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Imagem Miniatura do Artista: Chris de Burgh

Chris de Burgh

Impossà­vel esquecer de 'The Lady in Red', quem curtiu os anos 80, sabe disso. A "baladona" romântica, de Chris de Burgh, tocava nas rádios e nos corações dos apaixonados tupiniquins, em 1986. De Burgh, fazia um som mais elaborado, moldado para o romantismo, o que eventualmente acabou transformado-o em um músico pop. De Burgh fez muito mais sucesso fora do eixo Inglaterra - Estados Unidos, onde usualmente as bandas e cantores tem grande projeção. Mesmo conseguindo algumas colocações nas paradas nesses paà­ses, sua maior popularidade, por incrà­vel que pareça foi na Europa e no Brasil.

Filho de pais ingleses, mas nascido em Buenos Aires, seu nome de nascença é Christopher John Davison. Quando criança morou em muitos paà­ses, por causa da carreira do pai, até se fixar na Irlanda, onde seu pai transformou um castelo em hotel. Quando começou a se apresentar, ainda em seu colégio em Dublin, ele decidiu usar o sobrenome da mãe como cantor e compositor.



Em 1974, Chris assinou contrato com a A&M Records, para dar suporte na turnê Crime of the Century do Supertramp. Com essa oportunidade, ele começou a construir sua própria carreira e arrebanhou alguns fãs. No mesmo ano, debutou seu primeiro álbum, Far Beyond These Castle Walls, o estilo era o folk rock, com um toque de fantasia embalado pelo estilo dos The Moody Blues, banda que fez sucesso anos 60. Infelizmente, o trabalho não teve repercussão. Em julho de 1975, foi lançado um single de uma música do álbum, 'Flying'. Lá nas terras de vossa majestade Rainha Elizabeth II no entanto, ninguém deu atenção, mas, aqui no Brasil ficou no topo por 17 semanas. Isso se tornou uma constante na carreira do cantor, nos anos 70, seus trabalhos não faziam sucesso na Inglaterra ou na América do Norte, mas, sim, na Europa e em paà­ses latino-americanos.

O sucesso na Inglaterra, só veio em 1981, com o álbum Best Moves, um apanhado das canções produzidas até então. Em 1982, ele entrou em estúdio com o produtor Rupert Hine, e produziu, The Getaway, que ficou entre 40 na Inglaterra e nos Estados Unidos, graças à  música 'Don't Pay the Ferryman'.

A fama mundial e o reconhecimento até em terras de reis e rainhas, veio em 1986, com a lânguida canção, 'The Lady in Red', a música ficou no primeiro lugar na Inglaterra e em terceiro na América. O álbum do qual ela fazia parte, Into the Light, alcançou a segunda posição na Inglaterra, e o 25º lugar nos EUA. O álbum seguinte, de 1988, Flying Colours, chegou ao primeiro posto na Inglaterra, mas, sem maior impacto nos EUA.

O sucesso obtido nos EUA, nunca voltou a acontecer. Mesmo sem conseguir tanta notoriedade na década de 90, sempre manteve seu público cativo.

Em 2002, lançou Timing is Everything, em 2004, The Road to Freedom, e Live in Dortmund, foi lançado em junho de 2005 na Inglaterra e em julho na Europa.

DISCOGRAFIA

Imagem em Miniatura do Álbum: Moonfleet & Other Stories Moonfleet & Other Stories
2010

Imagem em Miniatura do Álbum: Into the Light Into the Light
1986

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