar disso, sua dinâmica com Gomez flui bem. Gomez que está aqui mais confortável do que já esteve em qualquer outro papel em sua carreia. A atriz não se leva a sério o tempo todo e o resultado é uma personagem de humor ácido, um pouco ressentida, mas empática no nível máximo.  
     
    Mas a real estrela do filme é Elle Fanning, que rouba todas as atenções em cada cena em que aparece. Fanning consegue fazer da moça ingênua do interior, mais que isso. E, é verdade, o roteiro tende a diminuir os personagens em meros estereótipos diversas vezes, mas neste caso a atriz soube (assim como Selena Gomez) como dar mais camadas à Ashleigh do que com certeza lhe foi entregue nos roteiros.  
     
    É preciso assistir com atenção para não cair no mesmo clichê de sempre. Se existe alguma real mensagem em Um dia de chuva em Nova York ela está no modo como os personagens tendem a recorrer ao que a sociedade acha certo, quando, claramente, cada um deles possui paixões muito mais aguçadas e verdadeiras sendo descobertas. Apesar de ter seu final, aparentemente, feito na correria, o resultado ainda é positivo.
     
    No final das contas, o novo longa de Woody Allen dá conta do recado com um elenco que segura o filme com seu carisma. E, apesar do roteiro raso, é um daqueles filmes de sessão da tarde que fazem o trabalho de aquecer o coração.  
     
    Um dia de chuva em Nova York estreia em 21 de novembro nos cinemas brasileiros. Confira o trailer oficial abaixo:  

    2 M

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    Taylor Swift lança canção que pode ganhar o Oscar

    Não é novidade, tudo o que Taylor Swift toca vira ouro. Com mais de 200 prêmios acumulados, incluindo 10 Grammys, a cantora consegue elevar qualquer composição que chegar até suas mãos.   
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    Mas como a cantora conseguiria chegar até a maior premiação de cinema do mundo? É simples, tudo o que ela precisaria seria um musical adaptado para as telonas. E foi isso o que ela conseguiu. Em meados de 2018, foi anunciado que o aclamado musical da Broadway, Cats, ganharia um filme.  
     
    Pouco tempo após o anúncio do longa-metragem, o elenco começou a ser divulgado e adivinhe? Taylor Swift estava nele. Além dela, nomes como James Corden, Jennifer Hudson e Idris Elba também foram confirmados. 
     
    Mas isso não bastaria, afinal, apenas canções originais podem concorrer ao Oscar. E como já previsto, este não seria um problema para Swift, dona de composições premiadas. Para alavancar suas chances, a cantora se uniu a Andrew Lloyd Webber, compositor com projetos invejáveis em seu currículo, como O Fantasma da Ópera, Jesus Cristo Superstar e... Cats!  
     
    O resultado da parceria resultou em Beautiful Ghosts. Com letra emocionante e performance bastante expressiva e teatral de Swift, a canção não é nada menos que um futuro sucesso já declarado.  
     
    Apesar da música ser interpretada por Francesca Hayward no filme, Taylor Swift fez questão de lançar uma versão em sua voz. Assim, caso a indicação ao Oscar ocorra, ela levará praticamente todo o crédito pelo feito, já que compôs e interpretou a canção.  
     
    Vale lembrar que há anos o Oscar tenta alavancar sua audiência, uma indicação com o nome de Taylor Swift seria o feito ideal para atrair um público maior. Confira abaixo um pouco do processo de produção de Beautiful Ghosts:

     

    2 M

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    As Panteras – Crítica

    Desde que foi anunciado, As Panteras se tornou um projeto que todos queriam saber o resultado. Mexer em um projeto já tão bem sucedido parecia arriscado. Mas o momento finalmente chegou. As Charlie’s Angels estão de volta e dessa vez dirigidas, escritas, produzidas e estreladas apenas por mulheres.  
    Leia também: Cadê você, Bernadette? - Crítica Sem Spoilers
     
    A trama, que até então era vista como um reboot do original, logo se mostra na verdade uma continuação nos primeiros minutos. Mas desta vez as Panteras são outras: Sabina (Kristen Stewart) e Jane (Ella Balinska). Contratadas da Townsend Agency, as espiãs são treinadas e lideradas por uma série de agentes, todos chamados Bosley.  
     
    Com uma nova ameaça trazida à tona, a cientista Elena (Naomi Scott) se junta à dupla e também passa a trabalhar para Bosley (Elizabeth Banks). Ao longo do filme, vemos o passo a passo para se tornar uma Pantera e o resultado não poderia ser mais satisfatório. 
     
    Apesar de ter sido subestimado por muito, o longa surpreende de forma explosiva. Nos primeiros minutos a sensação de que aquele será um ótimo filme já se torna presente e se concretiza a cada ato. A diretora, produtora e roteirista Elizabeth Banks acerta em cheio ao não tentar fingir que a franquia original existiu. Muito pelo contrário, apesar do intuito não ser superar seu antepassado, é o que acaba acontecendo.  
     
    Banks sabe quando introduzir tensão e escolhe os momentos certos para plantar as (muitas) piadas. Do outro lado, o elenco segura muito bem a responsabilidade e o trio de protagonistas entrega performances impecáveis. Kristen Stewart mostra seu talento para a comédia, suas piadas funcionam sem pesar na história. A estreante Ella Balinska se mostra uma surpresa mais que agradável em seu primeiro trabalho e mostra seu talento ao equilibrar o lado dramático em um filme de comédia. 
     
    Já Naomi Scott, como a própria Elizabeth Banks já havia dito, é o coração do filme. Em um ano de ouro em sua carreira, Naomi brilha ao interpretar a cientista empolgada Elena e, em questão de minutos, conquista toda a empatia do público.  
     
    Em um geral, o longa se sustenta e mantém o ritmo durante os três atos principais e entretém o público sem esforço. A trilha sonora, toda produzida pela cantora Ariana Grande, também é grande parte do filme, que sabe equilibrar os momentos onde canções são realmente necessárias ou não.  
     
    E quando se pensa ser impossível continuar se surpreendendo, Elizabeth Banks faz jorrar participações especiais que fazem a sala de cinema ficar ainda mais empolgada. Lili Reinhart e Hailee Steinfeld são alguns dos muitos nomes presentes nas cenas pós créditos.  
     
    Sem querer, o novo As Panteras acaba sendo ainda melhor que a franquia original com roteiro melhor adaptado aos dias atuais, mensagem feminista e tantos momentos empoderadores. É impossível sair da sala de cinema decepcionado.  

     

    2 M

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    Crítica - Cadê você, Bernadette?

    Em 2012, Maria Semple lançava seu aguardado livro Cadê você, Bernadette?” e surpreendia pela forma como conseguia prender o leitor à história, a facilidade parecia tanta. Sete anos depois, sua obra tomou forma de longa-metragem e chegou aos cinemas do mundo todo.  
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    Na trama, somos apresentados à Bernadette Fox, uma prestigiada arquiteta que possui um círculo social bastante seleto. Em outras palavras, Bernadette é solitária e não possui vínculo afetuoso com ninguém além de seu marido e sua filha. Ao ver suas paredes auto protetoras serem demolidas, a protagonista some. Ou melhor, some do mapa.  
     
    Mas como manter o carisma que a história demanda? Simples, basta contratar uma das maiores atriz de Hollywood, conhecida por dar vida à qualquer personagem com excelência. A escolha de Cate Blanchett para Bernadette Fox foi certeira, na verdade a melhor do longa.  
     
    Com uma atuação discreta, mas poderosa, Blanchett domina todas as facetas que a personagem demanda e apresenta ao público mais uma de suas entregas honrosas. A escolha da iniciante Emma Nelson para sua filha, Bee, também é certeira. A atriz, mesmo que estreante, consegue criar empatia com o público, que entende suas emoções e motivações.  
     
    Entretanto, o problema aparece quando começamos a falar de roteiro. Para quem leu o livro, ou assistiu ao trailer, fica claro que o grande mistério a ser solucionado é saber para onde Bernadette foi, afinal. Sabendo disso, é difícil compreender porque o diretor e roteirista decidiram adiar tanto o ato. Com 2h10min de filme, por mais de 1h30 o público é apresentado à rotina da arquiteta – que começa interessante, mas após meia hora se torna repetitiva. Além da apresentação de personagens que não possuem peso algum na trama do filme. Mas isso pode ser justificado com o histórico de produções dirigidas por Linklater, que tendem ser boas, porém arrastadas. 
     
    É compreensível que os produtores tenham decidido focar no problema mental da protagonista, porém, seria mais coerente criar uma história do zero, invés de mudar o foco e sentido de uma história já existente.  
     
    Apesar de suas falhas, o elenco consegue levar o filme, entregando boas performances. As paisagens apresentadas após o sumiço da personagem de Blanchett também são de agradar os olhos e faz o público esquecer por alguns bons minutos que a história não está saindo do lugar.  
     
    Cadê você, Bernadette? está em cartaz em todo o Brasil. Confira o trailer oficial abaixo: 

     

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia A nova trilha sonora de A Família Addams

    A nova trilha sonora de A Família Addams

    Quem não conhece A Família Addams? A série que veio ao mundo em 1964 sempre chamou atenção por seu humor ácido e piadas que só faziam sentido dentro de seu próprio cenário. Com personagens marcantes e costumes peculiares, não demorou muito para que o seriado caísse no gosto do público.  
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    Hoje, 55 anos depois, a família mais sombria e divertida do mundo do entretenimento já acumula 13 anos de seriado, 2 filmes live-action e... uma nova animação!  
     
    É isso mesmo, A Família Addams ganhou uma nova versão, e dessa vez se reinventou de diversas formas. Para começar por seu design gráfico, agora em formato de desenho 3d. O elenco que deu voz aos personagens também está repleto de estrelas; nomes como Charlize Theron, Oscar Isaac, Chloe-Grace Moretz e Finn Wolfhard são apenas alguns deles. 
     
    Outra super novidade é a trilha sonora. Mas como abrilhantar ainda mais uma trilha sonora que já é mundialmente conhecida amada? Afinal, quem consegue ouvir o ritmo da canção de abertura da família e não acompanhar com palmas e assovios?  
     
    A solução para este problema pareceu simples para os produtores: Criar uma trilha cheia de nomes premiados do mundo da música. Christina Aguilera, Snoop Dog, Pharrel Williams e Karol G emprestam seus dotes musicais para a animação que já ultrapassa 130 milhões de dólares ao redor do mundo.  
     
    Com canções cheias de emoção e a atitude clássica dos Addams, é possível viajar junto de Aguilera com sua faixa Haunted Heart e curtir um fim de tarde com My Family nas vozes de Pharrel e Snoop Dog. 
     
    Seja qual for seu gênero musical favorito, é possível se encontrar na trilha sonora de A Família Addams. Não espere muito para tirar a prova! O longa está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil e sua trilha sonora disponível todas as plataformas digitais e de streaming.  

    2 M

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    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

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